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#Rodrigues

CURIOSIDADE: A chapa de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina conta com dois suplentes de diferentes regiões e trajetórias do estado: 1º Suplente – Rafael Caleffi (PL): vereador e duas vezes prefeito de São Lourenço do Oeste, reeleito para o Executivo com mais de 79% dos votos. Representa a força do Oeste Catarinense, do agronegócio e dos produtores rurais. 2º Suplente – Pastor Balduíno Rodrigues Ferreira (PL): pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular em Joinville, formado em Teologia e com mais de 50 anos de atuação em Santa Catarina. Ao longo de sua trajetória, participou da fundação de diversas igrejas, levando a mensagem cristã e desenvolvendo um amplo trabalho social em benefício de comunidades no estado, no Brasil e no exterior. Compartilhe! Porque a velha imprensa e os “inocentes” já começaram a divulgar que todos “viemos de Marte”. #CarlosBolsonaro #SantaCatarina #Eleições2024

André Ventura, leader of Chega, is accused by António Rodrigues of the PSD of trying to tarnish the image of the Minister of Internal Administration with unfounded statements about Operation Influencer, while the Court of Auditors forgives financial irregularities to Luís Neves, former director of the Judicial Police, with recommendations to improve internal procedures. (translated)

As notícias das 10h
Flamengo 23h

Tem heranças que não cabem em uma foto. Elas vivem nas histórias contadas no caminho até o estádio, no abraço depois do gol, no Manto passado de geração em geração e no amor que nunca precisou ser explicado. Foi assim com Claudinei Rodrigues e seu filho, Daniel Rodrigues, que compartilharam uma paixão construída ao longo da vida: o amor pelo Flamengo. Ser pai também é ensinar a sentir. E para muitos, esse sentimento sempre teve as cores rubro-negras. Neste Dia dos Pais, celebramos quem fez da paixão pelo Mengão um laço eterno. Porque alguns amores atravessam o tempo. ❤️🖤 #DiaDosPais #Mengão #WAP #FlaWap #ad #DiaDosPais #Mengão #Amor

Igor Felisberto, do São Paulo, enviou uma nota à imprensa a respeito de sua presença no caso envolvendo o lateral Nicolas: "Quanto ao triste episódio da noite desta segunda-feira, Igor Felisberto informa que não participou de qualquer conduta imprudente ao volante e que estava dentro do limite de velocidade no trecho da ocorrência. Assim que percebeu o acidente envolvendo outro veículo, Felisberto parou seu carro para auxiliar a prestação de socorros e aguardar a chegada das autoridades, tendo prestado esclarecimentos no local e também na Delegacia de Polícia. O atleta se coloca à plena disposição para auxiliar na investigação dos fatos e, acima de tudo, lamenta profundamente, com imenso pesar, a morte de Paulo Rodrigues, de 84 anos" #SãoPaulo #Trânsito #Justiça

O lateral Nicolas Bosshardt, de 19 anos, jogador do São Paulo, foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira após atropelar e matar um homem de 84 anos em Alphaville, Barueri, na Grande São Paulo. O caso foi registrado pela Polícia Civil como participação em corrida ilegal (“racha”) com resultado morte. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima, identificada como Paulo Rodrigues, atravessava a Alameda Rio Negro, em frente ao Shopping Iguatemi Alphaville, por volta das 21h53, quando foi atingida por uma BMW 220i conduzida por Nicolas. O idoso chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao pronto-socorro, mas morreu após dar entrada na unidade hospitalar.  Segundo o relato dos policiais militares que atenderam a ocorrência, uma testemunha afirmou que Nicolas participava de um “racha” com um Honda Civic branco momentos antes do atropelamento. O veículo do atleta foi apreendido, assim como seu telefone celular.  A principal testemunha do caso declarou que viu dois veículos trafegando em alta velocidade pela Alameda Rio Negro. Após encontrar a vítima caída na via, afirmou ter questionado os motoristas sobre a velocidade e se estariam disputando um “racha”. Conforme seu depoimento, ambos admitiram que estavam em alta velocidade, mas disseram que já haviam reduzido a velocidade no trecho onde ocorreu o atropelamento e negaram que ainda estivessem participando da disputa naquele momento.  O boletim também registra o depoimento dos jogadores Ryan Francisco e Igor Teixeira Felisberto, que estavam com Nicolas após um jantar no restaurante Rascal, no Shopping Iguatemi. #Tragédia #CorridaIlegal #SãoPaulo

The Portuguese triathlete Tiago Rodrigues was run over in Camarzana de Tera, Spain, by a driver under the influence of cocaine who did not obey a stop sign, resulting in serious injuries that required his hospitalization in intensive care. (translated)

Campeão de triatlo atropelado por condutora em Espanha

Me orgulho das exclusivas com Hassan Nasrallah e Shabtai Shavit, meu prêmio nacional da Radio Bandeirantes, meu trabalho na guerra. Mas nada me é tão honroso quanto os processos de Eli Vieira, Juliana dal Piva, Guilherme Amado e Basília Rodrigues. Nada me avaliza mais do que isso #orgulho #exclusivas #jornalismo

Imagina o André Mendonça mandar prender o Andrei Rodrigues? Desde a degustação de uísque com Vorcaro, Andrei nem deveria estar mais no cargo. Tem colega do Mendonça usando injustamente a caneta para destruir a vida de inocentes. Ele pode usá-la corretamente para trazer um pingo de decência a esta República. Ministro André Mendonça, faça o que for necessário! #Justiça #Corrupção #Mendonça

ANDREI RODRIGUES VAI SER INVESTIGADO PELO STF? É isso que o Guedinho tá falando aqui? https://t.co/U0d6V3pU7L #STF #Investigação #Política

Acabei de entrar em campo, tenho o número 9 nas costas e dou uma finta de corpo incrível no meu marcador, arranco com a bola sem marcação, o goleiro saindo desesperado. É finalizar e correr pro abraço. Não o Bruno Rodrigues. Ele prefere tocar pra um companheiro que correu igual um condenado o jogo inteiro e ia chegar dividindo a bola no lance. É inacreditável a falta de inteligência. Não dá pra contar. #Futebol #Gol #Esporte

Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz diz que o clube foi ROUBADO pela arbitragem no jogo contra o Al Hilal, no Mundial de 2023: "O romeno (árbitro) é ladrão, vagabundo e foi lá para roubar o Flamengo! Depois a gente soube que o romeno passou 2 ou 3 anos apitando na Arábia Saudita. Quando ele desce para o vestiário e a gente xinga ele, você percebe que o cara está pensando: 'Podem me xingar à vontade, mas já foi'. Ele estava mandado!" "O presidente da CBF (Ednaldo Rodrigues, presidente na época) não estava nesse jogo. Numa estreia de um clube brasileiro no Mundial, o presidente da CBF tem que estar!" 🎥 @Basticast365 https://t.co/BAnyCxDJec #Flamengo #Mundial2023 #Arbitragem

The article by Jose António Rodrigues do Carmo criticizes former Minister of Education João Costa for his fanatical effort to punish hate speech and for trying to censor opinions that deviate from the ideological framework he himself holds, while pointing out the irony and dangers of the hypocrisy associated with this approach. (translated)

Discurso de ódio, censura e senhor João Costa

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

The UN Security Council is set to vote to elect its new secretary-general from among seven candidates, including Michelle Bachelet, Macky Sall, and Carolyn Rodrigues-Birkett, against a backdrop of financial crisis and the need to strengthen ties between member states. (translated)

Qui prendra la tête de l'ONU en 2027 ? On vous présente les sept candidats pour le poste de secrétaire général

🚨🦁 Italo Rodrigues não será demitido. O executivo segue no comando do futebol do Sport Club do Recife. Sinceramente… eu larguei de mão. https://t.co/zSDmQtMnFY #SportClubdoRecife #Futebol #ItaloRodrigues

Jorge Rodrigues argues in the article "Iran knows that the regime is at risk" that the Iranian regime faces a threat to its survival and avoids showing weaknesses in relation to the US, while highlighting Donald Trump's diplomatic efforts with leaders like Zelensky and Netanyahu, reflecting the complexity of strategic relationships amid geopolitical tensions. (translated)

"Irão sabe que o regime está em risco"

🗣️ “Qualquer jogador da Formação do Sporting CP sonha em chegar aqui. Consegui concretizar esse sonho e agora é trabalhar para mostrar o meu valor.” - Tiago Rodrigues ⚡️ #FutsalSCP 🗞️ Declarações completas 🔗 https://t.co/Jy15CRGv6L https://t.co/GPQVErGAkT #Futsal #SportingCP #Sonho

Artur Jorge é um treinador espetacular, mas está LONGE de ser milagreiro. É IMPOSSÍVEL competir jogando com Bruno Rodrigues, Wanderson e Marquinhos no time titular. Não temos mais opções de pontas tirando o Arroyo. ACABOU. Se não derem no mínimo 2 pontas, é cumprir tabela e não ser rebaixado. E não dá pra contar com o Sinisterra, não dá mais. Chega. #futebol #treinador #mercadodetransferencias

ATUALIZAÇÃO: Vasco já fez uma oferta de empréstimo pelo uruguaio Lucho Rodrígues, do Neom SC, da Arábia Saudita; o iraniano Mehdi Taremi, do Olympiacos, da Grécia, também está na mira e surge como alternativa (apuração com Bruno Andrade) #futebol #transfers #mercado

Lors du Town Hall des candidats au poste de Secrétaire général de l’ONU, Carolyn Rodrigues-Birkett a largement dominé les sondages du public : 49 % des participants l’ont jugée la plus convaincante et 46 % la mieux placée pour porter les réformes de l’Organisation. Macky Sall obtient 9 % dans les deux consultations. Ces résultats reflètent uniquement l’opinion du public présent et ne déterminent pas le choix final. Le prochain Secrétaire général sera recommandé par le Conseil de sécurité, puis nommé par l’Assemblée générale des Nations unies. #ONU #Élections #Réformes