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#Escritores

porque todo autor de livro de autoajuda fica puto quando você fala que ele escreve livro de autoajuda? #Autoajuda #Literatura #Escritores

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

Christopher Judge ha criticado la serie de God of War por no contar con los escritores responsables de los videojuegos. “¿En qué están pensando? Estos tipos llevan 20 años trabajando en este mundo. ¿De verdad creen que alguien va a saber hacerlo mejor?” https://t.co/a1hBiE3gri #GodOfWar #ChristopherJudge #Videojuegos

Observador Jul 14

A partir de 18 de julho até o final de agosto, o Centro Cultural das Caldas da Rainha acolherá a exposição They Fight For Us Too, que reúne obras de 16 fotógrafos ucranianos e textos de escritores portugueses, abordando a guerra na Ucrânia e enfatizando a realidade do conflito e a resiliência do povo ucraniano. #Ucrânia #Fotografia #Arte

Caldas da Rainha recebe exposição sobre guerra na Ucrânia

Los escritores navegamos en barcos de papel, frágiles, pero no los abandonamos. Al menos yo no lo he hecho. Todavía

Oporto se convierte en la capital europea de la literatura
www.abc.es

Caros escritores e escritoras, precisamos da sua imaginação, da sua criatividade narrativa e do seu pensamento vibrante. Precisamos disso para criar espaços de liberdade e autenticidade, nos quais a graça divina possa fazer ressoar uma promessa de consolo e paz. https://t.co/lvHfly6MZq #Criatividade #Liberdade #Autenticidade

Queridos escritores y escritoras, tenemos necesidad de vosotros, de vuestra imaginación, de vuestra creatividad narrativa, de vuestro pensamiento vivaz. Necesitamos todo ello para crear espacios de libertad y autenticidad en los que la gracia divina pueda hacer resonar la promesa de consuelo y paz. https://t.co/cN6LLYbCWe #Escritores #Creatividad #Libertad

eldiario.es Jun 21

El catedrático Xosé Manuel Dasilva presenta en su obra Os libros censurados por Franco los casos de censura que sufrieron las obras en gallego durante la dictadura franquista, destacando las alteraciones y prohibiciones que enfrentaron escritores como Eduardo Blanco Amor, cuyo trabajo revela el impacto de la represión sobre la literatura gallega. #LiteraturaGallega #Censura #Franquismo

La literatura gallega bajo la censura franquista: “Frecuentes blasfemias, burlas y sarcasmos contra el obispo y los clérigos”
Gustavo Petro Jun 19

La constitucion de 1991 consagró la paz como un deber y un derecho de todos los colombianos y colombianas. En mi gobierno hemos trabajado con profundo convencimiento y compromiso en este propósito buscando garantia plena de derechos para las personas, comunidades y territorios; combatiendo las economias ilegales y habilitando los mecanismos lícitos para encontrar salidas que posibiliten la vida y la convivencia entre los colombianos y las colombianas. Nuestros historiadores y escritores han profundizado magistralmente en los dolores de las innumerables guerras que nos habitan en el pais y en el mundo. La tradición oral de nuestros pueblos dice que es mejor un mal arreglo que una gran guerra. Como pais estamos obligados a volver sobre el pasado para aprender del mismo y seguir construyendo desde el presente alternativas de un futuro mejor para todos incluyendo la propia naturaleza como sujetonde derechos. Los ultimos años de mi vida y la de muchos colombianos y colombianas dan testimonio de nuestra busqueda de la paz en Colombia. A partir del 7 de agosto seguiremos en este proposito. Me comprometo a seguir contribuyendo para que la paz sea parte del sueño y la realidad de las presentes y futuras generaciones de colombianos y colombianas. #Paz #Colombia #DerechosHumanos

News Martin Jun 3

⭐️ Martin Urrutia forma parte de TALENTO ICON 2026 de @icon_elpais "Hemos reunido a 23 de los escritores, músicos, artistas, diseñadores, intérpretes, cineastas, creadores, podcasters y reposteras que hacen de este año un lugar más interesante, más agradable y mejor" Disponible este sábado, gratis con EL PAÍS #Talento2026 #Arte #Cultura

ℹ️ | Martin forma parte del TALENTO ICON 2026 de @el_pais “Hemos reunido a 23 de los escritores, músicos, artistas, diseñadores, intérpretes, cineastas, creadores, podcasters y reposteras que hacen de este año un lugar más interesante, más agradable y mejor.” 🔗: https://t.co/KzhrAt724A #Talento2026 #Cultura #Creatividad

El mundo, con su inercia destructiva, ya no merece novelas largas y exigentes A pesar de los temores, creo que los escritores somos los más aptos para herramientas como la IA Me duele el corazón por la desaparición de la literatura tradicional, escrita durante meses en soledad, una obra de vida forjada en la mente de un individuo plenamente consciente. Dijo que a menudo le presento una idea a la máquina para que la analice, preguntándole: 'Cariño, ¿cómo podríamos desarrollar esto de forma magistral?'. Siempre que la utilizo, verifico la información adicionalmente, tal como lo he hecho durante décadas leyendo libros y consultando bibliotecas y archivos. A veces me inspiran los sueños, pero antes de que esta afirmación sea criticada duramente por los expertos, me apresuro a aclarar que son mis propios sueños.

"Cariño, ¿cómo podríamos desarrollarlo de forma magistral?": el terremoto cultural sobre el uso de IA provocado por una Nobel de Literatura
www.eldiario.es
20 minutos May 22

Rosalía, al recibir el premio Ivor Novello a Compositora Internacional del Año en Londres, aprovechó su discurso para criticar las desigualdades raciales y sociales en la industria musical, destacando que muchos escritores talentosos no reciben el reconocimiento que merecen. #DesigualdadMusical #Rosalía #IvorNovelloAwards

Rosalía critica la desigualdad en la industria: "Sé que hay escritores sobresalientes que no serán tan reconocidos como merecen"

Colombe Schneck ha liderado una protesta sin precedentes en el mundo editorial francés, impulsada por el despido del director de Grasset, que ha llevado a cientos de escritores a abandonar la editorial en defensa de la libertad de expresión y en oposición al control político que representa Vincent Bolloré. #LibertadDeExpresión #CrisisEditorial #ColombeSchneck

La escritora que ha causado un terremoto editorial en Francia: «La libertad de expresión está siendo atacada en todas partes»