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#Roménia

Os irmãos Andrew e Tristan Tate foram detidos em Miami a pedido do Reino Unido, enfrentando acusações de violação e tráfico sexual, após já terem sido presos na Roménia em 2022 por crimes semelhantes, enquanto tentam contestar as alegações que consideram difamatórias. #AndrewTate #TristanTate #TráficoSexual

Irmãos Tate detidos em Miami por violação e tráfico sexual

In 2026, no EU country changed exam grading deadlines. Romania even expedited results. Ukraine, at war, complied. Sweden saw the risks and acted in time. Portugal? The government, against all warnings, installed chaos. It wasn't bad luck. It was a choice. CPI, urgent. (translated)

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

O FMI criticou a política fiscal de Portugal, mas o governo ignora os avisos, tratando-os como meros falsificadores, enquanto o país enfrenta a dura realidade de ser mais pobre que a Roménia. #FMI #Eutanásia #GovernoPortugal

FMI dá alerta. Governo trata críticas como "spoofing"?

Článek upozorňuje na podceňování Románie v evropské debatě o bezpečnosti a energetice, přičemž zdůrazňuje její strategickou polohu, klíčový logistický přístav v Constanțe, rostoucí význam jako producenta plynu v rámci EU a významný vojenský projekt s přítomností amerických sil, které spolu tvoří zásadní základ pro stabilitu v regionu. #Roménia #UE #NATO

A fortaleza ignorada: o silêncio europeu sobre a Roménia

Os incidentes na Roménia resultam da guerra iniciada pela Rússia em fevereiro de 2022.

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano
observador.pt
Observador Jun 5

O drone marítimo que explodiu no porto de Constança, na Roménia, era ucraniano e perdeu o controle devido a interferências eletrônicas russas, segundo a Marinha da Ucrânia. #GuerraNaUcrânia #Drone #Roménia

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano
Observador May 29

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy alertou sobre a preparação da Rússia para um ataque em grande escala, mencionando informações de inteligência e a possibilidade de envolvimento da Bielorrússia, enquanto também destacou a preocupante situação na central nuclear de Zaporíjia e condenou um ataque russo que atingiu um prédio na Romênia. #GuerraUcraniana #Zelensky #DefesaAérea

Zelensky avisa para "um ataque em grande escala" da Rússia
Observador May 29

Dmitri Medvedev, ex-presidente da Rússia, declarou que os sonhos de paz acabaram após um ataque de drone na Roménia, responsabilizando os líderes europeus pelas suas decisões de se envolverem na guerra com a Rússia e alertando a população para se manter vigilante. #GuerraNaUcrânia #Medvedev #Rússia

Medvedev avisa europeus: "Sonhos de paz acabaram"
Observador May 29

Um drone russo caiu em Galaţi, Roménia, causando feridos e levando o Presidente romeno a afirmar que o incidente é uma consequência direta da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, enquanto a NATO e a UE condenam a ação e reforçam a necessidade de medidas de defesa. #Rússia #Roménia #NATO

Drone russo cai na Roménia. "Rússia cruzou mais uma linha"

Perante a queda de um drone russo num prédio residencial de Galati, expresso a nossa total solidariedade para com a Roménia e condemno fortemente este ataque e qualquer tentativa de escalada. Portugal está e estará sempre ao lado dos seus Aliados.

Montenegro condena ataque na Roménia e garante apoio
observador.pt
Observador May 29

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, condenou o ataque de um drone russo que colidiu com um edifício residencial em Galati, Roménia, expressando solidariedade ao Governo romeno e garantindo que Portugal permanece ao lado dos seus aliados. #GuerraNaUcrânia #Roménia #Drones

Montenegro condena ataque na Roménia e garante apoio
Observador May 29

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português convocou o embaixador russo em Lisboa para exigir explicações sobre um drone que atingiu um edifício residencial em Galati, Roménia, causando dois feridos. #GuerraNaUcrânia #Rússia #Roménia

MNE convoca embaixador russo sobre drone na Roménia

Eu acho que pode ser uma estratégia deliberada de testar as defesas dos países da NATO, em particular estes mais próximos da Ucrânia, nomeadamente a Romênia, mas também pode ser, de facto, desleixo, descuido. Têm alguns efeitos práticos, no sentido que tornam mais complicado tudo o que seja questões práticas de russos na Roménia.

Ataque à Roménia. "Estratégia deliberada de testar defesas"
observador.pt
Observador May 29

O historiador Bruno Cardoso Reis sugere que o recente ataque russo próximo à fronteira da Romênia representa uma estratégia deliberada do Kremlin para testar as defesas da NATO, indicando que a Rússia não teme uma resposta contundente da Aliança Atlântica. #AtaqueARomênia #NATO #GuerraUcrânia

Ataque à Roménia. "Estratégia deliberada de testar defesas"

In light of the fall of a Russian drone on a residential building in Galati, I express our total solidarity with Romania and strongly condemn this attack and any attempt to escalate. Portugal is and will always be by the side of its Allies. (translated)

Observador May 29

O presidente romeno Nicusor Dan convocou o Conselho Supremo de Defesa Nacional após a queda de um drone russo em Galati, que resultou em dois feridos e deslocou 70 residentes, evidenciando a necessidade de uma resposta coordenada frente à grave e irresponsável escalada da Rússia. #GuerraNaUcrânia #Roménia #DroneRusso

Drone russo. Presidente romeno reúne conselho de defesa
Observador May 29

Kiev acusou a Rússia de ter lançado um míssil balístico e 232 drones kamikaze contra a Ucrânia, resultando na destruição de mais de 215 dessas aeronaves pelos sistemas de defesa ucranianos, enquanto um drone russo caiu em um edifício residencial na Romênia. #GuerraNaUcrânia #Rússia #Drones

Kiev acusa Rússia de lançar míssil e mais de 230 drones

Moscovo passou os limites depois de um drone russo ter colidido esta noite com um prédio na Roménia.

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