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Helena Ferro de Gouveia

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Helena Ferro de Gouveia

It has been a fascinating exercise to read German X and what the Berlin Arabs and Muslims write in it. For months, Turks, Palestinians, Egyptians, and moderate Arabs have been warning about extremism and the danger of the alliance between Marxist-Islamists and Mafia-like Arab clans. Some of these critics of Die Linke are daily accompanied by police escort. If they are not sensitive to the fear of German Jews—Merz stated yesterday that Jewish life is not safe in Berlin, the weight that this phrase carries—let them be sensitive to the warnings of Arabs and Muslims. Those who follow me here on X know that I have not stopped warning about this danger. We are living the Submission of Houellebecq. (translated)

O Daniel continua em negação. Os motivos que decidiram esta eleição foram por esta ordem : migração, segurança interna e só depois a economia. Transformar a vitória da AfD numa história de falência do capitalismo é mais um sinal de que não entendem nada do que se passou. Nada. #eleições #AfD #política

O professor "perfeito" de Cambridge: negro, jovem, ativista, poster boy da diversidade... só se esqueceram de verificar se era mentiroso 🎭 Plágio, maratonas inventadas, um livro que nunca existiu — e quando alguém questionou, chamaram-lhe racista. Demitiu-se sem pedir desculpa. 🚩 #Diversidade #Plágio #Ativismo

A realidade : 49 mil migrantes O Público ( e não só ): centenas de migrantes ( jornalismo não se compactua com activismo ) https://t.co/6FgxuqkbMK #Migração #Jornalismo #Ativismo

O Público que publicou, passe a redundância, artigos dementes como os 18 mil bebés mortos em 48 horas ( uma mentira do Tom Fletcher da ONU, já assumida por ele como “lapso”), ou os 180 mil mortos ( um delírio do Lancet, também desmentido pelos autores que explicaram tratar-se um modelo matemático e não de números reais. O próprio Hamas situa as vítimas da guerra em 70 mil, não distinguindo combatentes e as mais de 1500 crianças soldado que eles próximos no obituário reconheceram serem combatentes ), e nunca se interessou pelos Bibas, pelos órfãos israelitas ou pelas 42 crianças feitas refém, torturadas, obrigadas a ver os pais mortos e a gravarem vídeos, acusa outros de “propaganda”. O Público abandonou o jornalismo para servir uma franja cada vez menor de leitores e eu tenho muita pena de ver o que foi um jornal de referência transformado nisto. Não gostei de parte do conteúdo publicado pelos influencers durante esta viagem que, com exceção de 3 ou 4,nada percebem de Israel ou do conflito, mas elogio-lhes a coragem física e intelectual de irem ver com os próprios olhos ao contrário dos jornalistas/ activistas. Já agora quantas viagens fizeram e fazem os jornalistas do Público a convite de governos estrangeiros, de empresas ou de outras organizações ? #Israel #Conflito #Jornalismo

Eu nasci em Bissau, não faz de mim guineense. O terrorista libanês Abdul B. nasceu na Alemanha, não faz dele alemão. A nacionalidade é mais do que um pedaço de papel. São valores partilhados, é orgulho em pertencer a uma comunidade, é respeitar a nossa história e a matriz judaico-cristã europeia ( a falta que faz a tanta gente ler Adriano Moreira). Abdul B. era “alemão” no papel apenas e quanto mais os media insistem nisto mais afastam de si os leitores e os espectadores. #Identidade #Nacionalidade #Cidadania

Os factos são teimosos. Ontem quando soube do atentado em Berlim, cidade que conheço como a palma da mão, suspeitei logo que a autoria di mesmo só poderia ter uma origem. Porquê? 1. Este ano é o terceiro atropelamento de multidões na Alemanha, houve um em maio e dois em fevereiro. Estava a passar o natal com a minha família na Alemanha quando houve o atentado contra o mercado de Natal em Magdeburgo no Natal de 2024 e recordo-me bem ( ainda vivia na Alemanha) do atentado do ISIS contra o mercado de Natal em Berlim em 2016 ( ainda vivia na Alemanha). Os mercados de Natal antes lugares de celebração onde íamos em família comer um salsicha ou comprar amêndoas caramelizadas e beber um Glühwein tornaram-se fortalezas entre pilares de betão e polícia de metralhadora. Muitas pequenas cidades alemãs deixaram de os realizar devido aos custos incomportáveis com a segurança. 2. Quando a Polizei de Berlim disse que o autor saiu da viatura com uma arma branca e terá esfaqueado pessoas em seu redor fiquei sem dúvidas. Infelizmente 80 esfaqueamentos por dia não me permitem te-las. 3. O terceiro indício foi a mobilização da GDG9, a unidade especial de contra terrorismo da polícia federal alemã. Esta unidade cuja identidade dos seus elementos é secreta foi criada em 1972 na sequência do atentado nos Jogos Olímpicos de Munique , resgatou reféns do voo 181 da LH desviado por terroristas palestinianos para a Somália , e teve um papel determinante no combate à RAF ( Baader-Meinhof). 4. O aumento do número de islamistas dispostos a matar é algo que deixa as autoridades alemãs muito preocupadas. 28 645 é o número de pessoas sinalizadas pelos serviços de informação alemãs como islamistas com disposição para o uso da violência. A ameaça representada pelo terrorismo islamista continua a ser elevada. Isto fica particularmente evidente nos seis atentados de motivação islamista ocorridos desde 2024 e nos quatro em 2025. Para além da Alemanha, continuam a existir outros países europeus no radar de diversas organizações terroristas. Destacam-se, neste contexto, o «Estado Islâmico» (EI) e as suas ramificações regionais, como o «Estado Islâmico da Província de Khorasan» (ISPK). 5. Não é o primeiro atentado islâmico contra a comunidade LGBT, houve um em Dresden em 2020. Sei que a tentação de alguns comentadores alemães e por cá também foi apontar o dedo de imediato à extrema-direita, também ela homofóbica. O enterrar a cabeça na areia face aos atentados terroristas de baixa intensidade é parte do problema e não da solução. A ameaça islamista não o é apenas para a comunidade judaica alemã, mas é-o também para a comunidade LGBT e para as mulheres em geral ( veja-se o aumento das violações grupais ). Ignorar isto é alimentar populismos e não resolve nada. Estamos em plena guerra civilizacional e aqueles que financiam as manifestações Free Palestine e a extrema esquerda alemã são os mesmos que financiam o terrorismo na Alemanha. Isto são factos. #Terrorismo #Alemanha #Segurança

O sobrinho do Mário Soares é um putinista e um anti-semita, porém o que melhor o caracteriza é ser um misógino nojento. Espero ver as feministas do PS e da esquerda em geral darem uma palavrinha a esta perseguição que este ser abjecto me move desde o início da guerra na Ucrânia. Vamos lá por as coisas em pratos limpos : - fui agredida na Avenida da Liberdade por um homem com a bandeira da Palestina, fiquei com um hematoma; - furaram-me por duas vezes os pneus; - publicam fotomontagens com coisas que nunca disse e que são atentatórias à minha honra; - o Esquerda net deu palco ao anti-semitismo e as mentiras dos alunos de Coimbra. Em causa nunca esteve o módulo que ministro há anos, mas o documentário que mostrei sobre a violência sexual do Hamas - um jornalista escreveu que eu seria a “Guida Martins de Moedas” pela minha defesa dos judeus. Enganou-se redondamente, fui eleita. - Chamam-me puta sionista, vaca judia, ameaçam-me de morte Até quando esta perseguição indigna vai continuar ? Rebatam ideias, discutam argumentos, não pessoas. Vocês são iguais aos nazis, iguais. E já agora Am Israel Chai #Feminismo #LiberdadeDeExpressão #AntiSemitismo