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#retrocessos
Lula 2d

Lula stated that the demonstrations in Natal and in Rio Grande do Norte expressed the mobilization of the Northeast against setbacks and their determination not to return to invisibility. He said that the population continued in the streets with hope and courage and advocated for Brazil to move forward. He also asked for votes for number 13 for president and governor, alongside Cadu Xavier. The photo was credited to Ricardo Stuckert. #Nordeste #Brasil #Democracia (translated)

The BTS Project Brazil stated that, in light of what it described as political setbacks and ongoing attacks on the preservation of the Atlantic Forest, its generation should not remain inactive. It said that the BTS Seeds Project existed for this reason and declared that the Amazon belonged to everyone. The project requested donations via the email [email protected] and promoted a raffle. https://t.co/NUScBupaR2 #MataAtlântica #Preservação #Sustentabilidade (translated)

Amandinha stated that the freeze on retirees' salaries was real and said that people were treating a serious matter as a joke. She also declared that voting for Flávio would be a setback. #aposentados #retrocessos #politica (translated)

“A ameaça de uma catástrofe nuclear regressou. Mas não podemos permitir que os retrocessos enfraqueçam a nossa determinação. É tempo de escolher o diálogo em vez da divisão, a diplomacia em vez do confronto e o desarmamento em vez da destruição. Vamos construir um mundo mais seguro e pacífico para todos”O líder da ONU, António Guterres, alertou que a ameaça de um desastre nuclear global voltou a estar presente e instou a comunidade internacional a apostar no diálogo e no desarmamento para evitar uma escalada. #Guerra #Ormuz #Diplomacia

Trump rejeita oferta do Irão para reabrir Ormuz em sete dias
observador.pt

Enquanto Tarcísio e Flávio Bolsonaro têm como exemplo a ser seguido a Argentina de Milei e seus retrocessos, o Brasil melhora e avança por outro caminho. É 13. Haddad governador e Lula presidente! https://t.co/YtALMlG0AP #Brasil #Política #Eleições

Estamos vivendo, simultaneamente, o maior escândalo de corrupção orçamentária da história (com o Orçamento Secreto e a farra das emendas), o maior escândalo de corrupção previdenciária da história (com as fraudes no INSS), o maior escândalo de corrupção financeira-bancária da história (com o caso Master) e o maior escândalo de corrupção judiciária da história brasileira. Isto não é normal e não chegamos até aqui por acaso. O Brasil acumulou sérios retrocessos no combate à corrupção nos últimos anos. E estamos pagando o preço dessas decisões. #Corrupção #Brasil #Impunidade

F

Desde criança cresci assistindo na TV as propagandas das Casas Bahia com a famosa frase "Dedicação total a você" e da Marabraz com a também famosa frase "Preço menor ninguém faz". Hoje ambas as empresas tomaram decisões de renegociar enormes dividas, fechando lojas e demitindo inúmeros colaboradores. Temos que recuperar o Brasil. Temos que mudar o sentimento péssimo que toma conta dos investidores, que não admitem mais um Brasil de retrocessos e nem de irresponsabilidade econômica. Vamos refletir, vamos todos ajudar quem quer reconstruir o País. O Brasil vai vencer. #Brasil #Economia #Reformas

Bolsonaro desorganizou o país em todos os sentidos: desorganizou o SUS, as finanças, a educação, a ciência e a tecnologia. Nesse quadro adverso, Lula e Alckmin se uniram contra os retrocessos em 2022. Agora, mais uma vez, em 2026, para que a gente vença em outubro, estão juntos para que a gente possa continuar a fazer o país seguir em frente. #ConvençãoLula #Brasil #Política #Eleições2026

Estive ontem na convenção do PSB ao lado de Márcio França, Simone Tebet, Marina Silva, Geraldo Alckmin, além de lideranças, militantes e apoiadores de várias regiões do estado. Foi muito bom ver a animação e o compromisso de todos para resgatar São Paulo, que tem sofrido retrocessos com Tarcísio. #Política #SãoPaulo #PSB

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

A força imensa que foi capaz de impedir este retrocesso é também capaz de forçar avanços, contra a vontade dos que continuam a querer impor retrocessos. E aí veremos quem são, afinal de contas, os imobilistas. #ForçaDoPovo #Avanços #Retrocesso #BR

Observador Jun 6

Milhares de pessoas marcharam em Lisboa pela 27.ª Marcha do Orgulho LGBTI+ sob o lema “Nem Silêncio, Nem Medo: Existimos e Resistimos”, protestando contra os retrocessos nos direitos da comunidade e defendendo a igualdade e a celebração do amor em meio a um contexto político que ameaça conquistas alcançadas. #DireitosLGBTI #MarchaDoOrgulho #Igualdade

Milhares marcham em Lisboa pelos direitos LGBTI+
SIC Notícias May 20

Na comemoração do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, o episódio especial do podcast aborda os retrocessos nos direitos LGBT em Portugal, discutindo temas como terapias de conversão, a participação de mulheres trans em esportes, a invisibilização das lésbicas e as políticas do governo de Luís Montenegro, enquanto também recomendam eventos culturais e literários relacionados. #LeiDaParidade #DireitosLGBT #Homofobia

A luta pelos direitos LGBT e o Luís que não quer trabalhar

O episódio especial do podcast Lei da Paridade reflete sobre os desafios e retrocessos enfrentados pelos direitos LGBT em um ano de governo de Luís Montenegro, abordando temas como terapias de conversão, a participação de mulheres trans em esportes e a invisiblização de mulheres lésbicas, além de críticas à influência da extrema-direita nas políticas atuais. #DireitosLGBT #LeiDaParidade #Homofobia

Episódio Especial: Direitos LGBT e lamento de um ano de governo
Observador May 17

Mais de 300 pessoas marcharam em Coimbra contra a homofobia e transfobia, destacando a importância da visibilidade e da luta pelos direitos LGBTQIA+ em um momento considerado particularmente sensível, em resposta a retrocessos legislativos que ameaçam a autodeterminação das pessoas trans e intersexo. #Igualdade #Homofobia #LGBTQIA+

Mais de 300 pessoas marcham em Coimbra contra a homofobia

O artigo destaca a importância do Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, celebrado em 17 de maio, como uma oportunidade para refletirmos sobre a empatia e a necessidade de combater a desinformação e o preconceito, ressaltando que a homossexualidade e a transexualidade são expressões naturais da sexualidade humana, ainda enfrentando muitos desafios e retrocessos em direitos ao redor do mundo. #DiaInternacionalContraAHomofobia #Empatia #DireitosHumanos

17 de maio: um dia que devemos dedicar à empatia
SAPO May 14

As centrais sindicais UGT e CGTP rejeitam a proposta de reforma laboral aprovada pelo Governo, considerando-a altamente gravosa e um retrocesso nos direitos laborais, que perpetua a precariedade e ataca os direitos dos trabalhadores. #ReformaLaboral #DireitosTrabalhadores #RetrocessosLaborais

“Retrocesso” e “gravosa”. Centrais sindicais rejeitam proposta de reforma laboral do Governo