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#Multiplicador

A Cerveja Barata Que Vale Uma Fortuna ao Estado Vinte e cinco cêntimos de imposto, trinta e sete euros de história por trás de cada garrafa Pedi uma imperial ao balcão de uma tasca em Odivelas, no fim de uma tarde de trabalho. O empregado puxou a torneira com o gesto automático de quem já o fez dez mil vezes, deixou a espuma assentar o tempo certo, e devolveu-me o troco de uma nota de cinco euros sem sequer olhar para a máquina registadora. Foi um gesto banal, repetido todos os dias em milhares de estabelecimentos por todo o país. E, no entanto, dentro daquele copo de vinte centilitros escondia-se uma engenharia fiscal e económica em que ninguém, naquele balcão, estava a pensar. Vamos aos números. Numa cerveja de vinte centilitros como aquela, servida ao balcão, cerca de vinte e cinco cêntimos correspondem a impostos directos. A maior parte é IVA, que sobe com o preço; cerca de dois cêntimos são Imposto Especial de Consumo, calculado não pelo preço, mas pelo volume e pelo grau Plato da cerveja. É pouco. É quase simbólico, se compararmos com o preço de um maço de tabaco ou de um litro de gasóleo. Mas é precisamente esta modéstia que engana. Porque, segundo estudos recentes sobre o sector, cada euro de imposto directo cobrado à cerveja gera trinta e sete euros de receita fiscal total, espalhada por uma cadeia que vai da agricultura à restauração, passando pela indústria, pela energia, pelas embalagens e pelo transporte. Pense-se numa roda de bicicleta. O eixo é pequeno, quase insignificante perto do resto da estrutura. Mas é ele que, ao girar, arrasta consigo os raios, o aro, o pneu, e por fim a bicicleta inteira. O imposto directo sobre a cerveja é esse eixo: parece não fazer nada por si só, mas é o ponto de partida de um movimento que atravessa sectores inteiros da economia portuguesa. Sem ele, nada gira. Com ele, gira tudo. Há em Lisboa uma cervejaria que existe desde 1836, erguida sobre as ruínas do antigo Convento da Santíssima Trindade, destruído pelo terramoto e reconstruído sucessivas vezes até à extinção das ordens religiosas. A Cervejaria Trindade viu passar monarquia, república, ditadura e democracia, sempre com os seus azulejos oitocentistas na parede e cerveja a sair ao balcão. Não é um pormenor decorativo: é a prova de que este produto, aparentemente trivial, atravessou quase dois séculos de história portuguesa sem nunca deixar de gerar actividade económica à sua volta — fornecedores, empregados, rendas, impostos, turistas. Foi John Maynard Keynes quem, no século passado, deu nome científico a este fenómeno: o multiplicador. A ideia de que uma unidade de despesa, ao circular pela economia, gera muito mais do que o seu valor inicial. Ninguém, ao lê-lo, estaria a pensar em cerveja. Mas o princípio é o mesmo: o dinheiro que sai de um copo não morre ali. Continua a circular, a pagar salários, a gerar novos impostos, a sustentar outros negócios. O debate público sobre fiscalidade tende a ignorar estes efeitos indirectos. Discute-se o IRS, o IVA da habitação, o preço dos combustíveis. Raramente se olha para sectores específicos e se pergunta: quanto é que este produto, por si só, faz mover à sua volta? Num país onde a restauração e o turismo pesam tanto na economia, ignorar este tipo de análise é um erro de perspectiva. A cerveja não é excepção; é talvez o exemplo mais claro de como um imposto pequeno pode sustentar uma cadeia de valor gigantesca. Da próxima vez que pedir uma imperial ao balcão, repare no troco que lhe é devolvido. Vinte e cinco cêntimos de imposto directo, sim. Mas por trás desse troco insignificante está um agricultor no Alentejo, uma fábrica que paga IRC, um transportador que paga IVA, um empregado de mesa que descontou para a Segurança Social, e um festival de Verão que atraiu turistas até à sua terra. A cerveja não é apenas uma bebida de convívio. É uma engrenagem silenciosa da economia portuguesa — e talvez seja tempo de lhe darmos a atenção que merece. #Economia, #Fiscalidade, #Sector Cervejeiro, #Impacto Económico, #Cadeias Produtivas, #Restauração, #Turismo, #Economia Portuguesa, #Consumo, #Multiplicador Fiscal, #Portugal

Más y más mentiras. Un profesor una medica o enfermera no son burócratas, pueden incluso ser del sector privado como clínicas y hospitales particulares que es lo que ha ocurrido en Colombia con la instauración del giro directo. Un profesor, soldado o enfermera no son personas improductivas, sin ellas la producción se desploma por caída de la productividad La sociedad colombiana tiene el último lugar de la OCDE en número de enfermeras y médicos por habitante. Es muy positivo que aumente el número de profesores y personal de salud dentro de la población, eso eleva la productividad de una sociedad, De hecho sin aumentar el número de trabajadores en el campo, aumenta la producción, lo que aumenta es la productividad y disminuye la pobreza en el campo, como parece demostrar las cifras del país. Hemos hecho aumentar el sector defensa en número de personas vinculadas y es cierto que los nuevos sueldos de los soldados es mucho más altos, pero ¿eso es negativo? Un soldado recibe dinero de los impuestos, pero arriesga la vida por la sociedad, y el dinero recibido se vuelve un multiplicador económico en su barrio. Como decía Keynes, en sociedades con capacidades productivas instaladas y no usadas, el aumento de salarios y/o del gasto público, puede reactivar el crecimiento económico. En Colombia lo hemos demostrado en la práctica. #Colombia #Productividad #Salud

ofurro Jun 30

✨ Alyosha é um SubDPS & Suporte para Stellar-Conduct em Genshin Impact! Capaz de aumentar o ATQ e dano da reação dos aliados. • Arma: Lança • Elemento: Electro • Raridade: 4 Estrelas ➤ Habilidade Elemental: Golpe de Emboscada Trovejante (Nv. 1) Recorre aos instintos de um caçador. Pressionar ou segurar a habilidade produz efeitos diferentes e aplica Marca de Caça aos inimigos atingidos. • Pressionar Dispara para a frente, causando Dano Electro em Área. • Segurar Entra no modo de mira e fixa como alvo os inimigos dentro de uma determinada área à frente. Enquanto mira, Alyosha recebe maior resistência à interrupção. Ao soltar a habilidade, causa Dano Electro a todos os inimigos selecionados. Marca de Caça Um efeito especial aplicado aos inimigos por Alyosha. Se a Marca de Caça for aplicada a um inimigo que já esteja marcado, ela será ativada em vez de reaplicada: • Remove a marca. • Concede a todos os membros próximos da equipe o efeito Precisão do Caçador, aumentando seu ATQ por 15s. Multiplicadores Dano (Pressionar): 286,7% Dano (Segurar): 358,4% Recarga: 15,0s Duração da Marca de Caça: 15,0s Bônus de ATQ da Precisão do Caçador: 14% Duração da Precisão do Caçador: 15,0s ➤ Supremo Elemental: Postura do Caçador (Nv. 1) Invoca Tugarin, o fiel companheiro de Alyosha, para lutar ao seu lado, enquanto transforma brevemente a área à frente no Campo de Caça Trovejante. • Campo de Caça Trovejante Provoca continuamente os inimigos próximos, atraindo seus ataques. A cada 2 segundos, causa Dano Electro em Área aos inimigos dentro do campo. • Tugarin Um leal cão de caça de Alyosha que pode ser invocado através da Postura do Caçador. Se houver inimigos próximos, a cada 2 segundos Tugarin avança rapidamente até um inimigo e o morde, causando Dano Electro. Se o alvo estiver afetado pela Marca de Caça, esse ataque também ativa a marca. Esse dano é considerado Dano de Supremo Elemental. Tugarin prioriza inimigos afetados pela Marca de Caça. Multiplicadores Dano do Campo de Caça Trovejante: 75,0% Dano de Tugarin: 50,2% Duração: 14,0s Recarga: 18,0s Custo de Energia: 70 ➤ Talentos Passivos • Despertando a Árvore Adormecida Sempre que Tugarin atacar, também restaura Vida ao personagem ativo próximo equivalente a 120% do ATQ de Alyosha. • Adeus ao Trigo de Inverno e às Folhas Caídas O dano da Habilidade Elemental e do Supremo Elemental de Alyosha aumenta com base em sua Recarga de Energia. Cada 1% de Recarga de Energia aumenta esse dano em 0,35%, até um máximo de 70%. ➤ Passiva de Exploração • No Campo da Estrela Polar Enquanto estiver dentro de um Campo Polar, Alyosha entra no estado Radiância: Stellar-Conduct. Radiância: Stellar-Conduct O efeito Precisão do Caçador, obtido ao ativar a Marca de Caça, também aumenta o dano de Stellar-Conduct de todos os membros próximos da equipe em 25%. ➤ Observando do Topo das Árvores • Exibe a localização das Especialidades Locais de Snezhnaya no minimapa. ➤ Constelações; ➤ C1 — Trovão do Vale Congelado Quando membros próximos da equipe desencadeiam uma Reação Elemental relacionada a Electro contra um inimigo, Alyosha recupera 15 pontos de Energia Elemental. Este efeito pode ocorrer uma vez a cada 18 segundos. ➤ C2 — Uivo Distante Aumenta a duração da Postura do Caçador em 6 segundos. Além disso, antes de cada ataque de Tugarin, ele aplica Marca de Caça a um alvo. Essa aplicação não pode ativar uma Marca de Caça já existente. ➤ C4 — Recuperando a Presa Sempre que Tugarin atacar, também restaura Vida ao membro da equipe próximo com a menor porcentagem de HP, equivalente a 60% do ATQ de Alyosha. ➤ C6 — Reivindicando o Estandarte O efeito Precisão do Caçador, obtido ao ativar a Marca de Caça, pode acumular até 2 vezes. Ao atingir 2 acúmulos, os personagens afetados por Precisão do Caçador também recebem 100 de Proficiência Elemental. Fonte: Seele (tradução literal, pode conter erros) #GenshinImpact #Alyosha #SubDPS

Í Jun 26

Nah, qué espectáculo de la Unión Europea que nos hemos dado. El 15% de la plantilla a la calle. Cierre de 4 plantas alemanas , y un recorte de 11.000 millones. WV da empleo a 20.000 personas en España, con un efecto multiplicador 1 a 5. Esto lo pretenderán sustituir con fábricas de montaje chinas, que solo sirven para saltarse los aranceles. #UniónEuropea #Industria #Empleo

Gustavo Petro Jun 18

Los principales economistas del mundo reconocen que la política económica de mi gobierno rompió ideas incorrectas de la política económica dominante en el mundo. Demostré que el alza de salarios reales no produce necesariamente el alza de precios. Demostré que el alza real de salarios, en economías con alta informalidad, se convierte en un multiplicador de los ingresos de la economía popular. Demostré que al subir de manera sustancial el salario mínimo real redujimos sustancialmente la pobreza. Al final de mi gobierno saldrán 7.5 millones de personas de la pobreza; demostramos que hay relación entre el alza salarial de la fuerza trabajadora y la reducción de la pobreza y la extrema pobreza que la población no asalariada, rural y urbana. La base de una alianza política en la economía que interectua entre alza real salarial, alza de ingresos de la economía informal, la.inyeraccion vía incremento del consumo de alimentos y reducción del hambre, eleva los ingresos del campesinado y baja su pobreza. Hay que tener cuidado que el beneficio del alza salarial no se vuelva importaciones, sino que sea un multiplicador de la riqueza social de un nación. La condición de un alza salarial para que no produzca inflación, es la keynesiana, debe haber capacidad productiva instalada. En Colombia está capacidad productiva instalada está: en la tierra fértil sin uso bajo la propiedad terrateniente, y la inmensa fuerza de trabajo de baja productividad en la economía informal que puede ser dotada de crédito, asociatividad y educación. Demostramos que el desestimulo de la economía basada en petróleo y carbón trae crecimiento de los puestos de trabajo porque se reanima la economía real industrial y agraria, muchas intensivos en puestos de trabajo que el petróleo o el carbon. #Economía #Salarios #Pobreza