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#governo

200 manifestazioni in tutta la Spagna per chiedere le dimissioni del governo Sanchez. https://t.co/NBOhcvy1NT #Spagna #dimissioni #governo

ARMY PELO FIM DA ESCALA 6X1 #ARMYPeloFimDaEscala6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. Apesar do pedido, ainda não há previsão de quando a PEC será pautada no plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) não deu garantias aos senadores de votar ainda nesta quarta-feira, como é o desejo de aliados do governo. O relatório do senador Omar Aziz (PSD-MA) manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados como uma estratégia para agilizar a aprovação final. Caso o parecer de Aziz seja o aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6x1 estipula uma jornada semanal de 40 horas de trabalho – atualmente, são 44 horas. Com a nova escala, seriam mantidos os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Preferencialmente, um desses dias deve ser o domingo. Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres haverá um período de transição. Se aprovada, a PEC deve seguir a seguinte cronologia: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas. A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês. Fonte: 🔗https://t.co/xv2SHh5lO2 #PEC #Trabalho #Senado

Sei que a pauta do momento é Xandão x Mendonça, mas não posso deixar de finalizar a série BetFIles. Essa é a reportagem mais picante de todas! Bet Files 4: Governo Lula liberou bet russa apontada como "o maior esquema de apostas ilegais do mundo" sem mostrar prova que ele mesmo exigiu. Após alerta da PF, Fazenda condicionou a licença à checagem dos sócios da empresa cipriota que cedeu a marca 1xBet. Nos documentos que o governo tentou manter em sigilo, o resultado sumiu. Leia em A Investigação: https://t.co/Ow8a3hiWj7 #BetFiles #Apostas #Investigação

Il Post 3h

The German police have identified two suspects, a Russian citizen with a Latvian passport and a Belarusian with a Russian passport, involved in an attempted drone sabotage at Leipzig airport, attributed by the German government to Russia. (translated)

La polizia tedesca ha individuato due sospettati per il tentativo di sabotaggio con droni all’aeroporto di Lipsia
Il Post 3h

On Sunday, legislative elections will take place in Saxony-Anhalt, where the far-right party AfD is leading in the polls and could obtain a government for the first time, challenging traditional political coalitions. (translated)

C’è un’elezione molto importante in Germania

Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado e ex-ministra do governo Lula, afirma que se ministro do Supremo cometer crime, deve ser retirado do cargo. “Está no nosso regimento interno que é função do Senado julgar ministros do Supremo”, disse, em entrevista a RPC TV. #Senado #Justiça #Política

George Clooney, receiving the Golden Lion for Lifetime Achievement at the Venice Film Festival, criticized the Trump administration, describing the current political situation as a kakocracy and denouncing a certain idea of cruelty in the government, while expressing his love for the lagoon city and his intention to dedicate himself to family over directing. (translated)

“Viviamo in una cacocrazia, ma ne usciremo”, il Leone d’oro George Clooney contro Trump e una certa “idea di crudeltà”

The dear gas continues to hit the bills of the vulnerable with a 6.9% increase in August, pushing consumers to call on the government for urgent interventions to avoid an economic crisis, while the European wholesale market sees new rises and Europe prepares to face the winter with historically low reserves. (translated)

Caro gas, nuova fiammata sulle bollette dei vulnerabili: ad agosto +6,9%. Consumatori: “Emergenza nazionale, il governo non si volti dall’altra parte”

Tra un annuncio di difesa patria e l'altro, mi auguro che il governo italiano trovi il tempo di difendere la sovranità del proprio sistema finanziario affinché, tra le varie, chi viene sanzionato dagli 'alleati' USA per reati d'opinione, possa avere un conto corrente in Italia. #Sovranità #Finanza #Diritti

Do jeito que tá até a sexta feira a culpa do escandalo do Master vai ser do Mendonça do Flávio e o Lulinha um perseguido que merece indenização do governo #Master #Mendonça #indenização

L

A report from the National Police reveals that the migratory wave on July 30 and 31 towards Ceuta may have been planned with the complicity of Moroccan gendarmes, contradicting previous statements from the Spanish government regarding Rabat's responsibility. (translated)

Ceuta, il rapporto che riporta il Marocco al centro: “I gendarmi guidarono i migranti”

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

L’elefante nella stanza che nessuno vede. La guerra in Ucraina può finire solo in due modi: 1) L’Ucraina devastata ed il suo governo agli arresti o condannato a morte. 2) una guerra mondiale. Davvero volete mettere in gioco la vostra stessa esistenza per dei corrotti psicolabili criminali eurobastardi? #Ucraina #Guerra #Pace

Adivinhem quem foi atacado quando alertou que era um erro crasso colocar Fábio Faria no governo? Isso mesmo: os conservadores, os "olavistas malvadões". O mesmo vale para Ciro Nogueira. A operação do "queremos pragmatismo, dane-se a ideologia" uniu um monte de perfis sem rosto na missão de cancelar os conservadores que estavam dizendo o óbvio. Não existe traição quando a natureza da pessoa sempre esteve escancarada. É como escolher colocar um escorpião dentro do próprio sapato e, depois da picada, reclamar que ele traiu você. Escorpião faz o que escorpião faz. #Política #Conservadorismo #Ideologia

Líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, pede que o ministro André Mendonça retire o sigilo de toda a investigação do Caso Master e diz que não pode haver vazamentos seletivos. "Relações com o Poder Legislativo, Judiciário, candidato à Presidência, tem de investigar", disse. https://t.co/4gUxlLojFP #Investigação #CâmaraDosDeputados #Justiça

Nenhum parlamentar do PSD/MDB assinou até o momento o pedido de impeachment apresentado ontem contra o Ministro Moraes. No Paraná, um dos nossos adversários ao Governo, o avatar da Frente Ampla do Centrão e também deputado pelo PSD/55, permanece omisso e em silêncio. Já do outro, do PT/PDT nada se espera. #impeachment #Política #Brasil

In Italy, in the same government, there is a vice president of the council who reports possible Russian interference and another vice president of the council who claims to be concerned about anti-Russian anxiety. And tomorrow Meloni will celebrate the record duration of this joke of a government. (translated)

Fernando Almeida Santos, the president of the Order of Engineers, warns that the lack of qualified labor in Portugal will hinder the completion of the projects announced by the Government, requiring the importation of technicians to face future challenges. (translated)

"Com a mão de obra que temos não dará para concluir obras"

The interest rates of the Portuguese debt have reached maximum levels in almost a decade, leading the CEO of Optimize to highlight the need for monitoring, although without immediate alarm, due to concerns about rising inflation and the increasing issuance of debt by governments and companies. (translated)

Juros. "Dinamismo da economia portuguesa" pode relativiza...

André Ventura will announce today whether Chega will move forward with a motion of censure against the government of Luís Montenegro, following several controversies involving the Minister of Internal Administration, Luís Neves, who stated that he has no intention of leaving the Executive. (translated)

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