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#Selecção

JJ reúne todos os requisitos que Proença procura, incluindo a relação com Ronaldo. Enquanto treinador, está num patamar a que Martínez nunca chegará, mas o trabalho de selecção tira-lhe o treino diário. Mais personalidade, mais convicção. Resta saber o que muda nos bastidores. #Futebol #Treinador #Ronaldo

HERE. WE. GO. Jorge Jesus é o novo selecionador nacional 🇵🇹 A decisão correta? #sporttvportugal https://t.co/rKM14m5MUm #Futebol #Selecção #JorgeJesus

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica

Há duas coisas boas sobre isto da selecção ter sido eliminada. Uma é acabar a discussão inútil se faz sentido o Ronaldo ter mais 90 minutos inúteis em campo quando fez jogos intermináveis com nada que justificasse jogar a não ser gratidão. Gratidão essa que marcou 0 golos btw, nem a vi em campo. A outra é que há Benfica no sábado. #Ronaldo #Seleção #Benfica

O Neymar é convocado e a primeira coisa que faz a seguir é postar anúncio de casas de apostas num story. Está a perder, tem uma demora parva a marcar o penalty numa guerra sem sentido com o GR e a seguir ainda se vai gabar na cara dele de estar a perder e ser eliminado. Não sei de quem foi a ideia de o levar em vez do João Pedro mas deve estar arrependido para sempre, pelos vistos uma selecção não vive de marketing em campo. #Neymar #Futebol #Seleção

The sister of Cristiano Ronaldo is the one who announces his departure from the national team before a decisive match? (translated)

Save the date ✍️ O Estádio José Alvalade vai receber a Selecção Nacional 🇵🇹 na 1.ª jornada da Liga das Nações 🔜 https://t.co/zIu2nxIXEL #LigaDasNações #SelecçãoNacional #EstádioJoséAlvalade

✍️ Francisco Trincão estreou-se na #FIFAWorldCup, enquanto suplente utilizado, na goleada da Selecção Nacional 🇵🇹 (5-0) sobre o Uzbequistão 🇺🇿 #LeõesNasSelecções https://t.co/WlQV3QM9ox #WorldCup #Portugal #Football

Observador Jun 18

V článku A selecção que ganhou e perdeu se Alexandre Borges zamýšlí nad významem fotbalu jako zrcadla národa, poukazuje na jeho schopnost spojovat a unifikovat, zatímco reflektuje historický vývoj portugalské fotbalové reprezentace od doby Eusébia po současnost, přičemž zdůrazňuje paradoxní vztah mezi fotbalem a demokratickým pokrokem v zemi. #Futebol #Desporto #Democracia

A selecção que ganhou e perdeu
Sporting CP Jun 13

🛬 Os Leões da Selecção Nacional 🇵🇹 já chegaram a Palm Beach 🇺🇸, onde iniciam a sua caminhada no Mundial 2026 🏆 https://t.co/EfynXK5HWu #Mundial2026 #SeleçãoPortuguesa #Futebol

Sporting CP Jun 10

Francisco Trincão e Gonçalo Inácio são titulares pela Selecção Nacional 🇵🇹 no encontro frente à Nigéria 🇳🇬 #LeõesNasSelecções #Seleção #Futebol #Portugal

Sporting CP Jun 6

🇵🇹 Rui Silva, Gonçalo Inácio e Francisco Trincao enfrentam hoje a Selecção do Chile 🇨🇱, em jogo de preparação para o Mundial 2026 🌍#LeõesNasSelecções https://t.co/dpN6Rsed2A #Mundial2026 #Futebol #SelecçãoPortuguesa

Sporting CP Jun 3

Internacionais por 🇵🇹 já estão ao serviço da Selecção 🫡 #LeõesNasSelecções https://t.co/Upr19Sgsq7 #Selecção #Futebol #Portugal