Padre Kelmon não tem ligação alguma com a igreja católica de Roma. Ele era padre da igreja católica ortodoxa . Toda a confusão que está ocorrendo tem relação com a igreja católica de Roma #IgrejaCatólica #PadreKelmon #Ortodoxia
Padre Kelmon não tem ligação alguma com a igreja católica de Roma. Ele era padre da igreja católica ortodoxa . Toda a confusão que está ocorrendo tem relação com a igreja católica de Roma #IgrejaCatólica #PadreKelmon #Ortodoxia
În urmă cu mai puțin de o oră, autoritățile au dat jos steagurile de luptă ale armatei ruse de pe stâlpii publici de lângă biserica lui Becali din Pipera. Autoritățile s-au sesizat, în sfârșit! O mică victorie după ce postările mele pe subiect au fost văzute de peste 50.000 de persoane, majoritatea din București . (vezi in comentarii) Am primit imaginile de la un amic care a avut norocul să fie în trecere pe acolo chiar în momentul când steagurile erau date jos. Într-un fel îmi pare rău. Aș fi preferat să mă duc acolo într-o noapte, discret, împreună cu Adrian Băzăvan, o scară, un cutter și două steaguri ortodoxe românești, cum ar fi cel al Patriarhiei, și să dăm jos blestemăția aia care pângăreșe chipul lui Iisus Hristos, instrumentalizată în folosul unei crime oribile, desfășurată în Ucraina la scară industrială, și să le înlocuim cu simboluri ale ortodoxiei românești - o ortodoxie autentică, nu una golită de sens și pusă în slujba crimei, cum e "ortodoxia" rusă. #România #București #Ortodoxie
A Fidesz döntése saját jövőjéről sokak szerint egy ortodoxiai kongresszus hatásait tükrözi. #FociVB #CristianoRonaldo #Bajnokság

Infelizmente, a ascensão de um herói popular, seguida pela usurpação meticulosa de sua fama e de seu legado por uma figura mais jovem, constitui um dos motores mais antigos das dinâmicas de poder e da psicologia das massas. Embora não exista uma “teoria do roubo de fama”, três pensadores, em particular, desvendaram as engrenagens desse processo: René Girard, Hegel e Pierre Bourdieu. Bourdieu, que desenvolveu o conceito de capital simbólico, observa que todo espaço, seja ele político, midiático ou artístico, é um campo de batalha onde se disputam prestígio, fama e honra. Para ele, o herói mais velho detém a “ortodoxia”: foi ele quem estabeleceu as regras do que significa ser admirado. A figura mais nova, porém, surge como “heterodoxia” e, para vencer o oponente, dispõe de duas opções estratégicas: o parricídio simbólico, através do qual destrói a reputação do herói mais velho, ou a apropriação, declarando-se o “verdadeiro herdeiro” do legado, esvaziando a figura original de sua autoridade enquanto rouba sua base de admiradores. A segunda opção estratégica visa a transferência da fama como uma herança, muitas vezes forçada. A filosofia de Bourdieu mostra, no fim das contas, que a fama e o heroísmo não são propriedades privadas; são projeções da massa. A figura mais nova não rouba exatamente a fama do herói original, mas sequestra o imaginário popular, percebendo que a massa está pronta para transferir sua adoração a um receptáculo mais jovem, mais adaptado ao momento ou mais enérgico. Um grande facilitador dessa transferência é a imagem do primeiro herói aprisionado na torre do castelo. Aprisionado e amordaçado. Bourdieu não fala sobre isso, mas o fenômeno encaixa-se com perfeição na realidade que vivemos. Temos, e é inegável, o herói original amordaçado, escondido de seu povo, ao mesmo tempo em surge a tentativa de construir um novo mito no imaginário popular. Ao leitor mais atento de Bourdieu, parecerá que nunca houve uma orquestração tão ilustrativa quanto o caso brasileiro. Chega a parecer que a filosofia sociológica de Pierre Bourdieu nasceu de um estudo de nossa realidade política ou foi feita sob medida para ela. Coincidência ou ironia da História, o mecanismo não se aplica com exatidão cirúrgica: o sucesso do novo mito depende, em última instância, do grau de disponibilidade da massa para transferir sua admiração ou seu amor. Resta ao pretendente arriscar. Resta-lhe medir até onde pode esticar a corda da impostura, até onde deve fingir-se mito ou fabricar-se como “novo mito”. É tática arriscada, sem dúvida; mas, como o novo ídolo não tem pressa e o tempo joga a seu favor, o risco, por ora, não lhe tira o sono. É o que se deduz, com melancólica clareza da nossa realidade política: o menino vestiu-se de mito e está imbuído de salvar o nosso destino. Ele próprio deve acreditar nisso. É o que se deduz, repito, com melancólica clareza. #Fama #Heroísmo #Poder