Ronaldo Caiado parece vilão de Gotham querendo anistiar Pinguim, Coringa e todos so Asilo Arkham. #JornalNacional https://t.co/ZY7rnZqTWs #RonaldoCaiado #Gotham #Política
Ronaldo Caiado parece vilão de Gotham querendo anistiar Pinguim, Coringa e todos so Asilo Arkham. #JornalNacional https://t.co/ZY7rnZqTWs #RonaldoCaiado #Gotham #Política
Primeiro comeram o cu do Justin Bieber. Eu não falei nada; afinal, não ouvia músicas dele. Depois comeram o cu do Coringa. Eu fiquei quieto; afinal, ele é um vilão. Então comeram o cu do Flavio Garage. Eu me calei; afinal, não gosto de mecânicos. Agora comeram o cu do Monark e não tem mais ninguém pra nos defender. Tempos assustadores #LiberdadeDeExpressao #CulturaDeCancelamento #Sociedade
A mídia noticiando como BLOGUEIRO pra não colocar o Xandão como vilão da história AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH https://t.co/OPe0L66CEd #mídia #blogueiros #política
Apesar de todas as críticas que tenho ao presidente do Corinthians Osmar Stábile e a demais dirigentes do clube, cumpro com a responsabilidade que tenho como formador de opinião em pedir que não repassem dados sigilosos das pessoas, como telefone o endereço. Violência só vai transformar o vilão em vítima e a vítima em vilão. O torcedor tem que protestar e cobrar, seja no estádio ou fora dele. As famílias das pessoas envolvidas nada tem a ver com a incapacidade, má gestão ou mesmo má fé de parte dos dirigentes do clube. Concentrem por favor as críticas e protestos em quem transformou o Corinthians em um clube falido, quebrado e curral de gente que não pensa no bem da instituição. Deixem as famílias destas pessoas fora disso. Sei da raiva do torcedor, eu também estou. Mas é o que humildemente eu peço. #Corinthians #Futebol #Opinião
🚨 SPOILERS DA 7ª temporada reveladas hoje no Miraculous Day! • Teremos um vilão brasileiro • Adrien terá um novo penteado • O pai da Natalie vai aparecer • Ladybug retornará ao Rio de Janeiro https://t.co/AWhUYqIWeL #Miraculous #Spoilers #Temporada7
🚨 | AGORA: Na setima temporada de Miraculous haverá um vilão brasileiro! https://t.co/6iQq38tNCf #Miraculous #Temporada7 #VilãoBrasileiro
Marc Cucurella, who won the World Cup with Spain and the Club World Cup with Chelsea, evolved from a villain to a hero in football, humanizing the figure of the athlete by sharing his personal life and the challenges of being the father of an autistic child, while staying true to his iconic image with long hair. (translated)
Não quero ser o cara chato, pois o elenco parece ótimo. Mas é sério que os mutantes, vítimas de preconceito, serão todos brancos e padrões, enquanto o vilão racista será o único negro? Eu sei que são só rumores, mas me desculpem, isso me preocupa em um filme dos X-Men. https://t.co/bFZDbyLSdz #XMen #Diversidade #Cinema
Casagrande defende Neymar em episódio do jogo contra a Chapecoense: “O que acontece no vestiário acaba ali. Achei uma sacanagem. Quem fez isso quer fazer com que o Neymar seja um vilão o tempo todo?” Mauro Cezar: “Não sei até que ponto essa liderança (do Neymar) é real. Tento entender a sensação do rapaz que joga no Santos e tomou a bronca. O cara pode pensar: ‘o cara (Neymar) nunca joga fora de casa, a gente faz jogos difíceis fora e o cara nunca está com a gente, aí aqui eu vou ter que tomar bronca desse cara?’” 🎥 Canal UOL | @UOL https://t.co/99paYOHwng #Neymar #Futebol #Chapecoense
⚠️ Gabriel Brazão, sobre as notícias envolvendo o vestiário de Santos 2x2 Chapecoense: “99,9% foi mentira. Estão querendo criar um monstro que não existe. O Neymar é uma pessoa espetacular, que nos ajuda. Teve uma cobrança de todos os líderes.” “As pessoas querem colocar o Neymar como um vilão, mas ele está muito longe de ser um vilão.” 🎥 @lucas_musetti https://t.co/m7Huqz63Ic #Neymar #Santos #Futebol
"Porque Somos Governados por Tolos" Porque razão a confiança vence sempre o conhecimento? Uma reflexão sobre o efeito Dunning-Kruger, as ficções colectivas e o poder das narrativas nas nossas sociedades." A Ilusão da Confiança Gostamos de pensar que os mais inteligentes acabam sempre por chegar ao topo e que o saber vence a ignorância. Acreditamos que quem governa ou lidera são as pessoas que realmente percebem das coisas. No entanto, a realidade é outra: muitas vezes, quem sabe pouco está nos lugares de destaque e fala com muita certeza, enquanto quem é especialista num assunto prefere ficar calado ou fala baixinho, cheio de dúvidas. Isto não acontece por acaso. Faz parte da forma como o cérebro humano funciona — e essa é a parte mais difícil de aceitar. O cérebro que confunde confiança com competência E há uma razão muito simples para isto acontecer, que vem desde o tempo dos nossos antepassados. Durante centenas de milhares de anos, a humanidade viveu em pequenos grupos rodeados de perigos constantes. Quando aparecia um predador, não havia tempo para discutir opções. Alguém tinha de gritar "Sigam-me!" com total certeza, e o grupo tinha de obedecer imediatamente. Quem hesitava, acabava por morrer. Quem seguia cegamente uma voz confiante, sobrevivia. Ao longo de gerações, o nosso cérebro gravou esta ideia simples: quem mostra muita confiança, deve saber o que está a fazer. O problema é que os desafios de hoje são muito diferentes de um leão ou de uma tempestade. São temas complexos — como a economia, o clima, a inteligência artificial ou a política internacional — que exigem o oposto do nosso instinto antigo: pedem paciência, reflexão e a capacidade de aceitar que não há respostas fáceis. No entanto, continuamos a premiar quem fala com a mesma certeza absoluta de um líder da tribo perante o perigo. Isto vê-se todos os dias na televisão ou nas redes sociais. Imagine dois comentadores a discutir uma crise financeira: • O primeiro diz: "Isto tem várias causas e os especialistas ainda não concordam sobre o que vai acontecer a longo prazo." • O segundo diz: "A solução é simples! Está tudo errado menos eu. Sigam-me e eu resolvo isto." Racionalmente, o primeiro está a ser honesto e correcto. Mas, psicologicamente, é o segundo que ganha as audiências, as atenções e os votos. O paradoxo de quem sabe menos Na psicologia, este fenómeno tem um nome: o efeito Dunning-Kruger. Funciona de forma muito simples: • Quem sabe pouco sobre um assunto não percebe o suficiente para notar a sua própria ignorância — por isso, sente-se superseguro do que diz. • Quem estuda muito um tema descobre tantas camadas e detalhes que se torna cada vez mais prudente a dar certezas. A ironia é dura: quanto mais sabemos, mais hesitados; quanto menos sabemos, mais convictos ficamos. E quando o público confunde a cautela de quem sabe com fraqueza, acaba quase sempre por escolher o ignorante confiante em vez do especialista prudente. As redes sociais vêm piorar ainda mais a situação. Os algoritmos não foram feitos para espalhar a verdade, mas sim para prender a nossa atenção (que depois é vendida aos anunciantes). O conteúdo que mais prende a atenção não é uma explicação calma e detalhada, mas sim o medo, a revolta e as frases marcantes. Um texto bem explicado sobre economia exige tempo e esforço para ser lido. Já uma frase feita e simplista espalha-se para milhões de pessoas em segundos. Quando as vozes mais confiantes e barulhentas repetem a mesma coisa vezes sem conta, essa repetição começa, aos poucos, a parecer verdade. As ficções que nos unem — e que nos podem enganar Mas há algo ainda mais profundo por trás disto tudo. O que tornou os seres humanos a espécie dominante na Terra não foi a força nem a inteligência de cada pessoa sozinha — foi a nossa capacidade de acreditar em grupo nas mesmas histórias. Pense nisto: um chimpanzé só consegue cooperar com cerca de cinquenta indivíduos que conheça bem. Já um ser humano consegue cooperar com milhões de desconhecidos porque todos acreditam nas mesmas ideias "invisíveis": o dinheiro, os países, as leis ou as empresas. Uma nota de vinte euros não mata a fome nem veste ninguém; ela só tem valor porque todos nós concordamos em silêncio que ela vale alguma coisa. Esta capacidade incrível tem um custo: quem consegue contar a melhor história passa a controlar como as pessoas vêem o mundo. E essa história não precisa de ser verdadeira ou exacta para funcionar — só precisa de ser simples e de mexer com as nossas emoções. Por exemplo, um conflito internacional pode envolver dezenas de razões históricas, económicas e culturais complexas. No entanto, uma boa história reduz tudo a um "vilão" e a uma "solução mágica". Quando alguém se apega emocionalmente a essa narrativa, ela deixa de ser uma questão de lógica e passa a fazer parte da sua própria identidade — e contestar essa ideia deixa de parecer uma simples conversa para passar a ser visto como um ataque pessoal. Quando o medo substitui a análise A emoção — e não a razão — é o que decide a grande maioria das nossas escolhas em grupo. O medo, em particular, é uma ferramenta poderosa: quando as pessoas se sentem ameaçadas, o cérebro entra em modo de sobrevivência e passa a preferir líderes fortes e soluções simples, em vez de conversas calmas e detalhadas. Vemos isto acontecer constantemente nas eleições: • Raramente ganha quem explica melhor os pormenores técnicos de uma lei ou de uma reforma dos impostos. • Ganha quase sempre quem conta a história que mais mexe com os sentimentos das pessoas, definindo claramente quem é o "vilão" e quem é o "herói" — mesmo que essa história ignore a realidade e simplifique tudo ao extremo. O que fazer com esta consciência A boa notícia é que não estamos condenados a viver na ignorância para sempre. Só o facto de percebermos como este mecanismo funciona já nos dá um enorme poder. Quando nos habituamos a questionar "Quem ganha com esta história?" ou "Que provas existem para apoiar isto e o que é que nos estão a esconder?", começamos a resistir ao erro automático de achar que quem fala com confiança tem necessariamente razão. Isto não apaga os nossos instintos antigos — o cérebro não muda de um dia para o outro —, mas dá-nos tempo para pensar. E é nessa capacidade de parar e reflectir que está o verdadeiro progresso da sociedade. O futuro não depende de termos máquinas cada vez mais inteligentes ou líderes super populares, mas sim do nosso esforço em nos tornarmos pessoas mais conscientes. No fundo, o maior perigo nunca foi a ignorância — porque essa resolve-se com tempo e estudo. O verdadeiro perigo é a ilusão de que já sabemos tudo. É nesse momento que deixamos de fazer perguntas e permitimos que as vozes mais altas, e não as mais correctas, decidam o nosso futuro.
👀🇦🇷 Antes de Inglaterra x Argentina, jornal inglês The Sun lista '10 truques sujos' do goleiro Dibu Martínez: 1. Intimidação em cobranças de pênaltis 2. Provocações verbais 3. Demora para entregar a bola 4. Lançar a bola para longe 5. Reclamações com a arbitragem 6. Comemorações exageradas 7. Contato visual 8. Uso do tamanho (físico) 9. Papel de vilão 10. Rebotes calculados (Segundo antigos treinadores das categorias de base, Dibu chegou a soltar bolas fáceis ou oferecer rebotes propositalmente contra atacantes inseguros. A intenção seria transmitir uma falsa sensação de oportunidade e induzi-los a finalizar de maneira precipitada) 🗞️ UOL 📸 AFA/Seleção Argentina #Argentina #DibuMartinez #Futebol
Que excelente a abordagem da homofobia feita por Walcyr e Claudia. Colocar a homofobia em cima de um vilão é mais simples, mas colocar em um personagem bom e íntegro é muito mais enriquecedor pra dramaturgia. Não é preto no branco, gera muito mais questões. #Quemamacuida https://t.co/zkL3XyYj8v #Homofobia #Dramaturgia #Representatividade
🚨DO CALÇADÃO DO BRASIL PRA MARVEL Segundo rumores, Wagner Moura é a primeira escolha da Marvel Studios para viver o Sr. Sinistro, vilão antológico dos X-Men, no MCU. (via: @MyTimeToShineH - duvidosa) https://t.co/Exnk1HexhW #Marvel #Xmen #WagnerMoura
Há exatamente 16 anos... LeBron James anunciava a decisão de jogar no Miami Heat. Entrando no auge de sua carreira, LeBron se tornaria, por anos, o maior vilão da NBA. O resto é história. https://t.co/MbmylgxzDT #LeBron #NBA #MiamiHeat
“Nós, brasileiros, temos que tomar muito cuidado com 2 jogadores tão debatidos na derrota para a Noruega. Sabemos como nós somos em eliminações de Copa, o brasileiro sempre procura o vilão, e 2 nomes foram muito debatidos: Bruno Guimarães, que perdeu o pênalti, e o Vini Jr, que não desobedeceu a ordem da comissão técnica de Bruno Guimarães bater.” “O Vini sai maior do que quando entrou. Não que ele precisasse de uma afirmação, porque ele já é um grande jogador, já é o jogador que foi eleito melhor do mundo pela FIFA, é o jogador com mais gols e assistência nos últimos 5 anos em mata-matas de Champions League... O Vini já é um grande jogador e fez uma grande Copa. O Vini não fugiu do jogo em nenhum momento, e criticá-lo por não ter desobedecido uma ordem do banco é de novo procurar culpados individuais.” “O Bruno Guimarães confirmou que é um dos grandes da posição. Ele sai valorizando, jogou muita bola e o Brasil precisa dele. É um grande jogador. Ao perder o pênalti, ele se junta a nomes como Baresi, Baggio, Platini, Maradona, Messi, Harry Kane, Zico… Perder pênalti acontece, ele não é um grande batedor, ele só bateu 2 pênaltis dos 12 que o Newcastle teve no ano. O Vini também não é um grande batedor. Os melhores batedores estavam no banco: Neymar, Igor Thiago e Raphinha. Paciência, gente. Não é aquele pênalti que vai definir a Copa do Vini ou do Bruno Guimarães.” “Vamos esquecer esse pênalti e vamos olhar pra frente. O Brasil precisa de Bruno e Vini, e na minha opinião eles saem maiores do que entraram nessa Copa do Mundo.” 🎙️ André Rizek, no Sportv. 📸 Reprodução/CazéTV | Reprodução/Sportv/ge #CopaDoMundo #Futebol #Brasil
🗣️ - Jaylen Brown DECLARA: “Vão me fazer virar o novo vilão… e quer saber, eu vou abraçar isso. Querem um vilão? Pois o vilão acabou de emergir, vocês vão ter um, e eu adoro isso.” https://t.co/lzuWO5Pjl3 #NBA #JaylenBrown #Vilão
Primeiras impressões de Supergirl: Ela entrega a melhor versão da Supergirl nos cinemas. Curti demais. Milly Alcock arrasa, traz uma versão totalmente diferente de todas as outras que já vimos da personagem. É carismática, e a carga emocional que coloca nos olhares, reações e atuação é maravilhosa. Achei as cenas de luta dela insanas: não é só socar, ela usa agilidade e acrobacias, e isso ficou muito bom. Achei o vilão genérico, não curti, mas a jornada da personagem e o trabalho dela fazem o filme ser incrível, independentemente do vilão. O Lobo tem uma boa introdução. Jason Momoa nasceu para esse papel. Dá pra perceber que ele está se divertindo interpretando o personagem. #Supergirl #Cinema #Filmes
A gente achando que o vilão dessa Copa ia ser o protocolo de raio mas é simplesmente a merda do cooling break #CopaDoMundo #Futebol #CoolingBreak