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#hcq

No alvorecer daquela farra sanitária que, em 2020, se abateu sobre o planeta como uma praga de gafanhotos bíblicos, assistiu-se ao primeiro grande alinhamento político entre Donald Trump, então inquilino da Casa Branca, e Jair Bolsonaro inquilino do planalto. Ambos, com a obstinação de quem recusa a liturgia do rebanho, defenderam a hidroxicloroquina, um velho remédio contra a malária, tão prosaico quanto eficaz em outras eras, e a cloroquina. Em março daquele ano, a FDA americana, com a solenidade de quem ainda não se ajoelhara diante do altar da ciência oficial, concedeu autorização de uso emergencial aos hospitalizados. Em maio, Washington despachou dois milhões de doses para o Brasil. Misteriosamente, e o mistério, como se sabe, é o disfarce predileto da política, após estudos que registravam arritmias e a ausência de “provas” de eficácia, a mesma agência, em junho, revogou tudo e passou a fulminar o remédio com a veemência de um inquisidor. Em junho de 2021, milhares de e-mails de Anthony Fauci, o sumo sacerdote do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e conselheiro-mor da Casa Branca, vieram a público graças ao Washington Post e ao BuzzFeed, via processo legal. Neles, o doutor parecia confessar, em segredo, que a hidroxicloroquina era a cura, que a tomava e aconselhava a família. O porta-voz, naturalmente, negou tudo: Fauci jamais ingerira o fármaco e se recusara a endossá-lo por falta de dados. O e-mail “incriminador”, alegou, não era dele, mas de um tal Erik A. Nilsen, CEO de uma startup texana, que escrevera: “A outra droga que tenho, e disse à minha família e a alguns amigos para conseguirem, chama-se hidroxicloroquina…”. Fim de papo, ou quase. No final de julho, o senador Rand Paul liberou o diário pessoal de Fauci. O documento reacendeu a fogueira nos Estados Unidos e no Brasil. Apoiadores de Trump e Bolsonaro extraiam trechos pérolas dos escritos. Peter Navarro, ex-conselheiro de Trump, destacou passagens de março de 2020 em que Fauci descrevia a HCQ como medicamento aprovado, com “tons of experience”: toneladas de experiência, e se mostrava confortável com distribuição flexível. Depois, quando Trump a promoveu, as evidências viraram “anedóticas”. Inconsistências, origens do vírus, lockdowns, tratamentos: o pacote completo da paranoia contemporânea. Nos círculos conservadores americanos, a suspeita cristalizou-se: havia estoques de cloroquina prontos para distribuição, mas a posição mudou por motivos políticos. “Se Trump é a favor, o sistema é contra.”. No Brasil, a mesma cantilena em torno do “tratamento precoce”: a oposição e a mídia teriam sabotado Bolsonaro como os democratas sabotaram Trump. A batalha persiste. De um lado, os que juram que Trump e Bolsonaro estavam certos; do outro, Fauci, a mídia, a esquerda mundial, a indústria farmacêutica, todos proclamando que jamais houve mudança oficial de protocolo no Ministério da Saúde ou na Anvisa recomendando HCQ para a Covid. Eu, de minha parte, posso dizer que, independentemente do que proclamavam Trump, Bolsonaro ou Fauci, sempre achei de uma estranheza kafkiana o uso de uma vacina ainda em fase experimental. Mais estranho ainda o fetiche da máscara de pano, com aberturas vastas o bastante para deixar passar vírus e bactérias como quem passa por um portão aberto. E o cúmulo do absurdo: o vírus que, segundo a liturgia, não atacava pessoas sentadas. Tudo isso me convenceu, à época, de que não valia a pena seguir o rebanho. Havia algo de patético em andar mascarado por lugares desertos e, minutos depois, comer em restaurantes lotados. Ah, sim, tirávamos a máscara para almoçar. Daí a minha convicção de que o vírus respeitava o momento: bastava sentar e pegar nos talheres para que os bichinhos se afastassem, discretos. Como levar a sério semelhante farsa?, pensava eu. Se o vírus respeitava quem se sentava para comer, respeitaria também quem se sentasse para fumar, beber ou rezar. Foi por isso que o período da pandemia se tornou a época em que mais fumei. Cheguei a três maços de Marlboro por dia. Dentro do carro, inclusive. Não foram raras as vezes em que, parado no sinal, alguém sozinho e mascarado parava ao lado, lançava-me um olhar de horror bíblico e saía cantando pneu para não contemplar a cena apocalíptica: eu, ouvindo Bob Dylan, vidros abertos, fumando como se o mundo fosse acabar amanhã. Seis anos depois, aqui estou, mais forte e mais gordo do que nunca. Foi a cloroquina que me salvou? Quem há de saber? A picadinha, juro que não foi, pois não a tomei. Foi o cigarro? Provavelmente não. Passada a pandemia, resolvi largar o vício. Já faz quase um ano e prometo nunca mais fumar. A menos que surja outra pandemia. #Pandemia #Cloroquina #Saúde

Els van Veen Jun 22

Nou, NHG @nhgnieuws, hier vallen jullie wel door de mand. En de @IGJnl erbij. WOB documenten tonen aan op dinsdag 7 april 2020 al afgetikt was dat het NHG zou afraden om HCQ in de eerstelijn voor te schrijven. Terwijl Rob Elens @hapelensrob na deze datum nog naar het NHG werd verwezen, om hier contact mee op te nemen. Het Nederlands Huisartsen Genootschap gaat er prat op richtlijnen op te stellen, voor huisartsen, die zo goed mogelijk wetenschappelijk onderbouwd zijn. Nee dus, gewoon handjeklap en Elens zonder scrupules verwijzen naar het NHG, terwijl je al weet dat je het hebt geregeld. De vraag voor mij blijft wie hier opdracht voor gaf. https://t.co/OymhsVQwK9 #NHG #HCQ #gezondheidszorg

rob elens Jun 22

Kijk nu eens....de inspectie adviseerde mij de N H G te benaderen voor hulp bij onderzoek naar hcq maar zij waren mij al voor. Lees en huiver...zo gaat in Nederland. Ik ben daar dus geen lid meer van. En terecht. https://t.co/r5PWxMzA6A #onderzoek #Nederland #hcq

MargaBult2025 Jun 18

Voor geïnteresseerden: Hier nog eens de #WOB documenten die aangeven dat de overheid niet meewerkte aan het gebruik van #HCQ in NLd tijdens de corona crisis, zoals Rob Elens gisteren al aangaf tijdens het PEC verhoor.Artikel werd geschreven door @mauricedehond m.m.v. @CeesCees72 #COVID19 #gezondheid #transparantie

Het is en blijft volstrekt van de pot gerukt dat minister De Jonge iedere arts vervolgde die het waagde met ivermectine of HCQ zijn patienten te behandelen, wat ook succesvol bleek en zonder bijwerkingen, terwijl hij zelf onveilige mRNA injecties opdrong aan jonge mensen, en waarvan bekend is dat je er o.a. hartkwalen van kan krijgen of zelfs overlijden. Huisarts Elens eist excuses van oud-minister De Jonge om 'tegenwerking' tijdens pandemie - https://t.co/0A1zrw83dE #Ivermectine #HCQ #Vaccinatie

Een duidelijke uitleg over de werking van HCQ door Rob Elens. Een goedgekeurd medicijn, toegepast bij corona, omdat Elens gewoon snapt hoe dat werkt. Te onbegrijpelijk voor meester Hugo. #HCQ #corona #gezondheid

Rob Elens werd vandaag verhoord! Elens redde levens met ivermectine & HCQ. Hugo de Jonge viel hem lastig & zijn reputatie werd KAPOTGEMAAKT! Wat blijkt nu? Rob Elens had al die tijd GELIJK! Doe een ♥️ & RT voor deze HELD! Hij verdient het! https://t.co/A3g6y5f1y8 #Ivermectine #HCQ #Hero

—HORARIOS PARA EL LANZAMIENTO DEL MV DE MERRY GO ROUND DE #BTS EN SPOTIFY 💜‼️ Viernes 19 de junio 03:00 AM🇸🇻🇳🇮🇬🇹🇨🇷🇧🇿🇭🇳🇲🇽 04:00 AM🇵🇦🇪🇨🇵🇪🇨🇴 05:00AM🇩🇴🇧🇴🇵🇷🇻🇪🇨🇺🇨🇱 06:00AM🇺🇾🇦🇷🇧🇷🇵🇾 11:00AM🇪🇸🇮🇹 MERRY GO ROUND MV IS COMING #BTS_MerryGoRound https://t.co/HCq3eZqPpj #BTS #MerryGoRound #Spotify

SE Palmeiras Jun 3

O trabalho continua 🔛 na Academia de Futebol! Nesta terça-feira, Vitor Roque cumpriu mais uma etapa do cronograma de recuperação da cirurgia no tornozelo esquerdo, enquanto Marcelo Lomba esteve no centro de treinamento do Verdão para manter a forma. AVANTI! 🟢⚪️ https://t.co/HcQbowMU6V #Futebol #Treino #Recuperação