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#Intervenção

Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em cárcere privado, proibir por 30 dias todas as visitas - exceto advogados e atendimento médico - e vetar, até o fim das eleições, encontros “com finalidade político-eleitoral” e manifestações políticas feitas diretamente ou por terceiros. A justificativa “ilegal” apresentada foi a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de uma carta escrita por seu pai, embora o senador já estivesse impedido de visitá-lo por 90 dias. Não existe no Código de Processo Penal uma cautelar chamada “proibição de visita política”. O Judiciário cria restrições por interpretação própria, sem lei específica aprovada pelo Congresso. Em pleno ano eleitoral, um ministro do STF passa a decidir quem pode encontrar o principal líder da oposição, sobre quais assuntos podem conversar e quais palavras poderão chegar ao público. Até Javier Milei, presidente da Argentina e aliado de Bolsonaro, dependerá de autorização judicial para visitá-lo; a defesa já apresentou o pedido. Isso é ativismo judicial convertido em lawfare - o uso expansivo do aparato jurídico para isolar, silenciar e reduzir a influência política de um adversário. Moraes não restringe apenas redes sociais, ele controla visitas, conversas, manifestações e contatos políticos durante uma campanha presidencial. Isso não vai acabar bem. O Brasil está em meio a uma crise internacional e comercial sem precedentes. O STF amplia a tensão institucional e entrega novos argumentos aos críticos do Brasil no exterior. A conta dessa escalada não será paga pelos ministros, mas pelo país - a história da Venezuela nos mostrou isso. Uma democracia não pode depender da vontade de um único magistrado para definir quem um preso em prisão domiciliar pode receber e o que pode dizer sobre uma eleição. Quando o juiz cria a regra, interpreta a regra e aplica a punição com impacto direto sobre a oposição, já não estamos diante de uma simples cautelar; estamos diante de uma intervenção judicial no processo político. Isso se chama ditadura da toga. #Justiça #Democracia #Liberdade

OvO 3d

@robertxyo Me corrijam se eu estiver errado, mas a casa Branca não fica na barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, né? Fica em OUTRO PAÍS, então PORQUE QUE ESTÃO OPINANDO EM UMA SITUAÇÃO DE OUTRO PAÍS?? #Política #Intervenção #Opinião

O historiador Bruno Cardoso Reis sugere que a possibilidade de uma invasão dos EUA a Cuba não deve ser descartada, especialmente num contexto em que a intervenção norte-americana no Irão e a crescente atividade dos Houthis no Mar Vermelho podem afetar significativamente os custos de navegação global. #Geopolítica #EstreitoDeOrmuz #ConflitosArmados

“Ideia de uma invasão dos EUA a Cuba não é disparatada”

O artigo discute a opinião de Miguel Baumgartner sobre a atual situação no Médio Oriente, destacando que a abordagem militar dos EUA contra o Irão, iniciada recentemente, não é suficiente para resolver o conflito, e que é necessário ter clareza sobre os objetivos dessa intervenção para garantir a segurança na região. #ConflitoNoMédioOriente #Irão #RelaçõesInternacionais

"Conflito no Médio Oriente não se resolve só com bombas"

🚨🏟️ ATENÇÃO! Maracanã pode ficar indisponível por longo período antes da Copa do Mundo Feminina de 2027. O assunto virou motivo de divergência entre a FIFA e o Consórcio Fla-Flu. A FIFA enviou um ofício ao Governo do Rio de Janeiro pedindo intervenção após o Consórcio Fla-Flu questionar prazos do contrato de uso do estádio. Isso porque o documento prevê 28 dias de proteção do gramado antes do primeiro jogo, além de 5 dias depois. OS CENÁRIOS: • Se o Maracanã sediar só a final (25/07/2027): indisponível de 27/06 a 30/07 (33 dias) • Se também sediar a abertura (24/06/2027): indisponível de 27/05 a 30/07 (64 dias) Por enquanto, o Maracanã receberá apenas a final, mas também é candidato para sediar a abertura. Flamengo e Fluminense tentam reduzir o período de preservação do gramado, para não ficarem sem o Maracanã por mais tempo até a paralisação do calendário do futebol masculino. A Copa será realizada de 24 de junho a 25 de julho. 🗞️ @geglobo | @raphazarko 📸 Rafael Ribeiro/CBF #CopaDoMundoFeminina #Maracanã #Futebol

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

🚨 URGENTE | CAIU A LIMINAR!!! O desembargador César Felipe Cury concedeu efeito suspensivo ao agravo apresentado pelo Vasco. Com a decisão, ficam sem efeito, por enquanto: • O afastamento dos conselheiros; • A intervenção judicial; • A proibição de o CRVG recompor os cargos do Conselho de Administração. Na decisão, o magistrado entendeu que as medidas determinadas em primeira instância foram excessivas para o estágio atual do processo. Segundo o relator, ainda não há demonstração suficiente de fraude, desvio de recursos ou prejuízo concreto que justifique uma intervenção tão drástica na gestão da SAF. #Vasco #Justiça #Futebol

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Justiça suspende intervenção na SAF do Vasco e autoriza retorno de Pedrinho. Desembargador derruba intervenção judicial e determina adoção imediata de medidas para corrigir a governança da SAF vascaína. ➡️Confira: https://t.co/HslaIuYQfP 📷 Ronald Lincoln⁣ ⁣ #ge2026 #futebol #vasco #vasco #futebol #justiça

🚨 URGENTE: Caiu a liminar que afastava Pedrinho do comando da SAF do Vasco. Com a decisão, os efeitos da intervenção ficam suspensos e o presidente retoma o controle da gestão da SAF enquanto o processo segue em julgamento. https://t.co/RBvvhteymW #Vasco #Futebol #Gestão

LIMINAR CAIU A liminar que havia afastado o Conselho de Administração da Vasco SAF e determinado a nomeação de uma interventora judicial foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em decisão assinada pelo desembargador César Felipe Cury, foi concedido efeito suspensivo ao agravo apresentado pelo Vasco. Com isso, ficam sem efeito, por enquanto, o afastamento dos conselheiros, a intervenção judicial e a proibição de o CRVG recompor os cargos do Conselho de Administração. Na decisão, o magistrado afirma que as medidas adotadas na primeira instância foram excessivas para o atual estágio do processo. Segundo o relator, ainda não há demonstração suficiente de fraude, desvio de recursos ou prejuízo concreto que justificasse uma intervenção tão drástica na gestão da SAF. Apesar de derrubar a intervenção, o desembargador determinou que a Vasco SAF adote uma série de medidas para reforçar a governança, incluindo regularização de documentos, maior transparência, calendário de reuniões entre os órgãos internos e acompanhamento por um profissional independente, que atuará como "watchdog", fiscalizando o cumprimento das determinações judiciais. A decisão é provisória e valerá até o julgamento definitivo do agravo pela 20ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Governança

Atenção:Agora, às 14:12 , o interventor nomeado pela magistrada da Sexta Vara Empresarial, acaba de peticionar nos autos do processo número 3111644-78.2026.8.19.0001 aceitando o encargo para o qual foi nomeado . #Justiça #Processo #Intervenção

VASCO SAF RECORRE AO TJ-RJ E PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DA INTERVENÇÃO JUDICIAL A Vasco SAF protocolou um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão imediata da decisão que determinou a intervenção judicial na empresa e o afastamento de integrantes do Conselho de Administração. No recurso, a SAF afirma que não está discutindo, neste momento, o conflito societário entre o Club de Regatas Vasco da Gama e a 777 Carioca LLC. Segundo a empresa, o objetivo é demonstrar que, após a implementação da intervenção, surgiram fatos novos que passaram a gerar impactos diretos na operação do clube. Entre os principais argumentos apresentados, a Vasco SAF sustenta que a intervenção aumentou a insegurança de patrocinadores, investidores, instituições financeiras, fornecedores, agentes, atletas e parceiros comerciais. De acordo com a petição, diversas negociações passaram a exigir novas análises jurídicas, atrasando contratos e dificultando a captação de recursos em um momento considerado decisivo para a execução do plano de recuperação judicial. O recurso também destaca que a situação ganhou novos contornos após a renúncia da interventora Samantha Mendes Longo, apenas seis dias depois de assumir a função. A SAF argumenta que a troca da intervenção, somada à declaração de suspeição da magistrada responsável pelo caso e à nomeação provisória de novos administradores, aumentou a percepção de instabilidade na governança da empresa. Outro ponto enfatizado é a proximidade da abertura da janela de transferências. A Vasco SAF afirma que a atual situação tem provocado questionamentos de clubes, empresários e representantes de atletas sobre a segurança jurídica e a capacidade financeira da companhia, o que poderia prejudicar negociações importantes para a montagem do elenco. Diante desse cenário, a SAF pede ao Tribunal que conceda efeito suspensivo ao recurso, suspendendo a intervenção judicial e restabelecendo a composição original da governança até o julgamento definitivo do agravo. Como alternativa, caso a intervenção seja mantida, a empresa propõe a substituição do atual modelo por um monitor independente ("watchdog"), responsável apenas por acompanhar os atos de gestão e informar o Judiciário sobre eventuais irregularidades, sem assumir a administração da companhia. O recurso foi protocolado em 9 de julho de 2026 e será analisado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. #Vasco #Justiça #Esporte

Para a militância de redação da Folha, quando a esquerda rejeita um resultado, sem apresentar uma única evidência de manipulação a favor do candidato que venceu, isso é só um "mau sinal". Um deslize de temperamento. Nada que o comportamento de Petro configure tentativa de golpe. Curioso. O que a redação chama de "mau sinal" é um presidente em exercício que responde a inquérito criminal por interferência eleitoral em favor do seu candidato, com base no artigo do Código Penal colombiano que tipifica a intervenção política de agente público. É um presidente que se recusa a reconhecer a legitimidade do governo eleito, convoca marchas antes da transferência de poder e fala em anular o segundo turno. É um governo sob acusação de coerção eleitoral em regiões inteiras entregues ao crime organizado, onde seções despejaram a quase totalidade dos votos no candidato oficial. Missões internacionais, incluindo a da OEA, descartaram fraude. O golpe, se há um, não vem das urnas: vem de quem perdeu e não aceita. Agora inverta os personagens. No Brasil, questionamentos e protestos da direita, num processo eleitoral marcado por censura judicial e perseguição, viraram "tentativa de golpe", tese, inquérito, prisão. Manifestação política tratada como crime. A régua é essa. Quando a esquerda rejeita resultado, é só um "mau sinal". Quando a direita questiona, é inimigo a ser preso. E há quem ainda chame isso de "jornalismo profissional". #Eleições #Justiça #LiberdadeDeExpressão

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, admitiu a possibilidade de intervenção da Aliança Atlântica no Médio Oriente caso falhem as negociações entre os EUA e o Irão, reafirmando o consenso de que o Irão não deve ter armas nucleares, enquanto o preço do barril de Brent continua a subir nos mercados internacionais. #NATO #Irão #Diplomacia

18h. NATO admite intervir no Médio Oriente se diálogo falhar

Cadê a ficha do nosso interventor Athos de Andrade Figueira Neves? É pressão nele. Já que é o responsável atualmente. #AthosDeAndrade #Intervenção #Pressão

O ministro Mauro Vieira envergonha o Itamaraty ao sugerir que classificar facções como terroristas atrairia uma "intervenção militar" americana no Brasil. Esse discurso leviano, além de subestimar nossa inteligência, expõe a incapacidade do próprio governo de asfixiar o crime organizado. Nosso país precisa de menos ideologia e mais firmeza contra a criminalidade. #Brasil #SegurançaPública #Política

Justiça mantém intervenção no Vasco SAF e nomeia novo interventor judicial A 6ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a decisão que determinou a intervenção na gestão do Vasco SAF e rejeitou o pedido de reconsideração apresentado pelo Clube de Regatas Vasco da Gama. Na decisão assinada pela juíza Simone Gastesi Chevrand, a magistrada entendeu que o pedido do Vasco não trouxe fatos novos capazes de justificar a revisão da medida anteriormente adotada. Segundo a decisão, eventuais mudanças no mérito da intervenção deverão ser analisadas pelo Tribunal, por meio do recurso já interposto pelo clube. A juíza também afastou a alegação de que a disputa deveria ser julgada exclusivamente pela arbitragem, afirmando que a intervenção decorre da competência do Juízo da Recuperação Judicial para fiscalizar a administração da empresa em recuperação. O despacho esclarece ainda que a intervenção é limitada às questões de governança, transparência, prestação de contas e circulação de informações entre os órgãos da companhia. A decisão ressalta que os executivos responsáveis pelo futebol permanecem exercendo normalmente suas funções, incluindo negociações de jogadores, contratação de treinador e demais atividades da rotina esportiva. Outro ponto destacado é que a intervenção tem caráter temporário e que não impede as negociações para uma eventual venda das ações da Vasco SAF. De acordo com a magistrada, a atuação do interventor busca garantir maior transparência ao processo. Com a renúncia da interventora anteriormente nomeada, a Justiça designou o advogado Athos de Andrade Figueira Neves para assumir a função de interventor judicial. Também foi nomeada a empresa ICTS Global para realizar a auditoria especializada que irá apurar aspectos relacionados à governança, controles internos e processos administrativos da SAF. A decisão ainda determina a continuidade da tramitação do processo, com novas manifestações das partes e posterior análise do Ministério Público. #Vasco #Justiça #Intervenção

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Vasco protocola na Justiça carta de Marcos Lamacchia e diz que intervenção trava investimento na SAF Empresário afirma que contratos estavam prontos para assinatura, mas condiciona continuidade da operação ao fim da intervenção judicial e à volta dos antigos dirigentes https://t.co/Qd7l38bVCE #Vasco #Justiça #Investimentos

ATENÇÃO! O Vasco apresentou uma carta de Marcos Lamacchia no processo da intervenção da SAF. No documento, o investidor se compromete a comprar as ações da SAF caso seja encerrada a intervenção e os membros do Conselho de Administração que foram afastados sejam restituídos. 🗞️: @Danteskoo #Vasco #SAF #Futebol

🚨 URGENTE! NOVA MOVIMENTAÇÃO O investidor Marcos Lamacchia afirma, em documento enviado à SAF Vasco, ao CRVG e aos interventores judiciais, que todos os termos materiais da operação já estavam negociados, restando apenas a assinatura dos contratos. Segundo a manifestação, o único fator que impede a formalização do investimento é a intervenção judicial, que, na visão do investidor, gerou insegurança jurídica após o afastamento do Conselho de Administração. O grupo ainda afirma que não pretende renegociar qualquer condição do acordo e que está pronto para assinar a documentação assim que houver o restabelecimento das condições de governança. #Vasco #Investimento #Governança