BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Psicología
Il Post 2d

Negli ultimi quattordici anni, le ricerche hanno rivelato che il numero di parole pronunciate dalle persone è diminuito del 28%, portando a una comunicazione sempre più limitata sia di persona che al telefono, probabilmente a causa della diffusione degli smartphone e dei canali digitali che hanno cambiato le nostre abitudini comunicative. #conversazioni #psicologia #smartphone

Parliamo sempre meno
Il Post 4d

L'aumento delle temperature non influisce solo sul benessere fisico, ma provoca anche un incremento dell'irascibilità e dell'aggressività nelle persone, complicato dalla mancanza di sonno e dallo stress fisiologico, con conseguenze negative sulla salute mentale e sul comportamento sociale. #caldo #salutementale #psicologia

Non è solo un’impressione: col caldo aumenta il nervosismo

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

L'articolo 36 del Cod. Deont. Psicologi vieta di esprimere pubblicamente giudizi negativi sulla formazione, competenza o operato di altri professionisti. Ritengo che tale articolo sia stato violato ai miei danni. Pertanto ho depositato stamane un esposto all'Ordine competent.e #psicologia #deontologia #professionisti

Danann 7d

Voy a tener que hablar seriamente con mi psicólogo sobre esta alegría inmensa que me causa el llanto de los antimessi. Algún elemento patológico debe haber en semejante euforia. #Psicología #Fútbol #Emociones

«El verdadero problema para Pedro empieza cuando su figura deja de ser la del paciente pasivo de la operación para asomar como su referencia jerárquica activa» #reflexión #liderazgo #psicología

El artículo aborda cómo la psicología de emergencias juega un papel crucial tras la tragedia del incendio en Los Gallardos, enfatizando que es un error común suponer que todas las víctimas desarrollarán traumas psicológicos y subrayando la importancia de brindar apoyo emocional y coordinación adecuada en estos momentos críticos. #PsicologíaDeEmergencias #IncendioAlmería #BienestarEmocional

Así se afronta una tragedia como la de Almería desde la psicología de emergencias: "El mayor error es querer ayudarcon buena intención"

Lo que hace Manuel es de típico manipulador narcisista destacando una "virtud" de la otra persona para así cambiar su visión. Y Juanicar full teoría espejo, esta diciendo que Cinzia hace básicamente lo que hace el, subirse a ataques ajenos y en manada por favor, que patéticos #GranHermano #Manipulación #Narcisismo #Psicología

El Colegio Oficial de Psicología de Catalunya ha rectificado su posición y ha iniciado una investigación interna sobre la terapeuta Julia L., vinculada a la familia Andic, por posibles actos de intrusismo profesional y mala praxis, luego de recibir numerosas consultas de profesionales sobre su falta de titulación y métodos terapéuticos. #Psicología #Intrusismo #MalaPraxis

El Colegio de Psicología rectifica e inicia una investigación por intrusismo a la terapeuta sin colegiar de los Andic

Rute Agulhas, psicóloga a coordenadora do Grupo Vita, defende a necessidade de rigor nos protocolos de audições de vítimas de abusos dentro da Igreja Católica e alerta para a insuficiência de psicólogos e respostas no Serviço Nacional de Saúde. #AbusosIgreja #SaúdeMental #Psicologia

"Não deixem pedra sobre pedra nos abusos da Igreja"

La vida moderna está poniendo a prueba un cerebro humano que se desarrolló en un entorno muy diferente, generando estrés, soledad y ansiedad debido al desajuste evolutivo entre las condiciones actuales y las que favorecieron la evolución del ser humano, según un estudio que destaca la influencia negativa de las ciudades densas y las redes sociales en el bienestar emocional. #Estrés #Psicología #Bienestar

La vida moderna podría estar llevando al límite un cerebro diseñado para un mundo muy distinto, según la ciencia

Marian Rojas Estapé, psicóloga, advierte, že citlivé osoby se pod tlakem stresu stávají zranitelnými, a zdůrazňuje význam sebereflexe a poznání vlastních reakcí na stres, zatímco doporučuje zdravé stravovací návyky, dostatek odpočinku a umírněný pohyb jako klíčové faktory pro prevenci a zvládání stresu. #Psicología #Estrés #Autoconocimiento

Marian Rojas Estapé, psicóloga: "La persona sensible, bajo un factor de estrés, se convierte en vulnerable"

Ancelotti foi vítima de um viés cognitivo muito comum, que afeta mesmo especialistas, que Daniel Kahnemann chamou de A Lei dos Pequenos Números: com base num número pequeno de observações positivas, ele fez uma extrapolação e considerou que Bruno Guimarães é um exímio batedor de pênaltis. #Cognitivismo #Psicologia #Futebol

No quiero generalizar por una sola opinión, pero este tipo de planteamientos se repiten con frecuencia y no surgen en el vacío sino que responden a un relato cultural muy extendido en ciertos sectores del feminismo contemporáneo. Decir que cuando una mujer mira a otra y piensa “está gorda” en realidad es “un hombre mirando a través de su cabeza” implica varias cosas problemáticas: -Niega la agencia de las mujeres: sus propios juicios, envidias o preferencias no serían suyos, sino producto del “patriarcado internalizado”. -Es incoherente: si una mujer piensa que un hombre está gordo o calvo, ¿también es “un hombre” el que piensa dentro de ella? -Ignora la biología y la psicología evolutiva ya que las mujeres, como los hombres, compiten intrasexualmente. Juzgar el físico de otras mujeres (y denigrarlo por medio del cotilleo) forma parte de esa competencia natural, no es una imposición externa que anula su mente. Atribuir todo pensamiento crítico femenino a “la mirada masculina” no empodera a las mujeres, las infantiliza. Las personas (hombres y mujeres) tenemos juicios estéticos y eso es humano, no un complot patriarcal dentro de nuestra cabeza. #Feminismo #AgenciaFemenina #Cultura

Enrique Rojas, psiquiatra, sostiene que la felicidad es un proyecto personal que cada individuo debe diseñar de manera coherente y realista, basándose en cuatro pilares fundamentales: amor, trabajo, cultura y amistad, además de las aficiones, enfatizando que el recorrido hacia la felicidad es tan importante como el mismo objetivo. #Felicidad #ProyectoDeVida #Psicología

Enrique Rojas, psiquiatra: "Una persona feliz es aquella que ha sabido diseñar un proyecto de vida coherente y realista, con los pies en la tierra"

Non si rendono nemmeno conto che insistendo con la narrazione "problemi psichici" stanno ammettendo che arrivano un numero altissimo di pazzi pericolosi. E perché fanno errori così banali? Perché il Parastato gramsciano non considera un pazzo pericoloso un problema ma un'opportunità... #SaluteMentale #Società #Psicologia

Článek se zabývá osobní zkušeností s depresí, jejíž projevy zahrnují nejen tristní pocity, ale i postupné opouštění sebe sama a ztrátu schopnosti cítit jak radost, tak smutek, čímž se zdůrazňuje, že deprese je komplexní stav vyžadující nejen medikaci, ale i odbornou podporu. #SaúdeMental #Depressão #Psicologia

Depressão. O corpo grita quando a mente já não aguenta

El informe forense revela que Juan Francisco, el asesino de Álex, no presenta alteraciones en sus capacidades mentales, contradiciendo su declaración de amnesia sobre los eventos del crimen, en el cual reconoció haber golpeado a la víctima con un bate tras asestarle una docena de puñaladas. #CrimenSueca #InformeForense #Psicología

El informe forense del asesino de Álex descarta que tuviera mermadas sus capacidades mentales

Muitas vezes os anal-istas tem reações emocionadas imediatas. A realidade sempre se mostra mais complexa. Em resumo: reação instantânea é emoção travestida de análise. O processo de formação de opinião tem idas e vindas, e, em geral, o tempo favorece a versão mais consistente com os fatos. Sugiro que todo "anal-ista" de plantão estude o básico de teoria de formação de opinião. Já falei bastante aqui do americano Jonathan Haidt e do seu "The Righteous Mind" (A Mente Moralista) e também do Walter Lippmann (criador do termo "Opinião Pública" no seu livro da década de 1920), mas há outras leituras fundamentais que explicam por que a primeira reação quase nunca é a leitura final. A primeira é a teoria dos dois sistemas, do Nobel Daniel Kahneman, no livro "Rápido e Devagar". Nosso cérebro opera em dois modos: o Sistema 1, que é rápido, automático e emocional, e o Sistema 2, que é lento, analítico e trabalhoso. Toda reação imediata a um fato político vem do Sistema 1. É instinto, não análise. O comentarista que decreta vencedores e derrotados em tempo real está apenas verbalizando um impulso emocional com vocabulário sofisticado. A análise de verdade exige o Sistema 2, e o Sistema 2 exige tempo e informação. A segunda é o modelo RAS, do cientista político John Zaller, provavelmente o estudo mais influente já escrito sobre formação de opinião pública. Zaller demonstrou que as pessoas não têm opiniões prontas guardadas na cabeça. Elas acumulam "considerações" ao longo do tempo, conforme recebem novas informações, e a opinião que expressam em cada momento é apenas uma amostra do que está mais fresco na memória. Por isso a opinião pública se move com revelações, posicionamentos e fatos novos. Ela é um processo em construção, não uma fotografia. Quem julga o filme pelo primeiro fotograma erra quase sempre. Isso é o básico do básico para entender formação de opinião pública. A minha tristeza não é que os jornalistas e anal-istas desconheçam estas obras, mas de que não haja UMA PESSOAZINHA entre os hipertensos da campanha do Flávio, que tenha lido uma linha ou sequer OUVIDO falar destes autores. E, ainda assim tem enorme influência. Não tem como o sujeito não ficar de saco cheio, porque é impossível montar uma estratégia de campanha quando todos só conseguem trabalhar com o Sistema 1. #FormaçãoDeOpinião #AnáliseCrítica #PsicologiaPolítica

Comunque Gabriele ha bisogno di un percorso psicologico importante. #Temptationisland https://t.co/FcSCkciowm #Psicologia #Benessere #Supporto