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#Optimismo

A lo importante… Decía Woody Allen que «las dos palabras más bonitas del idioma no son “te quiero” sino “es benigno”». ¡NO HAY CÁNCER ALGUNO! Pero el susto ya no me lo quita nadie jajaja. Me temo que me tendréis que seguir aguantando en esta Corrala 2.0 por algún tiempo más. ¡GRACIAS POR VUESTRO APOYO Y CARIÑO! 💝 #Gracias #Apoyo #Optimismo

#LeRadar 22h

#EDLP TODOS LOS CAMINOS CONDUCEN A GALARZA FONDUE ES EL ELEGIDO Ó LA OPCIÓN MÁS POTABLE QUE QUEDÓ TRABAJAN A DESTAJO PARA CERRARLO HAY OPTIMISMO https://t.co/dIcELQhFlT #Galarza #Fondue #Optimismo

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Carlos Alcaraz returns triumphantly to the US Open in New York by defeating Roman Safiullin in a solid match despite his long injury absence, leaving a good impression that fuels optimism about his form. (translated)

Pese al óxido en la raqueta, Alcaraz reaparece triunfal en Nueva York

Maite Cazorla, the point guard of the Spanish women's basketball team, expresses her determination and optimism ahead of the upcoming World Cup in Berlin, highlighting the excitement of the team after eight years of absence in the tournament and the talent of the younger players. (translated)

Maite Cazorla: «Ganar a Estados Unidos, ¿por qué no? Nosotras vamos a ir a por todas»

Exclusiva: el Valencia negocia por Harvey Elliott. Hay optimismo entre las partes. https://t.co/kyekVcxAMi #ValenciaCF #HarveyElliott #Fichajes

Álvaro Morata está muy cerca del Leganés. El presidente del club, Eduardo Cosín, y el director deportivo, Andrés Pardo, están trabajando intensamente para alcanzar un acuerdo total con el delantero. Las negociaciones van muy bien y hay optimismo. Los clubes, negociando sobre una cesión. #Morata #Leganés #fútbol

Javier Boñar traspasado al Girona: negociación en curso y optimismo entre las partes. El futbolista del Atlético ha tenido varias ofertas en estas semanas, entre España, Italia y Portugal, pero su prioridad es un proyecto deportivo de cara a futuro. https://t.co/dIfmjsqQ1C #Fútbol #Traspasos #Girona

Adama Traoré está cada vez más cerca del Dépor. Las próximas 48 horas serán decisivas, pero en el club reina un optimismo moderado respecto a que se cierre el fichaje. @marca #Fichajes #Deportivo #Traoré

Veo a la gente muy negativa para el partido de este finde contra el Atlético, y no veo motivo para ello. https://t.co/9BLRynkFU0 #Fútbol #Atlético #Optimismo

José Mourinho, in his first press conference after returning as coach of Real Madrid, expressed his optimism about the season, emphasizing that without trophies it cannot be considered successful and ensuring a pragmatic approach in his work with the team. (translated)

Mourinho: «Todos estos años, con cada título del Madrid, me llamaba el presidente»

Fund managers claim that the Spanish stock market has become their preferred option for the next twelve months, surpassing the German market, thanks to a general optimism about economic growth and the potential increase in profits, despite geopolitical uncertainty and inflationary challenges. (translated)

Los gestores de fondos se rinden ante la bolsa española y la sitúan entre sus favoritas

🚨🎖️| ÚLTIMA HORA: La confianza del #FCBarcelona en el fichaje de Rodri Hernández es total y el optimismo dentro del club es enorme. Todos los indicios apuntan a que el futuro de Rodri estará en el #Barça. [@FabrizioRomano] https://t.co/q7ciE3j5qd #FCBarcelona #RodriHernández #TransferNews

🚨🎖️| ÚLTIMA HORA: El #FCBarcelona prepara una tercera oferta por Rodri Hernández al Manchester City. Ambos clubes siguen negociando por una cifra intermedia entre los 60M€ ofrecidos y los 80M€ que pide el club inglés. El #Barça mantiene la confianza y el optimismo. [@FabrizioRomano] #FCBarcelona #RodriHernandez #MercadoDeFichajes

🗣️ .@Nilsola10: "RODRI va a jugar en el BARÇA, seguro" ⛔️ "El City NO acepta 60M y Deco se plantea ofrecer 70M (60+10) para ficharlo" ⏳ "En el Barça tienen el optimismo de que el LUNES podría estar ya en Barcelona" https://t.co/ru9vhU3XpH #FCBarcelona #TransferMarket #Rodri

✅ ✍️ @Nilsola10: "RODRI va a jugar en el BARÇA, seguro" ⛔️ "El City NO acepta 60M y Deco se plantea ofrecer 70M (60+10) para ficharlo" ⏳ "En el Barça tienen el optimismo de que el LUNES podría estar ya en Barcelona" https://t.co/Mo1M5OdRIT #FCBarcelona #Rodri #Fichajes

🗣️ .@Nilsola10: "Rodri va a jugar en el Barça seguro. Deco está considerando ofrecer 70 millones de euros (60 millones + 10 millones) para ficharlo. En el Barça tienen el optimismo de que el LUNES ya podría estar en Barcelona." https://t.co/JfeHaUmHT8 #Barça #Rodri #Fichajes

🗣️ @FabrizioRomano: "El City entiende que Rodri quiere ir al Barça, por lo que el Barça está MUY SEGURO, incluso más que ayer, incluso más que hace dos días. Siempre les dije, el Barça está superseguro, ahora aún más, el Barça está trabajando en nuevos contratos hoy, y espera obtener la luz verde lo antes posible del Man City, €60M no será suficiente, el City quiere más, indican €80M, el Barça espera que puedan encontrar la solución en algún punto a la mitad y cree que pueden cerrar el acuerdo por Rodri, pero las negociaciones están absolutamente en marcha y el OPTIMISMO SIGUE." #FCBarcelona #Rodri #TransferNews

The forest fire in Niebla, Huelva, has devastated 31,000 hectares in a week, and although it is described as very complex, the UME is optimistic about its containment with the hope of a decline in temperatures. (translated)

El incendio de Niebla deja 31.000 hectáreas arrasadas tras una semana fuera de control

Lucy Davis, known for her role in 'The Office' and 'Sabrina', has announced that she has stage 4 breast cancer with metastasis to the bones, revealing that it is incurable and too late for chemotherapy, but conveying a message of optimism and humor to her followers. (translated)

Lucy Davis, actriz de 'The Office' o 'Sabrina', anuncia que padece un cáncer «incurable»