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#Badajoz

and whose treasure is fundamental to the history of Europe, and its theft highlights the vulnerability of Spanish cultural institutions to the increase of violent thefts, as demonstrated by the recent thefts at the Albacete Museum and the Archaeological Museum of Badajoz. (translated)

Del tesoro de Villena a las monedas de Badajoz: Tres robos en museos españoles en solo cuatro meses

On this day 90 years ago, Sinforiano Madroñero, the republican mayor of Badajoz, was shot by fascism. He was publicly executed with a band, a mass, and a military parade. The far-right party VOX has requested to remove the avenue named after him and to rename it Felipe VI. (translated)

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

The article focuses on historical events related to the massacre in Badajoz and the arrest of Federico García Lorca during the Spanish Civil War, highlighting the strategy of terror used by Francoist troops and the later manipulation of history that resulted in the erasure of truth and the forgetting of the victims of these events. (translated)

Cuando Saturno detuvo los trenes

Today marks 90 years since the Badajoz Massacre, one of the most brutal killings by fascism in Europe. The Francoist troops of General Yagüe murdered 10% of the population (4,000 killed). Even today, this fascist murderer has streets named after him in Spain. (translated)

90 years since the Badajoz Massacre, one of the most savage killings by fascism in Europe. General Yagüe's troops murdered 10% of the population (4,000 murdered). Even today, this fascist killer has streets named after him in Spain. (translated)

Today marks 90 years since the Badajoz Massacre, one of the most savage killings of fascism in Europe. Yagüe's troops murdered 10% of the population (4,000 killed). Even today, this fascist murderer has streets, avenues, and even a town named after him in Spain. (translated)

☢️ Reflexão da Cooperativa: olha, afinal a banana tem caroço! Fui ler as 34 páginas do requerimento redigido pelo ToZé ao Tribunal Constitucional a propósito da lei de estrangeiros e de concessão de asilo. Pesado. Muita palha, muita conversa. Algum Marcelo Rebelo de Sousa no sketch do RAP sobre o aborto. Decidi focar-me num ponto específico. ➡️➡️Aquele em que a lei admite expulsar determinados estrangeiros condenados por crimes muito graves apesar de terem filhos menores portugueses e o ToZé, tomado pela inquietação paternal, pergunta se afastar aquele progenitor não poderá ferir o superior interesse da criança. Sim, quem é que vai ensinar o puto a fazer uma bomba, ou a cometer um triplo homicídio. Para ser bem feito, é preciso técnica. É por isso uma preocupação comovente. Sobretudo porque pressupõe uma coisa que o resto do direito português passa os dias a desmentir aos próprios portugueses, que ter um pai ou mãe por perto é, por definição, melhor do que não o ter.⬅️⬅️ Há crianças que são retiradas aos pais sem que ninguém tenha morto, violado, raptado ou rebentado alguma coisa. Basta, e bem, que o Estado conclua que naquela casa existe violência, abandono, negligência grave, abuso ou um ambiente capaz de transformar uma infância num pesadelo. Nesses dias ninguém aparece diante do tribunal com um violino a explicar que separar uma criança dos progenitores é uma violência intolerável contra a unidade familiar. Chamamos-lhe proteção. Às vezes pomos a criança numa instituição, outras vezes noutra família, outras limitamos visitas, e fazemos tudo isto porque há uma evidência que até o mais modesto técnico de proteção de menores conhece, que um progenitor pode ser biologicamente indispensável para fabricar uma criança e perfeitamente dispensável para a criar. Não deveria, sou o mais possível contra, mas sabemos que há casos. Só que depois entra em cena a imigração e parece que a legislação muda. O mesmo homem pode ser condenado a uma pena longa por um crime suficientemente grave para o Estado lhe fechar uma porta de ferro durante anos, arrancando-o à rotina do filho e àquela extraordinária unidade familiar que aparentemente sobrevive sem dificuldades entre duas paredes de betão, barras de ferro e o horário de visitas. A criança pode passar cinco ou oito anos a ver o pai através das regras de um estabelecimento prisional e isso é uma consequência triste, mas juridicamente suportável, da circunstância bastante prosaica dum progenitor ter decidido cometer um crime grave. ⚠️Ora aparentemente a cadeia não destrói a família; já a fronteira, pelos vistos, sim. A Carregueira preserva afetos. Rabat desfaz laços de sangue, será isso? Estar a cinquenta quilómetros, fechado numa cela, continua a ser uma espécie de paternidade de proximidade; estar a duas horas de avião transforma uma criança portuguesa, filha de pais estrangeiros, numa vítima constitucional. Eu não sabia que o amor de um pai/mãe perde propriedades químicas para lá de Badajoz. E o mais extraordinário é que a lei nem sequer parte para esta história com o machado prontinha a degolar pessoas. Obriga a ponderar o caso concreto, a relação com o filho, a unidade familiar, o interesse da criança. Que pai é este? Que relação mantém realmente com o menor? É uma presença protetora, afetiva, estruturante, ou apenas um nome numa certidão e uma fotografia antiga na cómoda? O que representa para aquela criança? Que crime cometeu? Que risco oferece? Que dano provocaria a expulsão? Pode a relação continuar de outra forma? Talvez, feitas as contas, a conclusão seja que deve ficar. Mas talvez seja exatamente a contrária, e parece ser esta segunda possibilidade que deixa o Tó Zé particularmente desconfortável para um estrangeiro, mas que para os nacionais, está ótima. Ora bem ToZé, se a criança é realmente o centro da decisão, então temos de aceitar que, em certos casos, afastar um pai pode não ser uma tragédia acrescentada à sua vida. Pode ser o princípio do silêncio depois de anos de ruído. Pode ser a porta que finalmente deixa de bater durante a noite. Pode ser a ausência da presença errada. Os tribunais de família sabem-no, as CPCJ sabem-no, milhares de adultos que passaram infâncias inteiras a desejar que alguém o tivesse afastado dos seus progenitores, sabem-no. Só nesta discussão parece surgir a ideia infantil de que o pai, por ser pai, ou mãe, transporta consigo esta espécie de radiação benigna que deve permanecer geograficamente próxima da criança, ainda que separados por muros muito altos. Não transporta. Há pais extraordinários a milhares de quilómetros e há monstros a dormir no quarto ao lado. ➡️➡️O que me incomoda, portanto, não é o Seguro querer proteger crianças. É precisamente o contrário. É usar a criança como argumento para proteger o adulto e chamar a isso proteção da criança. A certa altura o menor deixa de ser uma pessoa cujo interesse devemos descobrir e passa a funcionar como uma pequena âncora constitucional, lançada pelo progenitor no território nacional, camaradas, daqui não me tiram, porque eu tenho descendência portuguesa. Nada disto poderia ser pior. Não pode ser, não são as fronteiras que transformam crianças em escudos. São os adultos. O Estado devia ter a decência de não ajudar à festa. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: o vídeo promocional é uma palermeira sem sentido, e no entanto, ajudou a ganhar umas presidenciais. Está tudo dito. #DireitosHumanos #Imigração #ProteçãoInfantil

#INVESTIGACIÓN Desde el PSOE sostienen que el hermano de Sánchez fue al banquillo su vínculo familiar. Y sí, es justamente ese nexo el que aprovechó para beneficiarse de la plaza amañada en Badajoz. https://t.co/ANFOYOSp6w #Política #Corrupción #España

MartaSevilla Jul 28

Pedro Sánchez se va de vacaciones a la Mareta con la hija imputada de un proxeneta, con el condenado de Badajoz y con sus padres. Una residencia que el rey Hussein regaló a Juan Carlos I. Para esto no hay memoria histórica. #PedroSánchez #PolíticaEspañola #Vacaciones

La condena a David Sánchez tiene una parte de la que se está hablando menos de lo que se debería: el dinero. En una semana han entrado dos denuncias en el Tribunal de Cuentas pidiendo que lo devuelva. Una del PP el 15 de julio. Otra de Iustitia Europa, acusación popular en la causa, el 22. De esa segunda es de la que tengo documento. Ninguna la presenta la Diputación de Badajoz, que es la que pagó las nóminas. Porque la sentencia condenó a once personas por prevaricación y no ordenó devolver un euro. Y no fue porque el tribunal dijera que no hubo perjuicio. Fue por quién pedía el dinero. En un juicio penal hay dos cosas distintas. Una es el castigo, que lo pide el Fiscal o cualquier acusación. Otra es la reparación del daño, que solo la puede pedir quien ha sufrido ese daño. Aquí el dinero salió de la Diputación de Badajoz, o sea que la perjudicada es la Diputación. Las acusaciones populares estaban en el juicio defendiendo la legalidad, no un patrimonio propio, así que no podían reclamar un dinero que no era suyo. La sentencia lo dice de forma clara: la devolución de los salarios «solo podría ser ejercida por la Entidad Local pagadora», o por el Fiscal si hubiera acusado. La Diputación no lo reclamó. El Fiscal no acusó. Nadie con derecho a pedir el dinero lo pidió. #Justicia #Corrupción #Derechos

20 minutos Jul 24

Un peligroso fugitivo que había huido de una cárcel en Tarragona y acumulaba más de 150 detenciones fue arrestado en Villanueva de la Serena, Badajoz, donde se encontraba oculto, enfrentando 12 reclamaciones judiciales por delitos graves como agresión sexual y robo violento, y causando lesiones leves a un agente durante su detención. #Detención #Fugitivo #DelitosGraves

Arrestado en Badajoz el peligroso fugitivo huido de una cárcel de Tarragona y con más de 150 detenciones
Jorge Buxadé Jul 23

By all means. We will not rest until true justice is served. We demand the Badajoz Provincial Council to claim the payments of the "little brother" placed and his advisor from Moncloa, and we report to the prosecutor's office of the TCU for proceedings due to embezzlement. (translated)

Iustitia Europa ha solicitado al Tribunal de Cuentas que investigue la devolución de más de 427.000 euros en salarios percibidos por David Sánchez, hermano del presidente del Gobierno, y su colaborador, por la creación de puestos a medida en la Diputación de Badajoz, tras la condena por prevaricación de ambos y de su superior, Miguel Ángel Gallardo. #TribunalDeCuentas #DavidSánchez #Prevaricación

Solicitan ante el Tribunal de Cuentas que el hermano de Sánchez devuelva el dinero de su plaza «a medida» en Badajoz
eldiario.es Jul 23

El Club Deportivo Badajoz ha aprobado incluir la bandera de España en su camiseta para la temporada 2026-2027 con un 90% de apoyos en una votación en redes sociales, generando controversia por su mensaje político y el tono sarcástico hacia la izquierda tras una bronca relacionada con un tuit franquista. #CDBadajoz #BanderaDeEspaña #Política

El polémico mensaje del CD Badajoz tras votar incluir la bandera de España en su camiseta: "Esperamos que la izquierda no queme nada"

Denuncia contra David Sánchez ante el Tribunal de Cuentas para que devuelva las nóminas que cobró de la Diputación e Badajoz #Justicia #Corrupción #Transparencia

Hay gente criticando duramente la sentencia de la Audiencia Provincial de Badajoz que no sabe ni la composición del Tribunal y no se han molestado ni en leer el encabezamiento de la sentencia. Eso sí, sermonean con gesto solemne y la ignorancia por bandera. #Justicia #OpiniónPública #Sentencia

Historic! The brother of the president of the Government convicted and the former president of the Badajoz council too! And we all know that without Pedro Sánchez, a whole president of the government, the brother could not have committed a crime. Barbaric in whose hands we are!!! (translated)

Se llama Emilio Garcia-Cancho Es presidente de la Audiencia Provincial de Badajoz Ha condenado a David Sánchez, el hermano del presidente del Gobierno Sin pruebas directas Le gusta hacerse fotos con gente que “admira” Y desearle suerte a Abascal Puede hacer y ha hecho https://t.co/2xzAUiHUyA #Justicia #Política #España

Petrificados nos hemos quedado con la sentencia de la Audiencia de Badajoz contra David Sánchez Castejón.

La violencia genera violencia
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