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#mudanças

Queridas, a SUPOSTA line up do festival é essa aqui👇🏻 e até o momento estão seguindo essa ordem. Mas fiquem atentas que pode haver mudanças. Já converti os horários de Vegas para o de Brasília! 19h30 — Kenny Chesney → 23h30 20h00 — Weezer → 00h00**Rolando Agora 20h35 — Goo Goo Dolls → 00h35 21h05 — Cardi B → 01h05 21h30 — Zara Larsson → 01h30 22h00 — BTS → 02h00 #Festival #LineUp #Música

Mbappé rompe parceria de 20 anos com a Nike e assina com a On. A suíça On, que nomeou Thierry Henry como diretor de futebol, prepara sua entrada no futebol e lançará as primeiras chuteiras em 2027. A contratação é mais uma perda para a Nike, que recentemente perdeu Lamine Yamal para a Adidas. Mbappé vinha ganhando espaço como um dos principais embaixadores da Nike nesta fase final de carreira de Cristiano Ronaldo e foi o centro do marketing da empresa na Copa do Mundo. A On, que também tem Roger Federer, busca crescer nas Américas, responsáveis por mais da metade de sua receita. Após o anúncio de Mbappé, suas ações nos Estados Unidos subiram 5%. "Mais uma vez, isso (o futebol) me levou a uma das maiores mudanças da minha vida. Agora, me vejo cercado por inovadores que sonham com as mesmas coisas que eu", disse o craque francês. 🗞️ @g1 📸 Divulgação/On #Mbappé #Nike #Futebol

In the latest episode of the podcast Companies in Transformation, Alexandre Martins and Joana Carvalho discuss the importance of ESG risk management for the survival and financing of small and medium-sized enterprises (SMEs) in the context of changes in environmental and social standards. (translated)

Qual é o custo da incerteza para as PMEs?

🚨 AGORA! NOTA OFICIAL EMITIDA POR VÁRIOS CLUBES: "O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais sobre as pessoas mais vulneráveis exigem atenção do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. É fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro a dominar o cenário sul-americano em competições como CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Os recursos alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe outro segmento econômico capaz de substituir esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado preocupação em todos os clubes, federações e entidades do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios. Contratos firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. O futebol está mobilizado, reconhece suas responsabilidades e quer participar da solução, de uma forma racional e consciente. O TORCEDOR NÃO PODE PAGAR ESSA CONTA. SE ACABAR COM O MERCADO REGULADO, AS APOSTAS NÃO ACABAM. O FUTEBOL É QUEM ACABA." #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. #FutebolBrasileiro #Regulamentação #ApostasResponsáveis

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. #futebol #apostas #regulamentação

A study revealed that the devastating floods in Nepal, which caused over 1,400 deaths and left 6,150 missing, resulted from a combination of climate and geological changes linked to global warming, and not from an extreme phenomenon. (translated)

Desastre no Nepal resultou de mudanças no clima e geologia

A report from the World Meteorological Organization reveals that 2025 was one of the driest years in the last 35 years, with a significant decrease in water in rivers, lakes, and glaciers, severely impacting water security, especially in Asia and Africa. (translated)

Houve menos águas nos rios, lagos e glaciares em 2025

The floods in Nepal resulted in a new toll of 1,403 deaths and 6,150 missing, with the devastating impact attributed to the melting of glaciers and climate changes. (translated)

Novo balanço das cheias no Nepal aponta para 1.403 mortes

🚨 RUMOR KINGG E SATO TEM ACERTOS COM A G2 ESPORTS PARA 2027 Em meio à disputa do Champions Shanghai, a equipe norte-americana prepara duas grandes mudanças visando à próxima temporada competitiva. Trata-se das saídas do seu atual capitão, valyn, e do sentinela BABYBAY, além das chegadas do chileno kiNgg e do duelista Sato, da Leviatán. As mudanças no elenco acontecerão apenas ao fim da disputa do Mundial na China, já que ambas as organizações pretendem respeitar o calendário oficial das competições. Vale lembrar que, no ano que vem, teremos uma grande mudança no formato do cenário e, por enquanto, nem Leviatán nem G2 estão garantidas como organizações parceiras. Em 2026, kiNgg e Sato foram dois dos grandes destaques da organização argentina, conquistando o título do Masters Londres. No entanto, a equipe perdeu a vaga para Shanghai após a classificação da LOUD para a final da segunda etapa do #VCTAmericas. 🗞️ @Sheep_VALORANT #Esports #Valorant #Transfers

👏👏👏👏parabéns André o Ceará está mostrando ao País que o Nordeste também quer mudanças . Flavio 22 🇧🇷🇧🇷 #Ceará #Nordeste #Mudanças

The ozone layer hole in Antarctica recorded a sharp increase in September, with its area reaching about 25 million square kilometers, exceeding the historical average due to a sudden drop in stratospheric temperature. (translated)

Buraco da camada de ozono está acima da média para setembro

Cartaxo plans to implement 33 climate measures by 2030 to face droughts and heat waves, promoting adaptation and mitigation of climate change in the region. (translated)

Cartaxo planeia medidas climáticas contra secas até 2030

O ano é 3074. A humanidade quase foi extinta. Terremotos, maremotos, meteóros, tornados e vulcões assolaram a Terra. As linhagens de Moraes ainda pregam que tudo isso é continuidade do “golpe”. #FicçãoCientífica #FuturoDistópico #MudançasClimáticas

Kaja Kallas stated that Europe urgently needs icebreakers to strengthen its presence in the Arctic, especially in light of climate change and the expanding influence of powers like China, Russia, and the United States in the region. (translated)

Kaja Kallas: Europa precisa de navios quebra-gelo no Ártico

The leaders of Scotland, Wales, and Northern Ireland invoked the right to self-determination and called on the British government to facilitate constitutional changes, highlighting for the first time the predominance of the independence parties in their Parliaments since 1999. (translated)

Países do Reino Unido invocam direito à independência

The political signal is given, as it was revealed last week in Greenland. We are talking about a region with immense natural resources, critical in the logic of transportation and - because of that - world trade, and fundamental from a climate perspective. It must be a priority. (translated)

Civil society organizations demand that the European Union urgently create environmental legislation that prioritizes nature-based solutions as a defense against climate change, following a record hot summer in Western Europe. (translated)

Organizações pedem à UE legislação ambiental urgente

Esse nem foi dos melhores jogos dessa última leva. O time foi novamente organizado e isso já virou uma constante. Mas criou menos do que em outras partidas e também sofreu mais. Não merecia a derrota, mas tivemos jogos em que merecemos ainda menos e não vencemos. É o futebol. Pelo menos dessa vez, especialmente no segundo tempo, o Vasco converteu as chances que criou. E quando o time marca gols, está mais perto de vencer. Parece óbvio e é O Vasco só melhorou de verdade quando mexeu no meio-campo. Não foi por acaso. Jair faz muita diferença por ali. Controla o jogo como poucos. Lescano entrou e, no primeiro toque na bola, já deixou clara a sua qualidade. Thiago marcou o gol de empate e abriu o caminho para a reação. E ter Sosa, um marcador de nível que pode atuar em duas posições, dá ao time possibilidades de mudanças táticas que antes não existiam. O Vasco encorpou com os reforços. Então, não faz mais sentido insistir nos mesmos jogadores que não vêm dando resultado. Entendi o Pedro no começo. Ele respeitou a hierarquia, e isso faz parte da gestão de vestiário. Mas já deu. Pedro faz um bom trabalho. É um ótimo treinador. Mas agora está na hora de colocar ordem, fazer escolhas e estabelecer uma nova hierarquia dentro do time. E que jogador é Facundo Colidio. Mas esse merece um post só para ele. #Vasco #Futebol #Sport