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#Oposição

O Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, aceitou liderar a oposição ao seu partido Pacto Histórico após deixar a presidência em agosto, destacando a necessidade de uma bancada unida e um regulamento mais rigoroso para garantir a transparência nas votações no novo Congresso. #Colômbia #Eleições #Política

Petro aceita liderar oposição quando deixar presidência

O Ministro da Educação garantiu que as notas suspensas dos alunos serão comunicadas ainda hoje às escolas, enquanto a oposição critica o governo pela situação, apontando uma falta de responsabilidade e defendendo a necessidade de uma comissão parlamentar de inquérito. #Educação #Notas #Venezuela

As notícias das 22h

Todo ano eleitoral teremos o Estado pesando a mão seletivamente contra a oposição? A democracia relativa precisa ser vencida para que a Constituição seja inteiramente resgatada. https://t.co/dYfYvB7J0L #Democracia #Eleições #Constituição

Esqueça por um minuto quem é o réu. Fique só com o princípio. Nemo iudex in causa sua. Ninguém pode ser juiz da própria causa. Isso não é doutrina de direita nem de esquerda: é a regra mais antiga do Direito, anterior a qualquer Constituição. Agora aplique o princípio ao caso concreto. Um ministro do Supremo decide, sozinho, quais visitas o principal líder da oposição pode receber e o que ele pode comunicar ao país em ano eleitoral. Até cartas (!) entram na proibição. Esse mesmo ministro opera há ANOS como principal opositor e repressor desse grupo. E isso não é interpretação, é registro público: Desde 2019, é o relator de um "inquérito" aberto pelo próprio Supremo, sem provocação do Ministério Público, para investigar ataques ao próprio Supremo: vítima, investigador e juiz no mesmo processo. Até hoje, esse instrumento funciona como censura em massa da direita brasileira; Em maio de 2022, meses antes de presidir a eleição, ele já classificava a direita como ameaça antidemocrática nas redes; Escreveu tese e livro inteiros sobre o dever de "combater o populismo digital extremista", o nome que ele dá ao campo do réu; Diplomou Lula e, na mesma noite, foi à festa de comemoração do diplomado, na casa de um advogado, ao som de samba; O ex-chefe do setor de combate à desinformação do TSE revelou, em mensagens publicadas pela Folha, que o gabinete encomendava relatórios sob demanda para abastecer inquéritos do próprio ministro. "Só entravam no gabinete coisas para criminalizar a direita", disse ele; Na despedida do TSE, celebrou que o Brasil "saiu vencedor" dessa disputa; Em agosto de 2025, da própria cadeira de ministro, chamou bolsonaristas de "organização criminosa miliciana", de atuação "covarde e traiçoeira"; E até o delator central do caso relatou ter ouvido, do próprio comandante do Exército, que o ministro nutre "raiva e ódio" pelo ex-presidente. Não por acaso, ele se tornou o alvo central das críticas desse mesmo campo e de reiterados pedidos de impeachment. A pergunta não é ideológica, é institucional: esse juiz é imparcial nessa causa? Você aceitaria ser julgado assim? Agora o teste de simetria. Lula, preso em 2018, recebia lideranças na "cela", lançou a candidatura do Haddad por carta lida em ato público e manteve os perfis nas redes, pilotados por assessores. Dirão: "os regimes jurídicos eram diferentes". Exato. E aqui entra outro princípio básico do Direito: Lex uno ore omnes alloquitur. A lei fala a todos com uma só boca. Deve valer igualmente para qualquer réu. Por que o sistema jamais desenhou para Lula as restrições que desenhou para Bolsonaro? A diferença de desenho é a prova da diferença de tratamento. Não é preciso gostar de Bolsonaro para enxergar o problema. Basta aceitar que a regra que vale para um tem que valer para o outro. Como alguém pode falar em eleições livres diante desse estado de coisas? Quando um tribunal abandona pilares seculares do Direito, o nome disso não é "proteção da democracia". É estado de exceção. #Direito #Justiça #Democracia

Alexandre de Moraes decidiu manter Jair Bolsonaro em cárcere privado, proibir por 30 dias todas as visitas - exceto advogados e atendimento médico - e vetar, até o fim das eleições, encontros “com finalidade político-eleitoral” e manifestações políticas feitas diretamente ou por terceiros. A justificativa “ilegal” apresentada foi a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de uma carta escrita por seu pai, embora o senador já estivesse impedido de visitá-lo por 90 dias. Não existe no Código de Processo Penal uma cautelar chamada “proibição de visita política”. O Judiciário cria restrições por interpretação própria, sem lei específica aprovada pelo Congresso. Em pleno ano eleitoral, um ministro do STF passa a decidir quem pode encontrar o principal líder da oposição, sobre quais assuntos podem conversar e quais palavras poderão chegar ao público. Até Javier Milei, presidente da Argentina e aliado de Bolsonaro, dependerá de autorização judicial para visitá-lo; a defesa já apresentou o pedido. Isso é ativismo judicial convertido em lawfare - o uso expansivo do aparato jurídico para isolar, silenciar e reduzir a influência política de um adversário. Moraes não restringe apenas redes sociais, ele controla visitas, conversas, manifestações e contatos políticos durante uma campanha presidencial. Isso não vai acabar bem. O Brasil está em meio a uma crise internacional e comercial sem precedentes. O STF amplia a tensão institucional e entrega novos argumentos aos críticos do Brasil no exterior. A conta dessa escalada não será paga pelos ministros, mas pelo país - a história da Venezuela nos mostrou isso. Uma democracia não pode depender da vontade de um único magistrado para definir quem um preso em prisão domiciliar pode receber e o que pode dizer sobre uma eleição. Quando o juiz cria a regra, interpreta a regra e aplica a punição com impacto direto sobre a oposição, já não estamos diante de uma simples cautelar; estamos diante de uma intervenção judicial no processo político. Isso se chama ditadura da toga. #Justiça #Democracia #Liberdade

Soraya Thronicke, que no último pleito foi oposição da esquerda, posta foto com o presidente Lula e anuncia que é pré-candidata nas eleições deste ano #Política #Eleições2024 #Lula

PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram a lei das burcas, que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, após negociações que destacaram a questão da segurança, apesar da oposição da esquerda parlamentar. #LeiDasBurcas #Política #Governo

PSD, Chega, IL e CDS aprovam "lei das burcas"

No Brasil até a DISCUSSÃO do assunto é proibida. O candidato de oposição tem medo de FALAR sobre o assunto. Alguém tem dúvida de que fomos vítimas de um golpe de um regime? #Brasil #Política #LiberdadeDeExpressão

O Knesset de Israel foi dissolvido em preparação para as eleições de outubro, em meio a uma crescente oposição liderada por Naftali Bennett, enquanto o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu luta para manter o poder e enfrenta críticas sobre suas reformas judiciais e militar. #Israel #Eleições #Netanyahu

Knesset dissolvido perante eleições de outubro

André Ventura, líder do Chega, desafiou o Governo português a apresentar uma moção de confiança durante o Debate do Estado da Nação, que foi marcado por críticas da oposição e uma defesa firme do primeiro-ministro e do PS, que afirmaram não ter medo de eleições, enquanto os apelos por responsabilidade e estabilidade foram reiterados por várias figuras políticas. #DebateNacional #ConfiançaNoGoverno #EstabilidadePolítica

Ventura desafia Governo a apresentar moção de confiança

Você que não gosta do Lula mas se recusa a votar no Flávio, raciocine rapidamente: A forma mais RÁPIDA de você “se livrar do bolsonarismo” é Flávio Presidente por 4 anos, passando o bastão para outro candidato fora da família. Ele já assinou PEC pelo fim da reeleição e assim o fará. Por outro lado, Lula reeleito o bolsonarismo se consolidará como ÚNICA oposição à esquerda. Difícil entender? #Brasil #Política #Eleições

.@BolsonaroSP, um filho que foi para os Estados Unidos em uma viagem com a família e não pode mais voltar, inclusive tendo suas contas e as de sua esposa bloqueadas sem embasamento algum, mesmo tendo duas crianças para alimentar. Hoje, mais um absurdo jurídico é inventado, e outro filho é impedido de falar com o próprio pai (@FlavioBolsonaro ). Quem é complacente com o que vem ocorrendo no Brasil há alguns anos sabe o que está acontecendo e quer se colocar como uma oposição permitida. Pouco se importam com a liberdade, preocupando-se apenas com um projeto infantil e pessoal de poder de um grupelho. Quem pensa no Brasil sabe o que deve fazer e como fazer. Estamos juntos pelo resgate da democracia no Brasil, independentemente do que acontecer com nossas vidas. Elas já não pertencem apenas a nós. Temos que pensar no que acontecerá com nossos filhos. #Brasil #Democracia #Liberdade

Nota O governo Lula colhe o que plantou. Enquanto transformava a política externa em instrumento de militância ideológica, ignorava as negociações com os Estados Unidos. O resultado veio em forma de tarifas. A indignação seletiva também chama atenção. Quando a China impôs tarifas de 55% e a União Europeia restringiu a carne bovina brasileira, o governo ficou em silêncio. Agora posa de defensor da soberania, embora sequer tenha enviado representante à audiência pública que antecedeu a decisão americana. Quem paga essa conta são os produtores, os exportadores, os trabalhadores e toda a economia brasileira. O Brasil precisa de uma política externa guiada pelo interesse nacional, não pela ideologia. Em 2027, o país terá a oportunidade de voltar ao caminho do diálogo, do pragmatismo e da prosperidade, com @FlavioBolsonaro presidente. Rogério Marinho (PL-RN) Líder da Oposição no Senado Federal #PolíticaInternacional #EconomiaBrasileira #ComércioExterior

Na véspera do debate sobre o estado da Nação, a oposição critica severamente o Governo por sua falta de reformas e a crescente instabilidade no país, apontando problemas como o aumento do custo de vida, a crise da habitação e falhas na educação e saúde. #EstadoDaNação #InstabilidadePolítica #CustoDeVida

O "caos" de um país "em falência": a análise da oposição

O governo italiano ampliou a detenção preventiva para menores considerados perigosos, permitindo sua detenção antes de manifestações ou em áreas de lazer noturno, o que gerou críticas da oposição de centro-esquerda. #Itália #detençãopreventiva #segurançapública

Governo italiano alarga "detenção preventiva" a menores
DataFut 6d

Começam a aparecer nomes de possíveis candidatos de oposição a Gianni Infantino na FIFA. A UEFA pode lançar um candidato. Dariusz Mioduski, dono do Legia Varsóvia, pode ser um dos nomes da chapa da UEFA. https://t.co/nj8qB2qX91 #FIFA #Infantino #UEFA

Está claro o caráter TOTALITÁRIO da esquerda brasileira, que instrumentaliza o feminismo para calar qualquer oposição. Repare no movimento. A mulher do Descondenado chama de "misoginia" a simples cobrança do público sobre seus gastos exorbitantes em viagens pelo mundo. Cobrança legítima, feita a quem vive do dinheiro do contribuinte. O truque é velho e é sempre o mesmo. Transformar crítica política em crime de gênero. Quem pergunta quanto custou vira agressor. Quem exige transparência vira misógino. Não se responde à pergunta. Criminaliza-se quem pergunta. E não é retórica solta. Na mesma entrevista em que classificou a cobrança sobre suas viagens como "misoginia pura", ela pediu ao Congresso que aprove o PL 896, o projeto que equipara misoginia a racismo, com pena de dois a cinco anos, crime inafiançável e imprescritível. O texto já passou no Senado e teve urgência aprovada na Câmara. A oposição resiste exatamente pelo motivo óbvio: uma tipificação vaga o bastante para transformar opinião em processo criminal. Junte as duas pontas. Primeiro se decreta que criticar uma mulher de poder é misoginia. Depois se pede uma lei que mande a misoginia para a cadeia. O que sobra no meio é a oposição, processada por perguntar quanto custa o avião. O raciocínio, levado ao fim, é este: basta ser mulher para ficar acima da fiscalização, e quem insistir na pergunta responde na Justiça. Isso não é defesa de mulher nenhuma. É blindagem de poder com verniz de pauta identitária. Isso é a esquerda. #Feminismo #Totalitarismo #LiberdadeDeExpressão

NOTA A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político. A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição. O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais. Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático. Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento. A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes. Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática. Senador Rogério Marinho Líder da Oposição no Senado Federal #LiberdadeDeExpressao #Justica #Democracia

É vergonhoso ver o aparelhamento destruir uma das nossas instituições mais importantes. Apenas dois dias após o Diretor-Geral da PF ir a público afirmando que alvos sancionados pelos EUA não tinham ligação com o PCC, a própria corporação deflagrou uma operação e prendeu esses mesmos alvos, confirmando a denúncia e expondo o vínculo com a organização criminosa denominada como terrorista pelo governo americano. Enquanto sobra efetivo para perseguir a oposição e faltam recursos para investigar a corrupção do governo, a segurança pública é sacrificada por interesses políticos. Até quando esse escândalo vai continuar? #Corrupção #SegurançaPública #Política

Não tenho nenhum amor pelo Valdemar - e ele sabe. Mas, não é meio evidente que o presidente de QUALQUER PARTIDO influencie as suas emendas parlamentares? O ex-membro de um partido político está criminalizando a atuação do presidente do partido de oposição. Regime a todo vapor. https://t.co/8xdL7sm6x2 #Política #Eleições #Corrupção