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#reciprocidad

🚨 URGENTE: EUA CANCELAM O VISTO DA EMBAIXADORA DO BRASIL EM WASHINGTON. A informação foi dada há pouco por um oficial sênior do Departamento de Estado, em ligação fechada com um grupo restrito de jornalistas convidados, da qual participei. A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos Estados Unidos, teve o visto cancelado. A medida é retaliação direta à recusa do governo Lula em conceder o agrément a Daniel Perez, o embaixador americano indicado por Trump para Brasília. Perguntei diretamente ao oficial se novas ações de visto e novos cancelamentos estavam sendo considerados. A resposta foi curta e devastadora: outras ações "não estão descartadas". O governo americano descreve um padrão de hostilidade brasileira que se acumulou ao longo do ano: Darren Beattie, conselheiro sênior para o Brasil, foi barrado em uma visita anterior. Depois, o secretário-assistente Riley Barnes e o secretário-assistente adjunto Sam Samson tiveram os vistos negados para o que Washington classifica como uma visita de rotina. E agora o próprio embaixador americano está sendo bloqueado, com atrasos sucessivos e sem nenhum prazo prometido. A condição foi colocada de forma explícita: o visto de Viotti será restaurado no momento em que o Brasil conceder o agrément a Daniel Perez. Nas palavras do oficial, "reciprocidade é o nome do jogo". Se um governo não deixa o outro trabalhar, o mesmo será feito de volta. E aqui está a dimensão histórica que o Itamaraty não vai querer que você entenda: isto não tem precedente na história da relação Brasil-Estados Unidos. Em mais de 200 anos de relações diplomáticas ininterruptas, desde 1824, nunca um embaixador brasileiro em Washington teve o visto cancelado pelo governo americano. A última vez que os Estados Unidos aplicaram esta medida contra um país do hemisfério foi em dezembro de 2010, contra a Venezuela de Hugo Chávez. O motivo foi exatamente o mesmo: Caracas se recusou a aceitar Larry Palmer como embaixador americano, e Washington cancelou o visto do embaixador venezuelano Bernardo Álvarez Herrera. O resultado? Venezuela e Estados Unidos ficaram uma década inteira sem embaixadores, até a ruptura total das relações. É essa a companhia em que Lula acaba de colocar o Brasil. O Departamento de Estado fez questão de dizer que atribui grande importância ao Brasil e a qualquer governo eleito que o povo brasileiro escolher "DE FORMA LIVRE E JUSTA", e que deseja voltar à normalidade. Mas o recado foi inequívoco: o governo brasileiro deve uma resposta rápida e positiva, e o relógio está correndo. Tic. Tac. #Diplomacia #Brasil #EUA

Todos os membros postaram a mesma mensagem em seus stories, anunciando que não irão submeter ARIRANG ao Grammy esse ano “Decidimos não inscrever nosso trabalho no Grammy este ano. Esperamos que a música possa ser ouvida e amada pelo que ela é, e não separada por região ou idioma. Agradecemos ao ARMY e a todos que sempre caminham ao nosso lado.” Que isso seja mais uma motivação para o army fazer MAIS por eles. O BTS mais uma vez deixando claro que o nosso amor, nossa validação, nossa reciprocidade e o que eles derramaram na arte deles valem mais do que os maiores parâmetros da indústria BTS ARMY ARE WITH YOU BTS OUR INSPIRATION #BTS #GRAMMY #ARMY

Lula 1w

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

ESTADOS UNIDOS, CON SU NUEVA POLÍTICA ARANCELARIA, CUMPLE ÍNTEGRAMENTE LO ACORDADO CON LA ARGENTINA EN FEBRERO Cada punto que ambos países firmaron en el Acuerdo de Comercio e Inversión Recíprocos sigue vigente, sin una sola excepción. Así quedó la acción final de la Sección 301 que Estados Unidos publicó sobre 60 socios comerciales, el 99,4% de sus importaciones. Argentina quedó en el tramo arancelario más bajo, el único país de Sudamérica en esa posición: Hasta 10% para la Argentina. 12,5% para Chile, Colombia, Perú y Uruguay. Hasta 37,5% para Brasil. Todos nuestros competidores regionales pasaron al tramo alto. La Argentina no. Y frente a Brasil, que no firmó un acuerdo de reciprocidad, la diferencia llega a 27,5 puntos. Los 1.675 productos que el acuerdo liberó de aranceles en febrero quedan exentos del nuevo gravamen, sin una sola excepción. También, la medida incluye 93 posiciones en arancel 0% sólo para Argentina. La cuota de 100.000 toneladas anuales de carne vacuna se mantiene intacta mientras continúa la negociación final. Cada punto de arancel define quién vende y quién queda afuera. La producción argentina entra hoy al mercado más grande del mundo en la mejor posición de la región. Argentina se ha mantenido constantemente en este nivel del 10%, nivel que ahora perforó en un importante número de posiciones. La posición favorable de nuestro país se encuentra en línea con el excelente momento que atraviesa la relación bilateral en el marco de la Alianza Estratégica entre Argentina y Estados Unidos, impulsada por el Presidente Javier Milei y el Presidente Donald Trump. Y es también fruto del trabajo articulado de tres áreas del Gobierno nacional, bajo el expreso mandato del presidente: la Cancillería, con Pablo Quirno, condujo y coordinó la negociación con Estados Unidos; el Ministerio de Economía, con Luis Caputo y Pablo Lavigne, desarrolló toda la agenda comercial y el trabajo técnico sobre las posiciones arancelarias; y el Ministerio de Desregulación y Transformación del Estado, con Federico Sturzenegger, resolvió la agenda regulatoria e institucional. @JMilei @pabloquirno @LuisCaputoAR @fedesturze @PALavigne83 @MinEconomia_Ar @MinDesreg_Ar @Cancilleria_Ar @Voceria_Ar #ComercioInternacional #Argentina #Aranceles

RESUMO DO DIA: 1) Eduardo Bolsonaro faz live atacando o processo eleitoral e colocando em dúvida o voto do Nordeste. 2) Flávio Bolsonaro aparece quase chorando e pede desculpas à Michelle Bolsonaro. 3) Governo Trump anuncia nova tarifa de 12,5% contra o Brasil. 4) Governo Lula vai à OMC e deve aplicar reciprocidade contra tarifa de 12,5% dos EUA sobre produtos do Brasil. 5) São Paulo tem dia de caos com crise do metrô privatizado pelo Tarcísio de Freitas. #Brasil #Política #Economia

Fomos tarifados novamente e o governo já volta a falar em “Lei da Reciprocidade”. Parece coragem. Mas é cálculo. Retaliar os Estados Unidos significa encarecer fertilizantes, peças de avião, medicamentos e insumos industriais que o Brasil importa de lá. Quem paga a conta? O produtor, a indústria e o consumidor brasileiro. Tudo já está subindo no Brasil. Gás, comida, remédio, combustível. Agora, quando forem cobrados pelos preços, terão para quem apontar o dedo. A esquerda ama um inimigo externo. Terceirizar a culpa é o método. É mais fácil jogar a responsabilidade nos EUA do que admitir o próprio fracasso.Reciprocidade, no papel, parece força. Na prática, é mais um pretexto para empurrar a conta em quem trabalha. #Economia #Política #Brasil

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Hoje reafirmamos o nosso compromisso com a soberania do Brasil e com os produtores brasileiros. Assinei e encaminhei uma Medida Provisória ao Congresso Nacional para ampliar o Plano Brasil Soberano. Também sancionei a Lei que criou as linhas de financiamento deste Plano. Nosso objetivo é dar suporte e garantir crédito às empresas afetadas pelas injustas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, por conflitos internacionais e pelo avanço de medidas protecionistas no comércio mundial. São R$ 18,5 bilhões em crédito, sendo R$ 13,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões do BNDES. Ao mesmo tempo, seguiremos na mesa de negociação. Propusemos a mesa, fui pessoalmente aos EUA, e nossos ministros fizeram várias tentativas de dialogar. Mesmo não encontrando reciprocidade na conversa, seguimos e seguiremos negociando. Seguiremos, também, ampliando nossas parcerias. Buscando novos mercados. E dialogando com todo mundo que desejar negociar com o Brasil. Desde 2023 estamos batendo recorde na balança comercial e cada vez mais abrindo novos espaços para as empresas do país. Há 25 anos esperávamos o acordo entre Mercosul e União Europeia e ele saiu, porque os países precisam dar exemplo a quem é contra o multilateralismo. É assim que o Brasil vai fazer. Negociar com quem quer negociar. Vender e comprar de quem quer vender e comprar. 📸@ricardostuckert #Brasil #Soberania #Comércio

Blog: "Todos os setores pediram para o governo não agir com reciprocidade", que a competitividade do Brasil poderia ser afetada com aplicação da Lei da Reciprocidade: "Nenhuma das saídas é boa. Ou seja, Lula tá com o Uc na mão. Flávio Bolsonaro 22 https://t.co/YVbLMLuvt0 #Brasil #Política #Economia

Reciprocity: one of the possibilities provided is to respond to the United States by raising the tariff on products coming from there. The law also allows Brazil to suspend benefits, exemptions, and intellectual property. (translated)

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

BRINCAR DE RETALIAÇÃO COM TRUMP VAI DESTRUIR O BRASIL! 🚨 ​O desgoverno quer dar uma de valente acionando a "Lei de Reciprocidade" contra as tarifas de 25%. Alguém avisa esses amadores que eles estão mexendo com Donald Trump? Se o Brasil insistir nesse blefe arrogante, a retaliação americana vai vir em dobro e vai quebrar o nosso setor produtivo de vez. O ego do Lula está destruindo o emprego do brasileiro. Quem vai pagar a conta desse show de soberba? #Brasil #Trump #Economia

O Tarifaço contra o Brasil tem dois país. Um está na Casa Branca, outro quer subir a rampa do Planalto. Um age por interesse colonial, outro por traição e interesse eleitoral. Essa aliança vergonhosa entre colonialismo e traição terá a devida resposta. Lula já anunciou o recurso à Lei de Reciprocidade e o povo brasileiro saberá mostrar seu rechaço! #Tarifaço #Brasil #Lula

🚨 TRAIDORES DA PÁTRIA Após intensa articulação da família Bolsonaro contra o nosso próprio país, o governo de Donald Trump confirmou um novo tarifaço de 25% sobre os produtos brasileiros exportados para os EUA. Tudo, para satisfazer esse ódio de Flávio Bolsonaro e seus irmãos ao país que não aceitou o golpe, julgou, condenou e PRENDEU Jair Bolsonaro. De acordo com Eduardo Bolsonaro, a liberdade deles vale mais que a economia do Brasil. A liberdade da família Bolsonaro vale mais que os empregos e o sustento das famílias brasileiras. Mas o motivo do tarifaço não é só esse. Donald Trump está tarifando o Brasil porque não aceita que o Pix, uma tecnologia brasileira, bata de frente com as estadunidenses Visa e Mastercard. Donald Trump não aceita que a nossa justiça bata de frente com gente como Elon Musk e Zuckerberg e proteja meninas, mulheres e grupos vulneráveis do ódio impulsionado e monetizado pelas big techs. Felizmente, graças à negociação e um trabalho inigualável do governo Lula e nosso corpo diplomático, apenas cerca de 20% das exportações brasileiras aos EUA serão atingidas pela nova tarifa. A grande maioria dos produtos não será tarifada. Mesmo assim, é necessária uma resposta brasileira. O Brasil estuda usar a Lei de Reciprocidade e fazer o governo Trump pagar pelas tarifas que ele mesmo impôs ao nosso país. Vale lembrar que, pela nossa Lei de Reciprocidade, que tive o orgulho de votar a favor na Câmara, agora que Trump tarifou o Brasil, nosso país pode até mesmo quebrar patentes de medicamentos estadunidenses e barateá-los no Brasil. #Brasil #ComércioExterno #Justiça

Lula's government says it will invoke the Reciprocity Law against the US tariff increase. (translated)

Lula se pronuncia sobre tarifa de 25% imposta por Donald Trump a produtos brasileiros: “O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável. O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil… O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC. É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.” #Brasil #EUA #Comércio

A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência. Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento. A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente. Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro. Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente. Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir. Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa. Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície. Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas. + #Cultura #Representação #MarketingResponsável

Flávio Dino reclamou da "falta de reciprocidade" de outras cortes, de "não se colocar na posição de juízes dos outros juízes dos outros países, SALVO OS CASOS EXTREMOS, EM QUE PRERROGATIVAS BÁSICAS NÃO SÃO ATENDIDAS". Mas esse é exatamente o motivo que levou cortes pelo mundo a "julgar" os ministros brasileiros, como, por exemplo, o fato de um ministro acumular as posições de vítima, investigador, acusador e julgador. #Justiça #DireitosHumanos #Corrupção

Mario Sabino Jun 13

Noticia-se que o STF discute retaliar a Itália, negando a extradição de cinco italianos. “Reciprocidade”, dizem. Olha, na Itália, isto tem outro nome: vendetta. Não é método de Justiça, é método mafioso. #STF #Itália #Justiça

Se impone un tratado de “reciprocidad” con aquellos países de Hispanoamérica donde sus ciudadanos están adquiriendo la doble nacionalidad con España. Lo digo porque muchos españoles descendemos de conquistadores o de pobladores de los territorios de la Nueva España y quisiéramos #reciprocidad #doblenacionalidad #Hispanoamérica

Renato Souza Jun 3

Estados Unidos afirma que a pecuária brasileira, especialmente a criação de gado, utiliza trabalhos forçados (escravo) na produção e por isso, pode receber taxação adicional. Governo brasileiro rebate, diz que combate violações dos direitos humanos e fala em reciprocidade. "O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional", destaca o texto. #DireitosHumanos #ComércioJusto #PecuáriaSustentável