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#costume

🕷️🍿J’AI VU #SpiderManBrandNewDay! [NO-SPOILS] Je ne sais pas par où commencer… J’ai totalement vibré devant 'Spider-Man Brand New Day’. C’est sans aucun doute le meilleur film Spider-Man de Tom Holland jusqu’à présent, que ce soit dans sa mise en scène, son ton et la façon dont la dualité de Peter Parker est explorée. C’est plus intime, plus mature et traite d’un sujet profondément humain auquel beaucoup pourront s’identifier : l’isolation et la solitude. En conséquence, Peter Parker est mis au second plan et nous permet de passer plus de temps avec un Spider-Man plus investi, plus sûr de lui et bien plus efficace dans son travail, porté par un rythme d’action fluide et naturel. Cela se répercute aussi sur une ville de New-York vivante et organique. Et qu’est-ce que ça fait du bien. On voit Spider-Man être à 100 % Spider-Man: se balancer, "quip", et devenir ce protecteur et ce modèle dont on attendait tant. Sans parler de ce costume, qui apporte énormément de charme. La dynamique avec le Punisher de Jon Bernthal est également un point fort du film. Le duo est intéressant, drôle et donne vraiment envie d’en voir plus. Dans le cadre de l’histoire racontée, le film aurait gagné à inclure quelques figures emblématiques de l’univers de Spider-Man. Après ‘Shang-Chi’, Destin Daniel Cretton est en totale maîtrise côté réalisation, je pense que c’est l’une des meilleures décisions de Marvel de lui avoir laissé Spider-Man. On retrouve des placements de caméra inédits, des jeux de lumières inspirés et une mise en scène qui donne la sensation d’accompagner Spidey dans ses combats ou ses voltiges. Au niveau de l’histoire, Peter évolue au fil du film, et j’ai adoré la manière dont le film aborde la mutation et d’à quel point on passe plus de temps avec l’araignée plutôt que l’homme. Il y a toutefois des choix narratifs qui pourraient diviser. Sans entrer dans le territoire du spoil, j’ai trouvé que certains éléments auraient mérité d’être un peu plus poussés, avec une plus forte prise de risque, tandis que d’autres auraient gagné à être conclus. Quant à l’humour, même s’il désamorce parfois, il reste mieux incorporé ici que les films de la trilogie. En bref, ‘SPIDER-MAN BRAND NEW DAY’ est un film qui ravira tout fan de l’homme araignée. C’est rempli d’action, d’émotions et de tout ce que l’on attend d’une histoire classique du tisseur. Je ne peux que le conseiller, et j’ai hâte d’y retourner. Merci aux équipes de @sonypictures_es et @SonyPicturesFr pour cette organisation. ‘SPIDER-MAN BRAND NEW DAY’ sort ce mercredi 29 juillet au cinéma ! #SpiderMan #Marvel #Cinema

Arnaldo Ribeiro, sobre a reclamação do Flamengo a respeito da arbitragem do empate com o São Paulo: "Desvio de foco". “Quando o time não tem um resultado, vem o Boto, como de costume, como desde o ano passado, aos microfones reclamar de arbitragem. Já ficou tão rotineira essa situação em relação ao dirigente do Flamengo que não dá pra levar a sério. Simplesmente não dá pra levar a sério. E é um desvio de foco e existe uma pressão sobre o trabalho dele, não só pelas contratações, que no campo ainda não estão fazendo completamente a diferença, como o Vitão.” 🗞️ @UOL 📸 CRF | Canal UOL #Flamengo #Arbitragem #Futebol

Arnaldo Ribeiro no UOL News Esporte, sobre as reclamações de José Boto, diretor de futebol do Flamengo, contra arbitragem: 'desvio de foco' "Quando o time não tem um resultado, vem o Boto, como de costume, como desde o ano passado, aos microfones reclamar de arbitragem e tal. Já ficou tão rotineira essa situação em relação ao dirigente do Flamengo que não dá pra levar a sério. Simplesmente não dá pra levar a sério. E é um desvio de foco e existe uma pressão sobre o trabalho dele, não só pelas contratações, que no campo ainda não estão fazendo completamente a diferença, como o Vitão." Via: @UOLEsporte 📷Uol / 📷Divulgação #Flamengo #Arbitragem #Futebol

Je suis très heureux de voir Zizou à la tête de l'équipe de France. Et puis de voir Zizou avec son petit costume sur le banc de touche, je serais très heureux !

"Le joueur qu'il a été m'a ébloui, mais l'homme qu'il est encore plus" : Bixente Lizarazu salue l'arrivée de Zinédine Zidane à la tête de l'équipe de France
www.franceinfo.fr

🚨 « MAIS, FRANCHEMENT, IL VA VOIR QUOI ZIDANE 🇫🇷 ? DE QUOI VEUX-TU QU'IL AIT PEUR ? 🤨 » Laurent Blanc 🇫🇷 s’exprime sur l’arrivée de Zinedine Zidane 🇫🇷 à la tête des Bleus. 👇 « Il va endosser le costume avec grand plaisir. On a une GÉNÉRATION EXCEPTIONNELLE, il va vouloir la faire briller. J'ai entendu ici ou là : "ça va être dur, il va voir, les Bleus c'est particulier..." MAIS, FRANCHEMENT, IL VA VOIR QUOI ZIDANE 🇫🇷 ? DE QUOI VEUX-TU QU'IL AIT PEUR ? Il a gagné TROIS LIGUE DES CHAMPIONS comme coach, il a été champion du monde ET TU PENSES QUE CETTE MISSION VA LE METTRE EN ÉMOI ? 😅 Il sait parfaitement ce qui l'attend. Il sera le plus grand quand ça gagne et on lui rentrera dedans après les défaites. Il en a vu d'autres. Je le connais un peu, il y va surtout avec un plaisir immense. Et j'espère pour le nôtre aussi. » 🗞️ @Nice_Matin #Zidane #Bleus #Football

Una volta mi sono cagato addosso. Mi sono allargato e mi sono tolto il costume, non ce la facevo più. Poi ho continuato a nuotare nel gruppo

Pogacar, dominatore e despota: il quinto Tour de France come i miti del ciclismo. Il vero problema non sono numeri e record
www.ilfattoquotidiano.it

PCP always in the usual trickery of creating false "civil society organizations." They have been doing this for decades. (translated)

🚨🚨KYLIAN MBAPPÉ AURAIT SORTI LE COSTUME DE RECRUTEUR DU REAL MADRID POUR MICHAEL OLISE !!! 🤍👔 L’attaquant français aurait expliqué à Florentino Pérez qu’il avait réussi à convaincre Michael Olise de rejoindre le club de la capitale espagnole. Kylian aurait profité du Mondial pour convaincre son coéquipier de rejoindre le Real et lui a assuré que leur duo sera INCROYABLE. 🗞️ (@BILD) #RealMadrid #Mbappe #Football

È una scelta senza senso che non favorisce assolutamente l'inclusione ma, piuttosto, alimenta la segregazione, con le donne separate dagli uomini e obbligate all'uso di un costume integrale per motivi religiosi.

«Piscina apre alle donne islamiche dopo la chiusura serale». Il caso al Lido di Salorno, la Lega: «È segregazione»
www.ilmessaggero.it
Digi24 2w

Rafaela Pestrițu, o româncă din Slatina, a creat costumele dansatorilor Shakirei pentru show-ul din finala Campionatului Mondial de Fotbal 2026, spunând că a fost un moment magic, cu ajutorul familiei în ultimele zile de lucru intens pentru a finaliza cele 40 de ținute. #costume #Shakira #CM2026

O româncă din Slatina a creat costumele dansatorilor Shakirei pentru show-ul din finala CM 2026. „A fost un moment magic”

EUA 🇺🇸/Nicarágua 🇳🇮: “Os Estados Unidos pedem à comunidade internacional que una forças para demonstrar à ditadura Murillo-Ortega que não pode esperar manter os negócios como de costume com outras nações quando está frustrando os princípios básicos do nosso hemisfério democrático” E aí, qual será o posicionamento do governo brasileiro? #EUA #Nicarágua #Democracia

Mesmo com condições de jogo, De La Cruz deve ser poupado do jogo entre Chapecoense e Flamengo, amanhã, pelo Brasileirão. O meia uruguaio não tem o costume de jogar em gramados sintéticos devido a um problema crônico no joelho. 🗞️ @ColunadoFla 📸 Gilvan de Souza/CRF https://t.co/EqWNhMvAtp #Brasileirão #DeLaCruz #Futebol

L'exposition Harry Potter : The Exhibition fait son retour à Bruxelles, offrant aux fans de la saga une expérience immersive de 3000 m² avec des décors emblématiques, des costumes de film et des activités interactives, le tout dans un cadre permettant de redécouvrir l'univers magique de Poudlard. #HarryPotter #Exposition #Bruxelles

“Harry Potter : The Exhibition” ouvre à Bruxelles : ce qui attend les fans de la saga

🚨 SURRÉALISTE ! IShowSpeed vient de rencontrer un fan français portant le costume « Dictateur Mbappé » qui est en larmes après l’élimination de la France en Coupe du Monde 💔 https://t.co/hc9p0pXU4T #IShowSpeed #CoupeDuMonde #Mbappé

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia

Bouteldja (@HB__officiel) ne connaît rien à l'histoire de l'Algérie, en dépit de son statut « d'indigène ». Le décret Crémieux de 1870 ne donne pas la « nationalité française » aux Juifs d'Algérie. Les indigènes juifs - et musulmans - étaient déjà des ressortissants français en vertu du sénatus-consulte du 1865. Ce que le décret Crémieux offre, c'est la citoyenneté et non la nationalité. Dans l'Empire colonial, la nationalité et la citoyenneté n'étaient pas nécessairement confondus. Un national pouvait accéder à certains emplois civils et administratifs, mais ne jouissait pas de tous les droits politiques (et n'était pas soumis à toutes les obligations) inhérents à la citoyenneté (comme le vote ou la conscription). Loin d'avoir été des spectateurs à la remorque des Français, les Juifs d'Algérie ont été pro-actifs pour accéder à cette nationalité. En 1860, une pétition adressée à Napoléon III recueille 10 000 signatures en ce sens. « Les soussignés, israélites indigènes de l’Algérie, supplient votre Majesté de les déclarer Français. Inspiré avant tout par nos sentiments de reconnaissance et d’amour pour la France qui nous a délivrés d’une tyrannie oppressive et barbare au-delà de toute expression ; dicté aussi par le changement que la conquête a apporté dans notre état intellectuel comme dans nos mœurs, ce vœu rencontre de vives sympathies parmi l’élite des Français fixés en Algérie » Devant l'inaction du gouvernement, les dirigeants communautaires juifs d'Algérie récidivent 5 ans plus tard : « Les soussignés ont l’honneur de vous exposer que, la nouvelle de votre retour en Algérie ayant ravivé les espérances de toute la population, les israélites en particulier ont pensé qu’ils devaient saisir avec empressement une occasion si favorable de réitérer, auprès de Votre Majesté, le vœu si constamment exprimé d’être élevés à la dignité de citoyens français » C'est alors qu'est mis en place le sénatus-consulte de 1865 qui reconnaît la qualité de Français aux Juifs et aux musulmans, sans leur accorder la citoyenneté. Toutefois, ces derniers peuvent y postuler, à condition de renoncer à leur statut personnel, c'est-à-dire aux dispositions de la loi mosaïque et coranique en matière de mariage, de divorce, de polygamie incompatibles avec le droit français. Mais les dispositions du sénatus-consulte donnant accès à la citoyenneté rencontrèrent peu de succès. Peu de Juifs et de musulmans demandèrent cette citoyenneté, se contentant de jouir des avantages de la nationalité française, sans les inconvénients de la citoyenneté. C'est pour cette raison que Crémieux proposa de mettre les Juifs d'Algérie devant le fait accompli « Ne leur dites pas : soyez français si vous le voulez, car volontairement ils n’abandonneront pas la Loi de Dieu ». Le pari de Crémieux est que les Juifs d'Algérie se conformeront au code civil quand ses prescriptions seront obligatoires. De fait, les Juifs se sont montrés plus réceptifs que les musulmans aux idées françaises, et ceci dès 1830. Ils n'ont pas attendu le décret Crémieux pour fréquenter l'école française. « Leurs enfants fréquentent nos écoles, parlent notre langue, prennent notre costume : sans perdre leur esprit de caste, ils deviennent clercs d’avoués, notaires, employés d’administrations ; ils sont déjà initiés à notre législation », observe en 1841 le baron Jean-Jacques Baude. À la fin des années 1850, le nombre d’élèves juifs scolarisés à Alger est de 1 700 ; 80 d’entre eux étudient dans le lycée de la ville, en 1854, alors que le nombre d’élèves musulmans n’y dépasse pas 1246. De leur côté, les musulmans n'ont jamais manifesté le même attrait pour la citoyenneté française. « Notre plus cher désir, la chose à laquelle nous tenons le plus, c’est de conserver notre loi, la charia », lisons-nous dans une pétition adressée par 1700 notables musulmans du Constantinois. « La nation algérienne et musulmane n’est pas la France. Elle ne saurait pas comment être française. Elle ne souhaite pas devenir française. Elle ne pourrait devenir la France, même si elle le voulait », proclame l'ouléma Ben Badis. Dans ces conditions, les différences de statut entre les juifs et les musulmans d'Algérie ne relevaient pas d'un complot colonial. Elles reflétaient trivialement le fossé entre l'attitude des Juifs et celle des musulmans à l'égard du modèle civique français. On recense d'ailleurs beaucoup de fonctionnaires qui manifestaient une certaine réticence à accorder aux Juifs les mêmes droits que les Français, de peur de blesser l'orgueil de leurs anciens maîtres musulmans, qui n'ont jamais supporté l'ascension sociale de l'ancien dhimmi. Mais ne comptez pas sur Bouteldja pour disserter sur l'héritage colonial islamique et ses conséquences pour les sociétés qui sont passées sous le joug abrutissant des musulmans. #Algérie #Histoire #Colonialisme

BFMTV 3w

Le film L'Odyssée de Christopher Nolan, qui sort le 15 juillet, suscite déjà de vives polémiques concernant ses choix de costumes jugés fantaisistes, son langage familier, et l'accent américain de ses acteurs, marquant ainsi une américanisation de la légende grecque qui remet en question les attentes traditionnelles liées au péplum. #LOdyssée #ChristopherNolan #Polémiques

Armure "à la Batman", langage familier et tournage au Sahara occidental: "L'Odyssée", aimante les polémiques avant même sa sortie

Atenção, Vascaínos! 💢 Pedro Emanuel é um treinador pragmático, que adapta seu modelo de jogo ao elenco disponível. Como o acompanhamos mais de perto apenas no Al Fayha e no Khaleej, vou me ater a esse período. Por lá, alguns princípios importantes: organização defensiva e transição rápida. Teve de ser reativo. Defende em bloco médio/baixo, com linhas muito compactas. Não esperem pressão alta durante os 90 minutos. A pressão vem por meio de gatilhos: zagueiro recebendo de costas, erro de domínio ou passe no pé fraco do goleiro. Quando recupera a bola, acelera, troca poucos passes e aciona o pontinha mais rápido (esperem muito de Gomez, Adson e Marino aqui) pra atacar a profundidade, cruzando na área pro centroavante mais fixo. Contra os grandes sauditas, a estratégia era defender e sair em contra-ataque rápido. Contra pequenos, tinha um pouco mais de posse e atacava pelos lados. Resumindo. Sem a bola: bloco compacto e linhas baixas. Com a bola, verticalidade, poucos passes e acionamento dos pontas. Esperem muita participação dos laterais e pontas. Não é um treinador acima da média, mas também não é ruim. Como de costume da escola portuguesa, tem muita clareza de jogo e de aspectos táticos. Pedro inclusive, esteve na lista final de candidatos para assumir a seleção saudita na Copa, ao lado de Pericles Chamusca e Georgios Donis, mas o escolhido foi o último. Chegou a conversar com Taawoun e Ettifaq, mas as negociações não avançaram. Desde então, estava livre no mercado esperando oportunidades. Apareceu essa no Vasco. Que dê certo! 🙌 #VascoDaGama #Futebol #Tática

Sis sobre cenas de amor. 🔥: “A cena de amor (São as mais difíceis).” 🔥: “O difícil é porque somos amigas, e uma cena de amor precisa vir de sentimentos verdadeiros. Nós realmente precisamos sentir aquela cena, precisamos nos tornar os personagens... Sisss sobre cenas de amor. 🌷: “É tranquilo, não precisamos nos preocupar com nada. Nós usamos nossos sentimentos... Os sentimentos dos personagens. E não precisamos nos preparar tanto uma com a outra como de costume.” 🪽: “As cenas de amor, nós simplesmente deixamos os sentimentos fluirem.” Engraçado que... Quem lembra da fofoquinha dos bastidores? 👀 🔥: “Na mesa de jantar, estávamos conversando sobre cenas de amor. A N’Freen me perguntou: ‘Você nunca fez uma cena de amor antes?’ Eu respondi: ‘Não, nunca. Essa é a minha primeira vez.’ E ela disse que não era difícil. A N’Bec também disse: ‘Não é difícil de jeito nenhum. Eu acho que cenas de amor são fáceis, provavelmente as mais fáceis.’ Como eu assisti à série delas, The Loyal Pin, eu acredito nisso. Eu realmente acredito. Pelo que vi, foi tudo muito natural. As partes que elas interpretaram foram lindas e muito fluidas...” #CenasDeAmor #Sentimentos #Atuação