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#Venezuelano

Queremos ver muito investimento proveniente dos Estados Unidos [EUA] na Venezuela para aumentar as oportunidades e a prosperidade dos venezuelanos, dos norte-americanos e dos consumidores de energia

Washington quer "muito investimento"em Caracas
observador.pt
ANSA.it 1d

A couple gets married in a flooded church in Hagonoy, while the U.S. company manages the Venezuelan oil fields previously controlled by China and Russia. (translated)

Nelle Filippine una coppia si sposa in una chiesa allagata a Hagonoy
Il Post 1d

Trump's agreement for Venezuelan oil is largely unclear and impractical, and it is unlikely to be able to lower gas prices in the United States in time for the midterm elections. (translated)

Molte cose non tornano nell’accordo di Trump per il petrolio venezuelano

Sarà ricordata come l’amministrazione più inconcludente e nociva della loro giovane storia. Re tentenna ha avviato molte operazioni anche militari, che avevano senso, ma non ne ha conclusa una con efficacia. A parte, dice, il petrolio venezuelano. Peggiorando la situazione mondiale e degli alleati. Magnamo tranquilli e occupiamoci di report e vannacci. #politica #governo #petrolio

What's behind the agreement on Venezuelan oil 👇 Oil: Trump bets on Venezuela, here's what changes (translated)

ANSA.it 3d

The Pentagon has decided to invest directly in the new oil joint venture with Caracas, offering the United States a passive 35% stake in Nabep and preferential rights to purchase 20% of the production, while simultaneously raising concerns among American oil companies and the risk of legal challenges from a future Venezuelan government. (translated)

'Il Pentagono azionista nella joint venture petrolifera con Caracas'

Como eu já tinha falado. EUA torrou as reservas de petróleo para controlar o preço e agora vai usar o petróleo Venezuelano que vai todinho para os EUA #EUA #Petróleo #Venezuela

65 miliardi di barili di greggio venezuelano agli Stati Uniti. Trump gongola. Non ci sono più "comunisti" in Venezuela e nemmeno trafficanti di droga che minacciano la vita dei giovani statunitensi. Il petrolio aggiusta tutto. #Venezuelano #Petrolio #Trump

🇺🇸🇻🇪 🛢️ US to Take Control of Major Portion of Venezuelan Oil Wealth - Bloomberg https://t.co/OKfJzeHE2s #VenezuelanOil #USTakeControl #OilWealth #US #VE

O PSUV, que até dezembro do ano passado dizia que os EUA nunca receberiam nem uma gota de petróleo venezuelano, deu o seu apoio ao acordo firmado com o presidente Trump através do qual os EUA controlarão 65 bilhões de barris de petróleo das reservas confirmadas venezuelanas. Nota importante: o petróleo venezuelano é 100% controlado pela elite do regime chavista, atualmente controlado por Delcy Rodríguez, o que significa que qualquer lucro obtido desse acordo irá primeiro para os bolsos da liderança chavista. É impossível controlar quanto desses bilhões de dólares serão efetivamente investidos em um país devastado por décadas de corrupção chavista e por um terremoto que arrasou cidades. #Venezuela #Petróleo #Corrupção

Trump announces U.S. control of 65 million barrels of Venezuelan oil, claiming that this deal will help reduce gasoline prices for Americans, while the Venezuelan population continues to suffer from the economic crisis. (translated)

Trump spreme il Venezuela: agli Usa il controllo di 65 milioni di barili. “Così ridurremo i prezzi della benzina per i cittadini americani”

O líder do grupo narcoterrorista venezuelano Tren de Aragua foi preso na Colômbia. Bastou sair o presidente esquerdista Petro e entrar o Abelardo de la Espriella para a polícia colombiana capturar um dos narcotraficantes mais procurados do mundo. #Narcotráfico #Colômbia #TrenDeAragua

🚨 | Exclusiva de Bloomberg: - Alejandro Betancourt, el bolichico que se hizo una mega fortuna con contratos fraudulentos en el sector energético en Venezuela gracias a Derwick, se convirtió en un operador mimado de EEUU. - Betancourt se convirtió en los últimos meses en uno de los venezolanos más poderosos dentro del país. Es el segundo mayor extractor de petróleo, luego de Chevron. - Betancourt ayuda a la administración a encontrar contratos petroleros jugosos para pequeños inversionistas estadounidenses. Ya ha favorecido a dos: Lionheart Capital y Pacific Coast Energy. - Betancourt viaja constantemente a Venezuela y se reúne con funcionarios. También organizó una cena en Caracas para una delegación congresional de EEUU. - Claver-Carone es uno de los que ensambla el papel de Betancourt en Venezuela. Betancourt venía de ser socio de Sargeant, pero finalmente la propia administración aparta a Sargeant y Betancourt amplía su influencia. #VenezuelanOil #Corruption #USRelations

Il Post 3w

After the talks between the Venezuelan government and the opposition, Venezuela has released 131 political prisoners, seen as a sign of détente, although the future of the former detainees and the situation of the security forces remains uncertain. (translated)

Dopo i colloqui tra rappresentanti del regime e delle opposizioni, il Venezuela ha scarcerato oltre 130 prigionieri politici
Il Post 3w

The recent meeting between the Venezuelan regime and some representatives of the opposition, facilitated by the United States, marks a potential beginning of a democratic transition, despite the absence of the main opposition leader, María Corina Machado, and the uncertainties about the government's real intentions. (translated)

Com’è che adesso il regime venezuelano incontra gli oppositori

Assinado: Nahuel Ferraresi assina seu contrato definitivo com o Botafogo. O venezuelano ficará no clube até 2029. — @valentinfurlan_ https://t.co/B68QtchffH #Botafogo #Futebol #Contratação

🚨 URGENTE: EUA CANCELAM O VISTO DA EMBAIXADORA DO BRASIL EM WASHINGTON. A informação foi dada há pouco por um oficial sênior do Departamento de Estado, em ligação fechada com um grupo restrito de jornalistas convidados, da qual participei. A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos Estados Unidos, teve o visto cancelado. A medida é retaliação direta à recusa do governo Lula em conceder o agrément a Daniel Perez, o embaixador americano indicado por Trump para Brasília. Perguntei diretamente ao oficial se novas ações de visto e novos cancelamentos estavam sendo considerados. A resposta foi curta e devastadora: outras ações "não estão descartadas". O governo americano descreve um padrão de hostilidade brasileira que se acumulou ao longo do ano: Darren Beattie, conselheiro sênior para o Brasil, foi barrado em uma visita anterior. Depois, o secretário-assistente Riley Barnes e o secretário-assistente adjunto Sam Samson tiveram os vistos negados para o que Washington classifica como uma visita de rotina. E agora o próprio embaixador americano está sendo bloqueado, com atrasos sucessivos e sem nenhum prazo prometido. A condição foi colocada de forma explícita: o visto de Viotti será restaurado no momento em que o Brasil conceder o agrément a Daniel Perez. Nas palavras do oficial, "reciprocidade é o nome do jogo". Se um governo não deixa o outro trabalhar, o mesmo será feito de volta. E aqui está a dimensão histórica que o Itamaraty não vai querer que você entenda: isto não tem precedente na história da relação Brasil-Estados Unidos. Em mais de 200 anos de relações diplomáticas ininterruptas, desde 1824, nunca um embaixador brasileiro em Washington teve o visto cancelado pelo governo americano. A última vez que os Estados Unidos aplicaram esta medida contra um país do hemisfério foi em dezembro de 2010, contra a Venezuela de Hugo Chávez. O motivo foi exatamente o mesmo: Caracas se recusou a aceitar Larry Palmer como embaixador americano, e Washington cancelou o visto do embaixador venezuelano Bernardo Álvarez Herrera. O resultado? Venezuela e Estados Unidos ficaram uma década inteira sem embaixadores, até a ruptura total das relações. É essa a companhia em que Lula acaba de colocar o Brasil. O Departamento de Estado fez questão de dizer que atribui grande importância ao Brasil e a qualquer governo eleito que o povo brasileiro escolher "DE FORMA LIVRE E JUSTA", e que deseja voltar à normalidade. Mas o recado foi inequívoco: o governo brasileiro deve uma resposta rápida e positiva, e o relógio está correndo. Tic. Tac. #Diplomacia #Brasil #EUA

Itamaraty diz que Defesa autorizou nomeação de general venezuelano sancionado pelos EUA https://t.co/htVYM41KBO #Venezuela #Defesa #Geopolítica

O maior projeto social do futebol da América Latina! 🖤🤍 Com mais de 810 mil vidas impactadas, o @InstitutoGalo segue levando acolhimento, solidariedade e a força do Galo para cada vez mais pessoas, dentro e fora do Brasil. Alô, Yandris, aqui é Galo! 🇻🇪🐔 Desejamos força, esperança e dias melhores para todo o povo venezuelano! 🎥: @InstitutoGalo | HUMUS - Brasil #Futebol #Solidariedade #ImpactoSocial

"Companheiro" Ortega acabou com as eleições. A Folha foi falar de Bukele e esqueceu do Brasil A canalhice da "imprensa" não tem limite. Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro. É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil. Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma. Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido. O maior problema da peça é não mencionar o Brasil. A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus. Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa. Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento. E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito. Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar. O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato. À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje. No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente. A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense, que segue o modelo cubano e venezuelano defendido desde sempre pela esquerda brasileira, porque isso exporia a hipocrisia do próprio "jornal", que passou anos justificando o estado de exceção no Brasil em nome da "defesa da democracia". Autocracia, para a "imprensa profissional", é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita. A Folha denuncia a Nicarágua para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil. #Brasil #Eleições #LiberdadeDeExpressão