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#Nacionalismo

The article examines the glorification of the genocidal Ratko Mladić in Serbia after his death, comparing it to the ideology of Greater Israel under leaders like Netanyahu, suggesting that irredentist nationalism persists in both societies despite the war crimes trials. (translated)

De Mladic a Netanyahu y de la Gran Serbia al Gran Israel: cómo glorificar un genocidio
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Iceland is facing a referendum on the possibility of opening negotiations for its accession to the European Union, a polarized debate that revolves around the economy, sovereignty, and security, reflecting a complex mix of pragmatism and nationalism among its citizens. (translated)

Por qué Islandia debate su adhesión a la UE condicionada por la economía, la soberanía y la geoestrategia

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

“Inminente embestida a la soberanía nacional” Compare, te quitaron la visa, no te quemaron la Alhóndiga... #Soberanía #Política #Nacionalismo

De 15 de julho para cá, @FlavioBolsonaro subiu e Lula caiu, a diferença diminuiu de 8 para 3 pontos pela Quaest. O que aconteceu nesse período? - As tarifas de Trump vieram, anunciadas justamente em 15/7. Lula tentou atribuí-las a Flávio. - O Centrão decidiu não apoiar Flávio, primeiro ficando neutro, e agora, segundo Kassab, passando a apoiar Lula. - Milei veio à convenção, deu apoio enfático a Flávio, soltou o verbo contra Lula e manteve o que disse. Lula rebaixou as relações com a Argentina, apelou para o nacionalismo. - Flávio montou sua chapa com um vice que não é ligado nem ao Centrão nem à China, evitando uma candidata que “exigia” afastamento do “trumpismo”. - Os EUA suspenderam o visto da Embaixadora brasileira em Washington e tomaram várias ações mostrando sua determinação de combater o crime organizado e o comunismo na América Latina. Lula apelou para a “soberania”, gritou contra “interferência”, ligou para Xi pedindo afago, recebeu o braço direito de Putin e entrou definitivamente em rota de colisão com os EUA. Todos esses fatores parecem haver tido nas pesquisas o impacto oposto ao que a maioria dos analistas previa. A proximidade com Trump, com Milei e a perspectiva de ingresso do Brasil no Escudo das Américas, numa grande aliança contra o crime, a corrupção e o comunismo, bem como a rejeição do Centrão e o distanciamento da China, tudo isso está favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto o discurso da “soberania” de Lula, sua hostilidade aos EUA e sua opção pelo bloco totalitário prejudicam o candidato do PT/sistema. Brasil no Escudo das Américas: há fortes indicações de ser esta a fórmula que devolveu a Flávio uma competitividade que parecia perdida. #EleiçõesBrasil #Política #Candidaturas

Le están diciendo a la comunidad internacional que quieren adelantar las operaciones de rescate solo con personal colombiano. ¿Me quiere alguien explicar, además de un nacionalismo pésimamente concebido, cuáles pueden ser las razones detrás de una decisión tan miope en este momento? #Rescate #Colombia #Solidaridad

E

Moroccan nationalists from the group Siempre Paloma 2006 have taken their demand for sovereignty over Ceuta and other Spanish territories in North Africa to the doorstep of the Ceuta City Hall, where they displayed a banner describing the Spanish presence as an occupation. (translated)

Nacionalistas marroquíes llevan hasta la puerta del Ayuntamiento de Ceuta su reivindicación sobre la ciudad

Abdul El-Sayed's victory in the Michigan Democratic primaries is seen as a model for Democrats to confront Trumpism by presenting a progressive nationalism that links military aid to Israel with the internal needs of the U.S. and promotes a more equality-focused approach to social issues within the country. (translated)

La victoria de Abdul El-Sayed ofrece a los demócratas la fórmula para derrotar al trumpismo

🚨ES VIRAL. Los marroquíes devueltos hunden el discurso de "niños hambrientos buscando mejor vida en Europa". Aseguran que viven bien y que entraron porque tienen derecho a ver cómo es la ciudad por dentro, porque es marroquí. Transcripción: « No nos falta de nada, solo íbamos a dar una vuelta. Salimos con nuestro dinero, la mayoría solo fueron a Sebta (Ceuta) para dar una vuelta. Ceuta es nuestra y ¿no tendríamos derecho a entrar? « Ceuta está en Marruecos y tenemos derecho a entrar para ver cómo es. No hay nada excepcional, se parece a Meknes y Fez, hay bastante desnivel. No hay nada, la playa es una mierda». Nacionalismo marroquí. Ahora ya sabes la verdad. 7.500 disidentes ya estamos dentro. Faltas tú → https://t.co/JtP6bmpKel PD: el "Manual del Disidente" te llega al correo en cuanto entras. No tienes que hacer nada más. #Marruecos #Inmigración #Nacionalismo

The PNV and Bildu supported a campaign that culminated in attacks against supporters of the Spanish national team in Bilbao, coinciding with the final of the 2026 World Cup, promoting opposition to Spanish nationalism and in favor of a Basque team, while violence intensified from radical groups and ETA nostalgics. (translated)

PNV y Bildu respaldaron la campaña que acabó con la caza de seguidores de La Roja
Carlos Coelho Jul 31

Europe is facing challenges that we know well: from the war at our borders (and beyond) to the competitiveness deficit, through the rise of nationalism. That is why it also faces the urgency of decision and determination, where we can and must have a voice. (translated)

20 minutos Jul 30

The article by Miguel Ángel Aguilar explores how Catalan nationalism, through the manipulation of history and the creation of myths, threatens social cohesion by imposing a difficult choice between assimilation and inferiority on Spanish-speaking immigrants from other regions of Spain. (translated)

Amenaza a la nación
Observador Jul 28

Abelardo de la Espriella, the new leader of Colombia, presents himself as an outsider and defender of the elites, proposing cuts in diplomatic relations with countries like Cuba and Nicaragua, while seeking to implement an agenda of nationalism and patriotism reminiscent of radical populist regimes in Latin America. (translated)

Quem é, e o que quer, o novo líder da Colômbia?
termo Jul 28

después de días sobreactuando nacionalismo y patriotismo los peronmonos decidieron defender a este tipo en vez de un argentino #Argentina #Patriotismo #Política

termo Jul 27

Lula este año firmó un acuerdo de defensa mutua con la Corona Británica. Lo de Malvinas y sobreactuar nacionalismo es todo perfo para la gilada #Lula #DefensaMutua #Malvinas

Lo cierto es que, si los jugadores hubieran salido a la cancha con una bandera sobre el cambio climático, Black Lives Matter o en contra del capitalismo, no hubiese pasado nada. El nacionalismo es incomodo porque no simula ni discute abstracciones. Señala enemigos, fronteras e intereses. Por eso molesta tanto, a algunos los nombra y a otros los expone en su frivolidad #CambioClimático #JusticiaSocial #Nacionalismo

eldiario.es Jul 25

Eva Borreguero, experta en la India, analiza en su libro 'India. La nueva potencia global' los factores históricos y sociales que han llevado al país a convertirse en una potencia global, destacando las actuales protestas juveniles del movimiento de las “cucarachas” como un claro aviso al Gobierno de Modi sobre las tensiones identitarias y la complejidad del nacionalismo hindú. #India #ProtestasJuveniles #NacionalismoHindu

Eva Borreguero, experta en la India: "El movimiento de las 'cucarachas' es un claro aviso para el Gobierno de Modi"

Irrational nationalism (and its counterpart, integrist religion) are elevated expressions of stupid stubbornness. Milei does not care at all about the Argentines. Like Mussolini with the Italians, Hitler with the Germans, or Franco with the Spaniards (he said that half should be shot). (translated)

Sele_ne Jul 21

@leoneltudo Obvio que va a salir si somos el país más resentido del planeta. Y por eso somos los mejores. #Nacionalismo #Orgullo #Resiliencia

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EL MUNDO Jul 21

El artículo analiza la violencia por parte de nacionalistas radicales vascos contra aficionados de la selección española durante la final del Mundial, subrayando la intolerancia hacia quienes se identifican como españoles y cuestionando la respuesta institucional y mediática ante estos hechos. #Fútbol #NacionalismoVasco #Violencia

Tres vías del fútbol a la política