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#rupturas
(fan) Mario 4d

Fan Mario commented on how Vinicius had been doing after his last two breakups with Virginia and expressed his wish for this separation to be final. https://t.co/I8mLNvA9L7 #Vinicius #rupturas #amor (translated)

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Gustavo Petro Sep 16

Quise poner a Oviedo, el director del DANE de Duque como mi director del DANE por mi respeto a la ciencia estadítica, que implica continuidad en el tiempo y rigurosidad en los métodos. Pude hacer estudios se estadística de cinco semestres en mi pregrado de economía y los posgrados que curse y la respeto como técnica e instrumento de una buena gestión Los datos son los únicos que pueden guiar las políticas públicas y su crítica, por tanto deben ser respetadas las estadísticas oficiales de una nación como su crítica fundamentada ennla ciencia, y los métodos, que siempre deben estar expuestos de manera publica, no sólo sus resultados sino sus técnicas de medición para la discusión abierta. No nombre a Oviedo fue por su programa de privatización del catastro multipropósito que al final, desarrollé en gran proporción y defendí como parte del acuerdo de paz, hecho por el instituto Público. Agustín Codazzi. Nombré a Piedad sin conocerla anteriormente ni saber de sus ideas políticas, sino por su gran capacidad académica que es fundamental en la gran responsabilidad de dirigir las estadísticas del país. Creo que desarrolló un muy buen trabajo y mostró lo que hicimos y no hicimos con fidelidad a las técnicas estadísticas acumuladas en el DANE, no cambiamos métodos y si aumentamos campos que no existían. Lo que acaba de hacer Abelardo es una grosería contra la profesión y la ética estadística. No sólo esperaba negar prejuiciadamente y sin razón, sin argumentos, los resultados obtenidos tanto de mi gobierno como los del DANE como institución misma, no solo irrespetó a una persona que el mismo nombró por negarse a hacer lo que un profesional estadístico nunca debe hacer: adaptar las cifras a la voluntad del gobernante y no al revés. Si las cifras muestran hechos negativos producidos por la política pública lo que hay que hacer no es cambiar ni el dato, ni al estadístico, sino a la política pública. El peligro hacia adelante es inminente. No conozco al nuevo director del DANE, esperó que mantenga los criterios de la ética estadística y pediré toda la información pública con los instrumentos que ley y constitución me permiten. Convoca a todas y todos los profesionales de la estadística en Colombia a construir la veeduría necesaria para garantizar que si hay cambios en los métodos estadísticos y rupturas en las lineas de continuidad de los datos se estudien de manera colectiva y pública. #Estadística #PolíticasPúblicas #ÉticaEstadística

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Professor Bellei Aug 4

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

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MísterCruyff14⚜(Ricard Sanmartín) Jul 11

3 fichajes, 3 extremos. Modelo Luis Enrique en el PSG. Quien se quitó a un tipo que metía 50 goles y no dejaba a nadie más ni las migajas, para dar paso a la amplitud, la presión tras pérdida, defender desde arriba, atacar el gol en rupturas y dar protagonismo al juego asociativo #PSG #Fútbol #LuisEnrique

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Eduardo Bolsonaro🇧🇷 Jul 9

9/JUL/1932🇧🇷 x 🇺🇸4/JUL/1776 ARMAS = LIBERDADE Nada mais democrático do que os paulistas fizeram em 1932 para botar freios numa ditadura. O pedido dos paulistas? Nada mais do que uma… constituição. Sim. As constituições começaram a aparecer no mundo para limitar o poder do Estado, para evitar que autoridades públicas se tornassem ditadoras. E hoje o exemplo de maior sucesso é os EUA. Desde 1776 eles estão livres de desmandos autoritários, sem rupturas institucionais - não dá para falar o mesmo do Brasil - graças a uma revolução que contou com o mesmo espírito da revolução constitucionalista de 1932 em São Paulo: não aceitar uma tirania. Não a toa, logo após a sua independência, os americanas elaboram uma constituição e nas primeiras emendas há a: -1ª EMENDA que garante os direitos fundamentais, como liberdade religiosa e liberdade de expressão; -2º EMENDA garante o acesso a armas e a possibilidade de se formar uma milícia, tal qual no início da guerra de independência dos EUA, para lutar contra um governo tirano. Desde cedo, o recém formado Estados Unidos da América aprenderam da forma mais dolorosa que não há liberdade sem um povo que possa se defender de tiranos, que são elas as pessoas (“we the people”) que falam o que os burocratas podem fazer, não o contrário. A celebração de 9 de julho em São Paulo retrata este mesmo sentimento, relembrando os heróis da revolução constitucionalista de 1932, mesmo que a constituição de fato só tenha vindo em 1934. #Liberdade #Constituição #Democracia

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20 minutos Jun 28

Un nuevo estudio revela que la presión sísmica acumulada en las fallas de San Andrés y San Jacinto en California es la más alta en mil años, lo que aumenta significativamente la probabilidad de un megaterremoto en la región, especialmente en el área del puerto de Cajón, considerado un punto crítico para posibles rupturas simultáneas. #Terremoto #California #FallasSismicas

www.20minutos.es
California tiene razones para temer un megaterremoto: la presión sísmica en fallas es la más alta en mil años
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eldiario.es Jun 13

En su libro Rupturas. Relaciones entre hombres y mujeres en el patriarcado, la psicóloga Olga Barroso analiza cómo la socialización masculina erige muros emocionales que obstaculizan la capacidad de los hombres para establecer relaciones igualitarias y propone que estos pueden ser transformados a través de una nueva socialización y voluntad de cambio. #BajaDisponibilidadEmocional #DesigualdadDeGénero #Relaciones

www.eldiario.es
Baja disponibilidad emocional o falta de entrega: los muros masculinos que sabotean las relaciones
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SAPO May 17

Cientistas da Universidade de São Paulo descobriram que ondas de ultrassom de alta frequência podem destruir vírus da COVID-19 e da gripe sem danificar células humanas, utilizando um fenômeno chamado ressonância acústica que provoca rupturas nas partículas virais. #Covid19 #Ultrassom #VírusEnvelopados

sapo.pt
Cientistas destroem vírus da covid-19 e da gripe com ondas sonoras
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