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#Repressão

Cinco pessoas foram detidas em Hong Kong por venderem livros considerados sediciosos que incitam ao ódio contra o governo e as forças de segurança, em uma operação que reflete a crescente repressão à liberdade de expressão na região. #HongKong #Censura #LiberdadeDeExpressão

Cinco pessoas detidas em Hong Kong por livros "sediosos"

Um relatório recente alerta para o aumento da extrema-direita e a repressão policial em Portugal, destacando a normalização de narrativas xenófobas que contribuem para crimes de ódio, a limitação da liberdade de associação e a deterioração das liberdades cívicas, especialmente em comunidades vulneráveis afetadas pela especulação imobiliária e falta de financiamento. #LiberdadeCívica #ExtremaDireita #CrimesDeÓdio

Relatório alerta para aumento da extrema-direita em Portugal

No primeiro semestre de 2026, a ONG Prisoners Defenders documentou mais de 175 novos presos políticos em Cuba, elevando o total a mais de 1.300 detenções, com destaque para 114 pessoas acusadas de exercer direitos de reunião e liberdade de expressão, e entre elas, nove são jovens de 15 a 17 anos, ressaltando a continuidade da repressão política no país. #Cuba #DireitosHumanos #PrisãoPolítica

ONG documenta mais de 175 novos presos políticos em Cuba

Ainda que num momento desafiador, o direito de ser quem o é sempre supera qualquer repressão. Dessa tentativa, nasceu em 28 de junho de 1969, o Dia Internacional do Orgulho LGBT+, respeito como premissa e convivência harmoniosa como objetivo. https://t.co/ZZfN11hXbw #Pride #LGBTQ #Respeito

A polícia de Hong Kong deteve Leticia Wong, proprietária da livraria independente Hunter, sob acusações de sedição e branqueamento de capitais, após a loja ser alvo de vigilância por suas atividades pró-democracia e sua solidariedade com as vítimas da repressão de Tiananmen. #HongKong #Democracia #Sedição

Dona de livraria pró-democracia detida em Hong Kong
Observador Jun 19

Cuba criticou o Parlamento Europeu por se alinhar com os Estados Unidos na justificação do bloqueio energético à ilha, em resposta a uma resolução que condena a repressão cubana e pede a suspensão do acordo de cooperação com Havana, destacando a pressão de Washington e a situação humanitária crítica em Cuba. #Cuba #ParlamentoEuropeu #EstadosUnidos

Havana critica Parlamento Europeu por se aliar aos EUA

Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira, e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime. Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita. Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”. Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso. Mas é muito pior do que isso. Moraes e os outros ministros são parte interessada no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky. Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa. Fico imaginando qual seria o adjetivo usado pelos ministros italianos para o caso de Eduardo. Além de Moraes ter atuado como vítima e juiz, há os claros abusos observados em todas as fases do processo. Vamos começar pelo próprio crime, o de coação no curso do processo. Ora, a definição é clara: usar de violência ou grave ameaça para impedir o andamento de um processo. Como pode Eduardo ter usado de “grave ameaça”, no caso as sanções americanas, se ele não tem cargo algum no governo dos EUA? Vale notar a contradição. Moraes afirma que não é suspeito porque a vítima do crime de coação não é ele, mas a própria Justiça. Foi o mesmo tipo de argumento que não colou para a Justiça italiana, que o reconheceu como vítima e juiz no caso Zambelli. Não podemos esquecer que suas denúncias nos EUA ocorreram enquanto ele era deputado federal, contando com imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras, segundo a Constituição, transformada em letra morta pelo Supremo. Além disso, vale observar a mecânica da relatoria absoluta. A ação contra Eduardo é um desdobramento do processo do “golpe” e, por conexão, caiu nas mãos do mesmo relator. Na prática, Moraes arroga para si qualquer caso que derive de suas próprias investigações, operando em sintonia com a PGR, que deveria ser um órgão autônomo. E ainda temos a questão da citação por edital. Ao invés de Eduardo ser citado nos EUA, por carta rogatória, como prevê a lei, foi citado por edital, recurso cabível quando não se sabe o paradeiro do réu, o que não é o caso. Seu endereço é sabido. A Defensoria Pública, instada a apresentar a defesa, denunciou todas essas nulidades, que foram sumariamente rechaçadas, num processo a toque de caixa. Qualquer pessoa com o mínimo de honestidade consegue perceber os patentes abusos desse processo, mas, por questões políticas, muitos aplaudem a perseguição. A questão não é sobre a existência de um regime de exceção. É como e quando essa fase sombria da história brasileira terá fim. #Justiça #Brasil #Política

🇧🇭 🇯🇴 🇰🇼 Repudio os ataques promovidos pelo regime iraniano contra Bahrein, Kuwait e Jordânia. Nenhuma divergência política ou militar justifica ações que coloquem em risco populações civis e ameacem a estabilidade de toda uma região. Manifesto minha solidariedade aos povos e governos desses países, que mais uma vez se veem diante das consequências de uma escalada de violência injustificável. O histórico de repressão do regime iraniano contra seus próprios cidadãos, incluindo mulheres e jovens que exerceram pacificamente o direito de protestar, reforça a gravidade do momento atual. Faço votos para que este conflito seja encerrado o mais breve possível e para que cessem as ameaças contra os países do Oriente Médio. A região merece um futuro de paz, segurança e prosperidade para seus povos e não o ciclo contínuo do terrorismo, da intimidação e da guerra. #Paz #Solidariedade #OrienteMédio

"Um dia vieram e levaram meu vizinho judeu, mas como eu não sou judeu, não me importei..." O poema de Martin Niemöller, pastor luterano alemão, até hoje é citado como símbolo de repressão e censura. No Brasil do consórcio PT-STF, a censura (às vezes, disfarçada) é uma realidade. https://t.co/1Pg27GOgrd #Censura #LiberdadeDeExpressão #Reflexão

"Uma pesquisa do Instituto Sivis, realizada em abril com 1.109 entrevistados, mostra que 57,5% dos brasileiros acreditam que "acusar publicamente o Supremo de prejudicar a democracia" é algo proibido no país. Em 2023, esse índice era de 35%." O pilar de qualquer regime autoritário é criar a chamada espiral do silêncio, com o medo produzido pela repressão. No Brasil, parece que esse objetivo foi alcançado. A Constituição garante a liberdade de expressão, porém ela foi revogada em 2019, com o ato institucional chamado de "Inquérito das Fake News". Depois de observar centenas de pessoas sendo censuradas, perseguidas e até presas após criticar o Supremo, as pessoas entendem que, na prática, a crítica virou crime. Ato contínuo, elas passam a praticar a autocensura. Ou seja, o objetivo do regime foi atingido. #LiberdadeDeExpressão #Censura #Democracia

Observador Jun 6

Marjane Satrapi, autora de Persépolis, revolucionou a percepção do Irão no ocidente ao retratar a vida cotidiana sob a repressão política através do olhar de uma criança, desafiando estereótipos e mostrando a complexidade da experiência humana em um regime teocrático. #MarjaneSatrapi #Persépolis #LiteraturaIraniana

Marjane Satrapi: o Irão no mundo
Observador Jun 5

Sete pessoas foram detidas em Hong Kong no 37º aniversário da repressão de Tiananmen por transportarem flores e vestirem roupas de luto, em um dia marcado por uma forte presença policial e a proibição de vigílias em memória dos eventos de 1989. #HongKong #Tiananmen #Detenções

Aniversário da repressão de Tiananmen levou a sete detenções
Observador Jun 4

A China acusou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, de difamação após ele prestar homenagem às vítimas da repressão na Praça Tiananmen e criticar a censura do regime chinês, ressaltando que suas declarações distorcem os fatos históricos sobre o massacre ocorrido em 1989. #Tiananmen #China #liberdade_de_expressão

Declarações de Rubio "difamam" China, diz Pequim
Observador Jun 4

Mães de Tiananmen exigem esclarecimentos das autoridades chinesas sobre o número de mortos e desaparecidos durante a repressão militar de 1989, no 37.º aniversário do massacre, e pedem que o governo reconheça seus erros e preste contas à sociedade. #Tiananmen #China #DireitosHumanos

Tiananmen. Mães pedem esclarecimentos à China
Mala Oficial Jun 2

No final da tarde de hoje, 1º de junho, recebi uma intimação para comparecer AMANHÃ (02/06), às 15h, na DRADE (Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva). Aviso prévio? Ampla defesa? Para eles, isso não existe. Intimar um cidadão na véspera do depoimento é uma afronta escancarada, mas a minha defesa já está em campo e exigindo o acesso integral aos autos antes de qualquer apresentação. E sabe o que é o mais absurdo? Supostamente estão me enquadrando no Artigo 286 do Código Penal (Incitação ao Crime). A autoria? Uma denúncia feita por conselheiros do clube os mesmos que passam pano para escândalos e votam a favor de quem responde por apropriação indébita. Estão usando o aparato de uma delegacia especializada para tentar criar um crime que não existe e me calar. É uma nítida perseguição política porque não aguentam ver a verdade sendo exposta todos os dias. A minha resposta para vocês é curta: NÃO VOU RECUAR. Podem tentar me intimar na véspera, podem tentar me censurar na Justiça (onde inclusive já perderam o pedido para derrubar minhas redes), mas a torcida do Corinthians vai continuar sabendo de tudo o que vocês fazem nos bastidores. A verdade liberta, e a minha boca vocês não calam! #LiberdadeDeExpressão #Justiça #Corrupção

☢️ Reflexão da Cooperativa: Paris sucumbiu. Esqueçam Maio de 68, camaradas. Parece igual, mas não é. O resultado sim, em parte, mas é só mesmo isso. Ontem não foi nem uma revolta política, nem cultural, com raízes repartidas entre operários e universitários, a mielas. Não foi. Foram só vândalos, aos milhares. A final da Champions foi o pretexto, não foi a causa. Todos sabíamos que ia acontecer. Ganhasse ou perdesse o PSG, Paris ia acabar a noite a arder, porque aquela juventude não precisava de motivo, só mesmo do palco. E convém dizer isto sem cair tentação de empurrar a culpa lineramente para a imigração. Aquilo, ontem, eram franceses. Muitos de segunda geração de imigrantes, sim, claro. De várias origens, sim. Também europeia. Também francesa. Havia de tudo, prefiro não apontar mais a esta ou aquela mancha. O ponto é que já não é um tema de fronteira. É um problema de pertença, autoridade, mas também de impunidade e vazio. Há ali juventude perdida, mas não no sentido romântico do poeta que caminha à deriva à procura de si mesmo. É perdida no sentido mais bruto, sem rumo, sem respeito e sem qualquer relação saudável com a noção de causa e consequência. Gente nova que cresceu num país inchado de discursos sobre cidadania, muito como nós aqui no Tugão, mas super anémico na capacidade de impor regras simples, desde logo que a rua não é tua, a loja não é tua, o carro não é teu, enfim, o conceito de propriedade privada. E a Polícia?👮‍♂️ A passividade? Cálculo político. A França está escaldada. Uma carga policial com uma única vítima grave pode comprar não apenas uma noite de tumultos, mas semanas de guerra urbana, com ministros a tremer, bairros inflamados, vigílias, acusações de racismo, abuso, repressão e o costumeiro circo moral com que a esquerda anarquista nos brinda sempre que possível. ⚠️O poder tem escolhido gerir. Deixar arder aqui para não explodir de vez. É um trade-off. Pode ser racional. Pode até ser prudente no minuto, mas tem um preço venenoso, cada vez que a ordem pública negoceia com a desordem, a desordem aprende. E aprende depressa. ➡️Aprende que a multidão protege. ➡️Que o capuz protege. ➡️Que a juventude protege. ➡️Que a polícia hesita. ➡️Que o juiz é tolerante e solta. O preço da impunidade não vem logo na fatura camaradas. É às prestações, cada vez mais altas. ⚠️Maio de 68 queria matar o papá. Isto, ontem já nem o papá reconhecem. Em 68 havia uma ideia errada de futuro. Ontem havia apenas a ausência dele. Logo, não, isto não foi Maio de 68. A falta que os valores fazem a uma sociedade. Tenho dito. Bom domingo. o dono da cooperativa #França #Juventude #OrdemPública

Para o promotor de justiça do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (MP-SP) Lincoln Gakiya, a decisão dos EUA em classificar PCC e CV como terroristas é "muito grave" e "vai causar problemas" ao Brasil: "Eu não tenho dúvida, vai causar problemas de toda ordem no Brasil e não vejo nenhum benefício prático que essa classificação possa trazer. Acho que há o risco muito grande dos Estados Unidos quererem fazer algum tipo de ação militar secreta aqui dentro do Brasil, como fez no México e como fez também na Venezuela", e continua: "Quando passa a ser classificado e tratado pela CIA e pelos militares, há o sigilo dessas informações, que passam a ser classificados como secretos e ultra secretos ou confidenciais. Então, provavelmente nós vamos ter um decréscimo, uma prejuízo na troca de informações" (G1) #Justiça #SegurançaPública #Brasil

O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema. A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil. Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público. O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico. A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis. Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções. A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir. Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional. O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado. A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas. https://t.co/ceoTCiVA0Q #Soberania #CrimeOrganizado #CooperaçãoInternacional

Observador May 28

Irão executou Gholamreza Khani Shakarab, acusado de ser um agente da Mossad e de tentar recrutar iranianos para realizar ações contra a segurança do país, num contexto de intensificação da repressão a casos de espionagem ligados a Israel e Estados Unidos. #Irão #Espionagem #MédioOriente

Irão executa homem acusado de espiar para a Mossad
Observador May 27

A União Europeia renovou por mais um ano as sanções contra a Rússia devido a violações dos direitos humanos, que agora vigorarão até 28 de maio de 2027, abrangendo 72 indivíduos e uma entidade associados à repressão da sociedade civil e opressão da democracia no país. #Ucrânia #DireitosHumanos #Sanções

UE renova sanções à Rússia por mais um ano