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#produtividade

The article discusses the importance of grief and its implications for the psychological and physical health of individuals, highlighting how the funeral ceremony can influence the way the bereaved cope with pain and the impact this can have on work productivity. #luto #saúde #funerais (translated)

Vale a pena arriscar 600 mil euros para partilhar jornais?

DELMORESEP stated that the pace was still too fast and argued that this should happen every hour, without stress or rush, to give workers time to digest and reflect throughout the day. #trabalho #produtividade #qualidadedevida (translated)

JH Fonseca stated that Alcolumbre would be in a panic and had scheduled for Tuesday, October 6, a measure that he classified as populist to end the 6x1 shift. He questioned whether those responsible for the proposal were aware of what was happening in Europe and claimed that the reduction of working hours without an increase in productivity had caused Europeans to be overtaken by the Chinese. #Política #Economia #Trabalho (translated)

The article by José Crespo de Carvalho analyzes the persistent failures in Portugal's productivity and ambition, 32 years after Michael Porter's assessments, emphasizing the need for improvements in education, management, and leadership to turn knowledge into practical results. #Produtividade #Educação #Liderança (translated)

Portugal e Porter: 32 anos depois, mesmo diagnóstico, mesmos

O artigo de Paulo Monteiro Rosa analisa como o recente choque energético, aliado à alta dependência de combustíveis fósseis e à necessidade de energia barata e abundante, afeta a competitividade e a produtividade em Portugal, destacando a importância da diversificação das fontes energéticas e do investimento em renováveis. #ChoqueEnergético #Competitividade #EnergiaRenovável

O novo choque energético e a vulnerabilidade portuguesa

Portugal apresenta um crescimento econômico acima da média da União Europeia, mas este crescimento é superficial, resultando principalmente do aumento do número de trabalhadores, sem melhorias significativas na produtividade ou nos salários. #EconomiaPortuguesa #CrescimentoEconómico #Produtividade

Portugal cresce. Mas cresce para quê?

Embora Portugal tenha experienciado crescimento económico e criação de emprego, a riqueza por habitante não aumentou devido à estagnação da produtividade e ao crescimento populacional, levando a questionar a eficácia das soluções propostas. #Portugal #Economia #Produtividade

Portugal cresce, mas porque não estamos mais ricos? — Debate

Embora Portugal tenha alcançado um crescimento econômico e a criação de empregos, a riqueza per capita não está a aumentar, devido à baixa produtividade que continua a ser um grande desafio. #EconomiaPortuguesa #Produtividade #EmpregoPortugal

Portugal cresce e cria empregos, mas não estamos mais ricos

O artigo de Alexandre Castro Martins destaca a importância de gerar riqueza antes de redistribuí-la, argumentando que o crescimento econômico é fundamental para a justiça social a longo prazo. #CrescimentoEconómico #Inovação #Produtividade

Não podemos redistribuir riqueza sem a gerar primeiro

A super inteligência artificial não será compartilhada totalmente. Será uma arma de destruição em massa tão guardada quanto à bomba atômica é até hoje. Isso criará um abismo de produtividade entre os países que a tiverem e a "periferia". Não existe "fiscal" que resolva isso. #InteligênciaArtificial #Tecnologia #Desigualdade

⚠️ Philippe Coutinho está na Baixada Santista para realizar exames médicos e assinar com o Santos até dezembro. A contratação do meia de 34 anos foi um pedido de Neymar à diretoria. O jogador chegará com um contrato considerado de risco, por estar há 7 meses sem atuar. O Santos cogitou um contrato de produtividade, mas Coutinho baixou a pedida salarial para assinar sem condicionar o dinheiro ao número de jogos. 🗞️ @geglobo 📸 Matheus Lima/CRVG #Coutinho #Santos #Futebol

Um estudo coordenado por Passos Coelho aponta para a necessidade de reformas prioritárias em Portugal, identificando múltiplos bloqueios que afetam o crescimento económico e destacando a falta de produtividade e a burocracia como problemas centrais. #ReformaEmPortugal #Educação #GestãoDeResíduos

As notícias das 2h

O desfile de robôs na China serve como um alerta para a Europa, que precisa reconhecer a robótica não apenas como uma ferramenta de produtividade, mas como uma questão crucial para sua soberania industrial e resposta à escassez de mão de obra em um contexto demográfico desafiador. #Robótica #Inovação #SoberaniaIndustrial

O desfile de robôs que a Europa devia levar a sério
Lula Sep 3

Ontem o Brasil testemunhou, mais uma vez, quem é quem no Congresso Nacional. Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta. É importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e quem está tentando impedir uma conquista que pode garantir um dia a mais de descanso sem redução de salário. As justificativas são as de sempre. Se a gente aprovar, o Brasil “quebra”. Do mesmo jeito que ia “quebrar” quando os trabalhadores conquistaram o direito às férias. Quando tiveram direito ao 13º. Uma história que se repete desde os tempos do fim da escravidão. O que quebra de verdade é a saúde mental do trabalhador com essa escala. O que quebra qualquer família é a sensação de não poder acompanhar os filhos crescerem. Viver para trabalhar, e não ter vida além do trabalho. Desmotiva. Mina a produtividade. Os brasileiros e brasileiras que trabalham seis dias por semana e, muitas vezes, dedicam o sétimo aos afazeres domésticos, já cansaram de esperar. Estamos com vocês. Seguimos mobilizados. Pelo fim da escala 6x1! #TrabalhoMaisJusto #FimDaEscala6x1 #DireitosTrabalhistas

Um país com baixíssimos índices de educação (64º em matemática) e produtividade (84º lugar no mundo) agora investe em "educação étnico-racial" e diminuição de carga de trabalho na canetada. Querem que o povo coma ideologia. #Educação #Produtividade #Política

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Observador Sep 2

O artigo de Virgílio Macedo defende que Portugal deve focar na geração de mais valor acrescentado e na produtividade, em vez de competir pelo baixo custo, para elevar salários e melhorar a qualidade de vida, sem comprometer a competitividade. #Salários #Produtividade #Investimento

Trabalhamos como europeus, ganhamos como portugueses
Rick Azevedo Aug 10

“Que tal se dedicar menos a sua vida pessoal para se tornar um funcionário melhor para mim?” Tem que acabar o patrão influencer. https://t.co/2EOUtAibCA #Trabalho #VidaPessoal #Produtividade

Observador Aug 3

o impacto da inteligência artificial no crescimento do PIB é difícil de quantificar nas estatísticas, pois apesar dos enormes investimentos e do progresso visível, a produtividade resultante ainda não se reflete nos números, revelando limitações na forma como o PIB é construído e medido. #InteligênciaArtificial #CrescimentoEconómico #Produtividade

Em todo o lado menos nas estatísticas
Observador Aug 1

O Fórum para a Competitividade manteve a previsão de crescimento do PIB português entre 1,7% e 1,9% para 2026, apesar de resultados positivos no primeiro semestre, sinalizando preocupações com a conjuntura externa e a produtividade. #CrescimentoEconómico #Economia #Macroeconomia

Fórum para a Competitividade mantém previsão para PIB