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#Credibilidade

🚨 Empresários vão à CBF após Flamengo alegar reorganização financeira e suspender comissões. A Associação Brasileira de Agentes de Futebol (ABAF) enviou ofício à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) pedindo a inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro da CBF. O manifesto cita como exemplo o atraso em pagamentos de comissões: "A gravidade do episódio se acentua pelo fato de o Flamengo ser o clube em melhor situação financeira do futebol brasileiro". O movimento não é novo, pois os empresários já vêm se mobilizando para serem incluídos no Fair Play Financeiro. A ABAF reforçou o pedido após a "reorganização financeira" alegada pelo Flamengo. Hoje, empresários podem cobrar dívidas na CNRD da CBF ou na Justiça Comum. Se forem incluídos no Fair Play Financeiro, poderão acionar a ANRESF, abrindo caminho para punições esportivas aos clubes inadimplentes. Nos últimos dias, o Flamengo informou aos empresários que pretende renegociar e reprogramar pagamentos de comissões previstos até o fim de 2026. O clube costuma pagar 7% das transações como comissão. Em outra mensagem, o Fla comunicou que os pagamentos pendentes de 2026 serão adiados para 2027, sem divulgar um novo cronograma. O GE procurou o Flamengo, que manteve o posicionamento do pelo presidente Bap ao canal Venê Casagrande: “É possível (renegociação) porque em alguns casos a gente entende que as condições não eram adequadas. A vantagem é o seguinte: como o Flamengo paga, tem credibilidade na praça. Pergunta para esse empresário se ele está recebendo de todo mundo em dia? Ou se ele está recebendo? Ele sabe que não. Quem não está satisfeito, não faz negócio com o Flamengo. Pode fazer negócio com os outros clubes, não tem problema. Agora, alguns contratos, alguns negócios que foram feitos com o Flamengo, algumas condições que o Flamengo aceitou contratualmente e não nos parecem razoáveis, nós temos, sim, buscado renegociar. Faz parte, é do jogo”, disse Bap. • SEGUNDA RENEGOCIAÇÃO DO FLAMENGO No início do ano passado, o Flamengo já havia adiado pagamentos a empresários para melhorar o fluxo de caixa no começo da gestão Bap. • VISÃO DA ABAF A ABAF pediu urgência na inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro. A entidade entende que, se até o Flamengo ("a agremiação mais estruturada financeiramente do país") suspende obrigações contratuais, o risco enfrentado pelos agentes com outros clubes é ainda maior. 🗞️ @geglobo | @raphazarko 📸 Divulgação | ABAF #FairPlayFinanceiro #Flamengo #AgentesDeFutebol

O artigo discute a diminuição da autoridade política de Luís Neves, Ministro da Administração Interna, devido à falta de esclarecimentos sobre um caso envolvendo um atrelado apreendido pela Polícia Judiciária relacionado ao tráfico de drogas, que gerou percepções negativas e afetou sua credibilidade. #LuísNeves #PolíciaJudiciária #AutoridadePolítica

"Luís Neves tem a sua autoridade política diminuída"

O Benfica perde Ba para o Strasbourg. Vai com o Hugo Oliveira (treinador que apostou nele), para um campeonato superior e fica às portas do Chelsea. Percebo o lado do jogador, mas também demonstra que o Benfica não conseguiu convencer através do projeto e títulos. Além disso, a promessa de montra para dar o salto, já resultou no passado, mas perdeu credibilidade atualmente. #Benfica #transferências #futebol

NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos. A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional. Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira. A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução. A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica. Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise. A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil. A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação. Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política. O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional. Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional #ComércioInternacional #Diplomacia #EconomiaBrasileira

Agora ele sente muito orgulho de divulgar casas de apostas e é claro: quem o critica e sabe onde vai dar só pode ser invejoso. É perceptível como Carlinhos Maia tem um complexo de inferioridade gigantesco, isso fica bem nítido na forma como ele se posiciona. Pra aguentar viver, certamente encontrou conforto nesse lugar delusional de que é invejado e que quem o critica gostaria de ser ele. Deve ser uma forma de fingir que não entende que não importa quanto dinheiro venha a obter, jamais terá credibilidade, respeito e as relações de amizade e de outros tipos só acontecerão por interesse, se não tiver algo a oferecer desaparecem num piscar de olhos. E não adianta esbravejar e dar chilique pq é exatamente assim que funciona. Eu sinceramente não tenho a menor pena de quem o segue, às vezes tenho é dele pq finge acreditar ser algo que nunca será. #CarlinhosMaia #Inveja #Credibilidade

Quaest - faltando 2 semanas pro Segundo Turno em 2022 dava Lula com diferença de 8% para Bolsonaro. Resultado final praticamente pau a pau. Por que as pessoas esquecem dessas coisas e ainda dão credibilidade? https://t.co/V7wsckjUDY #Brasil #Eleições2022 #Política

Os inflacionistas: quem são? Onde vivem? O que comem? Os inflacionistas são um grupo peculiar de economistas. Gostam de holofotes — afinal, falar bobagem sozinho tem pouca graça. Sua principal característica é defender alguma versão da tese de que "um pouco mais de inflação faz bem". Respondendo à primeira pergunta, os inflacionistas são economistas que apreciam a exposição pública e defendem políticas com evidente viés inflacionário. Onde vivem? Por razões ainda não totalmente compreendidas pela ciência, os inflacionistas se concentram tradicionalmente em alguns habitats específicos, como Campinas e o Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, porém, surgiu uma variante particularmente adaptável, que passou a ocupar nichos ecológicos na Faria Lima, em São Paulo — um ambiente mais quente, mais líquido, e com predadores mais bem vestidos. O que comem? As espécies tradicionais alimentam-se de bens e serviços compatíveis com uma renda da ordem de R$ 30 mil mensais — o suficiente para viver bem, mas não para saciar completamente o apetite de suas próprias teses. Já a variante da Faria Lima desenvolveu hábitos mais sofisticados: aprecia restaurantes estrelados, vinhos europeus e férias em destinos que, não raramente, coincidem com conhecidos paraísos fiscais. Comportamento e mimetismo O traço mais curioso da espécie da Faria Lima é seu mimetismo vocal. Como um papagaio bem treinado, repete "responsabilidade fiscal", "controle da inflação", "credibilidade" — o chamado de acasalamento de qualquer plateia que se preze. O problema aparece na hora de agir: diante de políticas concretas, essa mesma espécie frequentemente apoia exatamente o oposto do que anuncia em seu canto. As populações de Campinas e do Rio de Janeiro parecem agir por convicção intelectual genuína — acreditam de fato que um pouco mais de inflação trará algum benefício, e arcam com o próprio aumento do custo de vida como qualquer outro animal exposto às intempéries. Já a variante da Faria Lima descobriu uma mutação mais rentável: transformar a tese em posição financeira. Prega o remédio, mas se protege — e lucra — da doença. Um espécime recente contribuiu com um achado digno de nota na literatura: a proposta de que a melhor forma de combater a inflação seria elevar a meta de inflação. Se o termômetro incomoda, basta alterar a escala. Outro indivíduo da mesma linhagem declarou apoiar um teto para os gastos públicos, mas considerou "temerosa" a combinação desse teto com uma âncora de Dívida/PIB. Vale um parênteses técnico, porque o espécime tropeçou em um problema elementar de otimização: se a política fiscal precisa respeitar simultaneamente um limite de gastos e um limite de dívida, ela está sujeita a duas restrições — e um problema com duas restrições jamais tem um conjunto de soluções maior do que o mesmo problema sujeito a apenas uma delas. Impor uma restrição adicional nunca amplia o espaço de soluções viáveis: no máximo mantém a política igualmente restritiva, nunca mais permissiva. Constrangedor ter que explicar isso. Expansão e adaptação Restritos por décadas a pequenos habitats acadêmicos, os inflacionistas multiplicaram-se e sofisticaram-se. Uma subespécie recente proclama, em brasão bem visível, que "Lula 4 pretende deixar um legado além da área social, com um ajuste fiscal consistente" — e, no minuto seguinte à declaração, monta posições em bolsa, juros e câmbio que só rendem se essa mesma promessa fracassar. Depois do auge nos anos 1980, a espécie inflacionista pareceu recuar nos anos 1990 a uma curiosidade de habitats acadêmicos. Hoje voltou a ocupar posição de destaque no debate público, com duas subespécies bem distintas convivendo no mesmo território: uma que ainda acredita, de boa-fé, no próprio discurso — e paga o preço dele no supermercado como qualquer um; outra que descobriu como monetizar a discrepância entre o que fala e o que faz, e que, por isso, tem interesse ativo em desacreditar os não-inflacionistas: a vitória destes significaria prejuízo para as posições já montadas. Essa segunda variante — que fala fiscal e aposta contra o fiscal — é, até aqui, a mutação mais bem-sucedida da espécie. Cuidado, parece que estão em expansão. #Economia #Inflação #PolíticaEconômica

Tem um jornalista que desde que trocou de empresa onde trabalhava, virou um puxa-saco de jogador. Poucos nomes do jornalismo esportivo passaram por um processo de desgaste de imagem tão acelerado em tão pouco tempo. Quem já foi tratado como referência da área, hoje virou sinônimo de meme e é colocado no mesmo patamar dos personagens mais caricatos da internet. Se isso foi uma escolha deliberada, o preço cobrado pela própria credibilidade foi alto demais. #jornalismo #esportes #mídiasociais

A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida. #ComplianceZero #Corrupção #LiberdadeDeImprensa

Botafogo quer resgatar a credibilidade no mercado, manchada no último ano, e não vai aceitar chantagem de empresário nem exigências de jogadores. Os clubes que quiserem contratar os atletas terão que pagar o valor de mercado. Eles só sairão se a negociação for realmente boa para o Alvinegro. 🗞️ @amsfjb #Botafogo #Futebol #MercadoFinanceiro

Botafogo quer resgatar a credibilidade no mercado, manchada no último ano, e não vai aceitar chantagem de empresário nem exigências de jogadores. Os clubes que quiserem contratar os atletas terão que pagar o valor de mercado. Eles só sairão se a negociação for realmente boa para o Alvinegro. — @amsfjb #Botafogo #Futebol #Negócios

Diante das informações de ontem sobre o Danilo, já começa a se notar uma nova postura dessa Gestão do Botafogo! o Clube quer resgatar a credibilidade no mercado manchada no último ano e não vai aceitar chantagem de empresário e nem pedido de jogador!! O recado foi dado, os clubes que tenham interesses nos nossos jogadores eles terão um preço no mercado, e só sairão se realmente for bom para o clube! Nesse momento o Botafogo passa por uma recuperação das finanças. Salários em dia e promessa de investimentos!! Mais detalhes na live das 10:45 Canal do Anderson Motta #Botafogo #Futebol #GestãoSportiva

Informação A SAF Botafogo realizou o pagamento pela contratação do goleiro Warleson. Fica o registro positivo: o Botafogo começa, de fato, a mudar a sua imagem no mercado, demonstrando mais organização e credibilidade no cumprimento dos compromissos assumidos. Isso nem deveria ser notícia. Mas, diante do cenário caótico em que o Textor deixou o Botafogo, acho válido compartilhar essa informação com vocês. #Botafogo #Futebol #Transferências

Notícia que não é notícia mas, pelos últimos acontecimentos e pelas atitudes do último dono, vira uma boa: Botafogo realizou o pagamento pela contratação de Warleson. O clube começa a mudar sua imagem no mercado, sendo mais organizado e credibilidade. - @ricardoazambuja https://t.co/kL0B5TePqb #futebol #Botafogo #MercadoDaBola

Puro oportunismo. Caiado tenta transformar uma crise séria em palanque pessoal. O tarifaço está fazendo aqueles que produzem pagarem a conta pelos erros do Lula. O país precisa de mais credibilidade. https://t.co/PxkNg3r6wx #política #crise #Brasil

INFORMAÇÃO URGENTE Vasco apresenta carta de investidor à Justiça e reforça pedido para reverter intervenção na SAF O Vasco protocolou nesta terça-feira (8) uma nova petição no processo da recuperação judicial reforçando o pedido para que seja reconsiderada a decisão que afastou membros do Conselho de Administração da SAF. Como principal argumento, o clube anexou uma carta assinada pelo investidor interessado na compra de 90% da futura Nova SAF. No documento, o grupo afirma que as negociações foram conduzidas ao longo de mais de dois anos e que todos os pontos comerciais, jurídicos, financeiros e operacionais já estavam acordados, restando apenas a assinatura dos contratos. Segundo o investidor, a intervenção judicial interrompeu o processo justamente na fase final das negociações, ao afastar os dirigentes que conduziram todo o projeto. A carta afirma que o atual cenário gera insegurança jurídica e compromete a conclusão da operação. O documento também deixa claro que o investidor mantém o compromisso com a aquisição da Nova SAF e diz estar pronto para assinar imediatamente os contratos, desde que sejam restabelecidas as condições de governança anteriores à intervenção, com a recondução dos conselheiros afastados, além do saneamento de eventuais irregularidades apontadas pelas autoridades competentes. Na petição, o Vasco sustenta que a concretização desse investimento é fundamental para o cumprimento do Plano de Recuperação Judicial, para a entrada de recursos na SAF, para a manutenção da competitividade da equipe e para garantir o pagamento dos credores. O clube também afirma que a proposta negociada demonstra a boa-fé da diretoria e reforça que a operação está diretamente ligada à credibilidade de Pedro Paulo de Oliveira, o Pedrinho, perante o investidor. Agora, a manifestação será analisada pela Justiça, que decidirá sobre o pedido de reconsideração apresentado pelo Vasco. #Vasco #SAF #Justiça

"Se ganhar a Copa do mundo é um sonho pra mim? Nunca foi. Ao meu ver ela perdeu credibilidade nos últimos anos... mais precisamente em 2022....mais precisamente depois do último pênalti. Vou definir a minha carreira por um torneio de 8 jogos?" - Cristiano Ronaldo, em podcast. https://t.co/UZ2KsqLCLR #CopaDoMundo #Futebol #CristianoRonaldo

The football World Cups have had little credibility for a long time, with enormous suspicions regarding the results over the decades. But this time the corruption is blatant. This World Cup is mortally wounded. (translated)

DataFut 2w

Pronunciamento da UEFA sobre o cancelamento da suspensão do cartão vermelho do Balogun: “Cruzaram uma linha vermelha” “A decisão de ontem de suspender por um período probatório de um ano a implementação da suspensão automática de uma partida após o cartão vermelho emitido para o jogador Folarin Balogun cruzou uma linha vermelha. O futebol, como qualquer outro esporte, depende de regras, que são a base para uma competição justa, honesta e transparente. Às vezes, as regras estão abertas à interpretação. Neste caso, não. Uma suspensão automática mínima de uma partida após um cartão vermelho não é uma opção discricionária e não requer que a decisão de um órgão competente seja promulgada. É um princípio incorporado nos regulamentos, que não podem ser sujeitos a exceções, muito menos no meio de um torneio em que vários outros jogadores estiveram na mesma situação e cumpriram regularmente sua suspensão. Quando a certeza das regras não é mais garantida por seus guardiões, a integridade do jogo está em jogo e a credibilidade de uma competição é prejudicada. Da mesma forma, tal decisão cria um precedente no torneio em andamento, onde situações semelhantes agora exigirão um tratamento igual, em detrimento da competição. O futebol é o esporte mais amado do mundo porque é um jogo bonito e é confiável porque é jogado em todos os lugares com as mesmas leis. Um torneio nunca é puro autônomo e, se o torneio em questão for a Copa do Mundo, ele tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas no jogo como um todo. Expressamos nossa descrença em uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável. #Futebol #UEFA #CartãoVermelho

UEFA arrasa FIFA: "A decisão de ontem de suspender, por um período probatório de um ano, a aplicação da suspensão automática de um jogo na sequência do cartão vermelho mostrado ao jogador Folarin Balogun ultrapassou um limite inaceitável. O futebol, tal como qualquer outro desporto, assenta em regras, que constituem a base para uma competição justa, honesta e transparente. Por vezes, as regras estão abertas a interpretação. Neste caso, não. Uma suspensão automática mínima de um jogo na sequência de um cartão vermelho não é uma opção discricionária e não requer a decisão de um órgão competente para ser aplicada. Trata-se de um princípio consagrado nos regulamentos, que não pode ser sujeito a exceções, muito menos no meio de um torneio em que vários outros jogadores se encontraram na mesma situação e cumpriram regularmente a sua suspensão. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida pelos seus guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade de uma competição é comprometida. Da mesma forma, tal decisão cria um precedente no torneio em curso, onde situações semelhantes exigirão agora um tratamento igual, em detrimento da competição. O futebol é o desporto mais amado do mundo porque é um jogo bonito e inspira confiança por ser praticado em todo o lado com as mesmas regras. Um torneio nunca é um caso isolado e, se o torneio em questão for o Mundial, tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas para o jogo como um todo. Manifestamos a nossa incredulidade perante uma decisão tão sem precedentes, incompreensível e injustificável." #Futebol #UEFA #FIFA