En el incendio, como resumen general, empezamos a ver la luz más allá del humo y sin echar las campanas al aire empezamos a ver cómo son más las operaciones que culminan en éxito de las muchas que estamos desarrollando
En el incendio, como resumen general, empezamos a ver la luz más allá del humo y sin echar las campanas al aire empezamos a ver cómo son más las operaciones que culminan en éxito de las muchas que estamos desarrollando
🚨 Javier Tebas, président de la Liga, CRITIQUE LA FIFA ET LA POSSIBLE COUPE DU MONDE À 64 ÉQUIPES !!! 😤 « AUGMENTER LE NOMBRE D'ÉQUIPES NATIONALES N'A AUCUN SENS. L'industrie du football ne se résume pas à la Coupe du Monde, aussi importante soit-elle. ILS SONT EN TRAIN DE DÉTRUIRE L'INDUSTRIE DU FOOTBALL, celle qui génère des dizaines de milliers d'emplois, pour un événement qui dure 40 jours et ne concerne qu'une minorité de joueurs. 😩 Nous avons exprimé à maintes reprises nos inquiétudes concernant le calendrier des compétitions. ET MAINTENANT, ILS VEULENT ORGANISER UNE COUPE DU MONDE À 64 ÉQUIPES. Nous avons besoin de moins d'équipes nationales et d'une meilleure protection du football national à tous les niveaux. ILS NE S'EN RENDENT PAS COMPTE ET PRENNENT DES DÉCISIONS DE MANIÈRE IRRESPONSABLE. » 😠 🗞️ @Gazzetta_it #Football #CoupeDuMonde #FIFA
Après presque 10 années passées sous les couleurs de l’AJ Auxerre, le moment est venu pour moi d’ouvrir un nouveau chapitre. Il est difficile de trouver les mots pour résumer tout ce que ce club représente à mes yeux. J’y ai grandi en tant que joueur, mais surtout en tant qu’homme. J’y ai vécu des moments inoubliables, des joies immenses, des défis, des victoires et des émotions qui resteront gravés à jamais. Je tiens à adresser un immense merci à l’ensemble du club : aux dirigeants, aux entraîneurs qui m’ont fait confiance, au staff technique, médical et administratif, ainsi qu’à toutes les personnes qui œuvrent chaque jour, souvent dans l’ombre, pour faire vivre cette grande institution. Un merci tout particulier aux supporters. Votre passion, votre fidélité et votre soutien, dans les bons comme dans les moments plus difficiles, m’ont porté tout au long de ces années. Porter ce maillot devant vous a été un honneur et une immense fierté. Je quitte Auxerre avec le cœur rempli de gratitude, de respect et de souvenirs inoubliables. Ce club fera toujours partie de mon histoire. 💙🤍 #AJAuxerre #Football #Gratitude
📌 Até um dia, Bigode Criativo! 👨🏻 Francisco Trincão é um daqueles jogadores que, ou se ama de imediato, ou tem de se aprender a amar progressivamente. Para os que sabem realmente o que é o futebol, é amor à primeira vista. Para os mais impacientes, pessimistas e enrugados, só a sua magia os pôde seduzir. E a história de Trincão no Sporting é a prova de que o tempo será sempre amigo de quem sabe o que é o futebol e de quem trata a bola por tu. Uma chegada que foi muito cobrada com o exagero leonino habitual de querer outro Sarabia, como se alguma vez existissem 2 jogadores iguais. A juntar a isso, a ideia de ter chegado ao Sporting pelo jeitinho dado ao seu empresário, e não porque o Treinador, à época, não tivesse tanto para lhe oferecer e conhecesse o seu potencial como ninguém. Afinal de contas, mesmo não correndo bem essa experiência, quem chega ao Barcelona com 20 anos vindo de Braga não pode ser apenas um pára-quedista com a bola nos pés. O primeiro ano e meio de Trincão com a listada verde e branca foi uma montanha russa, mesmo com bons números, mas faltava dar aquele click, faltava espevitar o jogador para outro patamar psicológico naquilo que, acima de tudo, é o que mais diferença faz: a confiança. O próprio Trincão quis muito agarrar toda a sua qualidade e a oportunidade que o seu Clube do coração lhe ofereceu, dando um salto físico e competitivo impressionante. E quando, em Janeiro de 2024, teve de assumir as rédeas, nunca mais largou o lugar que havia conquistado. A magia de Francisco fez-se sentir, em toda a escala, pelos relvados portugueses e pelos campos da UEFA. O futebol tricotado e rendilhado, o pé esquerdo que abraçava a bola como se de um parente querido se tratasse, o remate seco e colocado, o cruzamento preciso e o último passe refinado. Um jogador que muitas vozes acusavam de desaparecer nos grandes jogos mas que se tornou no melhor marcador em derbies desde Liedson. Um abre-latas na sua essência, um atleta que chegou com um rótulo descritivo de ser apenas mais um extremo moderno canhoto, e saiu como um verdadeiro “10” à antiga, um protótipo de jogador em vias de extinção! Falar de Trincão é falar do genial golo a meio do meio-campo contra o Nacional para desmontar um autocarro. É falar do tricotado sobre a defesa do Casa Pia para servir Bragança. É falar da cueca magistral a António Silva que consagrou a dobradinha. É falar da arrancada contra o City que deu no 3-1. É falar da jogada Maradoniana contra o Estoril. É falar do jogo interior coletivo que levou ao golo do empate em Bilbao. É falar do golaço do empate em Guimarães que ofereceu um ponto crucial. É falar do madrugador golo que gelou a Luz e abriu o caminho do Bi. É falar de como se leva uma equipa toda para a frente e de como jogar entrelinhas. Mas nem tudo se resume ao que é ser criativo, porque o talento não se vê só com a bolinha no pé. É falar do primeiro defensor em campo que mostrou que era possível conjugar a magia com o sacrifício em prol de um bem maior. É ver um jogador a correr 60 metros no Jamor perante um cenário catastrófico, e já com 120 minutos nas pernas, para roubar a bola ao adversário que seguia para o golo. É ver a recuperação gigantesca contra o Bodo Glimt na primeira parte para evitar o perigo. É testemunhar como, numa equipa assombrada por lesões, se assumiu como um totalista em minutos, sem qualquer problema físico, o que o tornou num dos principais heróis do Bi e o deixou entre os Imortais. Dificilmente haverá jogador na história do Sporting que tenha corrido e jogado tanto como Trincão no drama de 24/25 que terminou em final feliz. A história de Trincão no Sporting acabou, possivelmente, mais cedo do que devia. Ainda havia mais para dar. Ainda havia mais para conquistar e recuperar. E a porta está sempre aberta para aquele que conquistou o coração de Alvalade vir concluir a sua história com a glória que lhe merece estar associada. 2 nomes que merecem construir o seu próprio final feliz. #Futebol #Sporting #Trincão
Los 2 tuits que resumen a la perfección al naZionalmadridismo. Si pierden, son los del Barça. Si ganan, son los de España. https://t.co/sXlQXnFzES #RealMadrid #Fútbol #Deportes
Le commentateur suisse qui dit correctement les termes. Le meilleur résumé de ce cirque https://t.co/ulQjfhlzlb #Suisse #Commentaire #Résumé
🚨 RESPECT AU COMMENTATEUR SUISSE DAVID LEMOS 🇨🇭, QUI AU MOMENT DE RENDRE L'ANTENNE A PARFAITEMENT RÉSUMÉ LES ÉCHECS DE CE MONDIAL ! 👏 🗣️ « C'était sans aucun doute LA COUPE DU MONDE LA PLUS MERCANTILE DE L'HISTOIRE, l'une des plus POLITISÉES aussi. Nous n'oublierons pas les prix qu'ont dû payer les personnes qui n'ont pas des moyens considérables pour leur passion... 🤑 Parfois sans pouvoir ne serait-ce qu'ENTRER DANS LE PAYS SI LEUR NATIONALITÉ N'ÉTAIT PAS LA BONNE. Qu'ils soient fans, journalistes, arbitres parfois, comme le Somalien Omar Artan 🇸🇴. On pense aussi au traitement INACCEPTABLE de l'équipe d'Iran 🇮🇷, qui n'a pas pu défendre ses chances correctement dans ce tournoi. On pense également au cas Balogun 🇺🇸 : on aura vu un président se vanter d'avoir appelé le président de la FIFA pour faire annuler une suspension d'un joueur. La politique s'est immiscée au cœur du jeu, alors que la FIFA dit vouloir le mettre au-dessus de tout : visiblement, C'EST JUSQU'À UN CERTAIN POINT. Une Coupe du monde qui aura aussi vu tous ses matches se disputer en quatre quart-temps et sa finale connaître une mi-temps de près de 30 minutes... LA CRISE A DEUX NOMS : L'ARGENT ET LE POUVOIR. Il y a aujourd'hui UNE CRISE DE CONFIANCE entre de nombreux acteurs de ce sport et la FIFA. Ces prochaines semaines, l'argent va pleuvoir sur beaucoup de Fédérations, beaucoup d'acteurs de ce sport, QUI SERONT GENTIMENT INVITÉS À SE TAIRE. 🤐 On a l'espoir que certaines choses seront relevées ET QU'ON NE LES REVERRA PLUS. » ❌ 🎙️ @RadioTeleSuisse / @davidlemos #CoupeDuMonde #FIFA #Football
El Monterrey debuta en el #Apertura2026 con triunfo en Casa. ⚽️🔥 ¡No te pierdas el resumen del partido! 📹 https://t.co/bKCzcaxPbS #Fútbol #Apertura2026 #Monterrey
Je suis désolé, mais je ne peux pas accéder au contenu de l'article mentionné. Toutefois, si vous me donnez quelques détails ou un résumé, je pourrais vous aider à formuler un résumé en une phrase ! #Ukraine #drones #guerre
🚨 El resumen de la primera semana de José Mourinho al mando del Real Madrid. ILUSIONANTE 🤩 https://t.co/MWqToRuU2k #Mourinho #RealMadrid #Fútbol
"Festiwal nienawiści w Polsce. Prawica nakręca antyukraińskie nastroje" 😂😂😂. Ok. to Anitka zrobi sobie na dobranoc #CHALLENGE z Panią Basią 😉. prof. Barbara Engelking : "Antysemityzm jest w Polsce głęboko zakorzeniony, a społeczeństwo często go nie dostrzega lub ignoruje". Pani od historii ma zaszczyt zaprezentować małe résumé pt. "Polska Chrystusem narodów czyli precz kłamcami Holokaustu !" Polska była PIERWSZYM krajem na świecie który czynnie walczył z antysemityzmem. Co pozwoliło uchronić Żydów od całkowitej Zagłady. Jak zauważył, znany historyk żydowski Barnett Litvinoff : "W okresie Średniowiecza i Odrodzenia Polska przypuszczalnie ocaliła Żydów od całkowitego wyniszczenia". Pomiędzy 1340 rokiem a 1772 rokiem ludność żydowska Polski wzrosła 75-krotnie, z około 10 tysięcy do ponad 750 tysięcy osób. Aron Hirschhorn (Adolf Rudnicki) trafnie stwierdził : "Od stuleci świat sprowadzał z Polski rabinów, filozofów i kaznodziejów. Prawdziwe żydostwo żyło tylko w Polsce. Polska była jego Ziemią Obiecaną". Rabin Byron L. Sherwin, powiedział : "Gdzież indziej, jak nie w Polsce, Żydzi mogli przez tak wiele pokoleń swobodnie rozwijać, utrzymywać i kultywować swoje własne dziedzictwo". Najwyższą CENĘ za walkę z antysemityzmem Polacy zapłacili podczas okupacji niemieckiej. Minimum 1 000 000 Polaków w różnej formie uczestniczyło w OCALENIU ok. 100 000 Żydów. Wszystkie warstwy społeczne, mieszkańcy wsi, miast i miasteczek. Za ten niespotykany Akt MIŁOSIERDZIA Niemcy ZAMORDOWALI od 2 300 do 5 000 Polaków. Kobiet, Dzieci i Mężczyzn. Ocalona przez Polaków Śp. Maria Leonia Jabłonkówna : "Należę do tych osób, które mają szczególny powód, aby złożyć takie oświadczenie, ponieważ swoje przetrwanie i zdrowie w „dniach pogardy” zawdzięczam nie tylko jednej osobie spośród moich najbliższych przyjaciół, ale całej falandze Polaków reprezentującej najróżniejsze kręgi społeczne – ludziom, często zupełnie obcym, którzy narażając własne życie, udzielali mi pomocy i oferowali schronienie przez cały okres okupacji . Wielu z nich pozostało anonimowych; ich zachowanie nie wynikało z osobistej sympatii do mnie – byli mi zupełnie nieznani. Kierowali się impulsami serca i nakazem sumienia w imię braterskiej solidarności, nieugiętego oporu wobec przemocy i barbarzyństwa, w imię ludzkości . Pomoc, jaką otrzymałem, była tak powszechna, przejawiała się tak niezmiennie na każdym etapie narastającego terroru, że należy ją uznać za odzwierciedlenie ogólnej postawy całego polskiego społeczeństwa". Każdy kto twierdzi, że Polska jest "krajem antysemickim" jest chorym z nienawiści prowokatorem. Władysław Szpilman : "Polska nie jest krajem antysemickim. Ci, którzy twierdzą coś przeciwnego, kłamią i wyrządzają szkodę, która jest wroga Polsce . Pamiętajmy, że za udział w ratowaniu Żydów groziła śmierć. Nie każdy jest w stanie zdobyć się na odwagę, by podjąć takie ryzyko . Nie każdy rodzi się bohaterem . Co najmniej 30 Polaków zaangażowało się w moje ratowanie. Co najmniej 30, ryzykując własnym życiem." I tak się prowadzi publiczny dyskurs. Bez uprzedzeń, bez ksenofobii i antyukraińskich nastrojów 😉. Ponieważ sytuacja robi się bardzo nieciekawa dlatego przypominam o RESTRYKCYJNYCH Obowiązkach ⬇️ - RT każdej lekcji - dodawanie komentarzy - kliknięcie dzwoneczka A Uczniów którzy nie są dotknięci kryzysem ubóstwa ⬇️ - korzystanie z naszej szkolnej kawiarki Dziękuję. Z Panem Bogiem 🙏 https://t.co/uYX0ELDkuR #Polska #Antysemityzm #Historia
La Casa Real ha publicado un vídeo que resume la trayectoria militar de la Princesa de Asturias, Doña Leonor, quien finalizó su formación en tres academias el 10 de julio, destacando momentos clave de su entrenamiento, incluyendo maniobras tácticas, interacciones con el Rey y su participación en actividades lúdicas. #PrincesaLeonor #AcademiaMilitar #CasaReal

Vous m’excuserez d’intervenir ! Alors, on peut dire énormément de chose sur Zidane au Real Madrid, mais résumer ça à de « l’aura » c’est vraiment très très très réducteur. On parle d’un mec qui a ramené trois Ligue des Champions d’affilée. D’ailleurs, son Real Madrid était en record d’invincibilité sur cette période, et toutes compétitions confondues ! Sur son deuxième mandat, que beaucoup critiquent, il joue le championnat jusqu’à la dernière journée et fait 1/2 de LDC avec un effectif DÉCIMÉ par les blessures et le COVID (plus de 60 absences sur la saison). Au bout du compte, il fait 4 saisons et demi au club : 172 victoires 55 nuls 36 défaites 11 trophées : 2 Liga, 2 Supercopa, 2 Supercoupe d’Europe, 2 CdM des Clubs, 3 Ligues des Champions. Tout de même ! #Zidane #RealMadrid #Football
Hay una hipocresía brutal en quienes dicen que Hitler o Mussolini eran socialistas cuando les conviene despegarse de la basura fascista, y luego llaman capitalista a China cuando quieren justificar sus propios fracasos. No buscan verdad, buscan manipular el relato. Quieren apropiarse de todo lo que funciona y echarle al socialismo o al comunismo toda la mierda que ellos mismos generan. Ese doble discurso es tan burdo como oportunista: si algo salió mal, “eso es socialismo”; si algo salió bien, “eso no cuenta”; y si un régimen autoritario les sirve para defender su modelo, entonces de repente ya no es ni autoritarismo ni explotación, sino “capitalismo”. La historia no es un menú para elegir etiquetas según la conveniencia ideológica. En resumen: no están defendiendo la verdad, están defendiendo su propaganda. Y para eso retuercen la historia hasta dejarla irreconocible.
España, país de la picaresca por excelencia, jugó ayer con tres trileros en medio campo que agarraron la pelotita y se la escondieron a los franceses moviéndola de un lado para otro. Rodri, Fabián y Olmo resumen la identidad futbolística que nos ha hecho dominantes en este siglo. #España #Fútbol #Identidad
A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA
Si pour vous, être français se résume à aller à la préfecture pour obtenir une carte en plastique, vous pouvez vous désabonner de mon compte, je m’en remettrai. Ici, on défend une France européenne où, certes, on accepte sans souci quelques individus venus d’ailleurs, mais qui doivent rester des exceptions au milieu d’une écrasante majorité d’autochtones dont les ancêtres reposent sur cette terre depuis des générations. #France #Identité #Europe
RESUMEN DEL PARTIDO DE AYER PARA QUE NO OS OLVIDEIS DE QUE ESTAMOS EN LA FINAL. MIKU VOLVERÁ A CASA. https://t.co/zaHPwG5kEu #Final #Resumen #Fútbol