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#Repressão

Rafael Gloves said he noticed an approach from Temer the day before and a signal from Xandão that day. He expressed hope that there would be no agreement and warned against a new declaration of "it's over, damn it!", which, according to him, would have allowed that group to reorganize and complete the implementation of repression. #política #repressão #justiça (translated)

Joow J, from the Paulista Pig, said he was a street artist and worked on Avenida Paulista. He claimed to have been raised in beliefs that guided him to avoid politics and argued that religion and politics should not be mixed, stating that people should vote based on proposals and causes. Although he declared himself apolitical, he claimed to have previously worked a 6x1 schedule, that he lived off art, had never placed bets on gambling, and supported their prohibition. He also stated that he avoided taking a stance because he was exposed on the streets and reported having suffered three assaults while working, including being stabbed with a fork. Joow J further claimed that he did not feel represented by the current administrations of the city and state where he lived and that street artists had faced a lot of repression that year. On the eve of the second round, he said he would vote according to his proposals and causes and declared support for Lula. #ArteDeRua #DireitosHumanos #PolíticaNoBrasil (translated)

The Iranian actress Elnaz Shakerdoust was sentenced to one year in prison for supporting protesters killed during the crackdown in January 2026, as confirmed by human rights organizations. #Irão #DireitosHumanos #Protestos (translated)

Atriz iraniana condenada a prisão por apoio a manifestantes

O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, criticou a “escalada irresponsável” por parte da LFI, que “pede a extensão” do movimento de bloqueio dos liceus, enquanto o líder do partido de esquerda, Jean-Luc Mélenchon, acusa o Governo de ter “ordenado a repressão”. #ProtestosEstudantis #GreveGeral #ViolênciaUrbana

164 detidos nos protestos em liceus de Paris
observador.pt

O primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, criticou a “escalada irresponsável” por parte da LFI, que “pede a extensão” do movimento de bloqueio dos liceus, enquanto o líder do partido de esquerda, Jean-Luc Mélenchon, acusa o Governo de ter “ordenado a repressão”. #ProtestosEstudantis #GreveGeral #ViolênciaUrbana

164 detidos nos protestos em liceus de Paris
observador.pt

Da matéria: "O ministro André Mendonça (STF) revelou que policiais federais responsáveis pela investigação sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, temem que a cúpula da Polícia Federal (PF) acabe com a operação que apura o escândalo dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Em documento enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, o magistrado relatou tensões internas na corporação após uma mudança no comando das investigações. Segundo Mendonça, os atritos começaram depois que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, transferiu a investigação sobre Lulinha para o Núcleo de Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção. No documento, o ministro citou relatos de quatro investigadores que afirmaram enfrentar questionamentos frequentes sobre decisões tomadas no âmbito do inquérito. Entre os pontos mencionados estão a escolha de alvos de medidas cautelares e a definição das providências a serem solicitadas à Justiça. Mendonça destacou que as tensões ocorreram dentro da própria Polícia Federal e não foram provocadas por ele, que é o relator das investigações sobre o escândalo do INSS no Supremo. Andrei Rodrigues foi chefe da segurança de Lula e assumiu a direção-geral da Polícia Federal em 2023, após a eleição do petista para a Presidência da República. Ele nega qualquer irregularidade." #PolíciaFederal #Corrupção #Lulinha

O governo paralelo que o Master expôs Existe algo muito mais sinistro no escândalo do Master do que as próprias negociatas. O Globo revelou mensagens do celular de Vorcaro em que seu então advogado, Walfrido Warde, relata a construção de uma interlocução com o governo Lula. Em abril de 2024, dizia que Marcola, chefe de gabinete da Presidência, cobrava o e-mail com os "interesses do grupo". Em setembro: "Estive com o Presidente Lula longamente ontem. Vc vai gostar". Em janeiro de 2025, contava que o presidente agradecera "mais uma vez o whisky". O Planalto nega o whisky e os recados. Admite apenas o que não tem como negar: Lula recebeu Vorcaro em 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial. Warde agora diz que tratava com Marcola e outros integrantes do governo, não diretamente com Lula. Ou seja, a interlocução com o Planalto existia. E vejam quem é o mensageiro. O escritório de Warde teve como sócia Roberta Rangel, então mulher de Toffoli. Toffoli depois assumiu a relatoria do caso Master e só largou o osso quando os vínculos de seu entorno familiar com personagens e fundos ligados ao caso vieram à tona. O escritório da mulher de Moraes tinha contrato de R$ 131 milhões com o Master, R$ 3,6 milhões por mês, para atuar em inquéritos da PF, no Banco Central, na Receita, no Cade e no Congresso. O escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco, contrato que seguiu enquanto ele era ministro da Justiça. Em dezembro de 2024, Vorcaro orientou seu diretor jurídico a chamar o filho do ministro: "Temos um contrato. Tem que chamar ele urgente. [...] E dá algum caso ou parecer para ele fazer". Eis a juristocracia exposta: advogados poderosos, ex-ministros e parentes de ministros circulando entre Planalto, Esplanada e Supremo, com a mesma chave para todas as portas. Isso não é o lobby que sempre existiu, por mais nefasto que ele seja. O lobby tradicional buscava interesses: um contrato, uma regra favorável. Pressionava o poder, mas ficava do lado de fora. A rede exposta pelo Master evoluiu para exercer o controle político efetivo do país: define quem é investigado e quem é poupado, quem é censurado, quem vai preso e quem pode disputar eleição. Virou um governo paralelo, que engoliu as instituições e detém o poder de fato, sem jamais ter recebido um voto. E tomou o caminho autoritário em 2019, quando o Supremo abriu por portaria, sem o Ministério Público, o inquérito das fake news. Um de seus primeiros atos foi censurar uma reportagem que ligava Toffoli a Marcelo Odebrecht. Para blindar a rede, era preciso calar quem a expunha. Depois, a repressão só se expandiu. Em nome do combate aos "atos antidemocráticos", milhares passaram pela máquina de inquéritos e processos, perfis foram censurados e centenas terminaram atrás das grades. O excepcional virou permanente: questionar o sistema passou a significar ser tratado como inimigo dele. O mais grave: nenhum mecanismo de controle deteve a rede a tempo. Ela só emergiu quando o Master colapsou. E, mesmo exposta, não se corrige. Em dezembro de 2025, Gonet arquivou o pedido de investigação sobre o contrato da mulher de Moraes. Agora, alegando vício processual, pede a anulação do relatório da PF que dedicou quase 190 de 218 páginas a Moraes. Detalhe: o nome do próprio Gonet aparece nas mensagens. A ofensiva pela blindagem é aberta. Quatro ministros já se alinharam: Gilmar, Zanin e o próprio Moraes votaram para unir, e assim amarrar, o caso de Moraes ao julgamento de supostas irregularidades de Mendonça, o ministro que expôs o relatório; Dino, que também se manifestou pela união, pediu vista e interrompeu o julgamento. E Zanin acaba de negar, por ora, a liminar que obrigaria o Senado a instalar a CPI sobre Moraes, Toffoli e Vorcaro, parada desde março com 41 assinaturas. E quem segura a CPI? O presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Segundo a Veja, numa proposta de delação rejeitada pela PF, Vorcaro relatava o pagamento de US$ 30 milhões ao senador, numa conta no exterior, em troca de apoio a interesses do banco. Alcolumbre nega. É o mesmo Alcolumbre que, segundo mensagem de Fábio Faria a Vorcaro obtida pela PF, estava "louco perguntando se as suíças vão vir" a uma festa do banqueiro. Foi justamente a alegada omissão dele que Zanin considerou não comprovada. Passaram sete anos nos vendendo "defesa da democracia". Poucos negócios no Brasil rendem tanto. #GovernoParalelo #Corrupção #Justiça

O artigo discute a grave situação em Moçambique, onde a corrupção e a repressão de um regime autoritário perpetuam a pobreza e a violência, enquanto a comunidade internacional, incluindo Portugal, muitas vezes ignora os problemas por conveniência. #Moçambique #DireitosHumanos #Democracia

Assim vai Moçambique

Um relatório da ONU afirma que existem indícios de crimes de guerra cometidos pelos Estados Unidos no Irão, relacionados a ataques a civis, e crimes contra a humanidade perpetrados pelo regime iraniano na repressão a protestos. #MédioOriente #Irão #DireitosHumanos

ONU diz que há indícios de crimes de guerra dos EUA no Irão

Um relatório da ONU conclui que os Estados Unidos cometeram crimes de guerra durante o conflito com o Irão, incluindo ataques que resultaram na morte de civis, enquanto o governo iraniano também foi acusado de crimes contra a humanidade durante a repressão de protestos. #GuerraIrão #DireitosHumanos #ConflitoMédioOriente

Estados Unidos cometeram "crimes de guerra" no conflito c...

A ONU alertou que as estruturas estatais de repressão na Venezuela permanecem intactas, apesar de uma redução nos crimes contra os direitos humanos, enfatizando a necessidade de intervenções do Estado para desmantelar grupos violentos e garantir a justiça. #Venezuela #DireitosHumanos #ONU

ONU: estruturas estatais de repressão continuam "intactas"

O cineasta iraniano Ali Asgari discute como seu filme A Bit of Light reflete a profunda repressão política no Irão através da história de um médico em crise que, apesar de contemplar o suicídio, é constantemente chamado de volta pela vida e pelos pequenos gestos cotidianos. #AliAsgari #CinemaIraniano #ABitofLight

Ali Asgari: “No Irão, tudo é político”

Merval Pereira, na Lula News, conversando com o petista que posa de analista neutro, reconhece que ELE e a imprensa em geral ACEITARAM a imposição de um estado de exceção para coibir o "golpismo" de Bolsonaro. Ou seja, defendera a imposição de uma ditadura para "salvar a democracia". Não, não e não! Jamais houve golpismo de Bolsonaro, ao contrário. A indignação popular com o Supremo, representante máximo do establishment, jamais foi contra a democracia. Tirando dois ou três malucos de internet, NINGUÉM estava a fim de impor uma ditadura militar, ou mesmo acabar com o Supremo, ao contrário. A indignação profunda surgiu justamente da percepção de que o Supremo abandonou o seu papel de garantidor da Constituição e dos Direitos Fundamentais, e passou a atuar com o objetivo de proteger os seus integrantes e o establishment. Esse é o motivo INEGÁVEL. Isso está na gênese do chamado Inquérito das Fake News, que na verdade é um Ato Institucional, que na prática acabou com o Estado de Direito. Um dos primeiros atos de relevo desse inquérito não foi punir difamações ou calúnias contra ministros, mas sim censurar uma revista que expôs depoimento de Marcelo Odebrecht, quando ele revelou que o "amigo do amigo do meu pai" mencionado nas conversas internas da empresa era o ministro Toffoli. Meses depois, o mesmo inquérito foi usado para impedir a continuidade de uma investigação da Receita Federal que alcançava 133 contribuintes, entre eles ministros do próprio tribunal e familiares. Posteriormente, o inquérito passou a mirar justamente a base do movimento de oposição ao establishment chamado de "bolsonarismo". O truque, repetido ad nauseam por tipos como Merval, e seu colega de bancada petistinha, foi chamar os seus opositores de golpistas para poder então dar o golpe da descondenação de Lula, e sua alçada à presidência, através da repressão em massa. Agora, com o monstrengo que criaram saindo do controle, e ameaçando todo mundo, eles vêm com o papo do "deixa disso". JAMAIS ESQUEÇA: o jornalismo "profissional" foi o principal responsável pela destruição do Brasil. E você, @mervalpereira, se for para fazer um mea culpa e pedir desculpas, conte a verdade inteira, não a meia verdade da "necessidade" de impor uma ditadura para "salvar a democracia" da "ameaça bolsonarista". #Democracia #LiberdadeDeExpressão #Justiça

Observador Aug 29

Explosões e intensos tiroteios foram ouvidos em vários bairros de Niamey, capital do Níger, especialmente perto da Base Aérea 101, em meio a crescentes preocupações sobre a segurança e a repressão sob o regime militar que governa o país desde o golpe de Estado em julho de 2023. #Níger #Conflito #DireitosHumanos

Explosões e tiros ouvidos em vários bairros no Níger

“Eles temem a contestação e aumentam, portanto, a repressão”

Afeganistão. ONG denunciam lei que proíbe manifestações
observador.pt
Observador Aug 27

A ONG Human Rights Watch denunciou a aprovação de uma nova lei no Afeganistão que proíbe todas as manifestações e aumenta o período de detenção policial de três para dez dias, em meio a crescentes alegações de repressão do governo talibã à dissidência. #Afeganistão #DireitosHumanos #Protestos

Afeganistão. ONG denunciam lei que proíbe manifestações
Observador Aug 17

O Supremo Tribunal russo confirmou a exclusão do Yabloko, o único partido opositor à guerra na Ucrânia, das eleições de setembro, rejeitando seus argumentos de defesa e resultando na condenação de seu líder histórico, Lev Shlosberg, a 11 anos de prisão, numa ação considerada uma repressão por parte do Kremlin. #GuerraNaUcrânia #Yabloko #Justiça

Supremo russo mantém exclusão do partido Yabloko
Observador Aug 13

A especialista em relações internacionais, Ana Cavalieri, analisa os erros cometidos pela administração Trump ao planejar a guerra no Irão, discutindo a eficácia do bloqueio naval e suas implicações econômicas na repressão do regime iraniano, assim como as repercussões do conflito na Ucrânia. #GuerraNoIrão #RelaçõesInternacionais #EUA

EUA calcularam mal a guerra no Irão?
Observador Aug 11

Bashar al-Assad, antigo Presidente da Síria, foi condenado à pena de morte pelo tribunal penal de Damasco, à revelia, por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e homicídio premeditado, juntamente com seu irmão e primo, por sua responsabilidade na repressão brutal que levou à guerra civil no país. #Síria #BasharAlAssad #CrimesDeGuerra

Bashar al-Assad condenado à pena de morte

**NOTA DO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO SOBRE O ROMPIMENTO DE LULA COM A ARGENTINA** 1. Repudio, com veemência, a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, nação irmã, nosso maior parceiro comercial na América do Sul e amiga histórica do povo brasileiro. Romper com Buenos Aires não é um fato inevitável: é o resultado direto de uma política externa ideologizada e confrontacionista, que em poucos meses fabricou crises com três países da nossa região — os Estados Unidos, nosso maior parceiro no continente, o Paraguai, vizinho e aliado histórico, e agora a Argentina. Nenhum governo da história recente conseguiu isolar tanto o Brasil em tão pouco tempo. 2. Mais uma vez, a retórica da "defesa da dignidade nacional" é usada como instrumento de propaganda. A soberania e o prestígio do Brasil não se protegem com bravatas eleitoreiras e rompimentos diplomáticos. Protegem-se com economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação — não com as vaidades do governante de plantão. A escalada é unilateral: o próprio governo argentino já declarou que não retaliará. 3. A verdadeira razão desse desespero é evidente. O projeto do Foro de São Paulo está colapsando na América Latina. Os regimes que ele apadrinhou — sustentados pelo narcotráfico e pela repressão — trouxeram miséria, êxodo e violência aos seus povos, e agora caem um a um. Lula assiste à derrocada dos seus aliados e reage rompendo com os vizinhos que escolheram a liberdade. 4. O preço dessa irresponsabilidade não será pago por quem a cometeu. Será pago pelo produtor rural, pelo industrial, pelo exportador e pelo trabalhador brasileiro, que dependem dessas relações para produzir, vender e empregar — e que não participaram das escolhas políticas que provocaram esta crise. 5. O próximo país a se livrar desse projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como parceiros, não como adversários ideológicos, e reconstruiremos as pontes com a Argentina, o Paraguai, os Estados Unidos e todas as nações livres do continente. Ao povo argentino, em especial ao presidente @JMilei , meu estimado amigo, deixo uma mensagem: esta crise não é entre nossas nações — é obra de um governo em fim de linha. Haverá paz e prosperidade para os nossos povos. **Senador Flávio Bolsonaro** *Futuro Presidente do Brasil* #Diplomacia #RelaçõesInternacionais #AméricaLatina