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#Contratos

Empresário de Ibrahima Ba acusa Strasbourg de mudar as condições salariais e nega falha nos exames médicos: "Quando o contrato do jogador nos foi apresentado, foi notada uma diferença de 33% no salário anual" "Então, ontem, as mentiras subiram de elevador, enquanto a verdade decidiu ir pelas escadas. Obviamente, as mentiras chegaram lá primeiro porque o elevador é simplesmente mais rápido. Toda a gente sabe que o Ibrahima Ba teve uma lesão ligeira perto do fim da época passada, razão pela qual não jogou os últimos 2 jogos. Ele treinou muito duramente durante as suas férias e juntou-se ao seu clube dez dias antes da chegada do grupo. No início da preparação de pré-época, ele estava perfeitamente operacional: treinava normalmente com o grupo e disputava jogos amigáveis. O treinador com quem ele trabalhava, a quem agradecemos calorosamente pela sua confiança e pela sua fé neste jogador, juntou-se a um outro clube na semana passada. Esse clube decidiu fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para contratar o jogador. Pergunta para vocês, acham que se houvesse dúvidas sobre a saúde do jogador, o seu antigo treinador pediria ao seu novo [clube] para contratar o jogador por um montante recorde do clube?" Decidimos então aderir a este projeto depois de os dois clubes terem chegado a um acordo. O jogador fez testes médicos de 4-5 horas, fomos notificados de que tudo estava bem e que o jogador ia fazer a sessão de media por volta das 16h. Para nossa grande surpresa, quando o contrato do jogador nos foi apresentado, foi notada uma diferença de 33% no salário anual. Eu pessoalmente informei o clube de que o jogador não iria participar na sessão de media até chegarmos a acordo sobre o contrato do jogador. Foi-me então pedido para comparecer numa reunião para discutir este último assunto. Quando chegámos, outra enorme surpresa estava à nossa espera! Informaram-nos então de que existem preocupações com a saúde do jogador e que deveríamos esperar algumas horas por uma decisão vinda de Inglaterra. Após uma longa espera, decidimos regressar a Portugal. Outra grande surpresa: no minuto em que tomámos essa decisão, foi anunciado na comunicação social que o jogador tinha falhado nos exames médicos. O que é completamente falso." #IbrahimaBa #Futebol #Contratos

🚨 Empresários vão à CBF após Flamengo alegar reorganização financeira e suspender comissões. A Associação Brasileira de Agentes de Futebol (ABAF) enviou ofício à Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) pedindo a inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro da CBF. O manifesto cita como exemplo o atraso em pagamentos de comissões: "A gravidade do episódio se acentua pelo fato de o Flamengo ser o clube em melhor situação financeira do futebol brasileiro". O movimento não é novo, pois os empresários já vêm se mobilizando para serem incluídos no Fair Play Financeiro. A ABAF reforçou o pedido após a "reorganização financeira" alegada pelo Flamengo. Hoje, empresários podem cobrar dívidas na CNRD da CBF ou na Justiça Comum. Se forem incluídos no Fair Play Financeiro, poderão acionar a ANRESF, abrindo caminho para punições esportivas aos clubes inadimplentes. Nos últimos dias, o Flamengo informou aos empresários que pretende renegociar e reprogramar pagamentos de comissões previstos até o fim de 2026. O clube costuma pagar 7% das transações como comissão. Em outra mensagem, o Fla comunicou que os pagamentos pendentes de 2026 serão adiados para 2027, sem divulgar um novo cronograma. O GE procurou o Flamengo, que manteve o posicionamento do pelo presidente Bap ao canal Venê Casagrande: “É possível (renegociação) porque em alguns casos a gente entende que as condições não eram adequadas. A vantagem é o seguinte: como o Flamengo paga, tem credibilidade na praça. Pergunta para esse empresário se ele está recebendo de todo mundo em dia? Ou se ele está recebendo? Ele sabe que não. Quem não está satisfeito, não faz negócio com o Flamengo. Pode fazer negócio com os outros clubes, não tem problema. Agora, alguns contratos, alguns negócios que foram feitos com o Flamengo, algumas condições que o Flamengo aceitou contratualmente e não nos parecem razoáveis, nós temos, sim, buscado renegociar. Faz parte, é do jogo”, disse Bap. • SEGUNDA RENEGOCIAÇÃO DO FLAMENGO No início do ano passado, o Flamengo já havia adiado pagamentos a empresários para melhorar o fluxo de caixa no começo da gestão Bap. • VISÃO DA ABAF A ABAF pediu urgência na inclusão dos empresários no Fair Play Financeiro. A entidade entende que, se até o Flamengo ("a agremiação mais estruturada financeiramente do país") suspende obrigações contratuais, o risco enfrentado pelos agentes com outros clubes é ainda maior. 🗞️ @geglobo | @raphazarko 📸 Divulgação | ABAF #FairPlayFinanceiro #Flamengo #AgentesDeFutebol

La opacidad de los grandes fondos de inversión, como Blackstone y Brookfield, complica la situación de los inquilinos en Madrid, quienes enfrentan aumentos de precios y falta de comunicación sobre sus contratos de alquiler, en un contexto de crisis de vivienda agravada por la escasa transparencia y rentabilidad prioritaria de estos fondos. #CrisisDeLaVivienda #Inquilinos #TransparenciaInmobiliaria

La opacidad de los grandes fondos de inversión complica la información y la vida de los inquilinos

Un informe de la UCO revela que Santos Cerdán y su entorno recibieron 323.000 euros de la empresa Servinabar entre 2015 y 2024, la cual estaba implicada en supuestas irregularidades en la adjudicación de obras públicas, mientras que también se detallan pagos en efectivo, uso de tarjetas vinculadas y contratos laborales de familiares. #Cerdán #corrupción #PSOE

La UCO revela que Cerdán y su entorno cobraron 323.000 euros de Servinabar, la empresa clave en la trama

Atentos. Mi primicia de hace 8 días acerca de un mega contrato de $165 mil millones - denunciado desde la misma entidad pública - va en esto. Un tipo que no tiene ninguna experiencia ni perfil para ese cargo altamente técnico, no solo fue contratado allí en @FondoFenoge como flamante director ejecutivo sino que ahora lo van a atornillar 2 años más. ¿Merito? Ser el mejor amigo del @MinEnergiaCo @PalmaEdwin Abajo les muestro la “brillante” hoja de vida #Corrupción #Transparencia #ContratosPúblicos

Um atrelado de droga apreendido pela Polícia Judiciária em 2024 desapareceu do Seixal e foi localizado a 350 km, acoplado a um camião da Construbarcelos, levando à abertura de um inquérito para investigar as circunstâncias do seu desaparecimento e a ligação à empresa, associada a contratos com o ministro Luís Neves. #Justiça #PolíciaJudiciária #TráficoDeDroga

Atrelado de droga apreendido estava na Construbarcelos

❗️El Barça ya intercambia contratos con el Dortmund durante la tarde de hoy. Hoy, reunión en Barcelona de João Amaral con los abogados de Jorge Mendes: Paulo Rendeiro y Sergio Alves. Trabajando para la oficialidad. El pago podría llegar mañana. + info👇https://t.co/lKmQ14ZefD #FCBarcelona #Dortmund #fútbol

E

La inmigración laboral en España se ha consolidado como un pilar fundamental de la economía, con un 15,4% de los afiliados a la Seguridad Social siendo extranjeros, quienes cada vez firman más contratos indefinidos que los nacionales, especialmente en sectores clave como la hostelería, la agricultura y el cuidado, reflejando un crecimiento notable de su presencia y calidad laboral en el país. #InmigraciónLaboral #Empleo #SeguridadSocial

El nuevo mapa de la inmigración laboral: los bares, el campo o los cuidados dependen ya de los extranjeros, que firman más contratos fijos que los españoles

Llamativo. La misma Verónica Magario, Vicegobernadora de Kicillof, que defendió la Ley de Alquileres —esa que te dejaba sin nada para alquilar y, cuando conseguías, te multiplicaba el precio casi por tres en cada renovación— hoy simula preocupación por la situación de la vivienda. La memoria es corta, pero los inquilinos se acuerdan. Hace casi tres años teníamos esa ley, que hacía caer la oferta de inmuebles y disparaba los alquileres muy por encima de la inflación. La oferta en la Ciudad quedó en poco más de 400 unidades. Vos firmabas a ciegas, pagabas lo que te pedían y rezabas para que en la próxima renovación no te fundieran. Ese era el "derecho a la vivienda" del kirchnerismo. El Presidente Javier Milei terminó con esa pesadilla. Al eliminar la difunta Ley de Alquileres, el mercado volvió a la vida. Hoy los contratos son acuerdos libres entre las partes, la oferta de inmuebles no para de crecer y el precio promedio del alquiler cayó hasta un 30% en términos reales. Los contratos volvieron al peso y el inquilino recuperó lo que le habían robado, que es poder elegir y poder negociar su alquiler. Y ya que menciona el bolsillo, vamos al bolsillo. Lo que de verdad lo vaciaba era la inflación que nos dejó el modelo que la Vicegobernadora de Kicillof defiende: más de 200% en 2023, con picos del 25% mensual, licuando el sueldo antes de que la gente llegara a gastarlo. Hoy la inflación corre en torno al 2% mensual, la más baja en años, y sigue cayendo. Menos inflación es más plata en el bolsillo a fin de mes. El superávit fiscal que tanto le molesta es exactamente lo que hizo posible esa baja. El Gobierno Nacional ordenó las cuentas, cortó la emisión y terminó con el impuesto inflacionario que licuaba los sueldos. Con los precios en calma, el salario registrado volvió a ganarle a la inflación y las jubilaciones recuperan poder de compra mes a mes. Que el ejemplo más emblemático del modelo de la libertad sea justamente el mercado inmobiliario no es casualidad. Donde el kirchnerismo metió la mano para "proteger", destruyó. Donde este Gobierno deja que la gente acuerde libremente, floreció. Deberían explicarles a los bonaerenses por qué defienden la ley que los dejó en la calle. #Vivienda #Alquileres #Economía

Rentas. 5d

Señora Valentina Gutierres Araújo (@Valentinarauj18) usted no es profesional y tuvo contratos paralelos en diferentes entidades durante este gobierno por COP $219,167,054. Les dejo lo que tenemos desde R3ntas junto a mi equipo. 🧵 1/4 #Corrupción #Transparencia #Gobierno

El Tribunal Supremo ha solicitado al Congreso el permiso para procesar al diputado de los Comuns, Félix Alonso, acusado de prevaricación por adjudicar contratos a dedo durante su mandato como alcalde de Altafulla, alegando un uso indebido de esta figura para beneficiar a una consultora afín a su partido. #Prevaricación #FélixAlonso #ContratosADedo

El Supremo pide permiso al Congreso para procesar por prevaricación al diputado de los Comuns Félix Alonso

Mucho menos de lo que nos costó el robo de su gobierno a la UNGRD, los 30 billones en contratos a dedo de enero a marzo de este año y los viajes internacionales de Petro y Francia por el mundo o el costo del Ministerio de la Igualdad que no sirvió para nada. https://t.co/DvatcLrDqt #Corrupción #Gobierno #Justicia

Atentos pues. Lo que revela @erichsaumeth aquí, estos son los detalles: Hay orden de @mindefensa @PedroSanchezCol a todas las FFAA de dejar todo contratado antes del 30 julio, es decir una semana antes del cambio de gobierno. Se orden no centralizar contratos por el Ministerio sino de directamente por cada fuerza (Ejército, Armada, Aérea). Otra orden es del Presidente de la República para concretar la compra de dos aviones de transporte C390 Millennium (anteriormente Embraer KC-390), similar al que hemos usado siempre, el similar el C130J Super Hércules. Cada uno cuesta entre 90 y 100 millones de dólares. Igualmente, la compra de helicópteros Leonardo AW 139 y dos aviones pequeños L140, en los que ha manifestado alto interés la viceministra de Planeación del Ministerio de Defensa, Angélica Verbel, muy cercana al Presidente. ¿Por qué estas enormes adquisiciones al final del gobierno, cuánto nos cuestan? En un rato les comparto lo que me ha respondido el ministro @PedroSanchezCol https://t.co/ewzJ8fjp6S #Defensa #Contratos #Gobierno

A Procuradoria Europeia acusou 15 indivíduos, incluindo quatro funcionários públicos, e três empresas por envolvimento em um esquema de fraude que desviou mais de 3,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia, manipulando contratos públicos para favorecimento de determinados fornecedores em processos de aquisição de equipamentos. #FraudePRR #ProcuradoriaEuropeia #OperaçãoNexus

Operação Nexus: 15 acusados por fraude de 3,5 milhões ao PRR

Portugal se prepara para reformar su política de vivienda, permitiendo mayores libertades a los propietarios, facilitando los desahucios por impago, eliminando el control de precios en los nuevos contratos y abolindo límites en las fianzas, con el objetivo de estimular el mercado y reducir el número de viviendas vacías en el país. #ViviendaPortugal #Alquiler #Desahucio

El giro de Portugal con la vivienda para «dar confianza al mercado»: desahucio por impago, fianza libre y fin al control de precios

🚨⚠️MENSAJE AL CONSEJO DE ESTADO⚠️🚨 Los contratos firmados por De La Espriella durante la campaña: El primero con el Distrito Especial, Industrial y Portuario de Barranquilla el 23 de enero de 2026 por un valor de $357.000.000. El segundo fue firmado 3 días después con la Gobernación del Atlántico el 26 de enero por una cifra de $100.000.000. #Barranquilla #Gobernación #Contratos

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

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Nuño Ibáñez, un joven ingeniero burgalés, ha transformado su carrera desde la fabricación de motores de coches a convertirse en emprendedor de éxito, vendiendo más de 600.000 gafas de la NASA para el eclipse del 12 de agosto gracias a una idea sugerida por su madre y el uso de inteligencia artificial que le ha facilitado gestionar contratos y procesos burocráticos. #EclipseSolar #InteligenciaArtificial #Innovación

De hacer motores de coches a vender más de 600.000 gafas de la NASA para el eclipse del siglo: las siete vidas de Nuño, el joven burgalés que se asoció con la IA

🦅😳 SINCERÃO | Segundo Samir Carvalho, o atacante Wesley Gassova estava com a negociação encaminhada com o Cruzeiro. O acordo já havia sido fechado entre as partes e restavam apenas as assinaturas dos contratos. Durante esse processo, o jogador foi procurado pelo Sport Club Corinthians Paulista. O clube informou que vai avançar pela contratação caso consiga derrubar o transfer ban. Após a conversa, Wesley comunicou à diretoria do Cruzeiro que aguardaria uma definição do Corinthians antes de assinar o vínculo. A decisão desagradou MUITO os dirigentes da Raposa. Ainda de acordo com a apuração, Cássio e Fagner entraram em contato com o atacante para tentar convencê-lo a atuar pelo Cruzeiro. O desejo de Wesley, porém, é retornar ao Corinthians. Neste momento, o desfecho da negociação depende da regularização do transfer ban do clube paulista. 📰 @samircarvalho 📸 Reprodução / IG #MercadoDaBola #Futebol #Transferências

O Gaveta é um bom criador de conteúdo sobre edição, eu amo o canal dele e acompanho faz anos, tenho até camisa do canal, então esse Post claramente não é de um Hater e sim de um fã desapontado. Mas que vídeo tenebroso de RUIM e OFENSIVO sobre o FIM da Mídia Física foi esse que você fez cara, minimiza completamente o impacto dela com argumentos superficiais que dão a impressão de terem sido feitos com pouca pesquisa, por alguém que simplesmente não entende nada de Videogames. Estes são alguns dos "argumentos" dele, resumidos, e os nossos contrapontos para cada um: "Mídia física é só acúmulo de coisas, parece aqueles acumuladores." Contraponto: Dizer isso reduz a discussão ao colecionismo e ignora que muita gente compra mídia física por preservação, revenda, empréstimo e independência das lojas digitais. "Hoje em dia quase todo jogo precisa de atualização, então o disco já não resolve." Contraponto: Mesmo com patches, o disco ainda preserva uma versão jogável na maioria dos casos e garante uma forma de instalar o jogo sem depender da loja digital. "Jogos envelhecem rápido, então quase ninguém vai querer jogar daqui a 10 ou 20 anos." Contraponto: Isso é uma generalização. Retro gaming, emulação, remasters, os Ports recentes de COD, jogos antigos de sucesso até hoje como GTA San Andreas e comunidades inteiras mostram que existe demanda por jogos antigos, além do valor histórico e cultural. "Quando tentei instalar jogos antigos, eles nem funcionaram por problemas de compatibilidade." Contraponto: Isso é uma limitação de sistemas modernos, não da mídia física, e pode ser facilmente resolvido pesquisando 2 minutos no YouTube. Além disso, muitos consoles antigos continuam rodando seus próprios discos normalmente, além da Retrocompatibilidade em Consoles futuros. "Eu nunca precisei recorrer aos meus jogos físicos." Contraponto: Isso é um argumento baseado na experiência pessoal. O fato de ele nunca precisar não significa que a vantagem da mídia física deixe de existir. "No futuro tudo vai ser streaming mesmo." Contraponto: Ele trata uma previsão como se fosse inevitável, como se a gente devesse aceitar sem resistir. Ele praticamente não respondeu ao argumento mais importante: Preservação e Controle do mercado. Ele até reconhece que as empresas podem remover jogos, mas ignora as consequências disso. Com o fim da mídia física: • A PlayStation passa a controlar totalmente o acesso aos jogos • Podem remover títulos da PS Store quando quiser (e isso não é um "cenário hipotético" eles LITERALMENTE JÁ FIZERAM ISSO, não só com Jogos inclusive e removeram vários filmes da Biblioteca de usuários recentemente, sem contar jogos que são removidos por questões de contratos expirados) • Podem aumentar os preços sem a concorrência do mercado físico, Death Stranding 2 custa R$400 na PSN e na Mídia Física TODO DIA tem Promoções saindo por R$220, R$200 até R$180, e quem compra ainda consegue pegar esse dinheiro de volta depois caso venda, esse valor pode não fazer diferença para você Gaveta mas para a maioria dos Brasileiros faz. • Dificulta/impede a compra de jogos usados e o empréstimo entre consumidores • Preservação dos jogos praticamente fica dependente da vontade da empresa. Se um jogo sair da PS Store ou os servidores forem encerrados, o consumidor perde a única forma oficial de adquiri-lo. Novamente, esse não é um Post de Hate, ninguém aqui te odeia e sim eu gosto muito do seu canal, mas é impossível fazer um vídeo sobre um Assunto tão importante para milhões de pessoas usando argumentos tão pifios e não querer ser cobrado, ou usar a desculpa de "é só minha opinião" porque ela afeta diretamente outras milhões de pessoas que acompanham o seu canal e vão pensar igual. #Videogames #MídiaFísica #Preservação