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#quimioterapia

An experimental treatment for advanced lung cancer, called gotistobart, nearly doubles the survival of patients compared to standard chemotherapy, showing a median survival of 18.5 months versus 10 months. (translated)

Esperanza frente al cáncer de pulmón avanzado: un fármaco casi duplica la supervivencia

E lá se foram 12 sessões de quimioterapia. Três meses de duas quimioterapias semanais. E eu não sei como cheguei até aqui. Eu sei que ainda faltam dois meses, são quatro sessões da vermelha. Sei que não vai ser fácil, mas eu venci o pior. Venci o período mais difícil da minha vida inteira. Eu nem sei como consegui chegar até aqui, porque não tem sido fácil. Quimioterapia é algo que destrói muita coisa em você. Eu sei que é um tratamento, mas cheguei a um ponto em que já não me reconheço, me sinto sem forças, com acúmulo de reações. Desenvolvi uma espécie de alergia na mão, uma coceira que parece uma tortura, que me deixa totalmente cansada, me abala, e eu vivo entupida de antialérgico. Mas, finalmente, essa fase, que eu acredito que seja a pior, passou. Agora eu vou caminhar para o final, para o segundo ciclo. Faltam menos de dois meses e eu tenho certeza de que vou conseguir passar por isso. Quero agradecer a todos e me desculpar por não vir aqui fazer meus desabafos, conversar e falar sobre o tratamento. Foi tão pesado nesses últimos tempos que eu não tinha coragem. Eu não queria que vocês ficassem preocupados, nem que as pessoas que ainda vão passar por isso ou que já estão passando se sentissem desanimadas. É possível, mas é muito difícil. A quimioterapia tira muita coisa da gente para que a gente possa vencer o câncer. E, mais uma vez, eu digo: não existe propósito na dor. Ninguém merece passar por isso. Não existe razão, nada que justifique um sofrimento desse tamanho. É muito difícil não sentir o paladar, não sentir o cheiro, não ter nenhum tipo de prazer na vida, não se reconhecer, se sentir extremamente cansada, ficar cada vez mais reclusa e ter que simplesmente deixar tudo de lado. É muito pesado. Mas eu cheguei até aqui. Eu agradeço imensamente à minha família, aos meus amigos, a todos os que permaneceram comigo, com paciência, no pior período da minha vida até hoje. Desejo força para todas as pessoas que estão passando por isso. Eu vou voltar a ter sol na minha vida. Vou voltar a sentir o calor do sol, o sabor das coisas. Vou voltar a viver. #quimioterapia #câncer #força

Pediatric chemotherapy with platinum, although effective in the treatment of cancer, can cause premature cellular aging and leave permanent mutations in healthy tissues, which could increase the risk of long-term health problems in survivors. (translated)

La quimioterapia infantil con platino deja una huella permanente en los tejidos sanos

Essa é a eleição mais importante das nossas vidas. E é natural que a gente fique assustado, com medo, inseguro, com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. Isso não significa que a gente não acredita no presidente Lula. Muito menos que a gente não vai lutar por ele. A gente vai lutar. E precisa lutar para ganhar no primeiro turno. É necessário colocar um fim nessa loucura em que transformaram a política brasileira, que muitas vezes já nem parece mais política. É necessário para que o país tenha um pouco de paz e, principalmente, para que a gente consiga mais uma vez defender a democracia, porque é ela que está em risco. Mas eu também quero pedir compreensão e respeito. Todo mundo aqui sabe que eu estou passando por um tratamento contra um câncer de mama agressivo. Sempre fui militante, sempre fui ativista e participei de mobilizações enormes durante todos esses anos. Não preciso ficar enumerando tudo o que já fiz ou provar para ninguém o meu compromisso com essa luta. Por isso, considero uma enorme falta de respeito quando algumas companheiras não conseguem compreender o peso de um tratamento de câncer. Meu tratamento está consumindo meu corpo. Eu preciso lutar diariamente para conseguir atravessar tudo isso. São duas quimioterapias por semana, estou chegando à décima segunda e ainda tenho pela frente mais dois meses da chamada quimioterapia vermelha. É pesado demais. Mesmo assim, continuo aqui. Então eu peço, por favor: compreensão e respeito. Porque eu estive nessa luta todos os dias, durante anos, pelo presidente Lula, pela esquerda e pela democracia. E sim, a gente vai lutar para eleger Lula no primeiro turno. Ter medo não significa desistir. Ter insegurança não significa deixar de acreditar. Enxergar o tamanho da dificuldade não significa abandonar a luta. A gente sabe o tamanho do que está enfrentando. E justamente por isso vai lutar ainda mais. A gente não desiste. Vamos lutar para eleger o presidente Lula pela quinta vez. #Lula #Democracia #Luta

A new injectable hydrogel, developed by Spanish researchers, allows for localized and sustained administration of chemotherapy in solid tumors, demonstrating antitumor activity in preclinical models of ovarian cancer and glioblastoma. (translated)

Hidrogel permite aplicação localizada de quimioterapia

Meu Deus. Segundo a reportagem, o pai da Lena passou por um tratamento contra um tumor. A situação era algo que, até então, aparentemente só a família e a Miu sabiam. Ele fez quimioterapia e radioterapia e, felizmente, agora está apresentando melhoras — o médico não detectou mais o tumor. E tem muita gente comentando que a Lena emagreceu, mas já pararam para pensar que talvez situações como essa também possam ter contribuído? Minha tia teve câncer e, durante todo o período de acompanhamento e tratamento, eu e minha mãe perdemos quase 8 kg cada uma. O desgaste emocional de acompanhar alguém que amamos pode ser enorme. Sejam mais gentis ao julgar a aparência do próximo. A gente nunca sabe o que uma pessoa está realmente passando. #LenaMiu #Empatia #Câncer #SaúdeMental

🦋Lena abre o coração, em lágrimas, pela primeira vez, após descobrir no ano passado que seu pai estava com câncer . A atriz de beleza marcante, filha de mãe/pai de origem tailandesa e canadense, LenaLalina Schuett, ou simplesmente Lalina Schuett, conhecida por muitos como parte do popular casal de Girls Love “Lena–Miu”, o casal Yuri do com o fandom GumberBear, é sempre vista em eventos com seu jeito fofo e alegre, sempre acompanhada de sorrisos e risadas. Mas, recentemente, “LenaLalina” abriu o coração de forma exclusiva ao Nine Entertain. A própria atriz revelou que nunca havia falado ou dado entrevista a ninguém sobre esse assunto antes: seu amado pai , que tem mais de 80 anos, foi diagnosticado com câncer no ano passado. Lena contou que o último ano foi muito cheio de trabalho, tanto na Tailândia quanto no exterior. Quando recebeu a notícia, ficou muito preocupada e sentiu muita tristeza pelo pai. Tudo o que pensava era: —faria qualquer coisa para que ele melhorasse e voltasse a ter saúde, especialmente porque ele já é idoso. Mesmo com uma agenda de trabalho muito intensa, Lena contou que todos os dias, depois de terminar o trabalho, corria para casa para abraçar o pai e dizer que o amava. Ela nunca imaginou que algo assim pudesse acontecer com sua própria família. Por isso, sempre que aparecia em eventos, precisava sorrir e trabalhar normalmente, dando o seu melhor para não preocupar ninguém. Mas, assim que o evento terminava, ela trocava de roupa, entrava no carro e chorava quase todas as vezes, 🥺 porque estava preocupada com o pai . Lena revelou que nunca contou a ninguém sobre a doença do pai. Apenas os familiares, parentes próximos e sua parceira MiuNatsha, sabiam da situação. Lena contou que, durante o último ano, precisou ser especialmente forte e deixar os assuntos pessoais de lado. Pensava apenas que precisava trabalhar primeiro; depois que trocava de roupa e deixava o papel de “Lena profissional”, podia voltar a ficar triste e preocupada.😥 . Lena revelou que, durante esse período, seu pai passou por tratamentos, incluindo quimioterapia e radioterapia. Felizmente, a notícia mais recente é muito boa: os médicos não encontraram mais células cancerígenas no corpo de seu pai. (Graças a Deus 🙏🏼) Atualmente, Lena também contratou uma enfermeira particular para cuidar de seu pai de perto e o trouxe para morar com ela em sua casa em Bangkok. Como o estado geral dele está bem agora, Lena ainda mantém apenas uma preocupação: seu pai é muito ligado a exercícios físicos e gosta de sair sozinho para caminhar até a academia do condomínio. — Nine Entertain 😥🥺☹️ @lena__lorena #LalinaLena #ลีน่าลลินา #LalinaLena #câncer #amor_familiar

Researchers from Vall d'Hebron have developed a natural injectable hydrogel that allows for local and sustained administration of chemotherapy, showing positive results in the treatment of ovarian tumors and glioblastoma in preclinical tests in mice. (translated)

El Vall d’Hebron lidera el estudio de un hidrogel natural para tumores de ovario y cerebrales

José Dirceu fez hoje sua última sessão de quimioterapia e está curado. Vencemos mais essa batalha, Zé. ✊🏽 https://t.co/t9pPbtA83K #ForçaJosé #Superação #Vitória

A study led by the University of Texas reveals that psilocybin, a psychedelic compound, could prevent nerve injuries caused by chemotherapy, thus improving the quality of life for patients. (translated)

Un compuesto psicodélico probado en ratones previene uno de los peores efectos secundarios de la quimio

A team of researchers from the Medical University of South Carolina has developed a new approach that blocks the lysyl oxidase protein and the secondary defense pathway of triple-negative breast cancer, managing to halt its growth without resorting to chemotherapy. (translated)

El 'golpe' que acorrala al cáncer de mama más agresivo sin recurrir a la quimioterapia

The FDA has approved Rasonque, a new drug for treating advanced pancreatic cancer, which has shown to nearly double the average lifespan compared to conventional chemotherapy. (translated)

FDA aprova novo medicamento para tratar cancro do pâncreas

Lucy Davis, known for her role in 'The Office' and 'Sabrina', has announced that she has stage 4 breast cancer with metastasis to the bones, revealing that it is incurable and too late for chemotherapy, but conveying a message of optimism and humor to her followers. (translated)

Lucy Davis, actriz de 'The Office' o 'Sabrina', anuncia que padece un cáncer «incurable»

"Teve a quimioterapia e o transplante de medula..." "Sua resposta ao tratamento foi excelente. Os exames não detectam mais a doença. Se daqui a 3 meses, tudo se mantiver vira trimestral." A TRISTEZA DA BRUNA. #Quemamacuida https://t.co/cpj7Q8hSLx #Saúde #Esperança #Superação

SB Aug 12

Lucy Davis, de O Mundo Sombrio de Sabrina, revela diagnóstico de câncer de mama em estágio 4. Segundo a atriz, não há mais tempo para a quimioterapia, pois a doença já avançou para as costelas, quadril e coluna. #ForçaLucy #CâncerDeMama #LutaContraOCâncer

E lá vamos nós para mais um dia de tratamento rumo à cura do câncer de mama. Já se foram sete. Faltam cinco desse primeiro ciclo. E hoje eu consigo dizer que estabilizei muita coisa dentro de mim. Os medos, os receios, a insegurança com o diagnóstico, com a quimioterapia, com tudo o que eu imaginava que seria esse processo. Quero falar disso principalmente para quem está passando por isso, para quem ainda vai passar e também para quem acompanha alguém da família. Uma vez me disseram que perder o cabelo seria o de menos. Eu não acreditei muito, não. Sofri demais antes de perder meu cabelo. Mas aí ele caiu e, incrível, realmente virou o de menos. É ruim? É. Porque eu não escolhi ficar careca. Mas não tenho vergonha nenhuma da minha careca. Ando por aí exibindo quando quero. Às vezes cubro, às vezes não. Hoje está frio, então resolvi preservar a coitada um pouco. Mas ela está aqui. A quimioterapia, que acontece todas as segundas-feiras, também entrou na minha rotina. Virou uma parte da minha vida, não a minha vida inteira. Já não chego aqui abalada como antes. As reações diminuíram bastante. Ficou essa coceirinha chata, que agora vou investigar com o alergista. Estou forte, minha imunidade está boa e tenho engordado bastante. Fazer o quê? Neste momento, prefiro engordar, me alimentar direito e conseguir chegar até o fim sem precisar pular nenhuma sessão do que ficar fraca. E volto a falar da alimentação porque, para mim, ela tem feito uma diferença enorme durante o tratamento. Todo dia tem chia. Ela tem fibras, ômega 3, minerais e virou parte da minha rotina. É quase o meu “Danoninho vale por um bifinho” versão quimioterapia. Mas acho que a mensagem de hoje é outra. É menos ruim do que aparenta. Não é legal. Ninguém quer receber um diagnóstico de câncer. Ninguém quer fazer quimioterapia. É um saco fazer quimioterapia. É um saco ter câncer de mama. Não vou romantizar porque não existe nada de bonito nisso. Mas também não é impossível. Quando você começa a atravessar o processo, percebe justamente isso: é um processo. E processos passam. Agora eu já consigo olhar para trás e perceber que está passando rápido. Falta pouco. Não tenho mais aquela ansiedade gigantesca do começo. Continuo trabalhando. Não quero parar de trabalhar e não vou parar de trabalhar. Faço minhas coisas dentro de casa, sigo minha rotina. E isso é muito importante para a cabeça da gente. A doença e o tratamento não podem definir quem você é. Você precisa continuar sendo você durante o tratamento do câncer de mama. O câncer não pode ocupar todos os espaços da sua existência. E não tem nada a ver com essa história de “guerreira”, de “você é forte”, de transformar quem tem câncer numa espécie de heroína obrigada a sorrir diante de tudo. Não. Tem a ver com entender que a vida é cheia de obstáculos. A gente passa por coisas psicológicas, psiquiátricas, físicas, familiares, amorosas. A vida de ninguém é uma linha reta de felicidade absoluta. Muito pelo contrário. Tem coisa que simplesmente é uma merda. A gente sente, sofre, reclama, fica com medo, fica de saco cheio. E continua. Hoje, inclusive, estou fazendo quimioterapia no que denominei de quartinho premium presidencial: cama, banheiro e uma bela vista nublada de São Paulo. Eu acho São Paulo bonita vista daqui de cima. Apesar de que o avanço predatório do mercado imobiliário está produzindo uma situação meio bizarra: um prédio vai tampando a vista do outro até chegar o momento em que, para ver São Paulo, aparentemente será necessário morar no último prédio construído. Mas hoje dei sorte. Caminha, banheiro, janela, vista de São Paulo, quimioterapia terminando e daqui a pouco estou indo embora. Sete foram. Faltam cinco. Bora lá. Agora falta pouco. #CancroDeMama #Quimioterapia #ForçaECoragem

E lá vamos nós para a metade do primeiro ciclo do meu tratamento contra o câncer de mama. Nesse caminho eu já chorei, já ri, já fiquei angustiada, querendo que tudo acabasse logo. Já fiquei deprimida, feliz, emocionada, alegre com tantas coisas boas que também aconteceram durante esse processo. Mas hoje eu acordei bem. E quero tranquilizar todo mundo que me vê saracutiando por aí, porque eu sei que eu não paro quieta. Seguinte: minha imunidade está muito boa. Minhas plaquetas estão boas, meus exames semanais estão ótimos. No sábado fiz mais uma bateria de exames, mais completa, e deu tudo muito bem. Minha médica me liberou para sair, claro, com responsabilidade. Não é para fazer loucura nem sair todos os dias. Inclusive, ela me liberou para voltar a trabalhar presencialmente uma vez por semana. Uso máscara, sigo todas as orientações e tenho aprontado por aí, no bom sentido. Estou fisicamente muito bem. E isso também ajuda na imunidade. Estar ativa, me movimentando, exercitando a cabeça faz diferença. Além disso, sábado e domingo costumam ser os meus melhores dias, então hoje acordei cheia de energia para mais uma semana de tratamento. Vim para a quimioterapia feliz, animada. Já estamos chegando à metade do primeiro ciclo e isso me deixa muito contente. No caminho, dentro do Uber, começou a tocar Roberto Carlos: “Além do Horizonte”. Pronto… a música grudou na minha cabeça. Estou cantando até agora. E agora vocês também vão ficar com ela na cabeça. Coitada da equipe da quimioterapia e do pessoal da recepção, que vão ter que me aguentar desse jeito hoje. Acordei com energia de dez coelhas atacadas. Mas quero que vocês fiquem tranquilos. Eu não sou irresponsável. Sigo rigorosamente todas as recomendações médicas. Além das reações esperadas, como uma coceirinha aqui, um incômodo ali, não tive nenhum problema importante. Ah, e minha pressão também estabilizou. Está tudo certo. Quero agradecer mais uma vez todo o carinho, todas as mensagens, todas as orações. Tenho certeza de que cheguei até aqui com a ajuda de vocês, com muita fé, com as orações, com Deus, Jesus, Nossa Senhora Aparecida, os orixás e todas as pessoas que, de alguma forma, colocaram energia boa nessa caminhada. Apesar de tudo, o tratamento tem sido muito menos complicado do que eu imaginava. Claro que existem dias bons e dias ruins. Tem dias em que vou reclamar bastante, outros em que vou estar ótima. E está tudo bem. Faz parte. E quero falar mais uma vez sobre alimentação. Tenho convicção de que uma das coisas que mais tem contribuído para o meu tratamento é a forma como eu estou me alimentando. Estou priorizando proteínas, frutas, legumes e alimentos que ajudam na imunidade e na recuperação do organismo. Mas isso também me faz pensar em uma realidade muito dura. Eu tenho condições de manter uma alimentação de qualidade. Sei que muitas mulheres não têm. E justamente o número de mulheres jovens diagnosticadas com câncer de mama tem aumentado. São mulheres que estão trabalhando, sustentando suas famílias, muitas vezes são as principais responsáveis pela renda da casa. Algumas precisam interromper o trabalho durante o tratamento e simplesmente deixam de ter renda. Como é que essas mulheres conseguem manter uma alimentação adequada? Como conseguem sustentar a casa e, ao mesmo tempo, cuidar da própria saúde? Por isso eu queria deixar esse alerta. A gente precisa discutir políticas públicas voltadas para quem enfrenta o tratamento do câncer de mama. Não basta garantir o tratamento médico. É preciso pensar também em condições para que essas mulheres consigam atravessar esse período com dignidade. Isso significa pensar em auxílios que ajudem a manter a renda da família e, principalmente, garantir acesso a uma alimentação de qualidade durante o tratamento. Porque é muito difícil enfrentar um câncer sem poder trabalhar, precisando se alimentar bem e ainda carregando a responsabilidade de sustentar uma família. Esse é o alerta que eu queria deixar hoje. #CâncerDeMama #Saúde #Força

Eu falei para mim mesma, desde o diagnóstico, que não faria do câncer um modo de vida. E continuo firme nessa decisão. Os relatos sobre o meu tratamento serão pontuais, porque sei que ajudam outras pessoas e muita gente me pede para compartilhar essa experiência. Mas ontem recebi um comentário muito pesado, de uma pessoa que se diz de esquerda, e pensei que talvez eu precise explicar algumas coisas com mais clareza. Gente, eu sei que o processo de cura de um câncer não termina quando acaba a quimioterapia. Sei que, na medicina, geralmente são cinco anos de acompanhamento para uma pessoa ser considerada curada. Em nenhum momento disse que estou curada ou que estarei quando terminar a quimioterapia. O que trato como o fim de um ciclo é a quimioterapia. E quem passa por ela sabe o quanto é pesada. No meu caso, é ainda mais intensa. Tenho um câncer de mama triplo negativo, um tipo agressivo. Graças a Deus, está localizado, não houve metástase e o nódulo já desapareceu ao exame clínico. Mas continua sendo agressivo e tenho consciência disso. Ainda aguardo o resultado da pesquisa genética. Dependendo do que ela mostrar, posso precisar de uma cirurgia mais complexa. Se não houver mutação, talvez faça uma cirurgia conservadora, retirando apenas um quadrante da mama. Tudo será decidido pelas minhas médicas. Sou uma mulher jovem e, infelizmente, o câncer de mama tem aumentado entre mulheres mais novas. Por isso recebo o tratamento mais moderno disponível. Sou tratada no AC Camargo, referência em oncologia, e minhas médicas escolheram um protocolo intenso para reduzir ao máximo o risco de metástase no futuro. Serão cinco meses de quimioterapia. Três meses de quimioterapia semanal associada à imunoterapia, depois dois meses da quimioterapia vermelha, mais forte, a cada 15 dias. Depois vem a cirurgia. Dependendo do resultado, ainda posso precisar de radioterapia ou mais tratamento. Eu sei disso. Conheço os riscos da minha doença. Sei que existe a possibilidade de metástase. Mas também sei que faço o tratamento indicado pela ciência para aumentar minhas chances de viver muitos e muitos anos. Foi por isso que me doeu tanto ler um comentário dizendo: “Você não está curada. Sua médica não falou que demora cinco anos? Você não sabe da Rita Lee, da Preta Gil, do meu filho? Você pode ter metástase.” Eu não conheço essa pessoa. Ela não conhece a minha história. E esse comentário não ajuda ninguém. Quem recebe um diagnóstico de câncer já sabe que existe risco. A gente sabe que pessoas morrem da doença. A gente sabe o que é metástase. Não precisa que alguém apareça para nos lembrar disso. Todo paciente oncológico sente medo. Medo de morrer, da metástase e das reações do tratamento. Hoje, o que mais me assusta são os efeitos da quimioterapia, porque são muito pesados. Mas eu fiz uma escolha. Eu escolhi viver. Eu escolhi acreditar que vou me curar. Eu escolhi seguir tudo o que minhas médicas orientam, confiar na ciência e manter minha fé. Isso não é alienação. Não é negar a realidade. É decidir que o medo não vai comandar a minha vida. Nunca façam esse tipo de comentário para alguém que está enfrentando um câncer. Contar que seu pai, sua mãe, seu filho ou outra pessoa morreu da doença não ajuda quem está em tratamento. Nós já sabemos que isso acontece. Precisamos de apoio, esperança e respeito. O câncer, infelizmente, faz parte da realidade de milhões de pessoas e estará cada vez mais presente na vida das famílias. Mas ninguém consegue viver pensando todos os dias que vai morrer. Isso não é viver. Eu sei o diagnóstico que tenho. Sei que ele é agressivo. Sei dos riscos e do tratamento que ainda tenho pela frente. Mas também sei que sou acompanhada por uma equipe extraordinária, em um dos melhores hospitais para tratar câncer, recebendo o que há de mais avançado na medicina. Por isso, escolho acreditar nas minhas chances. Eu escolho viver. É assim que vou atravessar esse tratamento: com os pés na realidade e confiança! #Câncer #Oncologia #Esperança

Mais um dia rumo à cura! Quinta sessão de quimioterapia! Gente, eu não aguento. Eu jamais imaginei que sairia por aí ostentando a minha careca. Comprei e ganhei vários lenços. Foi a última coisa que pensei que aconteceria, mas estou adorando! A melhor parte é que as pessoas não sabem se sou uma rebelde sem causa, uma revolucionária, uma desapegada, uma skinhead, se fiz o santo ou se estou em tratamento oncológico. E ainda ganhei um beijo nela do presidente Lula, né? Foi um duplo twist carpado na minha vida. Nunca imaginei que passaria por tudo isso e, no meio do caminho, ainda receberia um beijo, um carinho e uma bênção dessas do presidente. Sobre os sintomas, acho sempre importante falar para ajudar outras pessoas que também estão passando pelo tratamento. Nesta semana apareceu uma reação nova: coceira e pinicação nas mãos. Desde a última segunda-feira, depois da quimioterapia e da imunoterapia, minhas mãos começam a coçar e pinicar todos os dias, geralmente depois das cinco da tarde. É muito ruim. Acho que, de todas as reações que já senti, essa foi a pior, porque é angustiante demais. A médica passou um antialérgico, mas eu não quero viver de antialérgico. Passei no cardiologista, comecei a tomar uma medicação e ela já está baixando. Vou fazer alguns exames, mas está tudo bem. Fora isso, meu intestino se comportou melhor na última semana. Continuo me alimentando da mesma forma, não fico muito cansada e meus exames deram muito bons novamente. Minha imunidade está boa, minhas plaquetas também estão bem. Então estou aqui. Vamos para a quinta! Se Deus quiser, vai passar e vai acabar. Mais uma vez, obrigada por todas as mensagens de carinho que recebo. Vocês são maravilhosos. Obrigada! #Quimioterapia #Saúde #Superação

20 minutos Jul 24

Marta Peñate se defiende de las críticas recibidas por compartir su tratamiento de quimioterapia, explicando que lo realiza para tratar células anormales en su útero y poder ser madre, agradeciendo que su condición fue detectada a tiempo. #Quimioterapia #Maternidad #SaludMental

Marta Peñate aclara por qué recibe quimioterapia en su proceso de ser madre: "Si no me curo..."