Para surpresa de ninguém, Infantino confirma que o aumento para 64 seleções em 2030 será colocado em pauta. Prós: regulamento muito mais fácil e com menos distorções Contras: impacto no ciclo de eliminatórias #Futebol #Copa2030 #Infantino
Para surpresa de ninguém, Infantino confirma que o aumento para 64 seleções em 2030 será colocado em pauta. Prós: regulamento muito mais fácil e com menos distorções Contras: impacto no ciclo de eliminatórias #Futebol #Copa2030 #Infantino
OK. Mas, hoje eu postei cedo o que eu tinha de apuração dos últimos dias e recebi faz poucos minutos uma atualização da minha fonte. Então, todos nós fomos pegos de surpresa. Loucura. #Notícias #Atualização #Surpresa
Mulher dá à luz enquanto dormia e só descobre nascimento do bebê vários minutos depois: “Foi um choque encontrá-lo debaixo dos cobertores. Estou traumatizada!” https://t.co/qazPiZg6JR #Nascimento #Maternidade #Surpresa
📺 Globo e SBT tentam entender como delay não tirou audiência da CazéTV na Copa do Mundo. As emissoras estão satisfeitas com suas audiências, mas executivos admitem nos bastidores uma certa surpresa com o fato de o delay não ter tirado espectadores da CazéTV. Eles buscam entender o que houve. Para alguns executivos, o costume pesou muito. A CazéTV conseguiu atrair um público que chega cedo para ver o primeiro jogo do dia e fica até o fim da noite, muito pela comodidade de não precisar trocar de canal. Mas diretores das TVs abertas entendem que a campanha para jogos da Seleção Brasileira funcionou. Em Brasil x Escócia, por exemplo, Globo e SBT (somadas) superaram os 50 pontos. 🗞️ @folha | @sitef5 | @bielvaquer 📸 CazéTV #CopaDoMundo #CazéTV #Audiência
@QGdoPOP isso aí não choca ninguém, o que é chocante é eles terem dinheiro pra isso https://t.co/DUmurFmXsE #dinheiro #sociedade #surpresa
esse bom dia só vai aparecer para quem terá uma surpresa positiva no financeiro hoje. e só vai responder quem aceita receber essa bênção. #BomDia #SurpresaPositiva #BênçãoFinanceira
🚨 SURPRESA: AGORA SOU EMBAIXADORA DA FATAL FANS! 🚨💥 Tô muito feliz em contar essa novidade pra vocês: hoje é meu lançamento oficial como embaixadora da @fatalfansbrasil 😍✨ Preparei um cantinho novo pra gente ficar ainda mais pertinho… vou estar muito mais presente no chat, respondendo vocês, compartilhando fotos, vídeos exclusivos e ainda essa semana já vai rolar nossa primeira live 🔥👀 Pra quem sempre me pediu mais interação e queria conhecer um lado meu ainda mais de perto… chegou a hora ❤️ Vem fazer parte desse momento comigo no meu lugarzinho novo 🔞💋 #FatalFans #Embaixadora #Lançamento
Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?
Segredos de Polichinelo Ou: como o Estado descobriu que os aforradores também sabem ler Houve um aniversário em que me pediram para guardar segredo sobre a prenda da minha irmã. Um segredo tão mal guardado que ela própria o descobriu semanas antes, ao ajudar a arrumar o armário do quarto dos pais. Todos continuámos a fingir surpresa no dia certo. Foi o meu primeiro contacto sério com uma verdade que só bem mais tarde a política me confirmaria: os segredos institucionais não existem para esconder factos, existem para gerir a encenação à sua volta. Foi o que me veio à cabeça esta semana, ao ler que o Ministério das Finanças barrou um jornalista do ECO à porta de um encontro "off the record", depois de este ter noticiado, em primeira mão, a criação dos novos Certificados do Tesouro Série 5. Os dados são simples: uma taxa de juro que sobe de 2,35% no primeiro ano até 3,35% no décimo, uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 3 de Julho, e um jornalista, Luís Leitão, que tinha investigado o tema durante uma semana sem obter resposta oficial. Quando a notícia saiu antes da hora combinada para a explicação "informal", a assessoria de imprensa decidiu que a melhor resposta era um militar da GNR a barrar a entrada e um telefonema a desconvidar. Tudo isto por causa de um produto de poupança. É como se o vizinho do terceiro andar chamasse a polícia porque alguém reparou, antes de ele anunciar, que tinha comprado um carro novo. O carro já estava estacionado à porta. Toda a gente já o tinha visto. O problema nunca foi o segredo — foi a fúria de descobrir que já não havia nada para gerir. Há qualquer coisa de pombalino nesta instintiva vontade de controlar a narrativa. Depois do terramoto de 1755, o Marquês despachou ordens rápidas para enterrar os mortos e recomeçar a cidade antes que o pânico se instalasse — e teve, convenhamos, boas razões para isso, porque Lisboa ardia e as pessoas morriam. O Ministério das Finanças, em 2026, aplicou o mesmo reflexo de controlo absoluto da informação a uma taxa de juro sobre Certificados do Tesouro. A escala é, digamos, ligeiramente diferente. Mas o instinto — apagar o incómodo antes que ele fale por si — é o mesmo, só que agora sem terramoto nenhum que o justifique. Diz-se, não sei bem com que fundamento, que a censura foi sempre o elogio mais sincero que um regime faz à imprensa: só se cala quem teme ser ouvido. Neste caso, o Ministério nem tinha nada de grave a esconder. Tinha, isso sim, um calendário de comunicação que preferia intacto, e descobriu, tarde, que os jornalistas não são convidados de uma coreografia — são gente que faz perguntas e, por vezes, obtém respostas antes do previsto. E aqui está a viragem que interessa ao leitor comum, aquele que nunca pisou uma sala de imprensa das Finanças: nada disto muda a taxa de juro que vai receber, nem o dia em que pode resgatar o certificado. A guerra de bastidores entre um ministério e um jornal é ruído institucional, um assunto de vaidades e protocolos feridos. O aforrador continua a decidir com os mesmos números de sempre — 2,35% no primeiro ano, sem capitalização de juros, a perder para a inflação como já perdia antes. A birra do Ministério não rendeu um cêntimo a mais a ninguém. Fica então a pergunta que costumo fazer a mim próprio quando alguém exagera a resposta a um problema pequeno: será que a fúria era mesmo sobre o que dizem que é? Da próxima vez que alguém lhe pedir para guardar um segredo que já toda a gente conhece, repare em quem se irrita mais — quem o revelou, ou quem o queria continuar a fingir que era seu.
Os Homens do Barco, após lançarem um hino de apoio à Seleção Nacional com o auxílio de Diogo Piçarra, expressam surpresa pelo inesperado sucesso viral da música que inicialmente foi compartilhada em uma conta com apenas 36 seguidores. #HomensDoBarco #Mundial2026 #CançãoDeApoio

As autoridades turcas impediram um cruzeiro LGBTQ+ de atracar no porto de Kuşadası, alegando que a embarcação não se alinha com os padrões morais e os valores familiares do país, o que gerou surpresa na empresa organizadora e críticas de artistas, incluindo Patti LuPone. #Turquia #LGBTQ #DireitosHumanos

. @FlavioBolsonaro tem sido a única voz que efetivamente se levanta e se movimenta contra as tarifas que penalizam o Brasil. Enquanto isso, o filho da organização e os políticos “permitidos” assistem passivamente, quando não torcem pela manutenção dessas medidas, porque, para eles, quanto mais o país perde, mais o sistema preserva sua própria engrenagem. Não há surpresa: a inércia não é acaso, é conveniência para então ficarem com a narrativa empurrada pela velha imprensa. #Brasil #Política #Tarifas
Será que o desempenho da seleção na Copa afeta a avaliação do governo? Fui atrás do que a ciência política tem sobre isso e o resultado é curioso. O estudo mais famoso é de Healy, Malhotra e Mo, publicado na PNAS em 2010. Eles analisaram eleições americanas de 1964 a 2008 cruzadas com resultados de futebol universitário, um evento que o governo obviamente não controla. Uma vitória do time local nos 10 dias antes da eleição aumentou o voto no incumbente em 1,6 ponto percentual, chegando a 2,4 pontos nas regiões de torcida mais fanática. E o desenho é sofisticado: usaram as casas de apostas para isolar o componente surpresa do resultado. É justamente a vitória inesperada que move o eleitor. O achado incomoda porque revela algo sobre nós: o eleitor não julga o governo por uma planilha, julga pelo próprio estado de ânimo. Ele recompensa e pune o incumbente por variações no seu bem-estar que não têm nada a ver com governo. É um instinto empírico primário: estou me sentindo bem, logo as coisas vão bem, logo quem está no comando merece ficar. E não é achado isolado. Um estudo no Journal of Finance analisou 39 países e mostrou que a eliminação da seleção nacional em Copa derruba a bolsa local no dia seguinte, e a derrota pesa mais do que a vitória alivia. Na Espanha, pesquisadores descobriram que nas províncias premiadas pela loteria de Natal o incumbente ganha mais votos na eleição seguinte, mérito zero do governo, humor puro. E nos Estados Unidos, derrotas inesperadas de times da NFL aumentam os registros de violência doméstica nas horas após o jogo. O estado de ânimo coletivo transborda para a economia, para o voto e até para dentro de casa. Mas há dois limites importantes. Primeiro, o efeito é curtíssimo, dias, não meses. Segundo, e mais interessante: quando os pesquisadores lembravam a pessoa da origem do seu humor ("seu time ganhou ontem, não é?"), o efeito desaparecia. Consciência dissolve o viés. E no Brasil? Os dados não confirmam o mito. Levantamento do UBS comparou a aprovação do governo antes e depois de cada Copa: em 2002, ano de penta, caiu 2%. Em 1998, derrota na final, subiu 7%. FHC se reelegeu em primeiro turno semanas depois do 3x0 para a França. Lula se reelegeu em 2006, ano de eliminação. Agora, uma provocação para reflexão, sem conclusão pronta. O movimento conservador brasileiro de hoje é essencialmente um movimento de revolta contra o sistema, animado pela ideia de devolver ao Brasil uma grandeza que ele sente ter perdido. Algo como "Make Brazil Great Again". E qual era o símbolo máximo do Brasil grande? O futebol. O país do penta. Pois repare: desde que o PT chegou ao poder, o Brasil nunca mais ganhou uma Copa. São mais de duas décadas em que o símbolo da nossa excelência definhou junto com tantas outras coisas. Correlação não é causa, e os dados acima recomendam que ninguém na direita se anime achando que frustração de arquibancada vira voto sempre. Os números não mostram isso necessariamente. Mas talvez a pergunta certa não seja se a Copa muda a eleição, e sim o que significa um país que se acostumou a perder em tudo, até naquilo que era a sua maior certeza. Se eu fosse o marqueteiro do @FlavioBolsonaro, este seria o meu foco. #Política #Futebol #Eleições
Mulher resgata um descarte de 10 anos, lança de surpresa, e acaba entrando nos charts de 85 países. https://t.co/UA843qhFiP #Música #Lançamento #Charts
@ArnaldoJRibeiro Arnaldo, estou muito, muito surpreso com essa reação geral. O que aconteceu de tão grave nesta partida? É um time esculachado pelos EUA, que deu um jeito de tirar a Alemanha e deu um jeito de não sair da Copa como a Suécia. Fez um jogo dentro do esperado, dado o desnível. #Futebol #CopaDoMundo #Surpresa
🚨 DE SURPRESA! Beyoncé lançou a canção “MORNING DEW (DONK)” para comemorar o aniversário de 20 anos do álbum “B’DAY”! https://t.co/4nNGwAqU1w #Beyoncé #MORNINGDEW #BDay20Years
🚨 De surpresa, Beyoncé lança a música “MORNING DEW (DONK)”. OUÇA: https://t.co/ibyQPt7gPM https://t.co/BlyFxoK23d #Beyoncé #NewMusic #MorningDew
Quando estás a entrevistar um adepto de Cabo Verde e descobres que é o pai do Vozinha!!!! What are the odds🥸 https://t.co/mY7GaP7cW8 #CaboVerde #Entrevista #Surpresa
AQUI ESTÃO OS CLASSIFICADOS E OS ELIMINADOS DA COPA DO MUNDO NOS 16 AVOS DE FINAL. QUAL SUA MAIOR SURPRESA E MAIOR DECEPÇÃO ATÉ O MOMENTO? 🤯🤯🤯🤯🤯 https://t.co/bjLTe3IwJM #CopaDoMundo #Futebol #Surpresas