Palpites para a semifinal da Copa do Mundo! 🤔🏴🇦🇷 Angileri e Lingard deixaram o placar para o jogo de logo mais. E o seu palpite, Fiel Torcida? 👇🏽 #VaiCorinthians https://t.co/Kj7RvToit0 #CopaDoMundo #Futebol #Semifinal
Palpites para a semifinal da Copa do Mundo! 🤔🏴🇦🇷 Angileri e Lingard deixaram o placar para o jogo de logo mais. E o seu palpite, Fiel Torcida? 👇🏽 #VaiCorinthians https://t.co/Kj7RvToit0 #CopaDoMundo #Futebol #Semifinal
Deixaram a avassaladora chegar em Paris... TOMA DOBRADINHA DA TUA LOUD! #goLOUD https://t.co/TPkCdzWx2I #Paris #deixaram #dobradinha
Xandão hoje emocionou. Eu vi gente que odeia Bolsonaro indo contra a decisão dele. Lembrando que esse autoritarismo só existe porque deixaram passar “enquanto está só fodendo o Jair”. Acontece que a decisão de hoje FORTALECE Bolsonaro - ficando nítida a perseguição. #Bolsonaro #Autoritarismo #Política
Que horror. Uma jovem imigrante venezuelana de 15 anos foi espancada por sete colegas de escola e deixada caída na rua. Foi a terceira agressão. O motivo, segundo a mãe da jovem, é um só: xenofobia. “Elas falam só que você foi da Venezuela, porque ela não fala bem o português”, relatou a mãe aos prantos em entrevista ao site Notícias Cascavel. “É a terceira vez que batem nela. Duas vezes bateram nela dentro da escola e agora os estudantes bateram nela fora da escola, saindo da escola, e deixaram ela jogada na rua.” Ajudem a cobrar resposta das autoridades de Cascavel e a reação da escola. #Xenofobia #Violência #Imigrantes
Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela detido nos EUA, agradeceu a solidariedade e ajuda internacional após os sismos de 24 de junho que deixaram mais de 4.490 mortos, destacando a assistência recebida de vários países, incluindo os Estados Unidos. #NicolásMaduro #Venezuela #Sismos

Na lista do FC Porto, Marcos Leonardo está cada vez mais perto do Ajax, revela a imprensa neerlandesa. Últimas reuniões deixaram um acordo muito próximo. #Futebol #Transferências #Ajax
A República Islâmica do Irão pediu-nos para continuarmos as ‘negociações’. Concordámos em fazê-lo, mas os Estados Unidos deixaram-lhes bem claro que o cessar-fogo ACABOU!
Eis que Jair Messias Bolsonaro recebe a chance lutar mais 1 batalha e deixaram ele fazer campanha por 24h. Loiro, cicatriz de uma perfuração na barriga, símbolo contra o crime, carregando o "One For All" (Um por todos) e tem um careca como inimigo. https://t.co/6XguHWkFkx #Bolsonaro #Eleições2024 #Política
Eu entendo quem está cansado das brigas, porque de fato isso cansa. Muitas vezes, a percepção que fica é a de que as brigas deixaram de ser sobre a campanha do Flávio ou sobre o próprio Bolsonaro e passaram a girar em torno de disputas pessoais ou da busca por engajamento, visibilidade e pertencimento. Isso vale para todos os lados. Do mesmo modo, também entendo o desabafo do Eduardo, uma vez que, tirando os filhos, Bolsonaro foi e ainda parece ser visto apenas como utilidade pra muita gente. Como se fosse uma espécie de peça multiuso, aquela que é adaptada a diferentes moldes, tendo como função impulsionar projetos pessoais, independentemente do formato final que esses projetos assumam. Temos uma eleição difícil em apenas 3 meses e a sensação é a de estarmos completamente perdidos em todas as esferas desde que calaram o nosso “Eixo”. Se antes o movimento bolsonarista gravitacionava em torno de Bolsonaro, tendo nele não apenas seu eixo, mas também sua principal fonte de energia, impulso e mobilização, hoje há uma dispersão onde novos “eixos” tentam ocupar esse lugar e acabam gerando apenas confusão… Bolsonaro era o eixo que organizava o movimento ao seu redor, a fonte de onde emanava energia e a própria energia que nutria o movimento… #Política #Eleições2024 #Engajamento
Tom Fletcher, chefe humanitário da ONU, visitou a Venezuela para coordenar a resposta aos devastadores sismos de 26 de junho, que deixaram milhares de mortos e feridos, e anunciou um aumento do financiamento para o Plano de Resposta Humanitária para 300 milhões de dólares. #AjudaHumanitária #Venezuela #Sismo

Conflitos na prisão de Negombo, no Sri Lanka, resultaram na morte de pelo menos 25 pessoas e deixaram mais de 100 feridos, levando ao envio do exército para restaurar a ordem em meio a uma crise de superlotação prisional. #SriLanka #prisão #conflitos

Não entendo nada de futebol. Mas sou engenheiro de formação e portanto naturalmente pragmático. Salvo melhor juízo ganha quem faz gol. O Neymar não jogou até depois da metade do segundo tempo do último jogo. Não deixaram ele bater o primeiro pênalti, não estava em campo, quem bateu e perdeu foi um cidadão de quem eu nunca tinha ouvido falar. Aí o Neymar entrou. E ele bateu e o único gol do Brasil em cima dos vikings foi dele. Não basta ? Para o Brasil não. Pois há uma corja de “comentaristas” e “jornalistas” desde comunistas de carteirinha que o odeiam por tudo que não tem a ver com futebol, até drogados malucos de carteirinha e os invejosos de plantão que vociferam sempre conta quem é bem sucedido . O cara é um super mega craque mundial. Inspirou uma toda uma geração de jovens. Inspirou pelo esporte puro e simples, por encantar com a bola e seu jogo, não por cantar funk pancadão ou tatuar o fiofó como outros ídolos modernos. Mantém uma fundação beneficente que dá milhões a quem precisa, um trabalho sério. Conheci a ele, ao pai, a família. Desejo toda boa sorte do mundo a ele. O parabenizo pelo único gol deste jogo. E digo uma coisa : so os fortes resistem aqui neste país onde se tem uma profunda inveja do sucesso. Vai Neymar ! #Futebol #Neymar #Esporte
Gonçalo Ramos, José Sá, Gonçalo Inácio e João Félix já deixaram o estágio da Seleção Nacional, informa @DavidNovo1 https://t.co/oqGNqRmDaw #SeleçãoNacional #Futebol #Transferências
Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?
Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, pediu a suspensão das sanções internacionais para facilitar a resposta à crise provocada pelos recentes terramotos que deixaram quase três mil mortos, enquanto anuncia medidas de apoio financeiro aos afetados e um fundo para a recuperação das zonas destruídas. #Venezuela #Sismos #DelcyRodríguez
Duas passagens pelo #FutsalSCP que deixaram presença e identidade 🦁 Obrigado por tudo, Leão! 💚 https://t.co/F6BammAoyT #Futsal #Sport #SCP
Na última atualização do programa Noticiário da Rádio Observador, destaca-se a celebração do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, marcada por um discurso de Donald Trump que foi adiado devido a uma tempestade, enquanto também são relatadas questões sociais e humanitárias na Venezuela após recentes sismos que deixaram quase 3.000 mortos. #Trump #Independência #Venezuela

Essas bets tem tanto dinheiro que contrataram o Vini Jr e deixaram ele irreconhecível na campanha publicitária. Não faz o menor sentido. Vc passa pelos cartazes na cidade e não tem nenhuma ideia de quem é o garoto-propaganda. #publicidade #ViniJr #campanha
🇵🇹🤝🇨🇻 Deixaram-nos orgulhosos! 🥹 @fcfcomunica #VaiDarPortugal | #FIFAWorldCup https://t.co/RDYhvj0YhN #FIFAWorldCup #Portugal #Proud
Texto muito directo de um grande Senhor, de seu nome Luís Osório ... POSTAL DO DIA Das ameaças de morte à perda de quem julgámos amigo 1. Escrevo sobre bola, política e religião. Mas é um exercício difícil que me faz pensar se vale a pena ser enxovalhado, ameaçado, pressionado ou cancelado por dar uma opinião. Vale a pena, claro. Vale sempre a pena, mas é anormal a quantidade de gente para quem uma opinião que não vá ao encontro do que pensam é uma afronta que deveria ser paga com chibatadas no pelourinho mais próximo. 2. Já me ameaçaram de morte. Já me enviaram cartas anónimas. Já me deixaram de mão estendida. Há figuras da democracia para quem a liberdade de opinião só faz sentido quando eles próprios não são criticados. Já perdi gente próxima à conta disso. Gente que enche a boca com a ética republicana, mas que depois é tão ou mais totalitária do que os que juram combater. 3. É cansativo, entediante e previsível. Não posso elogiar o Benfica, o Sporting ou o Porto, sem ser atacado. E na política a mesma coisa… … se defendo o PS é por ser um “chuchas”. Se elogio o PSD é por ser um vendido. Se ataco o Chega é por estar com medo que se acabe o tacho. Se critico o PCP há sempre quem recorde o grande homem que foi o meu pai e a vergonha que teria do filho se estivesse vivo. Mas se, na semana seguinte, censurar o PS, as brigadas socialistas atacarão sem piedade. Se reprovar a mediocridade de alguns ministros, dirão que têm provas de que sou um socialista avençado do Largo do Rato. Se tentar entender o eleitorado que vota em André Ventura, receberei mensagens a perguntar-me se estou bem e se preciso de ajuda. E se defender o PCP, a minha página inundar-se-á de comentários onde comuna será a única expressão publicável. 4. Se digo que não entendo os que são do género fluído, sou ameaçado pelos progressistas. Se digo que não entendo os católicos que defendem políticas racistas e amorais, sou ameaçado pelos conservadores. Se digo que não concordo com a eutanásia, sou rebentado pela esquerda. Se digo que não pode existir retrocesso na Interrupção Voluntária da Gravidez, sou rebentado pela direita. Se digo que o governo israelita é composto por assassinos de guerra, sou antissemita. Só este ano, já fui. Seboso e careca. Vendido e verme. Esquerdalho e direitola. Maçon e Opus-Dei. Lampião, lagarto e tripeiro. Maricas e homofóbico. Filho da que tu sabes, muitas vezes. E atenção. Eu não me posso queixar. Sou um privilegiado. Todos os dias sou muito mais bem tratado do que o contrário. Mas deixem-me respirar fundo. Seria tão mais fácil se respeitássemos as opiniões uns dos outros. Sobretudo quando a opinião não vai ao encontro do que achamos ser a verdade – é aí, só aí, que podemos acrescentar ao que já sabemos. Se ouvirmos apenas o que já pensamos, ficamos do tamanho do nosso umbigo. Pequeninos. LO