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#Ruralidad

Esta semana, no Sapo, sobre o terrível planeamento urbano em Portugal e a forma como isso prejudica o crescimento do país: "Qualquer área próxima de uma estação de comboio ou metro que a coloque a menos de trinta minutos do centro de uma grande cidade não devia ter construção abaixo de dez andares (e digo apenas dez para não chocar o Portugal dos pequeninos, salazarento, fascinado pela pobreza da ruralidade e avesso à construção em altura típica das zonas urbanas em países desenvolvidos).(...) É um desperdício que tal não aconteça. Desperdiça-se a capacidade dos transportes públicos, que ficam subutilizados precisamente onde seriam mais rentáveis. Desperdiça-se valor imobiliário, porque o solo mais valioso de uma região metropolitana é usado para pastagem e cultivo de cereais. Desperdiça-se espaço, porque a habitação junto a transportes públicos não precisa de tanto terreno para estacionamento. E comete-se um atentado ambiental, porque a baixa densidade obriga mais pessoas a usar viatura própria, aumentando as emissões e congestionando as vias. (...) Noutros países, a promoção imobiliária é parte integrante da expansão e financiamento da rede de transportes. O exemplo mais conhecido é o do Japão. Os operadores ferroviários privados fazem projetos de expansão que incluem a componente imobiliária. Ao mesmo tempo que expandem linhas, promovem o crescimento em torno das principais estações. A promoção imobiliária paga a expansão, criam-se novas centralidades e rentabiliza-se a rede existente. A expansão da rede fica mais barata, ganha-se habitação junto a transportes públicos e sobra dinheiro para investir em material circulante e em frequência. As grandes ferroviárias privadas japonesas são, na prática, empresas imobiliárias que por acaso também operam comboios(...)" #PlaneamentoUrbano #MobilidadeSustentável #CrescimentoUrbano

Casi la mitad de los 3,8 millones de viviendas vacías en España se encuentran en municipios de menos de 10.000 habitantes, lo que refleja un desajuste entre la despoblación rural y la creciente demanda de vivienda en las grandes ciudades, donde solo el 16% del territorio alberga el 70% de la población. #ViviendaVacía #Despoblación #Ruralidad

La mitad de los 3,8 millones de viviendas vacías están en municipios que tienen menos de 10.000 habitantes