BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Distorção
Rick Azevedo Jul 14

Uma pesquisa relatou que 40% das entrevistados acha que pobreza está ligada à “preguiça”. Isso é uma distorção bizarra da realidade. A média salarial de quem trabalha na escala 6x1 está na faixa dos R$ 2 mil. Como chamar alguém que trabalha SEIS dias na semana de preguiçoso? https://t.co/0R9fZhMtHK #Pobreza #TrabalhoDuro #RealidadeSocial

Obrigado por isso. Usar o jogo de Cabo Verde como exemplo do que o Paraguai deveria ou poderia fazer é uma distorção de contextos surreal. #CaboVerde #Paraguai #contexto

POSICIONAMENTO OFICIAL DO PERFIL ESTAGIÁRIO DO VASCO O Perfil Estagiário do Vasco, através de Gustavo Cunha (@gustavotutinha) e Lucas Sereno (@Serenocrvg), se posiciona de forma clara e inequívoca: estamos ao lado do presidente Pedrinho, sempre respeitando o direito à ampla defesa, porque entendemos que, neste momento, esse é o caminho para preservar o Vasco da Gama e viabilizar a venda da SAF para Marcos Lamacchia. Também nos posicionamos frontalmente contra TODOS os dissidentes da Sempre Vasco e contra TODOS os agentes políticos que ajudaram a afundar o clube durante décadas. Agora, chega de distorção. "Nada impede a venda." Essa frase deixou de fazer sentido no exato momento em que o próprio investidor declarou que o negócio depende da permanência de Pedrinho na Presidência. Ignorar essa realidade não é informar. É fazer política. Alguns preferem fingir que a entrevista de José Roberto Lamacchia nunca aconteceu. Este texto não pede que Pedrinho ou qualquer outro afastado deixe de ser investigado. Muito pelo contrário. Investiguem tudo. Quebrem sigilos, analisem contratos, apurem responsabilidades. O próprio Pedrinho afirmou que não tem nada a esconder e colocou seu sigilo bancário à disposição. Mas não usem investigações como instrumento para inviabilizar a venda da SAF. Se houver culpados, que respondam. Se houver crimes, que sejam punidos. Se tiver que cortar na própria carne, que corte. O que não aceitaremos é transformar uma investigação em ferramenta política para impedir uma negociação que pode mudar a história do Vasco. Vocês já tiveram a oportunidade de comandar o clube. O resultado está aí: décadas de destruição, dívidas, rebaixamentos, humilhações e um clube entregue. Não aceitamos mais discursos vazios nem narrativas convenientes. Se a condição imposta pelo investidor para concluir a compra é a permanência de Pedrinho na Presidência, essa é a realidade dos fatos. Quem insiste em dizer que "nada impede a venda" está, deliberadamente, distorcendo o que foi dito pelo próprio comprador. O Vasco está acima de projetos pessoais, grupos políticos e vaidades. Chega. Deixem o Vasco seguir em frente. #Vasco #Futebol #POLÍTICA

PERGUNTA SINCERA... Meses atrás, foi dito e sustentado publicamente: “Escreveu, não leu, o problema é seu”. A frase fazia referência ao contrato firmado entre os clubes da Libra e a Rede Globo. Mais especificamente, tratava-se da reivindicação apresentada por Bap em relação à distribuição da parcela vinculada à audiência, tema que, convém lembrar, não havia sido assinado. Decorridos alguns meses, retorna-se ao mesmo contrato, agora com o propósito de corrigir uma distorção contratual: a diminuição da participação dos clubes na hipótese de mais integrantes da Libra serem rebaixados à segunda divisão (11% de redução). A incongruência está no fato de que não existe simetria na situação inversa. Ou seja, não há previsão de acréscimo na remuneração dos clubes caso mais membros da Libra ascendam à primeira divisão, mais clubes dividindo a mesma quantidade de dinheiro. E o que ocorreu? Mais um clube subiu. O Palmeiras assinou o contrato, aparentemente sem a devida leitura, e deixou a Libra por deliberação própria. Agora, a própria Libra busca renegociar o instrumento para torná-lo mais favorável aos clubes. Haverá, desta vez, manifestação com o mesmo empenho, o mesmo vigor e a mesma eloquência? “E aí, Leila? Assinou sem ler, saiu porque quis: o problema é seu?” Ou esse princípio só se aplica quando o alvo é o Flamengo? #Futebol #Libra #Contratos

☢️Reflexão da Cooperativa: shame on you RTP🤡 A RTP conseguiu fazer da economia portuguesa uma espécie de aula de matemática dada com régua partida. O Banco de Portugal fala da aproximação do salário mínimo ao salário mediano; a RTP das Marrafas acha que é igual ao salário médio. Até parece coisa para simplificar a inguagem, mas não. É a diferença entre perceber o país e vender nevoeiro ao povo escudada no serviço público. É gravíssimo. ➡️➡️Eu explico. O salário médio é uma conta de merceeiro simples, soma-se tudo e divide-se por todos. Sabem aquilo do frango, o socialista come um, tu nenhum, em média o socialista e tu comeram meio frango. O salário mediano é outra coisa, é o trabalhador que está exatamente a meio da fila. Metade ganha mais, metade ganha menos. É com o salário mediano que se percebe a carne viva deste país. E o que o Banco de Portugal está a dizer é simples, o salário mínimo já está perigosamente encostado ao salário do meio. Entenda-se, estamos a construir uma economia onde subir na vida compensa cada vez menos. O trabalhador que estudou mais, nadou na m@rda e chegou à tona, aprendeu a fazer coisas que outros não fazem e produz mais valor olha para baixo e vê o salário mínimo a subir-lhe pela perna acima, tipo inundação de cave. Não é solidariedade camaradas, é infiltração. Os socialistas aparecem de braçadeiras a anunciar justiça social, mas não é. Eu explico. ⚠️Claro que aumentar salários baixos parece sempre bonito. Quem é que é contra alguém ganhar mais? Só um monstro, fãncista, de extrema-direita, cheio de discurso de ódio. Certo? Epá, não. O problema é que a economia não vive das boas intenções do Raimundo e companhia. Vive de produtividade, mérito, escala, investimento, responsabilidade e diferenciação. Quando o salário mínimo sobe por decreto acima da capacidade real da economia, não nasce riqueza. Nasce compressão. O chão sobe, mas o teto não acompanha. Resultado: o quarto fica mais baixo para todos. Dentro de uma empresa, isto é veneno de efeito retardado, mas fatal, sem antídoto. O tipo que faz o mínimo obrigatório vê o seu salário subir porque o Estado mandou. O que trabalha melhor, resolve problemas, vende, segura clientes, e carrega a casa às costas fica a ver a diferença a encolher. O que o patrão tem de pagar a mais aos medíocres por lei, é o que sobre de menos para premiar os melhores. É a lógica socialista no seu melhor, portanto, entenda-se no seu pior. Não criar mais degraus para as pessoas subirem, mas serrar os degraus que ainda existem para ninguém parecer estar demasiado alto. Chama-se redução da desigualdade; na prática, muitas vezes, é uma mera redução da ambição. O socialismo adora uma boa sociedade plana. ➡️➡️Não por justiça, mas porque a planície é mais fácil de governar. Pessoas sem grande diferença entre esforço e recompensa tornam-se dependentes da próxima decisão política, do próximo aumento administrativo, da próxima esmola com carimbo de progresso.⬅️⬅️ Isto lembra-me muito aquele velho exemplo da turma em que se decide dar a todos a nota do melhor aluno. No primeiro dia, os piores celebram, os medianos respiram de alívio e o melhor aluno ainda acredita que aquilo é só uma experiência pedagógica parva. Na segunda ronda, o melhor aluno estuda menos. Na terceira, os medianos percebem que também não vale a pena. Na quarta, já ninguém quer saber. A média da turma não sobe; desce a exigência. O professor fica muito satisfeito porque acabou com a desigualdade nas notas. Mas também acabou com o incentivo para aprender. Nos salários é igual. Se o trabalhador menos produtivo é empurrado para perto do trabalhador mediano por decreto, passa a haver uma distorção. Ou sobem os preços, ou esmagam margens, ou congelam carreiras, ou contratam menos, ou deixam de diferenciar quem merece. O mérito passa a ser redistribuído, não pela criação de valor, mas pela compressão administrativa da tabela salarial. ⚠️Camaradas, durante anos vendeu-se a fantasia de que bastava aumentar o mínimo para enriquecer o país. É o truque do ilusionista pobre, o salário mínimo sobe, a mediana fica logo ali pertinho, a classe média leva com mais uma pazada de cal em cima e o regime proclama vitória porque reduziu a distância entre pobres e remediados. Também podemos achar que é melhor assim porque somos todos medíocres e não merecemos mais, mas prefiro não acreditar nesta teoria. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa #Economia #Salário #JustiçaSocial

ABSURDO! O ministro Flávio Dino bloqueou uma reintegração de posse e o STF referendou. Isso fere a Constituição. Propriedade privada é cláusula pétrea e relativizar isso é uma distorção gravíssima. Enquanto o Estado falhar em proteger quem trabalha e produz, a nossa voz não vai calar. Compartilhe esse vídeo. #Constituição #PropriedadePrivada #Liberdade

Estamos calejados com falas distorcidas, mas esse último acontecimento envolvendo o Eduardo me fez pensar o dia todo. E o pior, não era porque eu não esperava, mas não dimensionei o nível que escalaria. Quando escutei a fala do Eduardo na entrevista, fiz o recorte e joguei aqui como precaução. Eu não sei se naquele momento já estava rolando a distorção … só me dei conta depois. Mas, voltando ao que fiquei pensando… O Eduardo não falou nada, pelo menos pra mim, que pudesse ser distorcido e amplificado como foi, e ainda assim aconteceu… Racionalmente, eu sei que se alguém quiser distorcer o que é dito, seja por maldade, por falta de interpretação, ou por qualquer outro motivo, será feito, não importa se as palavras certas foram usadas. Normalmente quando isso acontece é fácil pensar: “O que entenderam não é problema meu.”E deixar pra lá. Mas tem casos em que essa facilidade simplesmente não rola … porque a distorção entre o que foi dito e o que foi entendido é torcida de tal forma que gera a sensação de uma lança transpassando a lógica. O caso do Eduardo é um exemplo disso. Eu não sei até que ponto palavras realmente comunicam alguma coisa quando já decidem previamente o que verão. Daí, aquelas 6 letrinhas irritantes ficam saltitando na mente: por quê … ? #Comunicação #Distorção #Interpretação