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#Salario
Lula 2h

Ontem o Brasil testemunhou, mais uma vez, quem é quem no Congresso Nacional. Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta. É importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e quem está tentando impedir uma conquista que pode garantir um dia a mais de descanso sem redução de salário. As justificativas são as de sempre. Se a gente aprovar, o Brasil “quebra”. Do mesmo jeito que ia “quebrar” quando os trabalhadores conquistaram o direito às férias. Quando tiveram direito ao 13º. Uma história que se repete desde os tempos do fim da escravidão. O que quebra de verdade é a saúde mental do trabalhador com essa escala. O que quebra qualquer família é a sensação de não poder acompanhar os filhos crescerem. Viver para trabalhar, e não ter vida além do trabalho. Desmotiva. Mina a produtividade. Os brasileiros e brasileiras que trabalham seis dias por semana e, muitas vezes, dedicam o sétimo aos afazeres domésticos, já cansaram de esperar. Estamos com vocês. Seguimos mobilizados. Pelo fim da escala 6x1! #TrabalhoMaisJusto #FimDaEscala6x1 #DireitosTrabalhistas

No plenário, o "capinha" ainda puxa a cadeira de quem já tem poder, salário e aparato. É gesto de corte: o superior senta, o servidor acomoda. Do outro lado, o trabalhador sem poder de comprar o básico, fila, aluguel e conta atrasada. Ninguém empurra nada pra ele só o "grosso" como disse o 9. A República prometeu igualdade. No ritual, ainda parece reinado: honra pra quem já está acima, esforço pra quem não tem sobra. #Igualdade #JustiçaSocial #TrabalhoDigno

The real salaries of Italians are too low. In the last thirty years, they have even decreased on average compared to the trend in the cost of living. The minimum wage, which we are asking to be introduced, is the tool to prevent exploited workers being paid at (translated)

L

Tito Boeri emphasizes how the impact of price increases is devastating for workers and proposes that the minimum wage be linked to inflation, criticizing emergency measures such as the reduction of excise duties. (translated)

Tito Boeri: “Peso dei rincari devastante per i lavoratori. Ora salario minimo legato all’inflazione”

Cuba has authorized the creation of private companies with more than 100 workers as part of its economic reforms, allowing these new businesses to set prices, salaries, open establishments in other provinces, and import and export with regulation. (translated)

Cuba autoriza empresas privadas de más de 100 trabajadores dentro de su paquete de reformas
QG do POP 22h

Cleitinho MACETA senadores que estão contra fim da escala 6x1 e propõe que eles trabalhem na escala ganhando um salário mínimo: “Vamos inverter? Quem tá contra do Congresso Nacional, trabalhar 6x1, dia de sábado, com ônibus lotado, recebendo R$ 1.600? O Congresso tem escala 2x5, recebendo R$ 46 mil e tendo auxílios e plano de saúde vitalício, a gente não tem moral para falar de escala 6x1. Vou votar a favor, sim, porque aqui, pra ferrar com o povo, se vota em 24 horas. Agora eu quero que coloque hoje pra votar a favor do povo.” #Política #JustiçaSocial #Trabalho

⚠️ Agora! Proposta do Botafogo agrada Everton Cebolinha, mas atacante do Flamengo ainda prioriza jogar fora do Brasil. O Alvinegro ofereceu 2 anos de contrato, com salário de R$ 1,2 milhão e cerca de R$ 6 milhões em luvas. O valor é SEMELHANTE ao que Cebolinha recebe no Fla. O atacante gostou da oferta, mas ainda prioriza o exterior. A tendência é que ele não aceite o Botafogo caso tenha opções fora do país. No Brasil, a preferência de Cebolinha seria o Grêmio, mas o Tricolor não topa pagar o valor pedido. 🗞️ @OGlobo_Esportes | @diogodantas 📸 Adriano Fontes/CRF #Botafogo #Cebolinha #Futebol

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Sabe do que a gente precisava estar falando hoje? Do fim da escala 6x1. Porque agora Alcolumbre quer usar até a crise criada pelo Mendonça envolvendo o STF como justificativa para ameaçar uma votação que pode garantir um dia a mais de descanso para milhões de trabalhadores. Desculpa esfarrapada. O próprio relator, Omar Aziz, já disse que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. A crise no STF não pode servir de pretexto para o Senado abandonar o trabalhador. E é bom prestar muita atenção no que está acontecendo. Enquanto Flávio Bolsonaro sabota o fim de uma jornada desumana, a pauta que realmente mexe com a vida de milhões de brasileiros quase não ganha destaque. Cadê a mesma pressão? Cadê a manchete dizendo que o trabalhador pode perder a oportunidade de conquistar mais descanso, sem redução de salário? Porque a nossa prioridade precisa ser essa: o trabalhador. O povo brasileiro. Escândalo político ocupa horas de televisão. Briga entre Poderes ocupa páginas e páginas. Mas uma votação que pode mudar concretamente a vida de quem trabalha seis dias e descansa apenas um quase desaparece do debate. Não podemos deixar. O Senado precisa votar o fim da escala 6x1. E trabalhador nenhum pode esquecer quem trabalhou para aprovar e quem trabalhou para impedir. A pauta é o povo. #Trabalhador #FimDaEscala6x1 #Senado

A negociação do Botafogo por Cebolinha está girando em torno de 1,5 milhão de reais entre salários e luvas. Caso avance, a ideia do Alvinegro é um vínculo até o final de 2028. — TF https://t.co/MvOgJcv91G #Botafogo #Cebolinha #Futebol

jairme 1d

Acho chic alfaiataria sob medida não aguento mais o povo mal vestido 40 mil de salário e calça sem ajustar terno de boneco gigante de Olinda #alfaiataria #moda #estilo

Ya que Abdel Abqar ha decidido faltarme al respeto públicamente, creo que tengo el derecho y la humildad suficiente para responder y dejar varias cosas claras. En primer lugar, entiendo que Abqar pueda estar dolido. Su rendimiento desde que llegó está muy lejos de ser el que todos (él incluido) esperábamos, no ha conseguido asentarse en el once ni tener continuidad y que se sepa que ha rechazado una oferta que venía muy bien al club no deja de ser más leña para un fuego totalmente descontrolado. Entiendo que su reacción natural es la fácil, la defensa. Llamar mentiroso a una persona que se gana la vida informando a la gente es la forma más sencilla de intentar desprestigiar a alguien que, siempre con respeto, ha dejado claro que no es de su agrado futbolístico, de ahí ese enfado. Sobre la noticia que desmiente, no sólo no me echo atrás, sino que reafirmo que rechazó una oferta del Venezia, equipo de la Serie A (5M€ con bonus incluidos), que le rebajaba el salario y que ayudaba para que el Getafe pudiese oficializar las dos llegadas que tenía cerradas; un centrocampista y un extremo. También entiendo que pueda rechazar la oferta. Todos somos trabajadores, sabemos lo que cuesta ganar el dinero y está en su derecho de querer cobrar hasta el último céntimo de un contrato que tiene firmado, pero que no le dé vergüenza que se sepa y que no intente lavar su imagen echando mierda al de enfrente. Cualquiera que me conozca o me siga sabe perfectamente lo que significa para mí el Getafe y que jamás me he metido en una polémica ni con un futbolista, ni con el club, pero creo que una falta de respeto así necesitaba una respuesta y esta es la mía. Espero que esto sirva para dejar claro lo que pienso, lo que ha ocurrido y que si Abqar desea comentar algo, no tendré ningún problema en volver a responder. Pero las faltas de respeto, no las pienso tolerar. #Getafe #Fútbol #Respeto

🟢⚪️ El Betis rechazó ayer una oferta de 43 millones del Everton por Ez Abde 👀🇲🇽 Deossa, por el que se mantiene vivo el interés del América de México, entre otros, e Iker Losada, aún pueden salir en los próximos días a países cuyos mercados no han cerrado 💰↪️Pablo García multiplica por cuatro su salario en el Racing y el Betis mantiene una derecho de tanteo y el 50% del pase https://t.co/NurknBnBBV a través de @MundoBetis_ #Betis #Fútbol #Transferencias

Confirmado; Felipe #Carballo volverá a vestir la camiseta de @Nacional. 👉🏻 Volvería a las canchas en Octubre. 👉🏻 Contrato simbólico hasta diciembre. 👉🏻 En enero se volverá a negociar el salario. https://t.co/0XIvmlIAJi #Nacional #Fútbol #Carballo

Virgílio Macedo's article argues that Portugal should focus on generating more added value and productivity, instead of competing on low cost, to raise salaries and improve quality of life, without compromising competitiveness. (translated)

Trabalhamos como europeus, ganhamos como portugueses

URGENTE! 🚨 Botafogo RETOMOU as conversas por Éverton Cebolinha após aval do Flamengo e discute salários com o jogador. Inicialmente, não avançou porque o Krasnodar estava perto. Agora, diretamente com os empresários do atleta. Caso chegue a um acordo, chegará de graça. A prioridade era Europa, mas com fechamento das principais ligas e falta de ofertas, pode mudar. — O Globo | @jotapfragoso #Botafogo #ÉvertonCebolinha #Futebol

Aparentemente, o salário mínimo de filho de bandido é R$ 300 mil, né??? 😂 https://t.co/2jX7hodC7Z #Humor #Brasil #Economia

💣💣 ¡MARC CASADÓ AL DEPORTIVO DE LA CORUÑA ESTÁ CERRADO! 💣💣 Cesión COMPLETAMENTE CERRADA. Se añade una opción de compra de 30 millones. El Barça asume gran parte del salario. Se confirma lo avanzado en @sport esta tarde. Viaja mañana. https://t.co/LrrUUTkg3P #Deportivo #Barça #Fútbol

💰 El Barça cubrirá la mayoría del salario de Casadó. [Vía @monfortcarlos ] https://t.co/n6c3JyBuKy #Barça #Fútbol #Deportes

💣 ¡MARC CASADÓ SE VA CEDIDO AL DEPORTIVO DE LA CORUÑA! 💣 Acuerdo cerrado. Se confirma lo que os hemos avanzado esta tarde en @sport. El Barça asume la mayoría del salario y el futbolista se une a un proyecto ilusionante. + info 👇 https://t.co/LrrUUTkg3P #Fútbol #FCBarcelona #DeportivoDeLaCoruña