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#Democracias

Así se fabrica una diferencia del 1% para ganar… así se acaban las democracias y … así ganan los autoritarismos mafiosongos #Democracia #Autoritarismo #CambioPolítico

Miguel Morgado arrasa o Alto Comissário da ONU: pede a retirada das leis sobre identidade de género em Portugal. Se Türk se preocupasse mesmo com gays e trans, começava pelos países membros da ONU que ainda aplicam a pena de morte por relações entre pessoas do mesmo sexo. A prioridade não é proteger quem é executado por ser gay, é ditar a lei a um Parlamento democrático. A ONU perdeu credibilidade e autoridade moral no dia em que passou a dar lições a democracias e a fechar os olhos às atrocidades cometidas por regimes ditatoriais. Tornou-se uma vergonha! #DireitosHumanos #IdentidadeDeGénero #ONU

The article analyzes how the film 'Anniversary' reflects a new real fascism, emphasizing that dystopias about totalitarianism are becoming more credible in light of the ultraright's agenda and the widespread distrust in governments, evidenced by the fact that two-thirds of the world do not trust their authorities, while contemporary democracies face crises of effectiveness and legitimacy. (translated)

‘Anniversary’, retrato de un nuevo fascismo muy real

Right now, as it is shown that there are newspapers, journalists, and media entrepreneurs, all of them corrupt -some even murderers-, who distort our democracies, watching this exceptional miniseries, The Hack, on @Filmin, can help understand that our democracies are... (translated)

“ai mas toda eleição é esse papinho de voto útil” sim caralho tem quase 20 anos que o mundo tá vivendo uma tsunami de extrema-direita que tá ameaçando as democracias do ocidente vc quer que a gnt faça o quê???? https://t.co/osNOWPbmUN #Eleições #Democracia #ExtremaDireita

"Who pushes a border does not just intend to open a passage. They intend to sow uncertainty, weaken institutions, and divide democracies." (translated)

Milei está certo: Lula foi condenado por corrupção! Mais uma decisão ABSURDA do Lula, que insiste em usar a política como um instrumento ideológico. Já comprou briga com diversas nações governadas pela direita, como Israel, Estados Unidos e, agora, a Argentina. Em entrevista à imprensa argentina, expliquei por que essa reação do governo Lula é completamente desproporcional. As divergências não podem servir de desculpa para prejudicar as relações entre dois países, especialmente entre Brasil e Argentina, que têm uma parceria histórica e estratégica. O Rio Grande do Sul, inclusive, tem a perder muito com essa atitude leviana de Lula. O Brasil precisa de uma política externa baseada no interesse nacional, no respeito às instituições e na boa relação com as democracias do mundo, jamais de ataques a governos eleitos apenas porque pensam diferente. #Política #RelaçõesInternacionais #Corrupção

Marruecos es una brutal dictadura que ocupa ilegalmente territorios. EEUU y la UE no sólo no lo califican de amenaza a sus “democracias” y “libertades” o le imponen sanciones, sino que activamente le envían dinero y armas. La moralidad de Occidente y sus medios es una mentira. #Marruecos #DerechosHumanos #JusticiaGlobal

Observador Aug 1

The article by Nelson Miguel Dias da Silva addresses the complex interaction between migration and geopolitics in Ceuta, emphasizing that Europe must redefine its migration policy in a sovereign manner, mindful of the strategies that states use, where migration is not just a humanitarian issue but also a tool of political pressure that can exploit the vulnerabilities of democracies. (translated)

Ceuta: quando a migração se torna uma arma

Western democracies were not designed for the left to govern beyond bipartisanship. When that started to happen, the elites decided to shake things up. And they will use any excuse to repress those who demand democracy or respect for human rights. (translated)

LAS POLÍTICAS DE APACIGUAMIENTO NO FUNCIONAN. La historia nos lo enseña. La remilitarización de Renania (1936), el Anschluss con Austria (1938) y los Acuerdos de Múnich (1938), que cedieron los Sudetes a Hitler para evitar una guerra, no evitaron el conflicto. Al contrario, reforzaron la percepción de que las democracias no responderían con firmeza y pocos meses después Alemania ocupó el resto de Checoslovaquia e invadió Polonia. Fuera de la Segunda Guerra Mundial encontramos otros precedentes. La débil respuesta de la Sociedad de Naciones a la invasión japonesa de Manchuria (1931) animó la expansión nipona en Asia. Las sanciones limitadas tras la invasión italiana de Etiopía (1935) tampoco frenaron a Mussolini. Más recientemente, la respuesta a la invasión rusa de Georgia (2008) y a la anexión de Crimea (2014) reforzó la percepción en Moscú de que el coste de nuevas agresiones sería asumible. Y ojo. No se trata de ir a la guerra contra nadie, pero sí de que a Marruecos les salgan caras estas acciones. #Historia #Paz #Defensa

The malicious rumors about the fires that plague us provide the perfect synthesis of how idiots are managed to evade responsibilities. The worst part is that society is in their hands, and they are robbing us of our democracies. (translated)

Lula Jul 27

Presidente Lee, Quem conhece as dificuldades da vida aprende cedo o valor de cada oportunidade. Nós dois viemos da pobreza, e hoje temos o compromisso de melhorar a vida de cada cidadão e cada cidadã.  De cada estudante e cada trabalhador. Sabemos que a educação, o trabalho e a democracia podem mudar o destino de uma pessoa e de um país. Ambos soubemos defender nossas democracias frente aos ataques de setores extremistas. Seguiremos construindo um mundo regido pelo diálogo, pelo respeito entre as nações e pelo fortalecimento do multilateralismo. A paz e o desenvolvimento não nascem da imposição, nascem da cooperação. É com esse espírito que Coreia e Brasil caminham lado a lado. 같이 갑시다 Vamos juntos. Presidente, seja bem-vindo ao Brasil. #Educação #Democracia #Cooperação

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

Sobre a negativa do Itamaraty aos vistos da missão de observação eleitoral e direitos humanos do Departamento de Estado americano: a minha impressão real é a de que Lula e o Regime estão forçando a barra para terem uma eleição sem reconhecimento internacional para empurrar o país para uma situação semelhante a da Nicarágua ou Venezuela ("democracias relativas" de ditadores amigos do PT). Agora, pergunto-me quem vai embarcar de gaiato nessa aventura de tarifas, sanções, perdas de vistos e restrições financeiras... #Democracia #DireitosHumanos #Eleições

O Itamaraty demorou quatro dias para reagir à declaração de Daniel Ortega e, quando finalmente se manifestou, limitou-se a dizer que recebeu o anúncio “com preocupação”. A nota publicada em 23 de julho, reafirma o compromisso do Brasil com eleições livres, mas em nenhum momento utiliza termos como “repúdio”, “condenação”, “ruptura democrática” ou “ditadura”. Também não anuncia qualquer medida diplomática contra o regime nicaraguense. Daniel Ortega não anunciou uma reforma eleitoral nem uma mudança nas regras do pleito. O ditador declarou que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, encerrando o principal mecanismo de alternância de poder em qualquer democracia. É um marco histórico na consolidação de um regime autoritário. A reação do governo Lula foi tão branda que abriu espaço para uma resposta desafiadora de Manágua. Em um comunicado intitulado “Nossa democracia, nossas eleições”, o regime de Ortega não apenas ignorou a preocupação do Itamaraty como reivindicou o direito de definir, sozinho, o que considera democracia. A mensagem é inequívoca - quem controla o Estado agora pretende controlar também o significado das palavras. Depois de anunciar que não haverá mais eleições livres, o regime afirma continuar realizando “eleições democráticas”. É a lógica típica das ditaduras modernas; mantêm o vocabulário da democracia enquanto eliminam, uma a uma, as condições que a tornam possível. Enquanto organismos internacionais e diversas democracias trataram o anúncio de Ortega como mais um grave retrocesso institucional, o governo Lula optou por uma nota protocolar, sem condenação explícita e sem qualquer consequência diplomática - dizer apenas que recebeu a notícia “com preocupação” soa desproporcional à dimensão dos fatos. A história mostra que ditaduras não recuam diante da complacência. Ao responder a Daniel Ortega com uma nota morna, o governo Lula não constrangeu o ditador; ao contrário, deu a ele a certeza de que não terá de pagar um preço político proporcional aos seus atos. #Liberdade #Democracia #DireitosHumanos

☢️ Reflexão da Cooperativa: nesta, vai ser difícil dizer que a culpa é do Passos. Porquê? Porque ele avisou em fevereiro deste ano que a nomeação de Luís Neves era uma imprudência. Muitos, ou até quase todos, trataram a intervenção de PPC como mais uma birrinha política. Um exagero. Um preciosismo constitucional. Uma implicância de quem já não manda mas quer marcar a agenda política. Afinal, diziam, se o homem é competente, qual é o problema? E agora camaradas, já perceberam o problema? O princípio. A realidade voltou a bater de frente e a dar razão ao Pedro. A democracia não vive apenas de boas gentes e competência, que escasseiam, é verdade. Vive de boas regras. E as boas regras existem precisamente para os dias em que as pessoas falham ou nos enganam. ➡️➡️Quando quem dirige a nossa polícia criminal passa diretamente para o governo, deixa de existir a fronteira que nunca deveria ficar esbatida. Não porque se presuma corrupção. Não porque se suspeite de má fé. Mas porque o poder democrático não pode depender da boa vontade de ninguém. Depende de distâncias. De travões. De separação de poderes. De instituições que se controlam umas às outras em vez de se confundirem. E foi exatamente isso que Passos Coelho disse.⬅️⬅️ E hoje, independentemente do desfecho judicial do caso do atrelado (e o resto, incluindo o tanque apiscinado, ou se preferirem, a piscina mascarada de tanque) a discussão voltou precisamente ao mesmo sítio. Não é por existir uma condenação, não existe. Não é porque esteja provado qualquer crime, não está. É porque bastou surgir uma situação desta gravidade para o país inteiro perceber porque é que aquelas fronteiras existiam. Afinal isto não era só uma formalidade. Era uma proteção. Protegiam o próprio ministro. Protegiam a polícia. Protegiam a investigação. Protegiam a confiança dos cidadãos. Quando um bem apreendido numa megaoperação antidroga aparece nas instalações de um empresário amigo do antigo diretor da PJ, hoje ministro, a pergunta deixa de ser apenas sobre o que aconteceu? A pergunta passa a ser como é que chegámos ao ponto de isto poder sequer acontecer sem destruir a confiança nas instituições? A da PJ, estaria sempre, perante um ato negligente, Luis Neves, enquanto responsável da PJ, também, mas agora, na posição de MAI, que garantias temos de que o tema vai ser tratado adequadamente, com independência, sem receio, sem desvios. O que pode o MAI, que tutela a PJ, fazer perante um caso do qual ele foi protagonista? Percebem a gravidade da coisa? Adiante. É aqui que a política portuguesa revela o seu pior vício. A arrogância de achar que as regras são obstáculos para os outros. Que os avisos são só exageros. Que os princípios só servem para as aulas de direito constitucional e seus derivados. É sempre assim. As democracias não implodem de um dia para o outro. Vão-se desgastando aos bocadinhos. Um precedente aqui. Uma exceção acolá. Um "não faz mal" hoje. Um "o gajo é bom pá" amanhã. Até que ninguém consegue explicar onde acaba o Estado e começam as relações pessoais. ⚠️Depois, um dia, chega o ingrediente que nunca falha numa mudança de regime; uma crise. Uma quebra da qualidade de vida. A sensação de que quem manda já não responde perante ninguém. É nessa altura que o cidadão já não quer reformar o sistema e passa simplesmente a querer substituí-lo. As revoluções raramente começam por causa de um atrelado. Começam quando milhares de pequenos atrelados vão convencendo um povo de que as regras já só existem para quem não manda. A maior irresponsabilidade de uma democracia nunca vem dos seus inimigos. Vem dos seus próprios protagonistas quando, por conveniência ou excesso de confiança, começam a destratar os princípios. Protagonistas que abrem fissuras nas paredes não podem depois pedir ao povo que admire o edifício quando ele está a estalar por todos os lados. Pedro, tu tens sempre tanta razão. Até eu começo a achar que a culpa é tua, a culpa de não voltares quando o povo exige que o faças.🥸 o dono da cooperativa 🎶🎵Passos, vai em frente, tens aqui a tua gente🎶🎵 Nota: não que eu tenha qualquer tipo de relevância, não tenho, nem nunca estive envolvido na política. Se Pedro Passos Coelho voltasse, era dos primeiros a juntar-me à causa. #Democracia #Política #Instituições

Observador Jul 21

Helena Ferro Gouveia, analista de assuntos internacionais, alerta que o Irão está a patrocinar ataques na Europa e defende que a intervenção dos EUA é crucial para salvaguardar as democracias e o modo de vida ocidental. #Geopolítica #Irão #ConflitoMédioOriente

"O Irão também nos ataca a nós e ao nosso modo de vida"

The president of Nicaragua announces that there will be no more elections in his country and the PCP supports it. Communism, like fascism, is a danger to democracies and freedom. Only those who do not want to see do not. Still, I am not in favor of banning parties; the people decide. (translated)

Roberto Motta Jul 20

Depois da Segunda Guerra Mundial os EUA poderiam ter transformado a Europa em uma colônia. Ao invés disso criaram o Plano Marshall. Japão e Alemanha, derrotados, foram reconstruídos como democracias, protegidas até hoje pelo escudo nuclear da OTAN. Foi a influência americana que impediu o ditador Vargas de aliar o Brasil ao Eixo fascista. Antiamericanismo é uma doença infantil, um sintoma de deficiência cognitiva, intelectual e moral. #história #diplomacia #EUA