O comunicado da ANRESF, com as restrições, é correto e importante para a lisura do processo. O órgão, verdadeiro responsável por se debruçar sobre o assunto, pede explicações corretas das partes e ainda impõe medidas cautelares que respingam em outro assunto: o DIP de 150 milhões de reais. Tal empréstimo, previsto em Recuperação Judicial acordada com os credores em dezembro de 2025, viria da empresa Almirante, de Marcos Faria Lamacchia, que nada tem a ver com a Crefipar (grupo que não pode mais emprestar dinheiro ao Vasco, conforme a medida da ANRESF). Desta forma a decisão da juíza, que previa um receio do processo competitivo não ser isento, alegando “R$ 270M de dívidas” para um possível interessado, me parece não se sustentar. Visto que o órgão que vem se debruçando minuciosamente sobre o “conflito de interesses” não restringiu a Almirante. De duas, uma: o empréstimo precisa ser liberado para que o clube continue honrando seus pagamentos, custos operacionais e, principalmente, a Recuperação Judicial, sem lesar os credores, que precisam e querem receber. Ou o processo competitivo precisa ser aberto o quanto antes, agilizando o leilão e, em sequência, a venda, seja lá para qual investir for, pensando sempre que o clube não pode continuar sendo sufocado e já pediu judicialmente a liberação dos recursos. Aberto a discussões educadas👇🏽 #ANRESF #RecuperaçãoJudicial #Vasco


