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#Realidades

The theater group Escena Libre in Logroño, promoted by the association El Llavero, offers women in homelessness a platform to make their realities visible and confront the stigma and violence they suffer, becoming a space for support and personal renewal. #TeatroSocial #MujeresSinHogar #Visibilización (translated)

El teatro como salvavidas de las mujeres sin hogar en Logroño: "Es un chute de vida y nos da voz a las que estamos en la calle"

"Our assessment shows that the EU can welcome a larger number of members. However, there are areas where we see challenges that we must address. As candidate countries for accession progress in their reform processes, the EU must be prepared to welcome them. This means preparing our institutions, adapting our policies to new realities, and ensuring that our budget reflects our common ambitions," added Von der Leyen, in an idea shared by the Commissioner for Enlargement, Marta Kos. #AmpliaciónUE #IntegraciónEuropea #EstadoDeDerecho (translated)

La UE, ante su ampliación: menos vetos, integración por fases y opción de suspender el voto a quien no cumpla
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Chaiany Andrade stated that she had been studying and learning about politics and that her perspective had changed over time. She said she was from the interior of Goiás and that she knew the difficulties faced by her community, similar to those still faced by millions of Brazilians. According to Andrade, changing one's life did not mean forgetting one's origins, and recognizing that her old choices no longer represented her was part of her growth. For the second round, she declared support for number 13. #Política #RealidadeSocial #Cidadania (translated)

The Danish city of Odense has become a pioneering center for the development and testing of drones, adapting to the new realities of modern warfare and transforming its industry with an ecosystem that unites tech companies and universities focused on the innovation of unmanned aerial systems. #Drones #Guerra #Odense (translated)

Odense, el laboratorio de Dinamarca donde Europa ensaya la guerra con drones

Juliette stated that her political position was shaped by her own reality and not by trends, theories, or party passion. She said that a social policy helped her family to survive, recalling that her grandmother even ate palm and that her mother still bears the scars of childhood malnutrition. #Política #RealidadeSocial #Desigualdade (translated)

Many of the things that are happening, and will happen in Spain, demonstrate why Jon González was uncomfortable: his work was impeccable, necessary, explaining realities about housing, pensions, salaries... He opened people's eyes to why problems are not solved or why some measures are just populism. On the other hand, there are those who only expect to live off the narrative. Jon contributed ideas on how to improve this country. But maybe that was bothersome. #España #Vivienda #Sociedad (translated)

Desde criança sonhava em ser jornalista para transformar realidades e ajudar pessoas. Nunca sentiria que fiz meu papel de jornalista se meu trabalho fosse atrelado a um mal severo que destrói a vida de centenas de milhares de pessoas. Nunca colocaria meu emprego acima da vida e da saúde mental de gente inocente. Há dois anos recebo proposta de bet toda semana, mas nunca aceitei, nem mesmo quando estava vivendo de freelancer, sem emprego fixo. #Jornalismo #SaúdeMental #Ética

Y recuerden, un evento cultural, por más relevante que sea, no debe ser utilizado como una cortina de humo o distractor de las realidades nacionales que requieren soluciones urgentes. #Cultura #RealidadesNacionales #ConcienciaSocial

El discurso del Presidente @JMilei ante la Asamblea General de las Naciones Unidas fue contundente y claro. Argentina es un faro de esperanza y está demostrando que la libertad económica y la defensa de los valores occidentales son pilares del progreso.  Defender la libertad y los principios occidentales implica también proteger lo nuestro: la firmeza en la defensa de nuestros legítimos derechos de soberanía sobre las Islas Malvinas estuvo siempre en el centro de nuestra política exterior. En mi viaje a la ONU en mayo había marcado que la organización se alejó de las realidades de los Estados y se arriesgaba a perder la relevancia que le dio sentido a su creación, algo que hoy el Presidente ratificó. La Argentina sigue marcando el rumbo. Es momento de que la comunidad internacional abandone la burocracia y vuelva a los principios que la fundaron. TMAP 🇦🇷🇦🇷🇦🇷 #Argentina #Libertad #NacionesUnidas

Lula 2w

📝 Discurso do presidente Lula na Assembleia Geral da ONU Esta é a décima ocasião em que abro o Debate Geral desta Assembleia. Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna, em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis – os que não têm exército, nem arsenais – nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel. Em 1946, já na primeira sessão desta Assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício de origem da Carta da ONU conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez. A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança. O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista. Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma conflagração de proporções globais. Os que detêm as rédeas das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço as realidades do poder. Mas as concessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isso não é idealismo. É o mais puro realismo. A guerra não é a continuação da política por outros meios. É a falência total da política. Num mundo interdependente, liderar é conciliar os interesses da pátria com os da humanidade. Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade. Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado. É a convicção de um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome. Esta Assembleia corrigiu recentemente distorções históricas. Reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade. Aprovou a representação mais precisa do mapa-múndi. Agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade. Somos chamados a optar entre o multilateralismo ou unilateralismo. A democracia ou extremismo. Soberania ou subordinação. Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um Estadista. 📸 @ricardostuckert #ONU #Paz #Liderança

Lula 2w

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

O professor Bernardo Valente, da Universidade de Lisboa, afirma que o terrorismo evoluiu desde os ataques de 11 de Setembro de 2001, com os grupos terroristas a adaptarem-se a novas realidades geopolíticas. #terrorismo #11deSetembro #geopolítica

“O terrorismo de hoje é diferente do início do século XXI”

Nuestras regiones ultraperiféricas cuentan con identidades sólidas, activos únicos y una ubicación geográfica que proyecta a Europa a los cuatro rincones del mundo. Sin embargo, es necesario tener más en cuenta sus realidades locales y sus limitaciones específicas

Bruselas lanza su plan para las regiones alejadas como Canarias con exenciones fiscales, flexibilidad climática y apoyo al asilo
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El ascenso de la ultraderecha entre los jóvenes y la caída de España en el Informe Pisa son 2 realidades que no se deben estudiar de manera aislada. #Ultraderecha #Educación #España

eldiario.es Sep 4

Gloria Steinem, pionera feminista y activista, falleció a los 92 años, dejando un legado de compromiso por la igualdad y un enfoque en la importancia del diálogo y la empatía entre mujeres de diversas realidades. #GloriaSteinem #Feminismo #Activismo

Gloria

Acompañé el encuentro de mandatarios locales en Bogotá, convencido de que las mejores políticas públicas se construyen desde los territorios, escuchando sus realidades y no encerrados en el centro del país. La calidad de vida en nuestras ciudades exige recuperar la seguridad, para que los ciudadanos puedan caminar, trabajar y emprender con libertad, y transformar la movilidad para devolverles algo invaluable: tiempo para sus familias y sus proyectos de vida. Reiteré el compromiso del Gobierno Nacional de trabajar de la mano con alcaldes y autoridades locales. El desarrollo urbano se construye con gobernantes que conocen su territorio y con un Estado que los respalda con rigor, capacidad y eficacia. Las ciudades avanzan cuando Nación y territorios trabajan en una misma dirección. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E.) 🇨🇴🐅 #DesarrolloUrbano #PolíticasPúblicas #SeguridadCiudadana

«Tenemos perfiles de realidades muy diversas, también se está trabajando con esto pero puedo adelantar algunas realidades muy duras, muy duras, durísimas. Estamos hablando de niñas que están huyendo de violencia sexual, de matrimonios forzados, de malos tratos, de situación de calle y un número notable de niñas de LGTBIQA+»

Muere un inmigrante marroquí de 17 años en Ceuta por complicaciones derivadas de su diabetes
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Gustavo Petro Aug 29

SOBRE EL PRESUPUESTO 2027 La anunciada reducción del presupuesto Nacional presentado en julio pasado por 575.6 Billones de pesos, con la supuesta reducción del gasto público, no fue más que un anuncio para los titulares de medios. Presenta el nuevo gobierno un presupuesto de 635 Billones, con un incremento de 52.9 Billones respecto al presentado por el Gobierno Petro y se derrumban todas las falacias que habían expresado Este presupuesto evidencia dos realidades: primero que la fuente de financiación está soportada en un endeudamiento inusitado del país y segundo que incorpora todo el gasto asociado al desastre por el terremoto del 10 de agosto, sin ninguna fuente de financiación distinta al endeudamiento. Deuda, Deuda, es el coro con que actúan los actuales funcionarios del Ministerio de Hacienda. Hasta hace poco hablaban del endeudamiento del Gobierno pasado cuando las cifras decían lo contrario; en el 2022 se recibió el gobierno con una deuda que venia del 60.7% del PIB y en 2026 se había reducido y estabilizado en un 57,9% del PIB, ahora pretenden llevarla en 2027 a un 66,2% del PIB. ¿Dónde están los escandalizados analistas? La propuesta del Gobierno Petro, reconocía la existencia del desequilibrio fiscal y para 2027 proponía una reforma tributaria que aportara recursos por 22 Billones, 32.7BILL en el 2028, 34,9BILL en el 2029 y 37,0BILL en el 2030, buscando un ajuste en el mediano plazo, a partir de nuevos ingresos tributarios que den sostenibilidad a las finanzas públicas. Proponía un modelo de tributación progresiva que concentre el esfuerzo tributario en las altas rentas y patrimonios de personas naturales, el sector financiero y la producción de hidrocarburos. El nuevo gobierno no solo incrementa el gasto, sino que plantea una perspectiva de insostenibilidad de las finanzas públicas, que solo se maneja a través de endeudamiento público, con lo cual solo resuelve la inmediatez de las necesidades de recursos y socializa el costo del ajuste fiscal en toda la población, con un endeudamiento que elevará de manera extraordinaria el servicio de la deuda, reduciendo la capacidad de inversión social del presupuesto. Como gran logro en su documento de presentación, plantea que han reducido la tasa de interés de colocación de los TES COP al 12.5%, cuando en el mes de junio se colocaron al 12.5% y en julio al 12.2%. Los recursos para atender el servicio de la deuda están totalmente cubiertos en el presupuesto de 118 billones para el 2027, presentado por el gobierno Petro. El incremento en el servicio de la deuda proyectado en el nuevo presupuesto, supone un endeudamiento significativo en el segundo semestre de 2026. Hablan de desfinanciamiento de algunos rubros como el pago de pensiones, pero no informan que sucede con los traslados de los ahorros de pensionados que se han trasladado de los fondos privados (AFP) a Colpensiones, que mantienen retenidos más de 8 Billones en las AFP y generan una asfixia de caja a Colpensiones. Hablan de 2 Billones para el sistema de salud, desconociendo el extraordinario esfuerzo realizado con el pago ajustado de las UPC a las EPS, que se han convertido en un barril sin fondo del presupuesto público, con evidente despilfarro de recursos. Hablan de 9,6 Billones para el FEPEC, como si la brecha que se genera con el precio internacional de la gasolina no se cerrara con incrementos en el precio del combustible de acuerdo al precio internacional, como lo hizo el gobierno Petro. Quieren repetir lo actuado por Duque dejando una deuda insostenible al presupuesto nacional de 80 Billones. Los 4.5 Billones supuestamente faltantes para salarios de los funcionarios públicos, están asociados al incremento del 9.1% en la nómina que proyecta el nuevo gobierno, al pasar de 99.000 a 108.000 los funcionarios de la rama ejecutiva Descubrieron por otro lado, los funcionarios del nuevo gobierno, que había inflexibilidad en el gasto por obligaciones constitucionales y legales y por lo tanto sigue... #Presupuesto2027 #DeudaPública #FinanzasPúblicas

MarioFrias Aug 21

Obrigado, primeira-dama @cristianefreitas! Foi uma honra poder contribuir com esse projeto grandioso que impactou a vida de tanta gente! Sou padrinho da turma de tecnologia, que aprendeu mecânica de motos e desenvolvimento de jogos e aplicativos. Enviei recursos para apoiar essa ação porque acredito que investir no conhecimento é investir no futuro. Sou imensamente grato por fazer parte desse momento em que vidas e realidades são transformadas por meio das políticas públicas sociais. Quero continuar contribuindo nesse e em mais projetos que virão. @cristianefreitas obrigado pelo seu apoio e consideração. Conte sempre comigo! #Educação #Inovação #PolíticasPúblicas

Luís Reis Aug 19

O conceito de mulher progressista fundamenta-se na procura pela igualdade, autonomia e transformação social, questionando normas e papéis tradicionais de género que historicamente limitaram a atuação feminina na sociedade. ​Embora não exista um perfil único — já que as trajetórias e realidades variam amplamente —, é possível identificar atributos e valores centrais frequentemente associados a esta perspetiva. ​Principais Atributos e Valores ​Autonomia e Autodeterminação: Dá prioridade à independência financeira, emocional e intelectual. Defende a liberdade de escolha sobre a própria carreira, vida pessoal, maternidade e corpo. ​Defesa da Igualdade de Direitos: Luta ativamente pela equidade entre géneros em todas as esferas — da equiparação salarial no mercado de trabalho à divisão justa das tarefas domésticas. ​Consciência Social e Interseccionalidade: Compreende que a agenda feminina não é isolada. Tem em consideração como o género se cruza com questões de raça, classe social, orientação sexual e acessibilidade. ​Questionamento de Papéis Tradicionais: Desconstrói expetativas históricas impostas às mulheres, rejeitando a ideia de que o casamento ou a maternidade sejam destinos obrigatórios para a realização pessoal. ​Sororidade e Rede de Apoio: Valoriza a solidariedade entre mulheres em vez da rivalidade, procurando fortalecer o coletivo através da empatia e do incentivo mútuo. ​Pensamento Crítico e Abertura à Aprendizagem: Mantém uma postura de questionamento perante dogmas, valorizando a educação, a ciência e a evolução constante de ideias. ​Envolvimento Social e Ambiental: Tende a apoiar causas coletivas, desde a defesa dos Direitos Humanos até à sustentabilidade ambiental e à justiça climática. ​Em essência: A mulher progressista orienta o seu percurso pela liberdade de ser quem escolheu ser e pela construção de uma sociedade mais justa e plural para todas as pessoas.