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#Hierarquia

Agora o sistema tenta colar em Flávio as consequências da fake news sobre Nossa Senhora Aparecida. Estão desesperados. Eu, como Católica Apostólica Romana, afirmo: a CNBB - que não integra a Cúria Romana nem a hierarquia da Santa Sé, 𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐜𝐚𝐭𝐨́𝐥𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 - é composta, em sua maioria, por neo-marxistas ligados à Teologia da Libertação e ao PT. 👉 Há duas semanas, no especial do De Leste a Oeste (está no YouTube), expusemos a ligação umbilical entre a vasta ala da Teologia da Libertação na Igreja Católica brasileira e a origem do partido mais corrupto da nossa história. Repito: a CNBB não tem mandato para representar os católicos do Brasil. É um puxadinho político do PT. #Catolicismo #FakeNews #TeologiaDaLibertação

Pra quem não faz ideia do que é a CNBB, basicamente é a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. É onde estão reunidos os bispos, que estão acima dos padres na hierarquia da Igreja e têm enorme influência nas decisões e nos rumos do catolicismo no país. Quando Flávio Bolsonaro decide atacar gente de dentro da CNBB, ele está comprando briga com uma das partes mais importantes e influentes da Igreja Católica no Brasil. Tanto que a própria CNBB já soltou uma nota rebatendo as acusações de Flávio. Ou seja: faltando uma semana para a eleição, tentando resolver a confusão com Nossa Senhora Aparecida, Flávio conseguiu arrumar uma confusão ainda maior, agora com a própria liderança dos bispos católicos no Brasil. #CNBB #IgrejaCatólica #Eleições2023

+ A condição de apoiante público da candidatura Moedas/PSD/CDS/IL de uma das pessoas envolvidas neste negócio lança uma fundada suspeita sobre toda a atuação da hierarquia superior da Câmara Municipal neste processo. No mínimo, negligente. Na pior das hipóteses, conivente. #Moedas #CâmaraMunicipal #Corrupção #PT

A profundidade deste plantel é um luxo fantástico e ter praticamente duas equipas titulares dá garantias para a época inteira. 😍 No entanto, a hierarquia tem de ser clara, o Trubin tem de ser o nosso guarda redes titular indiscutível e o El Karouani tem de assumir o lugar de lateral esquerdo de caras. PS: O Marco Silva deu uma autêntica lição tática e mete no bolso o "treinador de estimação" de tanta gente, aquele que fartei-me de dizer que era fraco e fraco continua! 👀 #Futebol #Tática #Plantel

Esse nem foi dos melhores jogos dessa última leva. O time foi novamente organizado e isso já virou uma constante. Mas criou menos do que em outras partidas e também sofreu mais. Não merecia a derrota, mas tivemos jogos em que merecemos ainda menos e não vencemos. É o futebol. Pelo menos dessa vez, especialmente no segundo tempo, o Vasco converteu as chances que criou. E quando o time marca gols, está mais perto de vencer. Parece óbvio e é O Vasco só melhorou de verdade quando mexeu no meio-campo. Não foi por acaso. Jair faz muita diferença por ali. Controla o jogo como poucos. Lescano entrou e, no primeiro toque na bola, já deixou clara a sua qualidade. Thiago marcou o gol de empate e abriu o caminho para a reação. E ter Sosa, um marcador de nível que pode atuar em duas posições, dá ao time possibilidades de mudanças táticas que antes não existiam. O Vasco encorpou com os reforços. Então, não faz mais sentido insistir nos mesmos jogadores que não vêm dando resultado. Entendi o Pedro no começo. Ele respeitou a hierarquia, e isso faz parte da gestão de vestiário. Mas já deu. Pedro faz um bom trabalho. É um ótimo treinador. Mas agora está na hora de colocar ordem, fazer escolhas e estabelecer uma nova hierarquia dentro do time. E que jogador é Facundo Colidio. Mas esse merece um post só para ele. #Vasco #Futebol #Sport

A manifestação de hoje foi um sucesso. Flávio fez um discurso muito bom e demonstrou autoridade e conexão emocional com o povo. O entorno só precisa entender que existe hierarquia até na administração pública e que os possiveis e eventuais ministros são subordinados ao presidente. Também precisa lembrar que os superministros do governo Bolsonaro não mexeram uma palha para ajudá-lo quando ele mais precisou. #manifestaçãopública #Flávio #política

Renato Souza Aug 19

Tenho muito mais coragem que você para responder qualquer pergunta. Não me formei jornalista em um escritório burocrático, mas nas ruas da periferia do Brasil. Você desconhece completamente nosso sistema de Justiça, assim como nosso jornalismo. Willian Bonner é formado em comunicação social pela USP. Os demais citados se tornaram jornalistas antes de existir a graduação em jornalismo no Brasil. Para defender a qualificação dos profissionais da minha área, não preciso desmerecer meus antecessores. Eles viveram em um tempo que não havia redes sociais para dar voz a uma legião de imbecis que não tem noção do impacto de uma informação ou afirmação publicada nas redes sociais para centenas de milhares de pessoas. Bonner, Boechat e Casoy se tornaram jornalistas na rotina de redações com regras claras, hierarquia, qualidade de trabalho garantida pelos editores, crivos rigorosos na publicação e apuração da notícia, sob o aparato de estruturas profissionais e qualificadas de jornalistas. Não é possível comparar a época deles com a atual, onde qualquer um faz um blog ou página nas redes e sai publicando sem qualquer crivo, se dizendo jornalista e brincando com a vida das pessoas. Poucas décadas antes deles, o Direito também não exigia diploma para advogados. Mas este caminho tortuoso foi corrigido ao longo do tempo, com as profundas transformações sociais e avanço da complexidade do Direito e do sistema de Justiça. #Jornalismo #Mídia #Direito

🚨 AGORA! Saúl está insatisfeito com Leonardo Jardim e busca clube para deixar o Flamengo. O meia espanhol busca interessados que lhe paguem o que ele ganha no Rubro-Negro: cerca de R$ 2 MILHÕES por mês entre salários e luvas. A diretoria sabe da situação, mas admite dificuldade de se desfazer do jogador de 31 anos. O contrato vai até 2028. No dia a dia, Saúl não esconde o descontentamento com Jardim. Ele questiona métodos e faz cara de poucos amigos com as poucas oportunidades que recebe do treinador. Jardim já indicou que dará chances a quem estiver na frente na hierarquia, e que isso se conquista nos jogos e nos treinos. Na frente de Saúl estão Pulgar, Jorginho, Evertton Araújo, Paquetá e até De La Cruz, com problemas físicos crônicos que também o impedem de atuar mais. Saúl não disputa um jogo desde 30 de maio, na vitória por 3 a 0 sobre o Coritiba. Após a pausa para a Copa do Mundo, o meia foi relacionado para 4 jogos, mas não entrou em nenhum. 🗞️ @OGlobo_Esportes | @diogodantas 📸 Adriano Fontes/CRF #Flamengo #Saúl #Futebol

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Victor Lessa Jul 27

Foram quase dois meses de paralisação. Tempo para férias, descanso, preparação, correção de erros e implementação de novas ideias táticas. Em tese, mas na prática estamos vendo o Fluminense e o Zubeldia com os mesmos problemas de antes da Copa. Talvez até com mais dificuldades. Após ser apontado como o "melhor futebol do país" em fevereiro/março, o nível despencou e a equipe não dá sinais de evolução. A situação se agrava quando observamos uma junção muito perigosa de fatores que podem colapsar o trabalho do argentino. Queda técnica individual e coletiva + lesões + péssima leitura de jogo do treinador. Alguns velhos problemas se juntam a outros novos que obrigam a comissão técnica a ter que atacar em muitas frentes de recuperação. Isso num calendário como o que teremos a partir de agora pode ser inviável. Diante do Grêmio, por exemplo, vimos muita coisa que levou ao empate contra o Bragantino. Falhas na marcação, péssimo meio de campo e poucos chutes no gol. Martinelli fez duas das suas piores partidas com a camisa do Fluminense desde que se tornou um titular absoluto. Hércules uma água. Acosta se esforçando para ser aquilo que ele não é, ruim. Se a sua base técnica está tão mal, no coração do jogo, é inevitável você ter muitos problemas. O Fluminense tem uma posse de bola mansa, morosa, quase pedindo desculpas ao adversário por querer atrapalhar o seu dia. Pouca agressividade, verticalidade e poder de criação. Passes laterais que deixam o marcador em ótima situação de previsibilidade. Quantas jogadas de linha de fundo fez o Fluminense? Onde está a profundidade? Laterais passando, criando, abrindo espaço... pontas limitados que criam pouco ou quase nada... é fácil marcar o Fluminense. Quando conseguiu agredir foi na transição, com campo aberto, mas na hora da tomada de decisão... erros e mais erros. Ontem, tirando o pênalti, apenas dois chutes fracos no gol de um time que está perto de entrar no Z4. A leitura de jogo do Zubeldia parece sempre ruim. Não havia sentido para Germán Cano entrar nas duas partidas. Não agregou em nada, até porque o jogo não pedia isso. Escalações e substituições feitas com base em hierarquia de elenco. Como técnico, o argentino precisa ajudar o time, mas na maioria das vezes demora a tomar decisões com o jogo rolando e, quando toma, tem errado com muita frequência. O debate precisa ser além dos resultados. O Flu segue dando sinais preocupantes e não demonstra reação. A pergunta que eu me faço neste momento é: o que realmente o Fluminense faz de bom? Em que hoje o Fluminense é muito bom? Creio que a reflexão de Zubeldia e sua turma deve começar a partir daí. Pelo menos enquanto há tempo. Foto: Marina Garcia #Futebol #Fluminense #Treinador

Observador Jul 19

O artigo de Elisa Manero critica a falta de coragem e responsabilidade na hierarquia governamental em Portugal, que falhou em reconhecer que o modelo de correção digital de exames, idealizado por ministros e secretários de Estado, é ineficaz, resultando em um colapso sistêmico que não prepara adequadamente os profissionais envolvidos para as exigências da transição digital. #Educação #TransiçãoDigital #FormaçãoDocente

O erro não foi técnico: foi hierárquico

🚨 Zico comenta sobre pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães em eliminação do Brasil e lembra do seu caso: "Passei por isso, né? E fui taxado de culpado, porque o Brasil é sempre assim". "Acontece algum lance negativo, sempre alguém é culpado por isso. Não é questão de hierarquia, é questão de jogadores, no momento que estão em campo, eles batem o pênalti". "Acho que foi uma chance perdida, assim como houve a do Endrick, tão clamorosa como foi a do pênalti. Com certeza vão falar do pênalti como se fosse a grande razão por perder o jogo. E não é. Se o seu time não está preparado para perder um pênalti com 10, 15 minutos de jogo, aí não dá. Uma grande seleção não pode se abater por uma chance perdida". "Faltou garra, faltou pressão, faltou organização nos momentos mais complicados do jogo. O goleiro esticava a bola para o Haaland. Ele ganhava todas as bolas, divididas. O Haaland, em disputa com Gabriel (Magalhães), Marquinhos, ganhou todas". 🗞️ @ESPNBrasil 📸 Reprodução #Futebol #Brasil #Zico

“Contrate o Ancelotti porque ele vai instalar hierarquia e obediência, vai ser respeitado.” A maioria esmagadora aplaudiu. A ação que o povo queria que o Vinícius cometesse? Desobedecesse a ordem, a hierarquia, o comando. 04:55 da manhã e continuamos putos da cara aqui no escritório sem entender vendo esse tanto de gente incentivando insubordinação contra o mesmo cara que aplaudiram de pé pois ele controlaria isso no vestiário. Ancelotti e comissão também, definiram o Vini como 85357770° batedor do time por uma série de treinos de 2 semanas, sem levar o histórico (12/16 sendo 9/13 nos últimos 2 anos) e o feeling do momento. Tudo errado 🫩 #Futebol #Ancelotti #Hierarquia

A gestão do Tarcísio e do secretário de Segurança Pública de São Paulo foi um desastre para a Polícia Militar. Ele desorganizou sobretudo a hierarquia da PM, substituindo a meritocracia por um compadrio: nomeou pessoas da turma dele em vez de pessoas que os comandantes entendiam como as mais preparadas para assumir cargos de comando. Isso foi uma ruptura do acordo que existia dentro da própria corporação. #HaddadNaBand #SegurançaPública #PolíciaMilitar #GestãoGovernamental

Mercado Azul Jun 9

Conforme avança @zerozeropt, André Silva vai assinar apenas por 1 época, com mais uma de opção. O avançado, ao contrário do que informa a fonte, não vem ocupar a vaga de De Jong na hierarquia, mas sim a de Moffi. O FC Porto continua no mercado para dar mais uma grande opção para Farioli para o ataque, especialmente tendo em conta a lesão de Samu que se irá prolongar provavelmente até Outubro. #Transferências #Futebol #FCPorto

Observador Jun 7

A revolução dos drones, alimentada por tecnologia de baixo custo e inteligência artificial, está a redefinir a dinâmica da guerra moderna, desafiando as antigas hierarquias militares e a eficácia dos sistemas tradicionais de defesa. #GuerraModerna #Drones #DefesaEuropeia

A Nova Face da Guerra

Tarcísio e Flávio Bolsonaro já apoiaram o tarifaço dos EUA contra o Brasil para tentar proteger Bolsonaro. Agora, apoiam uma decisão que pretende criar uma relação de subserviência do Brasil diante dos Estados Unidos. Quando o combate ao crime organizado é tratado como segurança pública, Brasil e EUA cooperam de igual para igual. Mas, se os EUA tratam isso como tema de segurança nacional deles, podem exigir dados do Brasil sem ter a mesma obrigação de compartilhar informações conosco. Isso enfraquece nossa soberania e atrapalha o combate ao crime. Eu acho um escândalo o Tarcísio e o Flávio aceitarem esse tipo de hierarquia. Eles não podem ver o Trump que já começam a beijar a mão. O Lula foi lá, apertou a mão do Trump, e eles vão lá e beijam a mão do Trump. Esse tipo de atitude desmerece o país. #Brasil #Política #Soberania

📰| Ella, Belmont, Stephen e Mika relembrando momentos da época da primeira temporada: “Estamos seguindo aquele formato que vemos em outras séries, com um casal principal a cada temporada, mas é legal que os outros personagens continuem aparecendo, já que tudo se passa na faculdade.” Ella Bright: “A gente sentiu essa energia desde o começo. Nos testes de química, tinham 22 atores na sala. Eu achei que seria só sobre Garrett e Hannah, que eu estava indo apenas para fazer o teste romântico com o Belmont. Mas eu também li cenas com a Mika. O time de hóquei já estava sendo formado. O Josh Heuston estava lá para o Justin. Foi um dia muito empolgante. Parecia que a verdadeira base da série, o que realmente movia tudo, eram essas amizades — não só os relacionamentos românticos.” Stephen Kalyn: “A gente fez um camp de hóquei. Esses caras precisavam de bastante treino.” Belmont Cameli: “Eu sou muito rápido.” Stephen Kalyn: “Na verdade, ele é mesmo! Mas passamos muito tempo juntos, então isso ajudou bastante. E desde o primeiro dia de gravação, o elenco inteiro também saía bastante junto.” Belmont Cameli: “Parte do foco do casting, pelo menos pelo que conversei com a equipe, era juntar atores que realmente poderiam virar amigos, o que é algo interessante porque você quase nunca ouve isso sobre casting. Claro que eles queriam o melhor ator para cada personagem, mas também pensavam: ‘Como podemos criar um grupo de amigos de verdade?’ E mérito total da equipe de elenco, porque eles realmente conseguiram isso. Ella e Belmont lideram a primeira temporada, mas isso aqui é um esforço coletivo, do mesmo jeito que acontece no hóquei ou na música.” Mika Abdalla: “Em outros sets às vezes existe uma sensação de… não quero chamar de hierarquia porque parece algo negativo… mas, apesar de Ella e Belmont serem os protagonistas da temporada, ninguém era tratado de forma diferente. A Louisa deixou isso muito claro logo no começo. Ela falou: ‘Em algum momento, todo mundo é protagonista da série, então isso realmente não importa.’” Stephen Kalyn: “A ordem da call sheet era alfabética.” #Série #Amizade #Elenco

Observador May 21

O artigo de Nuno Lebreiro explora a figura do banqueiro anarquista, um personagem que transcende as normas sociais e busca o poder econômico como meio de impor sua vontade individual, ilustrando a dicotomia entre a anarquia idealista e a anarquia pragmática que ignora a ordem social, e sugere que a verdadeira anarquia se manifesta quando o indivíduo, ao alcançar o topo da hierarquia, se torna conservador e busca manter a ordem que lhe garante sua riqueza e poder. #Anarquismo #BanqueiroAnarquista #FilosofiaPolítica

Eu, abaixo assinado, confesso-me anarquista