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Frankito, o Curioso®

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Frankito, o Curioso®

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Frankito, the Curious® questioned the evidence for a statement by Harari on page 343 of *Sapiens*, which claims that a worker from Africa or Indonesia would return home with less food than their ancestors did 500 years ago. He wrote that Harari did not cite sources for this claim and that the online sources only displayed the indication "coming soon." https://t.co/LVPMP6eChP #Sapiens #Harari #Trabalho (translated)

Cresci num lar evangélico. Não me empenho e jamais me empenharei em movimentos anti-religiosos. Mas isto aqui - cada vez mais comum em cidades Brasil afora - é algo que muito me incomoda. É uma mistura da coisa pública com a crença pessoal. Quem dá este direito? E se algum gestor decidir mudar para "Esta cidade é de Alá" ou "esta cidade é de Iemanjá"? Muitos (que hoje aprovam esta associação a Jesus) iriam se incomodar - mas o precedente existe. E aí lembro do candidato Flávio Bolsonaro, que já disse que seu primeiro decreto, se eleito, será considerar o Brasil do Senhor Jesus. Isto mostra o quão rasos são seus planos e seu vazio de ideias. Ele quer se valer de um decreto com custo zero para o Estado, que lhe rende votos de uma parcela do eleitorado, mas esbarra na laicidade do Estado. A meu ver, qualquer cidadão, seja evangélico, católico, muçulmano, judeu ou ateu, deveria se opor a isto. #Laicidade #LiberdadeReligiosa #SeparaçãoIgrejaEstado

Nas eleições de 2018 e 2022, eu cansei de desmentir bolsonaristas aguerridos que teimavam em divulgar narrativas que eram obviamente falsas (como aquela do "digitei 22 na urna e apareceu nulo"). Boa parte destes não aceitava o fato de estarem divulgando fake news. Mas alguns poucos concordavam que o vídeo era falso, com a ressalva de "poderia ser verdade" - o que é um salto lógico triplo carpado. Àquela pessoa, não importava o que realmente acontecera, mas sim o que, na cabeça dela, seria potencialmente possível. Fica claro que não era o apego à verdade que os movia, mas sim o fervor partidário. Qual não foi minha supresa ontem ao ver partidários do lado oposto se valendo exatamente do mesmo argumento. Isto muito me entristece. É o endosso do vale-tudo para vencer - até mesmo usar táticas baixas daqueles que a pessoa despreza. #FakeNews #Eleições2022 #PolíticaBrasileira

Segundo o promotor Lincoln Gakiya, o faturamento anual do PCC é de R$ 10 bilhões. Ainda não está no top 10 das maiores empresas, mas não está longe. Mais um pouco e ultrapassa a receita da WEG no mercado interno. É assustador. #PCC #Economia #Criminalidade

"O direito de ir e vir implica que qualquer pessoa possa pilotar um avião?" Flávio Dino. https://t.co/baBD5yLrlp #DireitosHumanos #Liberdade #Aviação

A ironia é que o Luciano Hang foi filiado por mais de 30 anos ao PMDB (de 1985 a 2018). https://t.co/v55Ve2BSWd #Política #Brasil #História

Ancelotti foi vítima de um viés cognitivo muito comum, que afeta mesmo especialistas, que Daniel Kahnemann chamou de A Lei dos Pequenos Números: com base num número pequeno de observações positivas, ele fez uma extrapolação e considerou que Bruno Guimarães é um exímio batedor de pênaltis. #Cognitivismo #Psicologia #Futebol

Sou privilegiado: faço parte da pequena parcela de brasileiros que estudou numa boa escola (a única escola particular de Pomerode). Mas havia algo além, ainda mais raro por aqui: extrema diversidade social*. Na minha sala, estavam filhos de donos dos maiores negócios da cidade, assim como filhos de lavradores e de operadores de máquinas em fábricas. Eu não sabia na época, mas havia muitos bolsistas lá (boa parte deles bancada pela Igreja Luterana da Alemanha - já que minha escola era da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil). Isto me fez crescer tendo amizades num espectro social bem amplo (algo que também era facilitado pela própria distribuição demográfica de Pomerode - casas dos ricos ficavam no mesmo bairro das casass dos mais pobres). E foi isto um dos meus maiores choques quando cheguei em São Paulo para fazer a faculdade, aos 17 anos: a enorme segregação e aversão entre classes sociais (que é a regra em quase todo Brasil). De certa forma, considero que tive uma criação parecia com a que teria na Alemanha - não pela ascendência dos meus colegas, mas pela ausência de barreiras sociais rígidas tipicamente brasileiras. *alguém pode argumentar que não havia diversidade racial na minha sala, e isto é verdade (só dois dos alunos poderiam ser considerados pardos). Mas não era algo artificial, já que havia bem poucos pretos e pardos em Pomerode naqueles tempos (algo que aos poucos está mudando, o que é bom também). #DiversidadeSocial #Educação #SociedadeBrasileira