De 15 de julho para cá, @FlavioBolsonaro subiu e Lula caiu, a diferença diminuiu de 8 para 3 pontos pela Quaest. O que aconteceu nesse período? - As tarifas de Trump vieram, anunciadas justamente em 15/7. Lula tentou atribuí-las a Flávio. - O Centrão decidiu não apoiar Flávio, primeiro ficando neutro, e agora, segundo Kassab, passando a apoiar Lula. - Milei veio à convenção, deu apoio enfático a Flávio, soltou o verbo contra Lula e manteve o que disse. Lula rebaixou as relações com a Argentina, apelou para o nacionalismo. - Flávio montou sua chapa com um vice que não é ligado nem ao Centrão nem à China, evitando uma candidata que “exigia” afastamento do “trumpismo”. - Os EUA suspenderam o visto da Embaixadora brasileira em Washington e tomaram várias ações mostrando sua determinação de combater o crime organizado e o comunismo na América Latina. Lula apelou para a “soberania”, gritou contra “interferência”, ligou para Xi pedindo afago, recebeu o braço direito de Putin e entrou definitivamente em rota de colisão com os EUA. Todos esses fatores parecem haver tido nas pesquisas o impacto oposto ao que a maioria dos analistas previa. A proximidade com Trump, com Milei e a perspectiva de ingresso do Brasil no Escudo das Américas, numa grande aliança contra o crime, a corrupção e o comunismo, bem como a rejeição do Centrão e o distanciamento da China, tudo isso está favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, enquanto o discurso da “soberania” de Lula, sua hostilidade aos EUA e sua opção pelo bloco totalitário prejudicam o candidato do PT/sistema. Brasil no Escudo das Américas: há fortes indicações de ser esta a fórmula que devolveu a Flávio uma competitividade que parecia perdida. #EleiçõesBrasil #Política #Candidaturas

