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As #CriasDaAcademia golearam o Juventude por 5 a 0 pelo Brasileiro Sub-17! ⚽️ Leia a matéria completa em nosso site 🗞️ ➤ https://t.co/r3Q8LCmt8d https://t.co/GyE8MwouII #Brasileirão #Sub17 #Futebol

Os itens mais caros arrematados no leilão do Instituto Neymar Jr: • Experiência com João Adibe, presidente da Cimed (inclui viagem ao Caribe, participação em convenção da empresa, acesso ao camarote da Cimed no Carnaval e passeio no novo jato particular do empresário): R$ 3,1 milhões • Cetro do Rei Pelé: R$ 1,2 milhão • Partida de videogame com Neymar e Luva de Pedreiro: R$ 1 milhão • Camisa da Seleção Brasileira autografada por Pelé e Neymar: R$ 950 mil • Garrafa de vinho autografada por Neymar + um jantar com o craque: R$ 630 mil • Fim de semana na mansão de Neymar em Mangaratiba, com traslado de helicóptero e acesso ao kartódromo particular: R$ 600 mil • Chuteira usada e autografada por Neymar: R$ 500 mil • Experiência VIP para acompanhar um jogo do Santos ao lado de Neymar: R$ 450 mil 🗞️ @correio24horas | @VEJA 📸 Instituto Neymar Jr #Leilão #Neymar #Experiências

EUA cancelam visto de embaixadora brasileira e ampliam pressão sobre governo Lula https://t.co/3aQ5QYnZoH #EUA #Lula #Diplomacia

🚨URGENTE - EUA revogam visto da embaixadora do Brasil em retaliação ao governo Lula, após presidente brasileiro proibir a entrada de diplomatas do país no Brasil https://t.co/Oc7zO2bZyB #Diplomacia #RelaçõesInternacionais #Política

URGENTE: Estados Unidos revoga visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Decisão ocorre dias após o Brasil negar a entrada de dois diplomatas norte-americanos que questionariam a integridade das eleições. Na semana passada, antecipei no Correio Braziliense, junto com minha colega @FeeStrickland, que o governo brasileiro aguardava retaliação em alguns dias. #Diplomacia #Eleições #RelaçõesInternacionais

URGENTE: EUA CANCELAM VISTO DE EMBAIXADORA BRASILEIRA PARA OS ESTADOS UNIDOS! Mais informações em seguida. #Brasil #EUA #Diplomacia

Participei hoje de um briefing on background com um alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA sobre os recentes desdobramentos diplomáticos com o Brasil. A sinalização foi clara: haverá uma resposta dos Estados Unidos ao governo brasileiro. Até agora, o visto de uma EMBAIXADORA BRASILEIRA FOI NEGADO. Em breve, falarei mais. #Diplomacia #EUA #Brasil

🚨 URGENTE: EUA CANCELAM O VISTO DA EMBAIXADORA DO BRASIL EM WASHINGTON. A informação foi dada há pouco por um oficial sênior do Departamento de Estado, em ligação fechada com um grupo restrito de jornalistas convidados, da qual participei. A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos Estados Unidos, teve o visto cancelado. A medida é retaliação direta à recusa do governo Lula em conceder o agrément a Daniel Perez, o embaixador americano indicado por Trump para Brasília. Perguntei diretamente ao oficial se novas ações de visto e novos cancelamentos estavam sendo considerados. A resposta foi curta e devastadora: outras ações "não estão descartadas". O governo americano descreve um padrão de hostilidade brasileira que se acumulou ao longo do ano: Darren Beattie, conselheiro sênior para o Brasil, foi barrado em uma visita anterior. Depois, o secretário-assistente Riley Barnes e o secretário-assistente adjunto Sam Samson tiveram os vistos negados para o que Washington classifica como uma visita de rotina. E agora o próprio embaixador americano está sendo bloqueado, com atrasos sucessivos e sem nenhum prazo prometido. A condição foi colocada de forma explícita: o visto de Viotti será restaurado no momento em que o Brasil conceder o agrément a Daniel Perez. Nas palavras do oficial, "reciprocidade é o nome do jogo". Se um governo não deixa o outro trabalhar, o mesmo será feito de volta. E aqui está a dimensão histórica que o Itamaraty não vai querer que você entenda: isto não tem precedente na história da relação Brasil-Estados Unidos. Em mais de 200 anos de relações diplomáticas ininterruptas, desde 1824, nunca um embaixador brasileiro em Washington teve o visto cancelado pelo governo americano. A última vez que os Estados Unidos aplicaram esta medida contra um país do hemisfério foi em dezembro de 2010, contra a Venezuela de Hugo Chávez. O motivo foi exatamente o mesmo: Caracas se recusou a aceitar Larry Palmer como embaixador americano, e Washington cancelou o visto do embaixador venezuelano Bernardo Álvarez Herrera. O resultado? Venezuela e Estados Unidos ficaram uma década inteira sem embaixadores, até a ruptura total das relações. É essa a companhia em que Lula acaba de colocar o Brasil. O Departamento de Estado fez questão de dizer que atribui grande importância ao Brasil e a qualquer governo eleito que o povo brasileiro escolher "DE FORMA LIVRE E JUSTA", e que deseja voltar à normalidade. Mas o recado foi inequívoco: o governo brasileiro deve uma resposta rápida e positiva, e o relógio está correndo. Tic. Tac. #Diplomacia #Brasil #EUA

Com muita honra e alegria, decidimos pelo nome de @carlosjordy para o Senado Federal pelo Rio de Janeiro! Jordy é uma pessoa preparada, leal e um dos principais nomes da direita brasileira! Bora pra cima resgatar o Brasil e Rio de Janeiro!!! https://t.co/NSRiypxVwk #Senado #Brasil #RioDeJaneiro

🚨ATENÇÃO: Presidente Milei diz esperar mudança de rumo nas eleições brasileiras e ataca Lula; argentino quer que Brasil "se pinte de azul" e tire "corruptos e ladrões das costas" https://t.co/K69egoeBBm #EleiçõesBrasil #Milei #Política

Os maiores quadros sendo: - O condenado por agressão sexual, acusado de pedofilia e amigo do Jeffrey Epstein que se senta na Casa Branca; - O irmão dele, que usou dinheiro público brasileiro pra tarifar o próprio Brasil; - O pai dele, condenado e presidiário, que diz ouvir vozes de uma tornozeleira eletrônica; - O irmão dele que está lutando contra o comunismo em 📍 Balneário Camboriú. - O outro irmão dele. Não ouso descrevê-lo pois temo que, ao tentar compreendê-lo, eu perca meu lastro com a realidade. #Política #Justiça #Brasil

Lula 3h

Conversei na manhã desta terça-feira, 4 de agosto, com o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. No telefonema de cerca de uma hora, repassamos os principais temas da agenda bilateral, com destaque para as reuniões que ocorreram este ano, em Brasília, no âmbito da Comissão de Alto Nível (CAN) e da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Científica e Tecnológica (CIC). Reforçamos o caráter estratégico das relações Brasil-Rússia e a intenção de intensificar a cooperação em temas como energia, ciência e tecnologia e na área naval. Sublinhei a importância do comércio entre os dois países, com ênfase especial no fornecimento de diesel e fertilizantes. Também ressaltei a necessidade de buscar maior equilíbrio no intercâmbio comercial, com aumento das exportações brasileiras para a Rússia. Discutimos também a situação geopolítica atual. Expressei decepção com a incapacidade do Conselho de Segurança da ONU em encaminhar uma solução para os conflitos e sublinhei a importância do diálogo entre as grandes potências em busca da paz. Nesse contexto, ressaltei os aspectos humanitários dos conflitos e lamentei a perda de vidas humanas, inclusive civis. Expressamos determinação de continuar trabalhando conjuntamente nos foros internacionais, especialmente no BRICS, cujo papel no atual cenário internacional foi enfatizado. Concordamos também quanto ao valor do multilateralismo, baseado em um mundo multipolar. Mencionei a eleição para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas, reiterando o apoio do Brasil à candidatura de Michelle Bachelet. #Brasil #Rússia #Cooperação

R

🤝🏼 Racing y Juventus FC acuerdan el traspaso de Pedro Felipe El defensa brasileño militó cedido la pasada campaña en el Sassuolo de la Serie A 📝 https://t.co/iCVhd1nJJq https://t.co/xOaGu84MsQ #Fútbol #Transferencias #Juventus

A maratona 'Jogos Vorazes' chega aos cinemas brasileiros em 15 de outubro. 'Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita' estreia em 19 de novembro. https://t.co/69CrXmKBgI #JogosVorazes #Cinema #Estreia

Il Post 5h

Luiz Inácio Lula da Silva, candidate for the seventh time in the presidential elections in Brazil at 80 years old, presents his campaign as a fight for national independence against foreign interference and capitalizes on popular support stemming from an apparent economic improvement and his opposition to Donald Trump and the right, despite current political and social challenges. (translated)

Lula non è ancora stanco

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

. @FlavioBolsonaro construiu sua trajetória política muito antes de chegar ao Senado. Formado em Direito, estagiário da defensoria pública no presídio de Bangú, no Rio de Janeiro, advogado, com especializações em Ciência Política, Políticas Públicas e Empreendedorismo, empresário, iniciou sua vida pública aos 21 anos, tornando-se um dos deputados estaduais mais jovens eleitos da história do estado. Foram 16 anos consecutivos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, período em que concentrou sua atuação em temas como segurança pública, administração penitenciária, defesa civil e fortalecimento da família, além de presidir a Comissão de Segurança Pública na Alerj, berço da ideologia esquerdista no Brasil. Em 2018, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro como o candidato mais votado para a vaga em disputa. No Senado, tem atuado em pautas relacionadas à segurança pública, liberdade de expressão, defesa das prerrogativas do Parlamento, economia, redução da burocracia, fortalecimento do empreendedorismo e do pacto federativo. Ao longo de mais de duas décadas de vida pública, consolidou uma trajetória marcada por sucessivas eleições e pela defesa das bandeiras que sempre apresentou aos seus eleitores, tornando-se uma das principais lideranças da direita brasileira, mesmo que todo o sistema insista em apagar também sua trajetória, assim como fazem com @jairbolsonaro ! Seguimos! #Política #SegurançaPública #Empreendedorismo

OFICIAL! Barcelona anuncia a contratação da atacante brasileira Kerolin. O negócio foi fechado por 1,5 milhão de euros (R$ 8,6 milhões), quebrando RECORDES. É a maior venda da história do Manchester City no futebol feminino, a maior compra do Barcelona e a maior transferência de uma brasileira, superando a venda de Amanda Gutierres do Palmeiras ao Boston Legacy (R$ 5,89 milhões). 🗞️ Globo 🎥 @FCBfemeni https://t.co/RroxM5WOd0 #Barcelona #FutebolFeminino #Transferência

🚨 AGORA! Cruzeiro encaminha contratação do atacante João Costa, de 21 anos, do Al-Ettifaq, da Arábia Saudita. O contrato será de empréstimo, com valor de compra fixado. Brasileiro naturalizado português, João Costa fez parte da sua formação nas bases de Palmeiras e Corinthians. Depois, se transferiu para a Roma. Do clube italiano, foi vendido ao Al-Etiffaq por 9 milhões de euros (R$ 54 milhões) na época. 🗞️ @centraldatoca 📸 Al-Etiffaq #Transferência #Futebol #JoãoCosta

Discutir URNAS e VACINAS não traz NENHUM VOTO ALÉM DA BOLHA. O eleitor do meio está cagando para isso. Quer segurança e supermercado. A pauta de 80% dos brasileiros é SOBREVIVÊNCIA, não ideologia. Alias. Foda-se quem tinha razão. #Brasil #Política #Sobrevivência