The article explores the possible consequences for Vladimir Putin's regime if Russia loses the war in Ukraine, including the possibility that he may fear for his own political survival. (translated)

The article explores the possible consequences for Vladimir Putin's regime if Russia loses the war in Ukraine, including the possibility that he may fear for his own political survival. (translated)

É exatamente esse racional que me leva a achar que a corte aprovará a investigação contra Moraes. SOBREVIVÊNCIA. #Política #Investigação #Justiça
🚨 O Super El Niño pode ter o seu pico na mesma época dos shows do BTS na América do Sul, principalmente nos shows do Brasil 🚨 Faltam menos de dois meses para o BTS dominar o MorumBIS nos dias 28, 30 e 31 de outubro, e precisamos falar muito sério sobre a preparação para o clima. O Brasil inteiro já está sentindo os impactos diretos do Super El Niño de 2026, e as previsões alertam que o fenômeno se aproxima do seu pico de intensidade máxima justamente durante a passagem dos meninos pelo país. Os extremos climáticos já são uma realidade assustadora agora em setembro. Enquanto a região Sul enfrenta chuvas volumosas e enchentes, e o Norte sofre com uma seca histórica e fumaça, o Sudeste está sendo sufocado por bloqueios atmosféricos implacáveis. Isso significa que São Paulo está presa em um ciclo perigoso de ar seco e ondas de calor que beiram os 40°C. Com a instabilidade típica da primavera adicionada a essa equação durante a semana da tour, o cenário para o entorno do MorumBIS exige muito cuidado e planejamento. Aqui está o que nos aguarda e como precisamos nos preparar: Calor Brutal nas Filas 🥵 A previsão é de temperaturas muito acima da média histórica. Passar o dia no asfalto quente e sem sombra ao redor do estádio vai ser um teste de resistência pesado. O foco absoluto deve ser em roupas respiráveis, bonés, óculos de sol e aplicação constante de protetor. A hidratação precisa ser redobrada para ninguém desmaiar antes de o show começar. Tempestades de Fim de Tarde ⛈️ Esse calor extremo funciona como uma bomba-relógio diária. Quando a umidade sobe à tarde, o risco de chuvas rápidas, porém violentas, é imenso. Como a pista e a maior parte das arquibancadas do MorumBIS não têm cobertura, uma capa de chuva reforçada (evitem as de plástico fino que rasgam no primeiro vento) é item obrigatório de sobrevivência na mochila. A sensação térmica a noite pode variar, de abafada para fria, então tenham em mente na hora de montar o look de vocês uma jaqueta, ou um casaco leve, para usar na saída do show. ⚠️ Iremos atualizar vocês quando chegar mais perto sobre previsão do tempo de como vai estar a cidade de São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. Por enquanto já vão planejando o plano B e C para os looks e lembrem-se, a saúde de vocês vem em primeiro lugar! 💜 #SuperElNiño #BTS #Clima
Com Bolsonaro vs com o déspota Detalhe: o déspota disse na sabatina que nao está preocupado com a dívida publica que estourou em seu desgoverno. Demitir o déspota é modo sobrevivencia do povo brasileiro https://t.co/cEf6YuySe7 #Bolsonaro #CriseEconômica #PolíticaBrasileira
Olivia Rodrigo faz referência a Jenny Holzer, na obra Sobrevivência, criada entre 1983 e 1985, no Daisy Chain Fields. “Em um sonho, você viu uma maneira de sobreviver e você estava cheio de alegria” https://t.co/94nStCREB3 #OliviaRodrigo #JennyHolzer #Arte
Hoje acordei com uma pujança como ainda não tinha sentido desde que aqui estou. Quase nem precisei de ajuda para sair da cama. Estas pequenas vitórias são relevantes, depois da sobrevivência a recuperação da autonomia é o objectivo principal. #Autonomia #Recuperação #VitóriasPessoais
The article by António Delgado Valente analyzes how Pedro Sánchez's government has led to a gradual erosion of the rule of law in Spain, evidenced by political measures such as the amnesty law related to Catalan separatism, pressure on the General Council of the Judiciary, and the delegitimization of the judiciary, highlighting an erosion of the mechanisms that guarantee a liberal democracy in favor of the survival of the executive. (translated)
Negociacões entre Mia Goth e a produtora Spyglass para “Pânico 8” estariam travadas. Segundo rumores, a atriz teria exigido “no-kill clause” em seu contrato para garantir a sobrevivência de sua personagem. https://t.co/FL0qAIrajz #MiaGoth #Pânico8 #Cinema
Volodymyr Zelensky appealed to the U.S. to sell between 5% and 10% of its Patriot missiles to Ukraine, arguing that this amount would be enough to face the increasing ballistic missile attacks from Russia and ensure survival during the winter. (translated)

In the article, José Veiga Sarmento examines how it might be possible to explain to an alien why humanity ignores its own existence and the threat of climate change, which has become a victim of ideological conflicts and failures in global action. (translated)
Duas notícias que saíram ontem à noite: - Sob a gestão de TARCÍSIO DE FREITAS, o ensino médio de São Paulo, o estado mais rico do país, despenca para a 11ª posição no Ideb 2025. - Sob a gestão de RICARDO NUNES, a educação básica da capital, a cidade mais rica do país, fica abaixo da média nacional e figura entre as piores capitais nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Não se trata apenas de incompetência administrativa; é um projeto claro de desmonte. Eleger Haddad Governador é questão de sobrevivência! #Educação #Política #SãoPaulo
Discutir URNAS e VACINAS não traz NENHUM VOTO ALÉM DA BOLHA. O eleitor do meio está cagando para isso. Quer segurança e supermercado. A pauta de 80% dos brasileiros é SOBREVIVÊNCIA, não ideologia. Alias. Foda-se quem tinha razão. #Brasil #Política #Sobrevivência
Com base neste pedido, concordei, para o benefício futuro do MUNDO e, da mesma forma, para a sobrevivência de um Irão bem-sucedido e próspero, em cancelar o ataque, desde que seja possível chegar rapidamente a um ACORDO
Com base neste pedido, concordei, para o benefício futuro do MUNDO e, da mesma forma, para a sobrevivência de um Irão bem-sucedido e próspero, em cancelar o ataque, desde que seja possível chegar rapidamente a um ACORDO
Esse vídeo é uma boa resumida sobre o medo da vitória ou “derrota” do Flávio nas eleições. É dito com todas as letras: “Tentativas de interferências especialmente do ministro Alexandre de M. no processo da Justiça Eleitoral.” - A única candidatura da oposição que causa medo em parte do STF e no imperador é a de Flávio Bolsonaro: “Esse grupo do supremo olha essa eleição como crucial para a sua sobrevivência política.” - A.M. e o Supremo correm um sério risco se tentarem repetir em 2026 a mesma atuação que tiveram em 2022: “A Argentina reconheceu oficialmente que houve perseguição política. A Espanha reconheceu que houve perseguição política. A Itália reconheceu que há perseguição política. O jogo está escancarado e é muito mais perigoso do que o de 2022.” O fechamento do William W. evidencia que apenas a campanha do Flávio atrai uma atenção especial. “A gente vem tratando de política dando uma visão em uma perspectiva da eleição. Que é o papel do STF frente ao TSE em função de UMA DETERMINADA CAMPANHA.” #Eleições2026 #PolíticaBrasileira #STF
"Porque Somos Governados por Tolos" Porque razão a confiança vence sempre o conhecimento? Uma reflexão sobre o efeito Dunning-Kruger, as ficções colectivas e o poder das narrativas nas nossas sociedades." A Ilusão da Confiança Gostamos de pensar que os mais inteligentes acabam sempre por chegar ao topo e que o saber vence a ignorância. Acreditamos que quem governa ou lidera são as pessoas que realmente percebem das coisas. No entanto, a realidade é outra: muitas vezes, quem sabe pouco está nos lugares de destaque e fala com muita certeza, enquanto quem é especialista num assunto prefere ficar calado ou fala baixinho, cheio de dúvidas. Isto não acontece por acaso. Faz parte da forma como o cérebro humano funciona — e essa é a parte mais difícil de aceitar. O cérebro que confunde confiança com competência E há uma razão muito simples para isto acontecer, que vem desde o tempo dos nossos antepassados. Durante centenas de milhares de anos, a humanidade viveu em pequenos grupos rodeados de perigos constantes. Quando aparecia um predador, não havia tempo para discutir opções. Alguém tinha de gritar "Sigam-me!" com total certeza, e o grupo tinha de obedecer imediatamente. Quem hesitava, acabava por morrer. Quem seguia cegamente uma voz confiante, sobrevivia. Ao longo de gerações, o nosso cérebro gravou esta ideia simples: quem mostra muita confiança, deve saber o que está a fazer. O problema é que os desafios de hoje são muito diferentes de um leão ou de uma tempestade. São temas complexos — como a economia, o clima, a inteligência artificial ou a política internacional — que exigem o oposto do nosso instinto antigo: pedem paciência, reflexão e a capacidade de aceitar que não há respostas fáceis. No entanto, continuamos a premiar quem fala com a mesma certeza absoluta de um líder da tribo perante o perigo. Isto vê-se todos os dias na televisão ou nas redes sociais. Imagine dois comentadores a discutir uma crise financeira: • O primeiro diz: "Isto tem várias causas e os especialistas ainda não concordam sobre o que vai acontecer a longo prazo." • O segundo diz: "A solução é simples! Está tudo errado menos eu. Sigam-me e eu resolvo isto." Racionalmente, o primeiro está a ser honesto e correcto. Mas, psicologicamente, é o segundo que ganha as audiências, as atenções e os votos. O paradoxo de quem sabe menos Na psicologia, este fenómeno tem um nome: o efeito Dunning-Kruger. Funciona de forma muito simples: • Quem sabe pouco sobre um assunto não percebe o suficiente para notar a sua própria ignorância — por isso, sente-se superseguro do que diz. • Quem estuda muito um tema descobre tantas camadas e detalhes que se torna cada vez mais prudente a dar certezas. A ironia é dura: quanto mais sabemos, mais hesitados; quanto menos sabemos, mais convictos ficamos. E quando o público confunde a cautela de quem sabe com fraqueza, acaba quase sempre por escolher o ignorante confiante em vez do especialista prudente. As redes sociais vêm piorar ainda mais a situação. Os algoritmos não foram feitos para espalhar a verdade, mas sim para prender a nossa atenção (que depois é vendida aos anunciantes). O conteúdo que mais prende a atenção não é uma explicação calma e detalhada, mas sim o medo, a revolta e as frases marcantes. Um texto bem explicado sobre economia exige tempo e esforço para ser lido. Já uma frase feita e simplista espalha-se para milhões de pessoas em segundos. Quando as vozes mais confiantes e barulhentas repetem a mesma coisa vezes sem conta, essa repetição começa, aos poucos, a parecer verdade. As ficções que nos unem — e que nos podem enganar Mas há algo ainda mais profundo por trás disto tudo. O que tornou os seres humanos a espécie dominante na Terra não foi a força nem a inteligência de cada pessoa sozinha — foi a nossa capacidade de acreditar em grupo nas mesmas histórias. Pense nisto: um chimpanzé só consegue cooperar com cerca de cinquenta indivíduos que conheça bem. Já um ser humano consegue cooperar com milhões de desconhecidos porque todos acreditam nas mesmas ideias "invisíveis": o dinheiro, os países, as leis ou as empresas. Uma nota de vinte euros não mata a fome nem veste ninguém; ela só tem valor porque todos nós concordamos em silêncio que ela vale alguma coisa. Esta capacidade incrível tem um custo: quem consegue contar a melhor história passa a controlar como as pessoas vêem o mundo. E essa história não precisa de ser verdadeira ou exacta para funcionar — só precisa de ser simples e de mexer com as nossas emoções. Por exemplo, um conflito internacional pode envolver dezenas de razões históricas, económicas e culturais complexas. No entanto, uma boa história reduz tudo a um "vilão" e a uma "solução mágica". Quando alguém se apega emocionalmente a essa narrativa, ela deixa de ser uma questão de lógica e passa a fazer parte da sua própria identidade — e contestar essa ideia deixa de parecer uma simples conversa para passar a ser visto como um ataque pessoal. Quando o medo substitui a análise A emoção — e não a razão — é o que decide a grande maioria das nossas escolhas em grupo. O medo, em particular, é uma ferramenta poderosa: quando as pessoas se sentem ameaçadas, o cérebro entra em modo de sobrevivência e passa a preferir líderes fortes e soluções simples, em vez de conversas calmas e detalhadas. Vemos isto acontecer constantemente nas eleições: • Raramente ganha quem explica melhor os pormenores técnicos de uma lei ou de uma reforma dos impostos. • Ganha quase sempre quem conta a história que mais mexe com os sentimentos das pessoas, definindo claramente quem é o "vilão" e quem é o "herói" — mesmo que essa história ignore a realidade e simplifique tudo ao extremo. O que fazer com esta consciência A boa notícia é que não estamos condenados a viver na ignorância para sempre. Só o facto de percebermos como este mecanismo funciona já nos dá um enorme poder. Quando nos habituamos a questionar "Quem ganha com esta história?" ou "Que provas existem para apoiar isto e o que é que nos estão a esconder?", começamos a resistir ao erro automático de achar que quem fala com confiança tem necessariamente razão. Isto não apaga os nossos instintos antigos — o cérebro não muda de um dia para o outro —, mas dá-nos tempo para pensar. E é nessa capacidade de parar e reflectir que está o verdadeiro progresso da sociedade. O futuro não depende de termos máquinas cada vez mais inteligentes ou líderes super populares, mas sim do nosso esforço em nos tornarmos pessoas mais conscientes. No fundo, o maior perigo nunca foi a ignorância — porque essa resolve-se com tempo e estudo. O verdadeiro perigo é a ilusão de que já sabemos tudo. É nesse momento que deixamos de fazer perguntas e permitimos que as vozes mais altas, e não as mais correctas, decidam o nosso futuro.
Geneva stands out as a crucial space for international dialogue, where, in times of increasing political confrontation and distrust, mutual listening and cooperation are valued as essential for the survival of humanity, as discussed at the inauguration of the new Portail des Nations. (translated)
Jorge Rodrigues argues in the article "Iran knows that the regime is at risk" that the Iranian regime faces a threat to its survival and avoids showing weaknesses in relation to the US, while highlighting Donald Trump's diplomatic efforts with leaders like Zelensky and Netanyahu, reflecting the complexity of strategic relationships amid geopolitical tensions. (translated)

Um passageiro sérvio, que sobreviveu a um incidente aterrador durante um voo da Ryanair em que foi sugado para fora da aeronave, denuncia a falta de apoio da tripulação, enquanto a companhia aérea afirma que toda a assistência foi prestada, destacando o uso do cinto de segurança como um fator crucial para sua sobrevivência. #Aviação #Ryanair #IncidenteAéreo