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#Seixal

João Palhinha: “Concretizo um objetivo. É muito bonito estar aqui hoje. Já tinha estado no Seixal a treinar e voltar aqui desta forma é especial e marcante”. “Um orgulho tremendo. Sei da importância que isto tem não só para mim, mas em especial para o meu pai. É muito bonito” ❤️ https://t.co/MlHD2yuAVp #Futebol #Orgulho #Seixal

🚨 | EXCL: Os árabes estão em Portugal para tentar levar o Rios e já fizeram uma visita ao Seixal. Mas a história não se fica por aqui, não estão apenas a negociar o Rios, andam também à procura de um clube para um possível investimento. 🇸🇦 O AC Milan e a Roma também estão atentos ao jogador. 🇮🇹 #TransferMarket #Futebol #Investimento

The PS parliamentary group questioned the government about the suspension of voluntary termination of pregnancy at the Almada Hospital, demanding an urgent reinforcement of the service, while the Local Health Unit Almada Seixal acknowledges difficulties in providing this care. (translated)

18h. PS questiona Governo sobre suspensão da IVG em Almada

A car accident in Seixal resulted in the death of two young people and the seizure by the Judicial Police of thousands of doses of drugs, including cocaine, hashish, and methamphetamines, as well as a firearm and other materials related to trafficking. (translated)

Acidente no Seixal revela armas e milhares de doses de droga

The National Commission of Elections (CNE) sent to the Public Ministry municipal bulletins from Seixal published in July and August 2025, due to indications of violation of electoral neutrality, with the mayor, Paulo Silva (CDU), defending that the publication is a usual and informative practice, distinct from any favoritism towards candidacies. (translated)

CNE remete para o MP boletins municipais do Seixal

In Seixal, two men tried to abduct a two-year-old child in a shopping center, but they gave up when alerted by the mother, who asked for help and went to the police to report the incident. (translated)

Dois homens tentam raptar criança de 2 anos no Seixal

🔴⚪️ Benfica goleou a equipa B, por 4-0, no Seixal, num jogo-treino de duas partes de 30 minutos, cujo principal objetivo era dar ritmo a quem chegou mais tarde (@Record_Portugal). https://t.co/LtvwELvpNg #Benfica #Futebol #Treino

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

Observador Jul 16

Um atrelado de droga apreendido pela Polícia Judiciária em 2024 desapareceu do Seixal e foi localizado a 350 km, acoplado a um camião da Construbarcelos, levando à abertura de um inquérito para investigar as circunstâncias do seu desaparecimento e a ligação à empresa, associada a contratos com o ministro Luís Neves. #Justiça #PolíciaJudiciária #TráficoDeDroga

Atrelado de droga apreendido estava na Construbarcelos
Observador Jul 10

A Provedoria de Justiça analisa a crise no abastecimento de água em Almada após queixas de moradores, enquanto a presidente da Câmara Municipal de Almada anunciou a construção de quatro nových furos de água para mitigar problémy, a které se ozval autarca Seixalu, obvinil Almadu z neplacení poplatků za vodu. #Almada #AbastecimentoDeÁgua #CâmaraMunicipal

10h. Almada. Provedoria de Justiça analisa crise
Scof Jul 8

O Benfica venceu esta quarta-feira o Estrela da Amadora por 5-2 em particular disputado no Seixal. Pavlidis (2), Rafa, João Rego e Rui Silva fizeram os golos. https://t.co/0arhlTspZF #Benfica #Futebol #EstrelaDaAmadora

Observador Jun 27

Miguel Fortes, presidente da Associação Caboverdiana do Seixal, expressou a emoção histórica de Cabo Verde ao se classificar para os 16-avos de final do Mundial de Futebol, destacando a cautela para o próximo confronto contra a Argentina de Messi. #CaboVerde #Mundial2026 #MiguelFortes

Miguel Fortes: "É um feito histórico para Cabo Verde."
Observador Jun 27

Cabo Verde fez história ao se qualificar para a fase eliminatória do Mundial de Futebol, após três empates no grupo, e se prepara para enfrentar a Argentina no dia 3 de julho, conforme relatado por Miguel Fortes, presidente da Associação Cabo-Verdiana do Seixal, em uma entrevista na Rádio Observador. #MundialDeFutebol #CaboVerde #FestivalBabel

As notícias das 11h
Observador May 25

Uma criança de seis anos faleceu de forma súbita na sala de aula da escola primária da Quinta de São João, em Seixal, devido a problemas cardíacos previamente diagnosticados. #Educação #Escolas #Seixal

Seixal. Criança de seis anos morre na sala de aula

José Mourinho je očekáván dnes v Seixalu, zatímco Rita Salema vyjádřila úlevu po dramatické situaci, která vyvolala silnou reakci emocí: Klid pomáhá při uzdravování. #RitaSalema #calma #cura

<![CDATA[ José Mourinho é esperado hoje no Seixal ]]>

José Mourinho je očekáván v Seixalu v rozhodující den, přičemž Maria João Pires sdílí své názory na manželství a mateřství. #MariaJoãoPires #filhos #casamento

<![CDATA[ José Mourinho esperado no Seixal em dia decisivo ]]>

José Mourinho se nachází v Seixalu a hovoří o 99% pravděpodobnosti, že zůstane v Benfice, přičemž považuje nabídku za skvělou, zatímco ohledně Realu Madrid nemá žádné oficiální informace. #Mourinho #Benfica #RealMadrid

<![CDATA[ José Mourinho já está no Seixal: saída para o Real Madrid vai ser comunicada ]]>
SAPO May 17

No Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Bifobia, Transfobia e Interfobia, várias cidades portuguesas, como Porto, Almada e Seixal, levantarão a bandeira LGBTQIA+, enquanto Lisboa optou por não participar na iniciativa devido à rejeição da proposta pela sua maioria de direita. #LGBTQIA+ #IDAHOBIT #DireitosHumanos

Bandeira LGBTQIA+ ergue-se hoje em vários municípios do país. Lisboa fica fora da iniciativa
SAPO May 16

Seis jovens foram detidos em Setúbal por suspeitas de sequestro, roubo com uso de armas e outros crimes violentos entre Lisboa e o Seixal, e foram-lhe aplicada prisão preventiva devido à gravidade das ações. #Sequestro #Roubo #ArmasProibidas

Setúbal: Seis detidos por sequestro e roubo com armas