BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Combustíveis

The UN warns that global warming will exceed the limit of 1.5 degrees Celsius in the coming years, but emphasizes that the impact can be contained with accelerated efforts to eliminate fossil fuels, promote renewable energy, and reduce methane pollution. (translated)

Aquecimento global ultrapassará limite, mas pode ser contido

Inflation in Portugal rose to 3.3% in August, with this increase almost entirely attributed to the rise in fuel prices, which increased by 12.2%. (translated)

Combustíveis fizeram subir a inflação em Agosto

Uma luta que se inicia agora é para garantir o cumprimento dos decretos. Lula também baixou decretos para limitar as taxas do VR e o valor dos combustíveis que depois foram descumpridas pelas máfias e quarteis. Estaremos de olho! Fiscalizando cada show junto com vocês. #Fiscalização #Luta #Transparência

Inflation accelerated in August to 3.3%, driven by fuel prices, and rents may increase by 2.56% in 2027, according to provisional data from the National Institute of Statistics. (translated)

Inflação acelera para 3,3%. Rendas podem subir 2,56%

Chega demands the resignation of Luís Neves from the government by the start of parliamentary work, while the PS acknowledges failures in management but prioritizes combating fires, and TAP reports a loss of around 100 million euros in the first half due to high fuel costs. (translated)

As notícias das 10h

The house payments will increase in September, with the biggest rise in two years, reflecting an increase in mortgage contracts, a result of the rise in Euribor rates. (translated)

Prestação da casa: a maior subida em dois anos

TAP recorded a loss of about €100 million in the first half of 2026, due to rising fuel costs, despite having transported more than eight million passengers and seeing revenues grow by more than 4%. (translated)

As notícias das 8h

A recent study reveals that porous rocks at depths between 1,000 and 2,500 meters can store up to one terawatt-hour of renewable energy, enough to power small cities and reduce dependence on fossil fuels. (translated)

Rochas porosas podem armazenar energia para abastecer cidade

“O Estado está-nos a roubar nos combustíveis, não aceita corretivos e não aceita voltar atrás”

Ventura acusa Governo de "roubo" nos combustíveis
observador.pt

André Ventura, leader of the Chega party, accused the Portuguese Government of theft regarding fuels for charging an illegal road contribution, which generates an excess of 700 million euros, requesting clarification on the refund of this tax to citizens. (translated)

Ventura acusa Governo de "roubo" nos combustíveis

Eu sei que está todo mundo distraído com casos como os do Lulinha, Marçal, etc, mas vi contar uma fofoca pra vocês. Vocês sabiam que a esquerda está em pé de guerra por causa das novas descobertas de indícios de petróleo da Petrobras no Amapá? De um lado o governo, a presidentA da Petrobras e vários parlamentares de esquerda estão comemorando a descoberta e pressionando o Ibama para acelerar uma autorização para que possam ter certeza que tem Petróleo na região. De outro os ambientalistas de esquerda estão tentando barrar a autorização por questões ambientais e revoltados com o governo porque ele deveria pensar em trocar a matriz energética e abandonar os combustíveis fósseis. Pois é, a “defesa ambiental” dos políticos de esquerda acaba quando o cheiro do dinheiro aparece…. #Petrobras #Esquerda #MeioAmbiente

Lula 2w

Em um mundo conflagrado por conflitos geopolíticos, a soberania nas áreas de defesa e tecnologia é essencial. Por isso, sigo hoje para Iperó, em São Paulo, onde irei acompanhar de perto projetos estratégicos para o futuro do Brasil. No Centro Industrial Nuclear de Aramar, acompanho o avanço do Programa Nuclear da Marinha e o início da montagem da seção nuclear do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), etapa importante para o desenvolvimento do nosso primeiro submarino armado com propulsão nuclear. Soberania é, também, investir em saúde. Visitarei hoje o local onde está sendo construído o Reator Multipropósito Brasileiro, o principal empreendimento do país em medicina nuclear. O projeto vai ampliar a produção nacional de radiofármacos, medicamentos fundamentais para o diagnóstico e tratamento do câncer. O reator, de 30 MW, será capaz de quadruplicar a capacidade do SUS de produção nacional destes medicamentos, reduzindo a necessidade de importação. Também permitirá produzir radioisótopos, substâncias utilizadas na indústria, na agricultura, nos combustíveis nucleares e em outros materiais. Investimentos em conhecimento e inovação que fortalecem a soberania do Brasil, cuidam da nossa população e preparam o país para o futuro. 🇧🇷 #Soberania #Inovação #Tecnologia

Lula 2w

“O petróleo descoberto é um passaporte para o futuro deste país e, ao dizê-lo, não renego a minha luta para que um dia não precisemos mais de combustíveis fósseis”

Lula afirma que petróleo é "passaporte para o futuro"
observador.pt

Rapaz, a lapada do Governo Lula em resposta a mais uma matéria tendenciosa do Estadão. Nota completa divulgada pela SECOM: “O Governo Federal considera descabida e metodologicamente insustentável a tentativa de apresentar como “gastos para tentar a reeleição” políticas públicas de naturezas, objetivos e fontes de financiamento completamente distintos. O chamado “Gastômetro” transforma em supostas despesas eleitorais ações destinadas a manter jovens na escola, combater o crime organizado, proteger empregos e empresas, conter pressões sobre preços e enfrentar calamidades em um ano de El Niño forte. É insustentável, por exemplo, tratar o Pé-de-Meia, criado em 2024 para combater a evasão escolar, como gasto eleitoral. O Programa Brasil Contra o Crime Organizado aparece como “benefício social”, embora seja uma política de segurança pública contra facções, milícias, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Dos cerca de R$ 11 bilhões associados ao programa, R$ 10 bilhões são linha de crédito para investimentos em segurança, não recursos já desembolsados. Também é indefensável classificar como despesa eleitoral medidas para proteger a economia dos efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, em um processo que contou com a atuação de setores da oposição brasileira naquele país, e das pressões sobre combustíveis e energia provocadas pela guerra no Oriente Médio e pelas tensões no Estreito de Ormuz. Financiamento a exportadores, apoio ao setor aéreo, garantias ao comércio exterior e medidas sobre combustíveis e GLP buscam preservar empresas, empregos, cadeias produtivas e conter pressões inflacionárias decorrentes desse cenário externo. A lógica do “Gastômetro” levaria à conclusão de que, em ano eleitoral, o governo deveria reduzir investimentos no combate ao crime organizado, na prevenção e resposta a desastres climáticos e na proteção de empresas, empregos e consumidores diante de choques externos para evitar que esses recursos fossem classificados como “gastos para reeleição”. Proteger a população, a economia e o país é obrigação permanente do Estado, não liberalidade eleitoral. É legítimo que a imprensa fiscalize o uso de recursos públicos. O que não é aceitável é tratar a execução regular de políticas públicas como evidência de gasto eleitoral. Governos não deixam de governar em ano de eleição. A legislação estabelece limites claros para esse período, sem suspender o dever do Estado de executar políticas públicas e proteger a população.” #Lula #PolíticasPúblicas #GovernoFederal

The purchasing power of the Portuguese has reached the lowest level in three years, exacerbated by the increase in inflation and fuel prices, which have eroded wage gains. (translated)

Poder de compra dos portugueses é o pior em 3 anos

A study reveals that, although the price of diesel and gasoline before taxes is up to 10 cents more expensive in Spain, the Portuguese pay significantly more due to the high tax burden, with a difference of over 30 cents per liter in final prices, resulting from distinct fiscal policies adopted by the two countries. (translated)

Gasóleo sem impostos mais caro em Espanha, mas cá custa mais

Due to difficulties in filling positions during the holidays, hospitals in the Algarve are facing wait times of up to six hours for urgent care. (translated)

8h. Algarve regista 6 horas de espera para doentes urgentes

The Regulatory Entity for Energy Services confirmed that there is no evidence that fuel prices in Portugal rise faster than they fall, while investigations are underway regarding the murder of a woman by her 15-year-old son in Oeiras. (translated)

As notícias das 7h

The Brazilian Parliament approved a bill that reduces federal taxes on fuels such as gasoline, ethanol, biodiesel, and aviation kerosene, aiming to mitigate the effects of the rise in international oil prices, and now the proposal goes for approval by President Luiz Inácio Lula da Silva. (translated)

Parlamento brasileiro reduz impostos sobre combustíveis

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal