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#Cadeias

Rapaz, a lapada do Governo Lula em resposta a mais uma matéria tendenciosa do Estadão. Nota completa divulgada pela SECOM: “O Governo Federal considera descabida e metodologicamente insustentável a tentativa de apresentar como “gastos para tentar a reeleição” políticas públicas de naturezas, objetivos e fontes de financiamento completamente distintos. O chamado “Gastômetro” transforma em supostas despesas eleitorais ações destinadas a manter jovens na escola, combater o crime organizado, proteger empregos e empresas, conter pressões sobre preços e enfrentar calamidades em um ano de El Niño forte. É insustentável, por exemplo, tratar o Pé-de-Meia, criado em 2024 para combater a evasão escolar, como gasto eleitoral. O Programa Brasil Contra o Crime Organizado aparece como “benefício social”, embora seja uma política de segurança pública contra facções, milícias, tráfico de armas e lavagem de dinheiro. Dos cerca de R$ 11 bilhões associados ao programa, R$ 10 bilhões são linha de crédito para investimentos em segurança, não recursos já desembolsados. Também é indefensável classificar como despesa eleitoral medidas para proteger a economia dos efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, em um processo que contou com a atuação de setores da oposição brasileira naquele país, e das pressões sobre combustíveis e energia provocadas pela guerra no Oriente Médio e pelas tensões no Estreito de Ormuz. Financiamento a exportadores, apoio ao setor aéreo, garantias ao comércio exterior e medidas sobre combustíveis e GLP buscam preservar empresas, empregos, cadeias produtivas e conter pressões inflacionárias decorrentes desse cenário externo. A lógica do “Gastômetro” levaria à conclusão de que, em ano eleitoral, o governo deveria reduzir investimentos no combate ao crime organizado, na prevenção e resposta a desastres climáticos e na proteção de empresas, empregos e consumidores diante de choques externos para evitar que esses recursos fossem classificados como “gastos para reeleição”. Proteger a população, a economia e o país é obrigação permanente do Estado, não liberalidade eleitoral. É legítimo que a imprensa fiscalize o uso de recursos públicos. O que não é aceitável é tratar a execução regular de políticas públicas como evidência de gasto eleitoral. Governos não deixam de governar em ano de eleição. A legislação estabelece limites claros para esse período, sem suspender o dever do Estado de executar políticas públicas e proteger a população.” #Lula #PolíticasPúblicas #GovernoFederal

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

DNA DA CORRUPÇÃO! Tenho certeza de que, se fizerem um teste de DNA nas cadeias, vai ser compatível… Não se esqueçam de que, hoje mais cedo, a PF de Lula tentou de tudo para barrar André Mendonça. É por isso que eu digo: PRECISAMOS SALVAR A JUSTIÇA DO BRASIL! https://t.co/EyQviyBG8K #Justiça #Corrupção #Brasil

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

Observador Jul 23

A União Europeia cumpriu um acordo sobre o 21º pacote de sanções contra a Rússia, visando principalmente suas fontes de receita, a frota fantasma utilizada para driblar as sanções e as cadeias de abastecimento ligadas ao esforço de guerra russo. #SançõesÀRússia #GuerraNaUcrânia #DefesaUcraniana

UE chega a acordo para 21º pacote de sanções à Rússia
Marina Silva Jul 16

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

Observador Jul 14

Um estudo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa revela que o aumento da temperatura da água acelera o desenvolvimento do sapo-comum, mas prejudica sua condição física, alertando para possíveis efeitos em cascata nas cadeias alimentares e a necessidade de preservar refúgios térmicos para proteger anfíbios e outras espécies. #AlteraçõesClimáticas #SapoComum #CadeiasAlimentares

Sapo-comum em risco com aumento da temperatura

The new forecasts from the Bank of Portugal for the Portuguese economy have just been published. The conflict in the Middle East has led to a rise in energy prices and various raw materials, as well as an increase in pressures on global supply chains. (translated)

Observador Jun 7

Vítor Manuel Ilharco, secretário-geral da APAR, denuncia que as prisões em Portugal são medievais e uma vergonha a nível nacional, destacando preocupações com a elevada taxa de mortalidade entre reclusos devido à falta de cuidados médicos, à superlotação e à ausência de flexibilização nas penas, que impede a reabilitação dos condenados. #Cadeias #Portugal #DireitosHumanos

"As nossas cadeias são uma vergonha a nível nacional"
Observador Jun 4

A política europeia de reindustrialização, impulsionada por desafios geopolíticos e econômicos recentes, busca integrar a soberania digital, a segurança econômica e a competitividade em um novo paradigma geoestratégico, refletido em regulamentos e estratégias que atendem às cadeias de valor críticas e à necessidade de resiliência nas infraestruturas e nas cadeias de abastecimento. #Reindustrialização #SoberaniaDigital #CompetitividadeEuropeia

A política europeia de reindustrialização
JH Fonseca Jun 2

### EM AUDIÊNCIA NO SENADO AMERICANO, MARCO RUBIO CLASSIFICA BRASIL COMO PAÍS NÃO AMIGÁVEL AOS EUA. narrativa: "votem no painho pela soberania" realidade: "votem no painho e o brasil será excluído das cadeias econômicas ocidentais" QUEREM SER SUCATEADOS? #Brasil #MarcoRubio #EUA

Observador May 30

A soberania tecnológica europeia está a ser construída em Portugal através do fortalecimento da indústria local e da integração em cadeias de valor digitais, promovendo inovações como inteligência artificial e automação, essenciais para a competitividade e segurança económica da Europa. #SoberaniaTecnológica #Indústria #Inovação

A Soberania Tecnológica Europeia também se fabrica cá
Observador May 27

O brigadeiro-general ucraniano Andriy Biletsky afirmou que a Ucrânia tem uma janela de seis meses para reverter a situação na guerra contra a Rússia, aproveitando a fragilidade das forças russas no campo de batalha e implementando novas estratégias, como o programa Logistical Lockdown, para interromper as cadeias de abastecimento do inimigo. #Ucrânia #Rússia #GuerraTraduzida

Ucrânia "tem seis meses para dar a volta" e superar Rússia

Chefs das cadeias na Espanha denunciam a injustiça salarial, enquanto novos detalhes emergem sobre a investigação envolvendo o ex-primeiro-ministro Sánchez e o papel de suas filhas. #Sánchez #investigação #Espanha

<![CDATA[ Chefes das cadeias denunciam injustiça salarial ]]>

Polícia Judiciária upozorňuje na alarmující nárůst drogy K4 v portugalských věznicích, kde se počet zachycených vzorků vzrostl z pěti v roce 2020 na 307, přičemž jedna listina s touto drogou může vynést mezi dvěma až čtyřmi tisíci eur. #droga #PolíciaJudiciária #cadeiasPortuguesas

<![CDATA[ Folha com droga K4 pode render entre os dois a quatro mil euros ]]>

A Polícia Judiciária alertou o aumento significativo da droga K4 nas cadeias portuguesas, com as amostras a subirem de cinco em 2020 para 307 este ano. #droga #K4 #PolíciaJudiciária

<![CDATA[ “Passámos de cinco amostras em 2020 para 307": Polícia Judiciária alerta para aumento de droga K4 nas cadeias portuguesas ]]>
Observador May 18

Um estudo revelou que o conflito no Médio Oriente pode causar prejuízos globais de até 25 mil milhões de dólares, devido ao aumento dos custos de energia e à interrupção das cadeias de fornecimento, afetando cerca de 280 empresas, enquanto o FMI alerta para a necessidade de medidas coordenadas entre os países do G7 para mitigar esse impacto económico. #GuerraTraduzida #ConflitoMédioOriente #EconomiaGlobal

Conflito pode causar prejuízos 25 mil milhões de dólares 
SAPO May 18

A guerra do Irão resultou em prejuízos de 25 mil milhões de dólares para empresas globais, com o setor da aviação a ser o mais afetado devido ao aumento dos custos de combustível, interrupções nas cadeias de abastecimento e bloqueios comerciais. #Economia #Empresas #Guerra

Guerra do Irão custou 25 mil milhões a empresas em todo o mundo
SIC Notícias May 17

Ana Cavalieri, no podcast Elefante na Sala, discute a recente cimeira entre os EUA e a China, onde analisa como a dependência das cadeias de abastecimento chinesas está a provocar uma adaptação nas relações entre as duas potências. #Podcast #Trump #China

Ana Cavalieri: “Ficámos muito dependentes das cadeias de abastecimento da China e agora está a haver uma adaptação”
SAPO May 15

Trump deve ser interpretado como uma tentativa de gerir a complexa rivalidade sino-americana, revelando não apenas a necessidade de os países europeus, como Portugal, repensarem a sua posição geopolítica e a sua política externa, mas também a fragilidade das cadeias de confiança no sistema internacional, que é fundamental para a estabilidade económica e segurança global. #Geopolítica #RivalidadeChinaEUA #Portugal

Portugal entre Xi e Trump