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#Policiais
Pri 4h

Mendonça warned Fachin: investigators in the Lulinha/INSS case fear that the top brass of the Federal Police will abort the operation. After Andrei Rodrigues changed the command, four police officers reported pressure on targets and precautionary measures. Rodrigues denies it. Internal friction, says the rapporteur. (translated)

If Alexandre de Moraes ordered entire police operations against citizens for private messages on WhatsApp, including just reacting with an emoji, it is more than possible that he responded to the fools who mentioned his handle here on Twitter in some cases. (translated)

Segurança pública também passa por cuidar da saúde mental dos nossos policiais. Precisamos tratar esse problema com seriedade, prevenção e apoio dentro das corporações com aumento do efetivo e valorização de quem se dedica a proteger a população. 📲 Compartilhe! Simone Senadora 4️⃣0️⃣0️⃣✅ Coligação Desperta São Paulo — PDT e PSB / Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV / Federação PSOL e Rede. CNPJ 68.581.880/0001-70 #SimoneSenadora #Simone400 #SegurançaPública #SaúdeMental #Policiais

A omissão do presidente Alessandro Barcellos em 2026 será tão danosa quanto uma gestão que foi parar nas páginas policiais. Não contratou, não pagou contas, não decretou RJ, não demitiu Pezzolano. Está no camarote assistindo o Inter assinar seu 2º rebaixamento. https://t.co/5zOQkq8WKr #Futebol #Inter #GestãoEsportiva

É inadmissível que uma abordagem policial termine com um homem inocente baleado na cabeça. Danilo Jander era pizzaiolo e seguia para o trabalho, mas virou alvo sem oferecer qualquer resistência ou ameaça aos policiais. Que o responsável permaneça preso e responda pela morte de Danilo com rigor perante a lei. Meus sentimentos à família. https://t.co/oiPDLmD10Q #Justiça #DireitosHumanos #ViolênciaPolicial

Digoh 1w

@futebol_info A PRÓPRIA TORCIDA JÁ TINHA O PENSAMENTO DE QUE ESSE ANO ERA BRIGAR NO MEIO DA TABELA POR CONTA DA CRISE INSTITUCIONAL CARALHO São Paulo no começo do ano só aparecia em páginas policiais, ninguém na torcida estava esperando ser campeão de tudo, ainda mais com esse timeco #Futebol #SãoPaulo #Torcida

Deixando muito claro então pra todo mundo. Os indícios da corrupção do Moraes têm que ser investigados, é grotesco e vergonhoso a ação dele caso se confirme. Mas, corrupção venal se resolve punindo individualmente e fechando portas, é uma solução interna. O que Mendonça está fazendo é muito pior, porque ele está influenciando eleições e operações policiais para sustentar o próprio projeto político. Isso é erosão democrática a nível de livro-texto. É o que aconteceu na Turquia, Hungria, Israel, etc. E isso é muito mais grave, inclusive porque impede punições em casos como o de Moraes. Entenderam? #Corrupção #Democracia #Justiça

A Polícia Civil terá uma operação especial de segurança e de combate ao racismo nos jogos de São Paulo e Corinthians contra Boca Juniors e Estudiantes, respectivamente. Reuniões foram feitas nos últimos dias para organizar o deslocamento das torcidas. A PRF acompanha a caravana da torcida do Boca Juniors até a capital paulista. A La 12 deverá se encontrar com a Gaviões da Fiel antes da bola rolar. Policiais argentinos e membros do Consulado da Argentina no Brasil compõem a operação. No jogo de ida, existia uma preocupação muito grande em relação às caravanas das torcidas de São Paulo e Corinthians se cruzarem na estrada. Foi feita uma reunião com a definição de duas rotas distintas, e a operação foi considerada bem sucedida. Como "reciprocidade" ao episódio do veto do bandeiraço da torcida do São Paulo no hotel do time em Buenos Aires, a torcida do Boca Juniors também não pôde fazer festa no hotel na capital paulista. #Segurança #Racismo #Futebol

"A América é segura e hoje saudamos todos os membros do exército militar dos Estados Unidos que serviram na guerra contra o terror. É uma guerra contra o terror doente e horrível. Saudamos os nossos primeiros socorristas e as autoridades policiais que nós amamos e saudamos os militares que estão a trabalhar agora para garantir que o principal patrocinador do terror, a República Islâmica do Irão, nunca terá uma arma nuclear."

1h. Descarrilamento de comboio em França provoca 44 feridos
observador.pt

A América é segura e hoje saudamos todos os membros do exército militar dos Estados Unidos que serviram na guerra contra o terror. É uma guerra contra o terror doente e horrível. Saudamos os nossos primeiros socorristas e as autoridades policiais, que nós amamos, e saudamos os militares que estão a trabalhar agora para garantir que o principal patrocinador do terror, a República Islâmica do Irão, nunca terá uma arma nuclear.

As notícias das 23h
observador.pt

Alexandre de Moraes, que agora tenta de tudo para não ser investigado no caso Master, manteve preso pelo 8/1 até mendigo que nada tinha a ver com os atos. Geraldo da Silva ficou detido por 10 meses (até novembro de 2023) e depois ficou mais 4 meses sob tornozeleira eletrônica, obrigado a se apresentar semanalmente no fórum e a ficar em casa no período noturno, até a PGR reconhecer a inocência e o ministro do STF revogar suas medidas cautelares em março de 2024. Por 14 meses, ninguém no Supremo se mobilizou para blindar o morador de rua; nem para relaxar a prisão de Cleriston Pereira da Silva por problemas de saúde, antes que o chamado “Clezão” morresse na Papuda, com parecer da PGR favorável ao relaxamento dormitando havia 2 meses e 20 dias na gaveta de Moraes. Daniel Vorcaro fechou contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro para “consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis”, mas quem era tratado pelo banqueiro como consultor estratégico contra o avanço da PF era o próprio Moraes. Agora, o Centrão do STF se mobiliza, em poucos dias, para impedir a simples abertura de investigação do ministro, a despeito das fartas provas de condutas nada republicanas, com indícios de crimes. E ainda há quem diga que, no Brasil, todos são iguais perante a lei. #Justiça #STF #Corrupção

🚨 URGENTE: PF afirma que Mendonça foi seletivo na liberação de operações policiais! No caso de Jaques Wagner (PT), ele autorizou a operação em 5 dias. Contra Ciro Nogueira (PP), 29 dias. Já contra Cláudio Castro (PL), 75 DIAS! Isso e várias outras coisas fizeram os policiais perceberem que Mendonça é um juiz parcial. 📰 Globonews #justiça #política #corrupção

Na madrugada desta sexta-feira, 11 de setembro, após determinação de André Mendonça para a retirada do sigilo de investigações ligadas ao Banco Master, veio a público um documento que amplia ainda mais a dimensão dessa crise. O contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, previa expressamente “consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis”, além de atuação perante Banco Central, Receita Federal, Cade e todas as instâncias do Judiciário. Não estamos falando de uma prestação genérica de serviços. O contrato previa ainda a organização de cinco núcleos de atuação estratégica diante do Judiciário, Ministério Público, Polícia Judiciária, órgãos do Executivo e Legislativo. E o valor era gigantesco: 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos, em um acordo que, considerados os tributos previstos, poderia ultrapassar R$ 131 milhões em três anos. Esse documento estava sob sigilo. Só nesta madrugada seu conteúdo integral foi colocado diante dos brasileiros. E o detalhe que não deve ser esquecido: os metadados da minuta mostram que o próprio Alexandre de Moraes fez edições no contrato antes da assinatura. O escritório diz que ele apenas foi consultado para verificar eventuais impedimentos e nega irregularidades. É o mesmo caso em que a PF recuperou mensagens de Daniel Vorcaro para um contato identificado como “Alexandre de Moraes BRASILIA”, tratando de investigações, citando Andrei Rodrigues e Paulo Gonet e, às vésperas da prisão de Vorcaro, perguntando se já deveria estar fora do país. Na mesma madrugada, também veio a público uma segunda proposta do escritório para a Viking Participações, outra empresa de Vorcaro: R$ 50 milhões líquidos em três anos. O escritório afirma que ela não foi aceita nem assinada. André Mendonça retirou o sigilo de 14 procedimentos, além do principal. Na terça-feira, dia 15, o plenário do STF deverá analisar o relatório da PF e o pedido da PGR para anulá-lo. Quanto mais o sigilo cai, pior fica para Moraes. #Justiça #Corrupção #CrisePolítica

🚨 URGENTE Fachin solicita que André Mendonça retire o sigilo das investigações sobre o Banco Master nos trechos que não atrapalhem futuras operações policiais. Não é uma ordem. É um pedido sob a justificativa de que precisam saber o máximo possível antes do dia 15. #justiça #investigações #BancoMaster

Em 2021, enquanto era ainda Vereador dei a mais alta honraria para os policiais do BOPE que tinham neutralizados 26 marginais em Varginha. Sofreram perseguições da imprensa e militância, mas hoje foram absolvidos. Vá e vença!!! 💀🔪 https://t.co/Uyr7vVwZJR #Política #Justiça #Varginha

🚨ATENÇÃO: Produtora de 'Dark Horse', Karina Gama, diz que foi ameaçada e, se presa, não tem nada para delatar; ela é alvo de operação da PF determinada por Dino "Se eu não fizesse uma delação premiada, assumindo que alguma irregularidade teria ocorrido na produção do filme, o que seria equivalente a dizer mentiras, eu poderia ser alvo de operações policiais contra a minha pessoa." #DarkHorse #KarinaGama #DelaçãoPremiada

🚨 GLEISI ESTÁ SEMPRE DO LADO ERRADO! Quando o assunto é enfrentar o crime com mais rigor, o padrão se repete. Gleisi se posicionou contra a redução da maioridade penal e chegou a pedir o adiamento da votação de uma PEC que permitiria responsabilizar como adultos jovens de 16 a 18 anos em crimes gravíssimos. Em 2024, votou para manter o veto de Lula que preservava a saída temporária de presos. Quando uma megaoperação no Rio enfrentou o Comando Vermelho, Gleisi compartilhou a campanha do governo que criticava a ação dos policiais. E quando surgiu a proposta de equiparar facções como PCC e Comando Vermelho ao terrorismo, Gleisi declarou que o governo Lula era “terminantemente contra”. O Brasil precisa inverter essa lógica: mais proteção para quem trabalha e cumpre a lei, mais força para a polícia e mais consequência para quem escolhe o crime. Se você também acha que o lado da lei precisa voltar a ser prioridade, compartilhe este post. #Justiça #SegurançaPública #Brasil

Policiais federais avaliam que a investigação do caso Master está sendo usada para fins políticos e defendem a quebra de sigilo de todo o inquérito a fim de que a sociedade saiba quem são os investigados https://t.co/npHHMb5tzx #Justiça #Política #Transparência

A “cabeça política” de Flávio Dino apela a truques retóricos na decisão de reconduzir ao cargo seu aliado Andrei Rodrigues, empossado na gestão do próprio Dino como ministro da Justiça do governo Lula. Ele alega que o então diretor da PF “limitou-se a cumprir” ordem de Alexandre de Moraes para encaminhar o relatório que Dino omite ser apócrifo, e que, portanto, a medida de afastamento “não poderia, em princípio, recair” sobre Andrei. Mas Mendonça não se baseou meramente no encaminhamento da “documentação” a “outro relator” (Moraes), ainda que tenha lamentado a posterior divulgação, alegando que ela revelou “previamente aos potenciais alvos de medidas cautelares e instrutórias a sua potencial realização, frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”. Mendonça considerou “fatos de extrema gravidade” a “produção dos ‘relatórios de inteligência’ em questão” e “o fato de sobre eles ter sido dada ciência prévia” a Moraes, que já havia citado em sua própria requisição “notícias da existência” deles. O relator do caso Master no STF apontou que foi “submetido a monitoramento sistemático por parte da inteligência” da PF e que, “conforme consta” do próprio ofício subscrito por Andrei, “houve a produção de ao menos seis relatórios de inteligência”, “os quais teriam sido recebidos por referida autoridade” (sim, Andrei), “entre os dias 3 e 31 de agosto de 2026”. “Ou seja, ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal. Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”, escreveu Mendonça, apontando também o AGU, Jorge Messias, como alvo. Portanto, a principal questão (falseada por Dino) é a potencial responsabilidade de Andrei, direta ou indireta, sobre a produção, a existência no sistema da PF e o vazamento anterior de relatórios reputados ilegais por Mendonça, bem como a necessidade de apuração dessas circunstâncias sem a influência do diretor-geral, preservando-se a segurança dos alvos dos “documentos”. Tanto que Mendonça concluiu: “Assim, a fim de garantir que (i) os membros da magistratura em geral e os Ministros deste Supremo Tribunal Federal em particular, bem como (ii) os membros da Advocacia Pública e (iii) os integrantes das carreiras policiais que compõem a Polícia Federal tenham preservadas as condições institucionais para exercer suas atribuições sem constrangimentos ilegais, bem como a fim de preservar-se a sua segurança e integridade pessoal, deve ser determinado o afastamento preventivo dos senhores Andrei Augusto Passos Rodrigues e Leandro Almada da Costa, respectivamente, dos cargos de Delegado e Diretor-Geral da Polícia Federal e de Delegado e Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal. Do mesmo modo, deve ser determinada a abertura de procedimento investigatório próprio sobre as circunstâncias relacionadas à produção dos ‘documentos’ em questão, a ser conduzido no âmbito da Corregedoria da Polícia Federal.” Mas Dino é um senador de toga, líder da bancada de Lula no STF e aliado de Moraes, ministro que usou o inquérito das fake news para violar o sigilo da fonte do jornalista do Maranhão que incomodou o próprio Dino. O “STF Futebol Clube” é uma várzea. #Política #STF #Justiça

8 DE SETEMBRO DE 2026: A CRISE QUE COLOCOU STF E POLÍCIA FEDERAL EM CONFRONTO ABERTO O que aconteceu nesta terça-feira, 8 de setembro, ultrapassa em muito uma divergência circunstancial entre integrantes do Supremo Tribunal Federal. A sucessão de acontecimentos envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e Gilmar Mendes expôs uma crise institucional de proporções ainda difíceis de dimensionar. No centro da controvérsia estão investigações relacionadas ao Banco Master, relatórios produzidos pela Polícia Federal, acusações envolvendo a condução de procedimentos investigatórios e, sobretudo, uma questão que se tornou inevitável: quais são os limites institucionais quando aqueles encarregados de investigar, fiscalizar e julgar passam a questionar reciprocamente a legalidade de suas próprias atuações? A crise ganhou outra dimensão depois que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça por supostos abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em episódio relacionado à condução das investigações dos casos Master e INSS. Mendonça reagiu no plano jurisdicional e colocou sob severo questionamento a produção e a utilização de relatórios de inteligência da Polícia Federal, inclusive material que teria servido de fundamento para medidas dirigidas contra ele. O conflito, portanto, deixou de estar restrito à interpretação de atos processuais. Passou a envolver diretamente a regularidade da atuação da Polícia Federal e a relação institucional entre integrantes da própria Suprema Corte. O acontecimento mais contundente desta terça-feira foi a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão provocou imediata repercussão política e jurídica, mas existe um aspecto que não pode ser ignorado: submetida a questão à Segunda Turma do STF, Mendonça recebeu os votos de Luiz Fux e Nunes Marques, formando maioria de três dos cinco integrantes do colegiado para referendar o afastamento. Independentemente das avaliações políticas sobre a decisão, esse dado possui enorme relevância institucional, porque demonstra que a posição adotada pelo relator não permaneceu isolada dentro do próprio Supremo. Nesse cenário entrou Gilmar Mendes, que pediu vista e interrompeu a conclusão do julgamento, defendendo uma análise mais aprofundada da matéria e levantando preocupação específica quanto aos efeitos de uma decisão dessa natureza durante o período eleitoral. O pedido de vista, contudo, não significou a revogação automática da medida cautelar. Pelo contrário, a controvérsia permanece aberta e tende a avançar para uma discussão ainda maior dentro do Tribunal, especialmente diante da possibilidade de submissão da matéria ao Plenário. O presidente do STF, Edson Fachin, também ingressou diretamente na administração da crise ao determinar a prestação de informações pelos envolvidos. Há, portanto, algo muito maior acontecendo em Brasília do que uma simples disputa entre ministros, e no centro do furação, Alexandre de Moraes x André Mendonça. AM x AM! Mendonça, em suas razões, questiona procedimentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal e determina o afastamento de sua cúpula. E hoje a Segunda Turma formou maioria favorável à medida, com votos de Nunes Marques e Luiz Fux, uma vez que Toffoli se declarou impedido. Gilmar Mendes - agindo como o dono da razão - interrompe a conclusão do julgamento e introduz no debate a possível repercussão eleitoral da decisão. Paralelamente, documentos e informações relacionados ao Banco Master continuam alimentando uma crise que alcançou simultaneamente o STF e a direção da principal instituição de polícia judiciária da União. O problema institucional que emerge desse episódio é muito mais profundo e não pode ser reduzido à preferência política por este ou aquele personagem. Quando ministros da Suprema Corte passam a formular acusações ou questionamentos graves sobre a atuação de outros integrantes do Tribunal, enquanto a própria direção da Polícia Federal é atingida por decisão judicial fundada em suspeitas relacionadas à produção e utilização de informações de inteligência, a discussão deixa de pertencer exclusivamente aos envolvidos. Torna-se assunto de interesse público. Transparência, contraditório, documentação verificável e estrita observância da lei passam a ser indispensáveis para que a sociedade compreenda exatamente o que aconteceu. O Brasil chega ao final deste 8 de setembro com uma pergunta que nenhuma instituição deveria considerar inconveniente: quando investigadores, autoridades policiais e integrantes da mais alta Corte do país entram em rota de colisão, quem fiscaliza o exercício desses poderes e quais mecanismos efetivamente impedem que qualquer autoridade, independentemente do cargo que ocupe, ultrapasse os limites estabelecidos pela Constituição? A resposta não pode depender de nomes, preferências políticas ou circunstâncias eleitorais, mas da Constituição, da lei, das provas e da possibilidade de controle efetivo dos atos praticados pelo poder público. Dr. Paulo Faria Jornalista 4090/GO #STF #PolíciaFederal #CriseInstitucional