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Senador Randolfe Rodrigues afirma que PEC do fim da escala 6X1 não deve ser votada hoje no plenário. "Há uma ação coordenada da oposião, com a liderança de Rogério Marinho, que impediu que a votação ocorresse hoje", disse ele. Randolfe afirma que haverá uma tentativa de votar antes do primeiro turno das eleições. #Política #Eleições2024 #Senado

ARMY PELO FIM DA ESCALA 6X1 #ARMYPeloFimDaEscala6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. Apesar do pedido, ainda não há previsão de quando a PEC será pautada no plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) não deu garantias aos senadores de votar ainda nesta quarta-feira, como é o desejo de aliados do governo. O relatório do senador Omar Aziz (PSD-MA) manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados como uma estratégia para agilizar a aprovação final. Caso o parecer de Aziz seja o aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6x1 estipula uma jornada semanal de 40 horas de trabalho – atualmente, são 44 horas. Com a nova escala, seriam mantidos os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Preferencialmente, um desses dias deve ser o domingo. Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres haverá um período de transição. Se aprovada, a PEC deve seguir a seguinte cronologia: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas. A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês. Fonte: 🔗https://t.co/xv2SHh5lO2 #PEC #Trabalho #Senado

Even the former German Chancellor Angela Merkel has come out to warn about what it means to vote for revived fascisms in the upcoming German elections, with polls favoring Alternative for Germany (AfD). She has called on the public to "fight for" (translated)

Rogério Marinho (PL-RN), COORDENADOR DA CAMPANHA DO FLÁVIO BOLSONARO, deu um ativo eleitoral gigantesco pro Lula ao votar CONTRA o fim da escala 6x1. Isso precisa ser bastante explorado na TV, redes e debates. O povo precisa saber que a 6x1 continuará se Flávio for eleito! https://t.co/ON3kC9Tjhk #Eleições2024 #FlávioBolsonaro #RogérioMarinho

Veja nomes de senadores que votaram contra a proposta que acaba com a escala 6X1 na CCJ do Senado: Rogério Marinho (PL-RN) Jaime Bagattoli (PL-RO) Hamilton Mourão (Republicanos-RS) Tereza Cristina (PP-MS) #Senado #Política #Brasil

🚨GRAVEM BEM ESSES NOMES: esses são os senadores que votaram contra a PEC que acaba com a ESCALA 6x1 hoje na CCJ. Rogério Marinho (PL/RN) Hamilton Mourão (Republicanos/RS) Tereza Cristina (PP/MS) Jaime Bagattoli (PL/RO) FIM DA ESCALA 6X1 JÁ VOTA ALCOLUMBRE https://t.co/lQVd2phowD #PEC #Escala6x1 #Senadores

Iván Cepeda advierte que los bombardeos y la fumigación perpetúan el desastre y no son la solución al narcotráfico Bogotá, D.C., 2 de septiembre de 2026. En la sesión de este miércoles de la Comisión Primera del Senado, el senador y líder de la oposición, Iván Cepeda Castro, hizo un vehemente llamado al Gobierno y a las distintas bancadas para replantear la política antidrogas del país. Cepeda advirtió que la estrategia basada en bombardeos, fumigaciones y represión militar es un modelo agotado que no resolverá el problema estructural del narcotráfico. "El camino que va a recorrer este gobierno es la perpetuación del desastre. En la idea de que se puede acabar el narcotráfico bombardeando unos campamentos, acabando o fumigando unos cultivos, y simplemente reprimiendo a unas poblaciones campesinas que no tienen acceso a otras formas de desarrollo económico distinto al del cultivo de la coca", aseguró durante su intervención. El excandidato presidencial y senador instó al Congreso a abandonar los clichés y las disputas puramente ideológicas para enfocarse en la verdadera raíz del conflicto: la necesidad de una transformación territorial y la mejora de las condiciones de vida de las comunidades. Señaló que el narcotráfico es un fenómeno económico global cada vez más poderoso y que Colombia lleva décadas aplicando fórmulas represivas que ya han demostrado sus límites históricos, incluyendo las ejecutadas en administraciones anteriores. Asimismo, Iván Cepeda rechazó categóricamente los señalamientos de otros sectores políticos que intentan deslegitimar el voto en las regiones. Calificó como una "ficción" y una "mentira irresponsable que pone en riesgo a poblaciones enteras" la narrativa de que cuatro millones de colombianos votaron bajo la amenaza de un fusil. Aseguró que, pese al incremento de la presencia de grupos armados en ciertos territorios, la Misión de Observación Electoral (MOE) ha registrado un aumento sostenido de la participación política de la población rural colombiana que pasó del 52.3% en 2018 al 57.27% en 2022 y alcanzó 64.39% en 2026. "Ese dato nos debe llamar la atención, porque implica que, a pesar de la presencia de los grupos armados, hay un incremento de la votación, lo cual es un fenómeno supremamente interesante. Estamos ante un mundo rural más participativo en términos electorales", explicó. Finalmente, el senador Cepeda Castro reiteró su invitación a dar un debate serio, no para obtener victorias políticas coyunturales, sino por el bien del país, buscando soluciones estructurales frente a un negocio ilícito que lleva 50 años fortaleciéndose bajo las mismas políticas fracasadas. #Narcotráfico #PolíticaColombiana #DerechosHumanos

Agora! CCJ do Senado aprovou a PEC que acaba com a escala 6x1. Os senadores Rogério Rogério Marinho, Jaime Bagattoli, Tereza e Mourão todos do PL votaram contra a mando do Flávio Bolsonaro. https://t.co/BuCXUSVuXG #PEC #Senado #Trabalho

Nick 4h

@QGdoPOP Compartilhe os nomes dos senadores imigos dos trabalhadores que votaram CONTRA o fim da escala 6x1 na CCJ do Senado: Rogerio Marinho (PL) Jaime Bagattoli (PL) Tereza Cristina (PP) Hamilton Mourão (REPUBLICANOS) FIM DA ESCALA 6X1 JÁ #Trabalhadores #Senado #Política

4° dinámica de votos SOL AL 9009 🔥🔥 META: 50.000 VOTOS Comenten sus comprobantes de votos ESPECIFICANDO LA CANTIDAD DE VOTOS EMITIDOS para mayor control Pueden votar por: https://t.co/mgd49rOSd2 o https://t.co/D0MRoM1QWe @idkjlyn #GranHermano https://t.co/elVZw0LGLs #Votación #GranHermano #Participación

🚨VOTARAM CONTRA O FIM DA ESCALA 6X1 NA CCJ DO SENADO: Hamilton Mourão (Republicanos/RS) Teresa Cristina (PP/MS) Rogério Marinho (PL/RN) Jaime Bagattoli (PL/RO) INIMIGOS DO POVO! #Política #Senado #Brasil

Compartilhe os nomes dos senadores imigos dos trabalhadorse. Eles votaram CONTRA o fim da escala 6x1 na CCJ do Senado: Rogerio Marinho (PL) Jaime Bagattoli (PL) Tereza Cristina (PP) Hamilton Mourão (REPUBLICANOS) FIM DA ESCALA 6X1 JÁ #Senadores #Trabalhadores #Escala6x1

Cleitinho MACETA senadores que estão contra fim da escala 6x1 e propõe que eles trabalhem na escala ganhando um salário mínimo: “Vamos inverter? Quem tá contra do Congresso Nacional, trabalhar 6x1, dia de sábado, com ônibus lotado, recebendo R$ 1.600? O Congresso tem escala 2x5, recebendo R$ 46 mil e tendo auxílios e plano de saúde vitalício, a gente não tem moral para falar de escala 6x1. Vou votar a favor, sim, porque aqui, pra ferrar com o povo, se vota em 24 horas. Agora eu quero que coloque hoje pra votar a favor do povo.” #Política #JustiçaSocial #Trabalho

Andressa Urach declara que votará em Lula: “O Lula acaba abraçando as pessoas que são rejeitadas, as monorias [...] Ele fez muitas coisas para pessoas mais humildes, criticam muito o Bolsa Família, mas ajuda milhares de pessoas a sair da miséria extrema.” https://t.co/VcvWAHkOlR #Lula #BolsaFamília #Política

YA VOTARON? VAMOS GENTE! SOL AL 900 "¡Hola Gente. Vengan a mí. ¿Ya me votaron? ¿Están votando? ¿Voto positivo? ¡Hola! Quiero ganar, quiero ganar, ¡por fa! Voten, voten, voten. Voten, voten, voten!." #GranHermano https://t.co/5nuFGvyr1w #Voto #Elecciones #GranHermano

Sol: "hola genteee, gente vengan a mi. Ya me votaron? Voto positivo. Quiero ganar porfa, voten voten voten. Voten a Sol 🙏🙏" SOL AL 9009 #GranHermano https://t.co/dc9yT4AYJp #GranHermano #Votación #RealityShow

Omar Aziz está certíssimo em bater com força no Rogério Marinho. Se o PL votou em peso na Câmara pelo fim da escala 6x1, o que mudou agora? Por que, quando a proposta chega ao Senado, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho aparecem tentando desmontar o que foi aprovado? O trabalhador continua sendo o mesmo. A escala continua sendo exaustiva. A necessidade de dois dias de descanso continua sendo a mesma. Então o que mudou? É preciso expor quem está trabalhando contra o trabalhador. Não dá para votar a favor quando é conveniente e depois tentar esvaziar a proposta. O trabalhador brasileiro merece saber quem está do lado dele e quem está tentando impedir o fim da escala 6x1. E hoje essa tentativa tem nome: Rogério Marinho, Flávio Bolsonaro e a direção do PL. #Trabalhador #DireitosTrabalhistas #PolíticaBrasileira

Omar Aziz acaba com Rogério Marinho após ser chamado de “burro e leviano” por apoiar o fim da escala 6x1: “Mais de 60 deputados do PL votaram a favor da PEC pelo fim da escala 6x1. Então você está dizendo que no seu partido tem gente leviana e burra? Sua PEC é um projeto para patrões! Eu não defendo assédio ao trabalhador!” #Política #DireitosTrabalhadores #Brasil

Talvez o maior escândalo dentro do caso Master seja o sumiço do celular de Alexandre de Moraes. Não foi entregue. Não foi apreendido. Não foi periciado. A sociedade está impedida de ver as respostas do magistrado da mais alta Corte do país ao banqueiro mafioso que - a julgar pelo conteúdo das mensagens apontadas em relatório policial - pedia ao amigo para exercer advocacia administrativa em seu favor ou obstruir a justiça, enquanto pagava mais de R$ 80 milhões ao escritório da esposa e dos filhos dele, referentes a um contrato de R$ 131 milhões com o banco. De quebra, Daniel Vorcaro chegou a consultar Moraes, dois dias antes da prisão, sobre se deveria fugir do país: “Acha que segunda já tenho que estar fora?” E não sabemos o que achou o ministro do STF, que continua dentro. Ele é blindado pelo PGR amigo e por colegas que igualmente curtiram os eventos patrocinados por Vorcaro e a degustação de charutos e whisky Macallan. Moraes nunca revelou o conteúdo das referidas conversas, não representou contra o banqueiro, não encaminhou o caso a autoridades para que as solicitações nada republicanas fossem investigadas. Dois meses antes da prisão de Vorcaro, na verdade, o magistrado alterou a configuração no WhatsApp, fixando o prazo de 24 horas para a exclusão automática das mensagens trocadas com o banqueiro. “Alexandre de Moraes usa uma duração padrão para mensagens temporárias em novas conversas. Todas as novas mensagens desaparecerão desta conversa após 24 horas”, diz um aviso do aplicativo, conforme print do chat de Vorcaro com o magistrado, presente no relatório da PF. O próprio Moraes, ao votar pela condenação de Débora do Batom no caso do 8/1, apontou “desprezo para com as instituições republicanas” no “fato de que a ré apagou e ocultou provas de sua intensa participação nos atos golpistas”, “haja vista a conclusão apresentada pela Polícia Federal”, “relacionada ao celular de sua propriedade”. Quando se compara o caso Master com o do jornalista do Maranhão, que teve notebook e celular apreendidos e sigilo da fonte violado, em busca e apreensão determinada por Moraes em razão de notícia verdadeira porém inconveniente ao colega Flávio Dino, nota-se também a dimensão da desigualdade entre um cidadão comum e um membro da casta, perante a oligarquia dos Poderes. A casta não conseguiu bloquear a prisão de Vorcaro, mas bloqueou o acesso às respostas do marido de Viviane Barci de Moraes ao banqueiro. É escandaloso o que essa gente chama de “democracia”. #justiça #democracia #corrupção

QUAEST 1° TURNO - Lula (PT): 37% (-1) - Flávio Bolsonaro: 29% (-1) - Augusto Cury (Avante): 10% (+8) - Renan Santos (Missão): 3% - Romeu Zema (Novo): 1% - Samara Martins (UP): 1% - Indecisos: 11% - Branco/nulo/não vai votar: 7% * pesquisa entre 30 de agosto e 1º de setembro, TSE sob o número BR-07065/2026. #Eleições2026 #Brasil #Pesquisas