Emilly wrote that a girl would be knocking on the door of a college while she was drawing a preschool-level drawing. https://t.co/YnoXEAvxtB #arte #faculdade #desenho (translated)
Emilly wrote that a girl would be knocking on the door of a college while she was drawing a preschool-level drawing. https://t.co/YnoXEAvxtB #arte #faculdade #desenho (translated)
Well done for Globo! They drew a format that favored Flávio Bolsonaro, taking advantage of Renan Santos' absence to create a scenario of 3 against 1 if Lula participated. In the last moments, however, the news emerged that a ruling by Gilmar Mendes would ensure the presence of the third-place candidate in the polls. That was enough for Flávio to back down. Result: Globo ended up with a debate of nobodies in their hands. The Marinho channel has a long history of interfering in the Brazilian electoral process. This time, however, the strategy ended in checkmate against itself. #Globo #Eleições2023 #PolíticaBrasileira (translated)
O Tesouro das Formigas: Onde os Caminhos se Encontram — Portuguese Matemática Visual Tornada Clara by Mr. Numberwise www.amazon.com.br/dp/B0H22C2J5J www.amazon.es/dp/B0H22C2J5J O Tesouro das Formigas: Onde os Caminhos se Encontram é uma história visual de matemática que transforma equações, gráficos e coordenadas numa aventura que as crianças conseguem realmente ver e compreender. Quando Mia e Alex descobrem dois misteriosos caminhos de formigas que se cruzam na praia, conhecem o Sr. Numberwise — um guia tranquilo que lhes mostra que a matemática não é apenas números numa página, mas também histórias, caminhos, padrões e descobertas. Através de formigas, mapas do tesouro, escadas, caminhos coloridos e emocionantes momentos “Ahá!”, as crianças são apresentadas a: • equações lineares • inclinação • coordenadas • representação gráfica • interseções e pontos de encontro Este livro utiliza modelos visuais originais para tornar a álgebra mais fácil de compreender: • a inclinação transforma-se numa escada • uma equação transforma-se na receita de um caminho • +b transforma-se no andar de partida • as coordenadas transformam-se no endereço de um ponto • uma interseção transforma-se no lugar onde duas histórias-caminho diferentes se encontram Este livro combina: ✔ história ✔ explicações visuais ✔ exercícios resolvidos ✔ aprendizagem passo a passo ✔ desenhos e gráficos ✔ fichas de prática ✔ explicações no estilo “Math Made Clear” ✔ momentos “Ahá!” memoráveis Em vez de decorar fórmulas, as crianças começam a ver como a matemática se move. Perfeito para alunos curiosos, pensadores visuais, famílias que educam em casa, salas de aula e crianças que descobrem a álgebra pela primeira vez. Desenhado principalmente para idades entre 10 e 14 anos, este livro também pode ajudar alunos mais velhos que acham a álgebra difícil e precisam de uma explicação mais clara e mais visual. E, sinceramente… muitos adultos talvez finalmente compreendam melhor a inclinação com este livro também. Uma história visual de matemática com exercícios resolvidos — criada para fazer a álgebra finalmente parecer clara. momentos “Aha!” da matemática visual matemática tornada clara com momentos “Aha!” álgebra visual para crianças inclinação explicada de forma simples álgebra para iniciantes aprendizagem de matemática no estilo “Aha!” histórias de aventura de verão para crianças 9-12 #momentos_Aha_DaMatemáticaVisual #MatemáticaTornadaClaraComMomentos_Aha! #álgebraVisualParaCrianças #inclinaçãoExplicadaDeFormaSimples #álgebraPara_iniciantes #AprendizagemDeMatemáticaNoEstilo_Aha! #históriasDeAventuraDeVerãoParaCrianças_9_12 #Amazon #Kids #0259 #FerdinandMagellan #Magellan #JuanSebastiánElcano #JamesCook #Cook #MarcoPolo #Polo #IbnBattuta #Battuta #ZhengHe #VascoDaGama #DaGama #AmerigoVespucci #Vespucci #RoaldAmundsen #Amundsen #ErnestShackleton #Shackleton #DavidLivingstone #Livingstone #Sacagawea 20261006: 458(525!)4
Se você ainda não entendeu o tamanho do escárnio que é o jogo da "turma do KN" no STF, o João Antônio Marques desenhou. E mesmo você, caro bolsonarista, conseguirá perceber o quão danoso tem sido o comportamento de André Mendonça! https://t.co/oWUyjmj2Rk #STF #Política #AndréMendonça
Uma notícia bem importante sobre a reunião de ontem na sede da CBF. Como sabemos, o contrato da Copa do Brasil aumentou 80% (R$ 600mi —> R$ 1bi) e de acordo com o UOL, a entidade quer que parte desse dinheiro oriundo do aumento seja EXCLUSIVO para pagamento de dívidas dos clubes e investimentos em estrutura. A ANRESF (agência do Fair Play) controlaria se os clubes estão usando esse dinheiro para isso. O desenho ainda não foi definido, nem os valores. A CBF quer evitar isso o aumento do prêmio da Copa do Brasil inflacione o salário dos jogadores. #CBF #CopaDoBrasil #Futebol
O vídeo da BBC News Brasil, apresentado pela repórter Stephanie Rodrigues, reconstrói como o Supremo Tribunal Federal saiu de um órgão relativamente discreto — em que muita gente nem sabia o nome dos 11 ministros — para o centro das disputas políticas do país. A reportagem deixa claro que a crise atual, marcada por decisões individuais que se anulam, guerra de liminares e, pela primeira vez, o plenário avaliando investigar um dos próprios ministros, não nasceu só do caso do Banco Master. Ela é o resultado de um processo longo. A Constituição de 1988 ampliou muito o papel do STF como “guardião da Constituição”. Ela criou mais direitos, mais tipos de ação e mais legitimados para provocar a Corte, inclusive partidos. Na falta de lei do Congresso, o tribunal passou a poder atuar — quase legislar, como o próprio Fernando Henrique Cardoso reconheceu anos depois. Nos anos 2000, com novas composições e uma leitura mais ofensiva da Carta (o chamado neoconstitucionalismo), o Supremo deixou de ser sobretudo colegiado e passou a dar mais espaço a decisões individuais dos relatores. Casos como a regulamentação da greve de servidores, a união homoafetiva e a judicialização da saúde ilustram essa mudança. O Mensalão e, sobretudo, a Lava Jato aceleraram a transformação: o STF passou a julgar processos criminais complexos e de enorme repercussão política, não só questões constitucionais. A TV Justiça, criada em 2002, deu visibilidade às sessões e transformou ministros em atores públicos. O resultado, segundo a reportagem e os juristas ouvidos, é um tribunal com enorme poder — 75% dos brasileiros já achavam, antes da crise atual, que os ministros têm poder demais — mas com legitimidade cada vez mais questionada, porque as decisões individuais e a atuação política superaram o desenho institucional original. https://t.co/u3B7XTpdzb #STF #Justiça #PolíticaBrasileira
🇺🇸 🇧🇷 Os EUA estão preparando um arsenal de guerra na fronteira do Brasil Uma frota que passou vinte anos caçando alvos no Afeganistão, no Iraque e na Síria está de malas prontas para o continente americano. E o novo teatro de operações começa bem ali, na nossa fronteira. Segundo apuração da CNN, com seis fontes ouvidas, a Casa Branca avalia esvaziar o Comando da África de seus MQ-9 Reaper — o drone capaz de vigiar um único alvo por horas a fio e, quando chega a hora, disparar com precisão cirúrgica — para reforçar operações antidrogas e antiterrorismo na América do Sul. O gesto não é cosmético. Ele confirma algo que venho mostrando a vocês ao longo do ano: o hemisfério ocidental voltou a ser prioridade militar americana, depois de duas décadas de atenção presa ao Oriente Médio. A transferência caminha em duas velocidades. No Equador de Daniel Noboa, o drone chega como ferramenta operada pelos próprios americanos, dando sequência a ataques conjuntos contra guerrilheiros e laboratórios de droga que já vinham acontecendo desde maio. Na Colômbia, o desenho é outro: a Administração Trump fechou um empréstimo de três MQ-9 Reaper que serão pilotados por militares colombianos, treinados por instrutores americanos. É um salto e tanto — nenhum outro exército do continente tem hoje esse tipo de capacidade. Segundo o secretário da Guerra, Pete Hegseth, Honduras, Guatemala e Jamaica assinaram acordos semelhantes, ainda sem definição clara de quem vai operar os equipamentos em cada país. Esses cinco acordos não nasceram soltos. Eles são a ponta operacional de uma coalizão batizada de Escudo das Américas, que já reunia cerca de dezenove países até agosto deste ano. Foi nesse mesmo mês, no Panamá, que Hegseth formalizou a doutrina de enfrentamento que passa a valer para a região: a mesma lógica de guerra usada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no primeiro mandato de Donald Trump, agora reaproveitada contra o narcotráfico. Na prática, os Reaper já operam dentro da Operation Southern Spear, a campanha sob a qual o SOUTHCOM confirma ataques cinéticos letais — o de 9 de setembro, contra uma lancha no Caribe, é só o mais recente. A contagem não oficial de traficantes mortos nessas operações já passa de duzentos e trinta. Antes de cada ataque, a Marinha dispara tiros de alerta; parte das tripulações se rende e segue sob custódia — só que ninguém, até agora, confirmou para onde. O Brasil não está em nenhuma dessas frentes. E a explicação é simples de enunciar, difícil de engolir: Lula da Silva se recusa a classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações narcoterroristas, nos termos que a Administração Trump vem adotando desde o protocolo de segurança nacional de novembro de 2025. Sem essa categorização, não existe cooperação. Sem cooperação, não chega equipamento algum. Por trás da recusa está um temor concreto, atribuído a fontes do Planalto: que esse tipo de tecnologia acabe voltada para dentro do próprio território brasileiro. O medo cresceu depois da captura de Nicolás Maduro — foi quando, segundo os mesmos insiders, Lula da Silva foi ele mesmo consultar as Forças Armadas sobre a capacidade brasileira de reagir a um cenário parecido. Não é acaso que o ministro da Defesa tenha admitido, há cerca de um mês, que "se os americanos vierem é melhor abrir as portas". O resultado é um Brasil que se isola num continente cada vez mais alinhado com a Casa Branca. Enquanto isso acontecia, Celso Amorim, assessor especial de Lula da Silva para Assuntos Internacionais, passava a semana em Pequim, ao lado de lideranças chinesas, russas e iranianas, às vésperas da Assembleia Geral da ONU. Se essa trajetória se confirmar, o risco que venho mapeando desde os meus livros sobre o Foro de São Paulo deixa de ser hipótese e vira retrato: o Ocidente passa a enxergar o Brasil pelo mesmo prisma com que enxerga o regime comunista chinês, a ditadura iraniana e a autocracia de Vladimir Putin — parceiro do eixo errado, num momento em que o resto do continente escolheu o lado oposto. #EUA #Brasil #SegurançaLatina
Precisamos falar sobre a PGR https://t.co/UGXnhxuCjB. Quando se fala em reforma do Judiciário, revisão no desenho da procuradoria-geral da República deveria entrar na pauta Por @Cgraieb #PGR #ReformaJudiciária #Justiça
Manto da Nação conquista Guinness World Records™️ com mais de 100 mil votos Projeto do Flamengo se torna o concurso de desenho de camisa esportiva com maior participação popular no mundo; Urubu de Lima já supera mais de 50 mil unidades vendidas O Manto da Nação, projeto que convidou torcedores de todo o mundo a criar e escolher uma nova camisa do Flamengo, acaba de entrar para a história. Com mais de 100 mil votos, a iniciativa foi reconhecida pelo Guinness World Records como o concurso de desenho de camisa esportiva com o maior número de votos do público no mundo. A marca de 100 mil votos havia sido estabelecida como objetivo para que o projeto alcançasse o recorde. Ao superar a meta, o Manto da Nação consolidou a participação da Nação em uma iniciativa que recebeu mais de 8 mil desenhos e contou com votos de torcedores de mais de 120 países. Na tarde de quinta-feira (3), na Gávea, sede do Flamengo, o ídolo Zico, representante do clube, recebeu a placa oficial do Guinness World Records das mãos de uma juíza representante da organização, celebrando o reconhecimento mundial do projeto. O recorde chega poucos dias após o lançamento da Urubu de Lima, camisa escolhida pela torcida como vencedora do Manto da Nação. Inspirado nos geoglifos de Nazca, no Peru, o conceito da camisa estabelece uma conexão entre Lima e dois capítulos históricos do Flamengo: as conquistas das Libertadores de 2019 e 2025. E a resposta da torcida também aparece nas vendas. A Urubu de Lima, que está disponível em duas versões, já ultrapassou a marca de 50 mil camisas vendidas em poucos dias, com pedidos de torcedores de todo o Brasil, e está nas últimas unidades disponíveis. Para celebrar o momento histórico, segue a promoção: na compra de duas ou mais camisas, cada unidade sai por R$ 239,99, condição válida até o fim das vendas. Além do Manto, a compra também garante uma experiência especial para o torcedor. Cada camisa dá direito a um mês gratuito do plano Nação Sem Fronteiras, enquanto a compra de duas ou mais camisas garante três meses de acesso gratuito para novos membros do Nação Sócio-Torcedor. Foto: Paula Reis/CRF #Flamengo #MantoDaNação #GuinnessWorldRecords
Haddad fez um desenho perfeito sobre o escândalo do Bolsomaster: “Eu fui um dos responsáveis pela liquidação do Banco Master, escândalo que começou no governo anterior e financiou as campanhas de Bolsonaro e Tarcísio.” https://t.co/X3ntJoXjxs #Bolsomaster #escândalo #política
O trabalho de Pedro Emanuel é COISA SÉRIA e precisamos falar sobre isso. É um Vasco que começa com linha de 4 e, dependendo do momento do jogo, se transforma em linha de 5 com as descidas do Sosa. No segundo tempo, o português colocou o Pumitinha como terceiro zagueiro e liberou o PH como ala. Resultado? PH apareceu lá na frente e quase fez o quarto gol. E não é só desenho tático. É pressão na bola o tempo inteiro. Pressão pós-perda. Transições rápidas. Ocupação de espaços. Ajustes durante a partida. É muito foda assistir a um treinador com conceitos de jogo tão definidos. Mais impressionante ainda é perceber que os jogadores COMPRARAM A IDEIA e estão conseguindo reproduzir isso dentro de campo. E tem um detalhe que torna tudo ainda mais absurdo: Pedro Emanuel praticamente NÃO TEM TEMPO PARA TREINAR. É uma loucura o que o Tuga está fazendo no Vasco. Por isso, repito aqui o meu pedido: ENTREGUEM REFINO AO TUGA. Refino técnico. Jogadores que aumentem o nível do elenco e permitam que ele leve esses conceitos ainda mais longe. Pedro Emanuel merece. #VascoDaGama #Futebol #Treinador
Faleceu aos 85 anos o ator de voz Peter Cullen, a lendária voz do Optimus Prime e do Ió, dois personagens que ele interpretou durante toda a carreira, os fazendo em praticamente todas as obras nas quais aparecem. No mundo dos games, ele já foi o Mario na animação de Donkey Kong (1983), participou do desenho Pac-Man (1982) e reprisou Optimus e Ió em dezenas de jogos. #PeterCullen #OptimustPrime #DesenhosAnimados
Todo nosso apoio para quem está junto nesta corrente de apoio, Força Lito! Piloto brasileiro faz desenho no céu dos EUA em apoio a Lito, do canal Aviões & Músicas https://t.co/ZbceiWUzNC #ForçaLito #Apoio #AviõesEMúsicas
Duas camisas lindas, relembrando as duas conquistas da Liberta em Lima, em um dia especial de comemoração pela classificação! URUBU DE LIMA Há 2000 anos, a civilização Nazca criava geoglifos monumentais a 500 km de Lima. Um mito observado a partir de 2019 diz que um dos desenhos, um gigantesco urubu andino, é uma ode aos deuses do futebol, criando um acordo irrevogável entre o Flamengo e Lima. Esta camisa carrega símbolos desse acordo e é uma homenagem às duas Libertadores rubro-negras vencidas na cidade. NOITE ETERNA DE LIMA Inspirada na atmosfera de Lima em 2019, esta camisa celebra uma paixão que atravessa gerações. O preto ganha grafismos tonais inspirados na Taça Libertadores. O dourado representa a glória; o vermelho, a chama rubro-negra e os dois gols históricos. Na base, a Nação celebra sob um céu estrelado. Um manto sofisticado, simbólico e memorável. Qual a sua preferida? Vote agora: https://t.co/5D4yNdyr1B #Libertadores #Flamengo #Lima
O SEU DINHEIRO SERÁ RESPEITADO 🇧🇷 Muita gente pergunta como a Missão pretende colocar o Brasil nos trilhos sem simplesmente empurrar mais impostos para cima de quem trabalha. A resposta passa por uma escolha que, para nós, é muito clara: o problema do Brasil não é falta de dinheiro. O problema é o excesso de desperdício, privilégios e uma máquina pública que custa cada vez mais e entrega cada vez menos. É por isso que o nosso plano prevê uma economia de R$ 1,1 trilhão nos primeiros cinco anos, chegando a R$ 3,3 trilhões em dez anos. E como vamos fazer isso? Entre as medidas previstas estão o combate aos supersalários de juízes, promotores, integrantes das carreiras jurídicas do Executivo e da diplomacia; a revisão de privilégios tributários concedidos a grandes conglomerados empresariais, com economia estimada em pelo menos R$ 38 bilhões por ano; e mudanças nos mecanismos de indexação dos benefícios previdenciários, do abono salarial e do BPC. Para conduzir essa transformação, @KimKataguiri será o nosso Ministro da Reforma do Estado e vai liderar pessoalmente esse processo de corte de gastos e enxugamento da máquina pública. O desenho técnico da reforma fiscal conta com Paulo Bijos, consultor da Câmara dos Deputados, ex-integrante do Ministério do Planejamento e especialista em orçamento público. No fim das contas, a ideia é simples: fazer o Estado caber no Brasil real. Quem acredita nas ideias da Missão sabe que não dá mais para aceitar um país em que o cidadão aperta o cinto enquanto o sistema continua protegido. Menos desperdício. Menos privilégios. Mais respeito com o seu dinheiro. No dia 4 de outubro, VOTE 14. O Futuro é Glorioso. 🐆🇧🇷 #ReformaFiscal #Desperdício #MenosImpostos
Chegou a hora de conhecer as 10 camisas finalistas do #MantodaNação! Rubro-negros de todo o Brasil enviaram os seus desenhos, contaram suas histórias e agora você decide! Acesse o site e escolha a sua preferida em: https://t.co/zBHv3TrFjs https://t.co/St5I8T0IRz #Futebol #Torcida #Camisas
A Armadilha do Estado: Como a Segurança Social Rouba 91 Cêntimos por Cada Euro Ganho! Em Portugal há uma matemática secreta que penaliza quem tenta sair da pobreza mais do que qualquer imposto ousa penalizar quem já é rico. A Fátima trabalha numa creche em Loures, seis horas por dia (250 € brutos/mês), e vive com um filho menor e o Rendimento Social de Inserção a completar o que o ordenado não chega. Em Julho, a directora perguntou-lhe se queria fazer umas horas extra: mais 120 euros brutos por mês, dinheiro a sério para quem faz contas ao cêntimo. A Fátima pediu uma noite para pensar, sentou-se à mesa da cozinha com um lápis, e na manhã seguinte disse que não. Não por preguiça. Por aritmética. O Cenário Base da Fátima (Antes das Horas Extra) Para compreender a decisão da Fátima, é preciso olhar para a forma como o Estado calcula a sua subsistência (valores de 2026): • Composição Familiar: 1 Adulto + 1 Menor. • Teto Máximo do RSI: 371,34 € (calculado com 247,56 € para o titular + 123,78 € para o filho, que equivale a 50% do valor base). • Salário de Part-time: 250,00 € brutos. • Rendimento Considerado para o RSI: O Estado aplica uma margem de protecção ao trabalho e considera apenas 80% do salário bruto (250,00€×0,80=200,00€). • Cálculo da Prestação de RSI: Teto Máximo (371,34 €) - Rendimento Considerado (200,00 €) = 171,34 € de RSI. • Rendimento Líquido Total na Carteira: Salário Líquido no banco (250,00€-11% SS=222,50€) + RSI Base (171,34€) = 393,84 € limpos (sem contar com o Abono de Família, que abate posteriormente no valor final do RSI). A conta é simples de fazer e difícil de engolir. De cada euro extra que a Fátima ganhasse em horas suplementares, onze cêntimos saíam logo para a Segurança Social em contribuições directas. Mas o verdadeiro choque vem a seguir: o RSI é uma prestação diferencial — paga apenas a diferença entre o Teto fixado para o agregado e o que a família já recebe — e, para essa conta, o Estado desconta oitenta por cento de qualquer rendimento adicional sobre o valor bruto, antes de o pagar. Ficam-lhe, no fim, escassos nove cêntimos em cada euro trabalhado. Traduzindo: por cada hora extra que a Fátima fizesse, o Estado "absorve" noventa e um cêntimos e ela guarda nove. Ninguém no país paga uma taxa assim: o escalão mais alto do IRS, com a taxa adicional de solidariedade incluída, fica nos cinquenta e três por cento. A Fátima, que ganha em part-time o que um deputado ganha num dia, enfrenta uma taxa marginal efectiva de 91% — superior à de qualquer milionário português. A Aritmética das Horas Extra: A Regra dos 9 Cêntimos Ao aceitar os 120,00 € brutos em horas extra, o salário bruto da Fátima subiria de 250,00 € para 370,00 €. Veja-se o impacto real na carteira: 1. O Desconto Directo da Segurança Social (11%): Sobre as horas extra (120,00€), a Segurança Social retira 13,20€. Do trabalho extra, sobram 106,80€ líquidos no banco. 2. O Corte no RSI (80% do Bruto): O RSI não olha para o valor líquido, mas sim para o bruto. O novo rendimento considerado passa para 296,00€ (370,00€×80%). O novo RSI desce para: 371,34€-296,00€=75,34€ (uma perda direta de 96,00 € no apoio). 3. O Ganho Real Final: 106,80€ (ganho líquido no trabalho)-96,00€ (perda no RSI)=10,80€ limpos na carteira. Divisão por cada 1,00 € Bruto Trabalhado: • -0,11€ para a Segurança Social. • -0,80€ perdidos no abatimento do RSI. • +0,09€ que chegam efetivamente ao bolso da Fátima. Pensemos nisto como uma escada rolante mal instalada. A Fátima sobe dois degraus a cada hora que trabalha a mais; a escada desce um e meio. Chega lá acima, sim — mas ganha apenas 10,80 € ao fim do mês por um esforço de 120,00 € brutos. Nenhum engenheiro instalaria uma escada assim de propósito. Ninguém desenhou este sistema de propósito: nasceu prestação a prestação, cada uma criada por alguém bem-intencionado que nunca somou o conjunto com as outras vinte e seis que já existiam. Portugal já tentou resolver isto antes, e vale a pena lembrar quando. Foi em 1996, no primeiro governo de António Guterres, que nasceu o Rendimento Mínimo Garantido — o avô do RSI, e o primeiro esquema deste tipo na Península Ibérica, à frente da própria Espanha. A promessa original era exactamente a que falta cumprir hoje: um mínimo digno e um caminho de saída que compensasse. Trinta anos depois, o mínimo ainda existe; o caminho de saída continua por construir. O economista americano Arthur Okun chamou a isto o balde furado: toda a transferência de rendimento dos ricos para os pobres perde água pelo caminho, entre burocracia, desincentivos e efeitos indesejados, e a pergunta séria não é se o balde tem fugas, é quanta água estamos dispostos a perder. O RSI, tal como está desenhado, não tem uma fuga pequena. Tem um buraco. E aqui a conta deixa de ser só da Fátima e passa a ser de todos nós, em duas moedas diferentes. Financeiramente, o RSI é uma armadilha barata: paga em média valores longe do que seria preciso para escapar à pobreza, e ainda assim consegue desincentivar o trabalho declarado de quem o recebe — o que significa que o Estado gasta dinheiro a manter gente fora do mercado de trabalho formal, sem cobrar depois um cêntimo de IRS ou de contribuições sobre o que essa pessoa poderia ter ganho a trabalhar mais. É a pior combinação possível: caro para manter, incapaz de libertar. Socialmente, o preço é ainda mais alto e mede-se pior: quem descobre, à mesa da cozinha, que fazer horas extra se traduz em apenas 9 cêntimos limpos por euro ganho, aprende sobre o próprio esforço uma lição que nenhuma política devia ensinar. A tentação natural — e racional — é ir buscar as horas extra a biscates não declarados, que não contam para a condição de recursos; e assim o sistema que devia trazer as pessoas para dentro da formalidade empurra-as, com a força da matemática, para fora dela. O Futuro com a Prestação Social Única (PSU) A reforma anunciada da Prestação Social Única visa alterar a percentagem do rendimento de trabalho considerado para o abatimento das prestações de 80% para 50%. Como mudariam as contas da Fátima nos mesmos 120,00 € de horas extra? • Rendimento Considerado (50% do Bruto): 370,00€×50%=185,00€. • Novo RSI/PSU Base: 371,34€-185,00€=186,34€. • Perda na Prestação: O apoio desceria apenas 60,00 € (em vez dos antigos 96,00 €). • Ganho Real Líquido na Carteira: 106,80€ (salário líquido extra)-60,00€ (perda no apoio)=46,80€ limpos. • O Novo Retorno por Euro: De cada 1,00 € bruto ganho, a Fátima passaria a reter 39 cêntimos líquidos (uma retenção efectiva de 61% em vez de 91%). A Prestação Social Única ataca directamente o número mais indecente da equação: ao exigir que apenas metade do rendimento adicional do trabalho conte para o cálculo do apoio (em vez dos 80%), o ganho líquido por cada euro extra salta de 9 cêntimos para cerca de 39 cêntimos. Financeiramente, isto muda a vida da Fátima de forma mensurável: em vez dos tristes 10,80 € no fim do mês, as mesmas horas extra passariam a render-lhe 46,80 € limpos. É mais do quadruplo do que ficava — um salto real, ainda que continue com uma penalização superior à de um escalão médio de IRS. Socialmente, a promessa é maior do que o número: um sistema que deixa de castigar quem tenta sair devolve à ambição um sentido que fazia falta há décadas, e isso vale para a auto-estima de quem recebe tanto como para o bolso de quem paga. Mas a promessa tem três falhas por preencher: 1. O Abono de Família: Fica de fora da fusão e continua a ser subtraído directamente ao apoio, criando "degraus" onde pequenos aumentos salariais podem fazer perder escalões de abono. 2. A Transição e Execução: A experiência do Reino Unido com o seu Universal Credit ensina que estas reformas morrem sobretudo nos erros de transição e atrasos do sistema informático da Segurança Social. 3. O Contrato de Inserção: A contrapartida de inserção só será uma ponte para o emprego, e não um novo teatro de boas intenções, se o Estado cumprir a parte da formação que os antigos contratos de inserção nunca cumpriram. A Fátima, esta semana, ainda não voltou a fazer as contas. Está à espera de perceber, como todos nós, se o decreto que promete metade cumpre a palavra ou junta-se à longa lista de reformas portuguesas que nasceram bem desenhadas no papel e morreram mal executadas no balcão da Segurança Social. Até lá, fica o princípio, que devia ser o mais óbvio do mundo e nunca foi: ninguém que trabalhe mais deve ficar com menos. Se um país não consegue garantir isto a quem tem menos, a pergunta não é se pode dar-se ao luxo de o fazer. É que luxo achou que estava a poupar ao não o fazer.
Dada a largada dos pastéis, caldo de cana e idas a igrejas por pessoas que um dia acendem velas em centros e outro estão ao lado de pastor. Vamos ficar atentos a isso! Personagem só em desenho animado. 😉 #Cultura #Religião #Sociedade
A Maior Torcida do Mundo mandou bem demais na primeira fase do #MantodaNação! 🔴⚫️ Foram mais de 8 mil desenhos enviados para esta iniciativa inédita. E se liga: na próxima semana, você poderá escolher o seu Manto preferido. Aguarde e salve na agenda: dia 17/08 começa a votação! #Futebol #Torcida #Arte
Sobre a reabertura da Praça do Papa, que o povo tá empinando a carroça, acho que a principal crítica precisa ser desmistificada. E já aviso que tem, sim, coisa nessa obra pra se revoltar, antes que suponham que tô lambendo o rabo do prefeito ou ganhando pix da PBH, por este post. A revolta principal é que foram quase R$ 12 milhões gastos pra praça reabrir praticamente com a mesma cara de antes. Só que esse é justamente o ponto que precisa de contexto: ela tinha que continuar com a mesma cara. Por ser protegida pelo patrimônio, a reforma precisava preservar suas características originais. O mesmo aconteceu com a Praça da Estação, etc.. Boa parte da estrutura da praça foi refeita, mas mantendo o desenho e a aparência original. E os quase R$ 12 milhões já eram praticamente o valor estimado antes mesmo da obra começar. Agora, o prazo eu acho bem mais difícil de defender. A obra começou em fevereiro de 2024, era pra durar cerca de um ano e terminou só agora em agosto de 2026. A Prefeitura cita vários problemas no caminho, principalmente com a produção da cerâmica específica do piso, que teve até um incêndio no forno da fabricante, além de chuva e dificuldades com o fornecedor. Só que nesse meio-tempo o contrato foi alterado sete vezes, e não foi tudo pela mesma razão. Teve mudança na planilha de serviços, prorrogações de prazo, inclusão e retirada de itens e até um acréscimo de quase um milhão de reais por mudanças que envolveram paisagismo, irrigação e estrutura para um futuro banheiro. Depois ainda vieram novas prorrogações, inclusive por problemas no contrapiso e pelas chuvas. A aparência da praça, pelo menos neste ponto, está explicada. O que ainda merece uma explicação muito mais transparente da PBH é como uma obra prevista para cerca de um ano atravessou dois anos e meio, sete alterações de contrato e várias novas datas de entrega até finalmente ficar pronta. #PraçaDoPapa #Transparência #ObrasPúblicas