🚨 LUCIANO HUCK PARTNER AND ADVISOR OF VORCARO. Another show-off exposed. And look where it has reached. According to Veja, messages on the cell phone of the owner of Banco Master show a partnership in a G550 jet, Will Bank as the official bank of Domingão, R$ 83 million in media for Globo and R$ 26 million in a personal contract with Huck. On the night of Vorcaro's arrest, at 21:47, Huck wrote: "You deserve to come out of this whole turbulence intact." On stage, a moral lesson for Brazil. On the phone, "I'm with you on any front." (translated)
“Osmar Stabile é o primeiro nome que a torcida do Corinthians tem que questionar. O trabalho de Osmar Stabile é muito ruim. O trabalho é muito ruim. Por tudo. O Corinthians é uma bagunça, gente. Mais uma vez a situação devendo salário, aí tem o Transferban e toda essa turbulência com o Memphis também, que ele (Stabile) só voltou atrás após a pressão popular…” 🎙️| @jprsgarbi, na GE TV. 📸| Reprodução. #Corinthians #Futebol #OsmarStabile
la economía global podría enfrentar serias turbulencias, ya que la dependencia de un número reducido de empresas tecnológicas, especialmente en el sector de semiconductores, está creando un riesgo de concentración que pone en peligro tanto el crecimiento económico como la estabilidad de los mercados financieros. #Economía #Chips #IA

Egy indiai utasszállító repülőgép hirtelen 90 métert zuhant turbulencia miatt Thaiföld és India között, ami pánikot és legalább 12 sérülést okozott az utasok között, köztük egy utast is, aki a légáramlat következtében fölfelé lőtt az üléséből. #repülőgép #turbulencia #Thaiföld
Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
Az amerikai légügyi hatóság (FAA) súlyos problémát fedezett fel a Boeing 737 Max repülőgépek ülésrögzítése mellett, mivel kényszerleszállás vagy turbulencia esetén a hibásan beszerelt ülések kiszakadhatnak a helyükről, ami veszélyeztetheti az utasok és a személyzet biztonságát. #Boeing737MAX #hiba #ülések
Llega Otamendi un jueves. A las 48 horas es de manera lógica capitán y el mayor líder de un vestuario sin referentes de peso. Y hace lo que puede. Llega Correa un viernes. A las 24 horas y tocando 10 veces la pelota en un solo entrenamiento lo sueltan a la cancha de manera lógica porque al equipo no se le cae una idea de local contra Barracas Central. Y hace lo que puede. Se planifica una pretemporada en otro continente con 18 jugadores de los cuales 4 son arqueros, por el contexto de saber que tenés muchos en el Mundial, otros que en su mayoría con justa razón quisiste borrar, y sin poder sumar a los de la Reserva porque están en competencia. No pudiste jugar un 11 contra 11 de práctica en casi toda la puesta a punto. Se llega al debut oficial del semestre en Salta con solo 8 suplentes en el banco, por las circunstancias antes mencionadas y la tardía llegada de refuerzos. Se llega al segundo partido del semestre con un campo de juego digno del fútbol del ascenso, que atenta contra tus posibilidades de imponerte ante rivales menores más allá de las eternas limitaciones de funcionamiento que muestra el equipo. Jugadores actuales van a visitar a sus excompañeros de plantel a un predio. Exjugadores hacen lo mismo y tiran tiros por elevación. Una bomba de tiempo por donde se lo mire que debe resolverse en lo inmediato. Los que no rinden hace meses siguen siendo titulares como si nada, y ni siquiera son los primeros en ser reemplazados. Mientras tu as de espadas sufre un destrato futbolístico tan demencial como sus declaraciones de mierda y sus ganas absurdas no solo de irse por tecera vez sino de no querer volver ni a presentarse a una práctica. Es demasiada la improvisación y la inestabilidad de todas las patas del mundo River para tamaña expectativa e inversión futbolística. No podemos hablar de un mal plantel en general porque hay muy buenos futbolistas en todas las líneas más allá que faltan variantes en el medio y alguien que arme juego, pero sí tenemos que hablar de mínima de una planificación que falló en la gran mayoría de los aspectos esenciales. Y de un Coudet que en su primera gran turbulencia no está sabiendo encontrar respuestas. En algún momento habrá que dejar de jugar con fuego porque sino la explosión será histórica. Como ya pasó con Demichelis y Gallardo, hoy volvimos a una situación de DT en la cuerda muy floja, y sin demasiada expectativa que la cosa cambie. Ojalá aparezca una reacción milagrosa que nos saque del letargo. Mientras tanto, los únicos que seguimos masticando mierda sin parar hace 3 años literal somos los hinchas. #RiverPlate #FútbolArgentino #CrisisDeportivo
Estou nesse tema há dias: Boatos maldosos, muita invenção e criatividade. “O vídeo está com uma jornalista de BSB de um grande veículo “. Pois bem eu liguei para o veículo, eu questionei a chefia que questionou a quem de direito. Não existe vídeo algum! Repórter inclusive negou que tivesse falado para qualquer interlocutor sobre a existência desse vídeo. É bom a patifaria acabar. É bom que políticos ditos aliados se juntem à campanha ao invés de criar fantasias que gerem turbulência numa campanha decisiva para o Brasil. Vou continuar marcando de perto seja quem for. A mediocridade de hoje é a derrota amanhã. Acordem! #FakeNews #Política #Brasil
A HVG a Reuters Institute friss jelentése alapján továbbra is a legmegbízhatóbb magyar sajtóterméknek számít, annak ellenére, hogy Magyarországon a médiába vetett bizalom történelmi mélypontra süllyedt, és a politikai turbulenciák ellenére az olvasóik száma folyamatosan növekszik. #HVG #megbízhatóság #médiában
Vlagyimir Putyin a nemrégiben zajlott gazdasági fórumon hangsúlyozta, hogy az orosz energiakínálat stabil, ellenáll a globális turbulenciáknak, és az utóbbi hónapokban jelentős bevételeket generál a fosszilis energia eladásokból, miközben a szankciók nem hatottak kedvezőtlenül az orosz gazdaságra. #VlagyimirPutyin #oroszgazdaság #SzentpéterváriFórum

A divulgação de áudios que ligam Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, ex-líder do Banco Master detido por fraude financeira, gera uma forte turbulência na candidatura presidencial do senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, levantando suspeitas sobre possíveis irregularidades em financiamentos para um filme biográfico sobre seu pai e criando fissuras dentro da direita brasileira. #FlávioBolsonaro #BancoMaster #Bolsonarismo
