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#Urbanistica
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Councilor Mazzoleni of Turin presents six interventions of the new city planning scheme (Prg) to combat climate change, including the creation of at least 350,000 square meters of new green spaces and the requirement to make between 20% and 60% of surfaces in urban areas undergoing transformations permeable. (translated)

Cambiamenti climatici, l’assessore di Torino: “I 6 interventi per combattere il surriscaldamento”
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En estos días he recorrido algunos de los sectores más golpeados por el terremoto y he hablado directamente con alcaldes y, sobre todo, con las familias afectadas. Hay algo que debemos entender: la reconstrucción no puede tener una única fórmula para todo el país. En muchas zonas rurales y en barrios populares del Pacífico, lo que las propias comunidades están pidiendo con mayor urgencia son materiales para reparar y reconstruir sus viviendas. Por eso quiero hacer un llamado especial a la solidaridad de las empresas privadas que producen cemento, ladrillos, cubiertas, madera, acero, herramientas y demás materiales de construcción para que se sumen a la red de aportes y donaciones. Buenaventura muestra muy bien esta realidad. En sectores tradicionales de bajamar, donde existen viviendas palafíticas, hay familias que llevan décadas construyendo su vida, su comunidad y su sustento alrededor de esos barrios. Por las condiciones jurídicas y urbanísticas de esos terrenos, el Estado no puede simplemente llegar a construir allí un proyecto de vivienda. Y muchas de esas familias tampoco quieren abandonar el lugar donde está su vida. Qué hacemos entonces? ¿Las dejamos durante meses viviendo en carpas mientras encontramos una solución que quizá ellas mismas no quieren? Creo que debemos ser prácticos y escuchar a la gente. Si una familia puede recuperar rápidamente su techo y su hogar mediante la autoconstrucción, ayudémosla a hacerlo. Una donación privada de materiales puede significar que una familia vulnerable vuelva a dormir bajo su propio techo en semanas y no permanezca durante meses en un albergue. Esto no reemplaza, ni pretende reemplazar, los programas de reconstrucción y vivienda que ya está poniendo en marcha el Presidente @ABDELAESPRIELLA . Es una respuesta complementaria, inmediata y solidaria para situaciones en las que la realidad exige soluciones diferentes. Además, no estamos inventando nada. La Gobernación del Valle ha desarrollado experiencias exitosas de mejoramiento de vivienda apoyadas en la autoconstrucción, que demuestran cuánto puede lograrse cuando a las familias se les proporcionan los medios para mejorar sus propias casas. Dar materiales a quien perdió su techo no es abandonarlo a su suerte. Es darle las herramientas para levantarse de inmediato, reconstruir su hogar y recuperar su dignidad. A las empresas colombianas del sector de la construcción: las necesitamos. Cada lámina, cada ladrillo, cada bulto de cemento y cada pieza de madera que podamos movilizar mediante la solidaridad privada puede ayudar a que una familia afectada por este terremoto vuelva cuanto antes a su hogar. 🇨🇴 #Reconstrucción #Solidaridad #Autoconstrucción

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In Turin, the path in Barriera di Milano illustrates how urban temperature can vary drastically over a few meters, ranging from 28 to 75.6°C, due to factors such as asphalt, shade, trees, and water. (translated)

Passeggiata a 75 gradi, segui con noi i due percorsi di Torino dove il caldo cambia in pochi metri

Chiunque sia l’architetto che ha progettato la ristrutturazione di Piazza dei Cinquecento a Roma, chiunque abbia approvato il progetto e chiunque lo abbia realizzato dovrebbe risponderne.   Travertino chiaro per centinaia di metri quadri. Riverbera. Il calore ti arriva da sopra e da sotto, ti prende alle caviglie e non molla. Non un albero, non una pianta, non una pensilina. Niente acqua, da nessuna parte. Cammini in mezzo e non c’è un solo punto dove tu possa spostarti per stare meglio, perché ovunque è la stessa cosa. Attraversarla ad agosto alle due del pomeriggio è una piccola prova fisica.   Senza contare che hanno eliminato ogni possibilità di sosta breve. Se dovete recuperare qualcuno a Termini, arrendetevi. Impossibile, a meno di fermarsi in divieto. #Roma #Architettura #Urbanistica

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Stefano Boeri, an architect, emphasizes the need to transform cities into sponge cities, where the key infrastructures of the future will be trees, water, and shade, and calls for the creation of agencies to coordinate urban interventions aimed at adapting to the impacts of climate change. (translated)

Boeri: “Servono nuove città spugna. Acqua, ombra e alberi sono le infrastrutture del futuro”
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Paris is transforming its urban planning to address high temperatures by reducing asphalt and increasing green spaces, water resources, and climate shelters, with the goal of heating less rather than cooling. (translated)

Parigi, come si trasforma una città per resistere ai 50 gradi
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Carlo Ratti, architect and urban planner, emphasizes the need for heat urbanism, which integrates greenery and shade as essential infrastructure in urban planning so that cities can adapt to rising temperatures caused by climate change. (translated)

Carlo Ratti: “Più verde e il buono della tecnologia. Così nasce l’urbanistica del caldo”

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

💥Hago mi pequeño aporte: pues no sé cómo lo va a hacer, porque el Plan General de Madrid NO permite oficinas en ese edificio. Este edificio está regulado dentro de las normas urbanísticas como Norma Zonal 1, Grado 3, nivel de usos B. Es un edificio residencial. Una oficina para la administración pública no es terciario sino uso "dotacional de la administración pública". En el nivel B de la mencionada norma zonal solo se permite implantar el uso dotacional hasta la planta primera. En ningún caso por encima de ella. Y tampoco se cumplen los requisitos para ser una actividad temporal. Por lo que el ático no tiene forma legal de dejar de ser una vivienda y convertirse en oficina. Lo que sí podrían hacer es vivir ahí y dedicar una habitación a despacho personal. Pero eso sería haber comprado un ático para vivir, no para ser la oficina. 🫣 #Madrid #Urbanismo #NormasUrbanísticas

eldiario.es Jul 28

The Local Police of Sant Josep has dismantled an illegal party in the luxury villa Casa Paola, where more than 250 people were present, leading to the opening of an investigation that could cost up to 300,000 euros to its owner, Paquita Marsan, who faces a demolition order due to urban planning irregularities on the property. (translated)

La Policía desmantela una fiesta ilegal con más de 250 personas en la villa de lujo de la casera de los famosos
eldiario.es Jul 28

El artículo Politizar el calor de Joan Subirats aborda cómo las decisiones urbanísticas en Madrid agravan la desigualdad térmica, que se convierte en una nueva frontera de la desigualdad social, a medida que las altas temperaturas se vuelven una constante en un continente cada vez más afectado por olas de calor. #CalorUrbano #DesigualdadTérmica #CambioClimático

Politizar el calor
20 minutos Jul 27

Ione Belarra, secretaria general de Podemos, critica el decreto de vivienda del gobierno español, advirtiendo que incluye una reforma de la ley del suelo que facilitaría la especulación urbanística ilegal, y exige su retiro antes de considerar cualquier otra medida relacionada con la crisis habitacional. #Vivienda #Podemos #Desahucios

Ione Belarra: "El decreto de vivienda es una carta blanca a los pelotazos urbanísticos ilegales"
eldiario.es Jul 27

Las tensiones entre los socios del Gobierno español complican la aprobación del nuevo decreto de vivienda, ya que mientras el PNV y Junts demandan modificaciones y medidas fiscales específicas, Podemos se opone a los cambios en la ley del suelo que consideran favorecen la especulación urbanística. #DecretoVivienda #Alquiler #LeyDelSuelo

Las exigencias contrapuestas de los socios complican el nuevo decreto de vivienda del Gobierno
20 minutos Jul 23

El Ayuntamiento de Sevilla ha decidido conceder la licencia de obras para la construcción de la mezquita del Polígono Sur, desestimando las objeciones de Vox y basándose en informes técnicos que respaldan la compatibilidad del proyecto con la normativa urbanística vigente. #MezquitaSevilla #Vox #Urbanismo

El Consistorio de Sevilla desoye a Vox y concederá la licencia a la mezquita del Polígono Sur

La Comunidad de Madrid ha aprobado la Ley de Impulso y Desarrollo Equilibrado de la Región (Lider) para acelerar la construcción de viviendas y reducir los tiempos de tramitación urbanística, con el objetivo de afrontar el crecimiento poblacional hacia los ocho millones de habitantes para 2040. #Vivienda #Madrid #Urbanismo

Madrid afronta el reto de los ocho millones en 2040 con una ley para acelerar la construcción de vivienda
Gustavo Petro Jul 23

Si la causa de la falta de agua para Bogotá es que al depredar la selva, los ríos voladores, que son las nubes de vapor de agua que expide los árboles de la selva, no llegan ya a los páramos de la cordillera oriental donde Bogotá toma su agua. Se puede entender que un sindicalista de los trabajadores del acueducto busque otra represa en Chingaza, pero un exalcalde de Bogotá debería saber que eso ya no sirve para nada sino para un jugoso contrato. Puede hacer 4 embalses de agua si quiere en Chingaza y solo repartirá el agua actual pero cada vez en cantidades menores porque la fuente del agua: los ríos voladores de los árboles amazónicos quedan cada vez más lejos de alcanzar los páramos de los embalses por la depredación de la selva. Por eso solo se puede salvar la situación del agua en Bogotá sembrando de nuevo la selva dónde ha sido depredada hasta alcanzar el piedemonte de la cordillera oriental, también hay que detener la expansión urbanística y usar las aguas lluvias que se deben guardar en las épocas de invierno Hay que sembrar muchos árboles en la sabana y Bogotá para lograr atraer más lluvia y eso implica arborización urbana y un sabana que en vez de potreros de engorde y nuevos barrios se llene de árboles. La reserva Thomas Van der Hammen se vuelve esencial en atraer agua lluvia para Bogotá. #Agua #Bogotá #MedioAmbiente

eldiario.es Jul 22

Podemos se opone firmemente a la inclusión de la reforma de la ley del suelo en el nuevo decreto de vivienda, considerando este asunto como una línea roja y condicionando su negociación al retiro de esos artículos, argumentando que las modificaciones propuestas favorecen intereses privados y legalizan irregularidades urbanísticas. #Vivienda #LeyDelSuelo #Podemos

El Gobierno incluye en el decreto de vivienda la fallida reforma de la ley del suelo que rechaza Podemos
Gustavo Petro Jul 18

Ya piensan dañar el regiotram del norte como hicieron hace 10 años. Lástima por la sabana norte si lo logran hacer. De estaaneeq y solo por sectarismo político.dañaron el metro subterráneo de Bogotá que hace 6 años debía terminar construcción pero reemplazaron sus estudios por otros solo para no dejarlo hacer. La inmensa urbanización que desataron sobre Torca y Guaymaral para negocios inmobiliarios basados en el uso del carro particular, colapsa. Todas las casa a del norte de Chia y lanienamizacion suburbana y urbana se desvaloriza. La solución que siempre han dado los gobernantes que han propiciado la aberrante expansión urbanística de Bogotá, es ampliar la autopista norte olvidando la teoría económica que ha demostrado que entre más se amplía la autopista para autos más se urbaniza y más se usa el carro particular y el colapso aumenta Usar la vía férrea del norte es una salida óptima a la que se han opuesto los que desean extender el Transmilenio para seguir ampliándo la autopista. El transporte férreo eléctrico no contamina ni local ni globalmente, no se guía por semáforos sino por estaciones y las estaciones permiten una urbanización densificada y ordenada a su alrededor El proyecto regiotram del norte, está terminando sus estudios, logré aprobarle vigencias futuras y está completamente financiado. Dado que el distrito no asistió a la reunión del último día de plazo para aprobar las vigencias futuras, logré financiar la parte que abandonaba de cofinanciación el.Distrito con recursos nacionales y salvé el proyecto. El proyecto es exclusivamente de la Nación y el Departamento de Cundinamarca. Bogotá puede entrar a cofinanciar y aportar. Es fundamental pr su comodidad y rapidez. Para desestimular el carro particular y descongestionar la autopista norte de Bogota #TransporteSostenible #MovilidadUrbana #Bogotá

Marco M.M. Jul 12

A Medellín il verde urbano non ha migliorato solo il paesaggio, ha abbassato concretamente il caldo. Negli ultimi 10 anni la città ha realizzato 30 corridoi verdi, 18 lungo le strade e 12 vicino ai corsi d’acqua piantando oltre 600.000 alberi. Nelle aree interessate la temperatura dell’aria è diminuita fino a circa 2°C, con riduzioni ancora più forti sulle superfici esposte al Sole. Il motivo è fisico, più ombra ed evapotraspirazione, meno asfalto rovente e meno calore accumulato. Non hanno dovuto abbattere interi quartieri o stravolgere l'urbanistica della città, hanno lavorato soprattutto sullo spazio pubblico già esistente, trasformando superfici marginali o poco valorizzate in una rete vegetale continua. La scelta intelligente è stata quindi non creare un unico enorme parco, ma distribuire il verde dentro la città costruita, dove le persone camminano, pedalano e aspettano i mezzi pubblici. Naturalmente qualche tratto ha richiesto lavori, rifacimento di marciapiedi e riorganizzazione dello spazio stradale, ma non una demolizione sistematica degli edifici residenziali. È questo che rende il caso replicabile, hanno inserito ombra ed evapotraspirazione nei punti più caldi sfruttando la struttura urbana esistente. Dove il verde urbano è continuo e ben progettato, l’isola di calore arretra e i termometri lo dimostrano. #VerdeUrbano #Medellín #Sostenibilità

Lisbon is in a situation of housing scarcity and has been classified as an area of urban pressure for years. Despite this, Moedas/PSD/CDS/IL+CH suspend the construction of affordable housing and, in an act of harmful, immoral management, decide to sell land necessary for this purpose! (translated)