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#factos
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FACTS. How great it feels that the bullet hit so many assholes out here HAHA anti-reality are they, I wish they would work better, messed up people. They already sense that Trejo's plant is staying. 🚬🚬 (translated)

I can't believe Catalina Gorostidi is throwing so many facts together against the resentful Yipio. (translated)

SL Benfica wants the ban of the Estádio do Dragão. Benfica has submitted a formal complaint to the Disciplinary Council of the Portuguese Football Federation, requesting disciplinary sanctions following several incidents that occurred during the last derby against FC Porto. Among the situations pointed out by the reds is the behavior of the Porto bench, with particular emphasis on FC Porto's kit man, who is accused of making offensive gestures towards the Benfica delegation and the substitutes bench. The Luz club is also asking for a punishment for Gabri Veiga, due to the throwing of a bottle in the direction of the Benfica technical area. Benfica also contests the atmosphere created at the Estádio do Dragão, claiming the existence of provocations directed at their fans through music and entertainment during the match. In light of these situations, the reds want the Porto venue to be subject to a ban. The complaint also includes a request for clarification about the origin, legality, and lawfulness of the images captured on the Benfica bench and subsequently broadcast by Porto Canal. The club questions the potential misuse of that content in the public domain. The process is now in the hands of the Disciplinary Council, which will analyze the facts and decide in the coming days whether disciplinary proceedings will be initiated against the various parties involved. (translated)

Pero mira esa cantidad de factos que tiro esta panelista a la odiosa de Yipio SE TENIA QUE DECIR Y SE DIJO! https://t.co/V7k50YAzXA #Factos #Panelistas #Yipio

🗣️ "son el primer grupo de k-pop en llegar al #1 en las listas de USA, desde entonces han establecido 28 récords mundiales Guinness y están en medio de una gira por estadios SOLD OUT A NIVEL MUNDIAL" TIRANDO FACTOS SOBRE LOS REYES DE LA INDUSTRIA, BTS 👑 https://t.co/OLwxqT22SY #BTS #Kpop #RécordsMundiales

Búfalo 1w

GRAN análisis de @PampitoOk sobre “Lo mal perdedores que fueron los que apoyaron a YIPIO” y sobre el campeonato de NUESTRA REINA y PROTAGONISTA FACTOS 👏🏻 #GranHermano https://t.co/H5rpzezr0C #GranHermano #YIPIO #Análisis

Búfalo 1w

GRAN análisis de @PampitoOk sobre “Lo mal perdedores que fueron los que apoyaron a YIPIO” y sobre el campeonato de NUESTRA REINA y PROTAGONISTA FACTOS 👏🏻 #GranHermano https://t.co/wblnmiYXAw #GranHermano #Análisis #RealityShow

“Hay algunos libertarios que te dicen ‘LO VUELVO A VOTAR’ y cuando le preguntas el precio de las cosas te dicen ‘NO SE, YO VIVO CON MIS PAPÁS’. Viejo, grande, y FEO viviendo en la casa de la mamá, así son estos degenerados…” JAJAJJAJA LA CABRA MAYANS ESCUPIENDO FACTOS https://t.co/jrybGJvTfZ #Libertarios #Política #Opinión

Olá Mundo Vale a pena defender a Democracia e a Verdade dos factos

@elnomeromero Ninguna conspiración oiga. Mi post solo tira factos, que haya quien los quiera ignorar es otra cosa. #Conspiración #Hechos #Opinión

Búfalo 2w

Mariela: “Desde que ingresé a Andrea del boca, Juanicar, Manu y Yipio solo los escuché hablar de Solange Abraham, todavía no le tocó a Yipio pero ya le va a tocar” AAAAAA FACTOSSSSSS #GranHermano https://t.co/Ga8M7qgVgI #GranHermano #RealityShow #Televisión

"Ese chico que estaba muerto delante de mi banquillo... al final no había ambulancia. Cuando vas contra equipos que tienen esta MENTALIDAD, es un factor en tu contra" Mourinho, soltando factos 🐐🐐 https://t.co/HWLbnNqZ69 #Fútbol #Mentalidad #Deporte

koza. 3w

Ciekawostka statystyczna: PSG nie wygrało żadnego z meczów po zakontraktowaniu Ferrana Torresa. #factos #PSG #FerranTorres #statystyka

PINCOYA NO DEJA DE TIRAR FACTOS🔥 "Si tú me preguntas a mí quién quiero que gane este reality, es la Sol. Ha dado material del bueno, pero que quede claro que ella nunca cambió su juego. Siempre fue la pilla que tuviste, peleaba con todo el mundo. A mí me sacaba los choros del canasto, pero yo ya me callaba, me aguantaba. A ella solamente la conocen como jugadora; como persona yo la pude conocer, es una persona maravillosa. Y que quede claro que ella a mí no me embaucó, porque siempre me dijo: 'Es mejor que estemos todas, hacemos más fuerza'. Y un día le dije: 'Si a mí la gente me quiere salvar, me va a salvar'." #GranHermano SOL AL 9009 #GranHermano #RealityShow #Televisión

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

Búfalo 4w

PINCOYA: “La gente decidió sacarme a mí que nunca estuve echada, yo jugué, me pelee, lo di todo” PINCOYA ESCUPIENDO FACTOS #GranHermano https://t.co/UWbC4hlnBm #GranHermano #RealityShow #Participación

GEMA Y FLOR TIRARON FACTOS SOBRE LOS MUEBLES Flor: La diferencia es tremenda, Tulum está haciendo papitas con salchichas y chisme y Malibú ya está todo dormido Gema: Pues si, pero síganle con esa gente #LaCasaDeLosFamososMéxico #LaCasaDeLosFamososMx https://t.co/hpBEx9h53z #LaCasaDeLosFamosos #Tulum #Malibú

Pincoya: "cobarde eres tu, que quisiste que yo aparte a la Sol y la deje sola. Cobarde es lo que hiciste cuando la Sol bajo de placa, no llorabas porque la campanita se fue, llorabas porque la Sol se quedó y fuiste a increparla" Factos de la Pinco YIPIO AL 9009 #GranHermano https://t.co/5EfRFyjED7 #Pincoya #GranHermano #RealityShow

LUANA APUNTA CONTRA YIPIO Luana: “Yipio cuando está sola es una persona y cuando está en grupo es otra persona, vos no lo vas a entender y cuando ellos estaban en grupo nos la hicieron padecer, no nos dejaban comer, nos controlaban la comida y eso venía desde antes, Yipio siempre avaló eso Y NUNCA RECONOCE NADA, sigue defendiendo cosas indefendibles” omg Luana tirando factos? YIPIO AL 9009 #GranHermano #GranHermano #Yipio #Luana

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O Teste Secreto Que Os Políticos Usam Para Saber Se És Submisso A tática consiste em partilhar um volume massivo, contínuo, rápido e repetitivo de mentiras óbvias, sem qualquer preocupação com a consistência lógica ou a verdade dos factos. Mas para que serve? Serve para demonstrar domínio sobre ti, sobre a agenda pública, e testar até onde vai a tua submissão, que eles dizem ser lealdade. O fluxo constante de desinformação sobrecarrega os mecanismos de verificação (o fact-checking da moda). Desmentir e corrigir uma afirmação falsa exige mais tempo e esforço do que produzi-la. Ficamos constantemente a reboque... Como podemos nós, simples cidadãos, reagir para não ficarmos perpetuamente reféns do ritmo alucinante de quem quer controlar a narrativa?